“FLUXO FLOEMA, PERIFÉRICAS” TRANSFORMA RELATOS FEMININOS EM ARTE E ESCUTA COLETIVA

Campanha “Solta essa Voz, Mulher” integra a primeira etapa de uma trilogia de projetos de Mayra Fernandes que unem escuta, pesquisa e criação dramatúrgica a partir de vivências femininas

A arte como espaço de escuta, acolhimento e transformação social move o projeto “Fluxo Floema, Periféricas”, idealizado pela artista, produtora cultural e pesquisadora Mayra Fernandes, da Cardume Cultural, em Curitiba. Inspirado na obra Fluxo Floema, da escritora Hilda Hilst, o trabalho investiga as experiências femininas na sociedade contemporânea a partir de relatos reais de mulheres em contextos de vulnerabilidade.

A proposta une pesquisa de campo, escuta ativa e criação artística para construir uma dramaturgia inédita, atravessada por temas comuns de nós mulheres na sociedade contemporânea. As histórias compartilhadas pelas participantes tornam-se matéria poética e cênica, criando espaços de reconhecimento, pertencimento e reflexão coletiva.

Como parte desse processo, o projeto realiza a campanha “Solta essa Voz, Mulher”, que recebe relatos anônimos até o dia 10 de junho pelo e-mail fluxofloemapesquisa@gmail.com. A iniciativa busca criar um canal seguro de escuta e acolhimento para mulheres compartilharem experiências, memórias e vivências que poderão contribuir para o desenvolvimento da pesquisa artística.

A campanha reúne vozes, memórias e experiências que alimentam uma pesquisa artística comprometida com a escuta das múltiplas realidades femininas na contemporaneidade. Cada relato recebido amplia um processo investigativo que busca compreender como mulheres elaboram, atravessam e narram suas experiências em uma sociedade marcada por diferentes formas de violência, silenciamento e resistência.

Ao longo do mês de maio, o projeto também promoveu oficinas inclusivas voltadas a mulheres em situação de vulnerabilidade, idosos e pessoas com deficiência, incentivando autoestima, criatividade e expressão emocional. As atividades integraram a etapa formativa da pesquisa e contribuíram para ampliar os espaços de diálogo e escuta coletiva.

“Fluxo Floema, Periféricas” constitui a primeira etapa de uma trilogia de projetos que será desenvolvida entre 2026 e 2027. A pesquisa investiga diferentes dimensões da experiência feminina na contemporaneidade, tendo a escuta como metodologia central e a criação dramatúrgica como forma de elaboração artística dessas narrativas. Os próximos desdobramentos aprofundarão o diálogo entre memória, corpo, linguagem e representação feminina nas artes da cena.

Com recursos de acessibilidade, transcrição de conteúdos e valorização da diversidade de corpos e vozes, o projeto reafirma a potência da arte como ferramenta de diálogo, pertencimento e transformação social.

Sobre o projeto
“Fluxo Floema, Periféricas” integra uma trilogia de ações artísticas e de pesquisa que serão realizadas entre 2026 e 2027, investigando as vivências femininas por meio da escuta, da dramaturgia e da criação cênica.


Na foto de Mariana Ayala: arte, escuta e transformação social a partir das vozes femininas. Até o dia 10 de junho, o projeto “Fluxo Floema, Periféricas” promove ações de acolhimento, oficinas e escuta coletiva em Curitiba.

SERVIÇO:
“Fluxo Floema, Periféricas”
Campanha “Solta essa Voz, Mulher”
Recebimento de relatos: Até 10 de junho de 2026
Envio pelo e-mail: fluxofloemapesquisa@gmail.com
Informações: @cardumeproducaocultural

Oficinas
Dia: 14 de maio de 2026 – com Mayra Fernandes no CIC
Dia: 21 de maio de 2026 – “Brincadeiras Coloridas para Nunca Mais Dar Branco”, com Carol Mascarenhas
Dia: 28 de maio de 2026 – com Mayra Fernandes no CIC

Sobre Mayra Fernandes 
Atriz, diretora de produção e pesquisadora, atuante no cenário artístico desde 2010. Graduada em Teatro pela FAP/UNESPAR, ampliou sua formação em Antropologia, Cinema, Produção Cultural e Neurociência, com foco na experiência da mulher na sociedade contemporânea. Em 2026 desenvolve sua primeira dramaturgia, fruto de quase 15 anos de pesquisa, no projeto Fluxo Floema, que terá desdobramentos importantes em 2026 e 2027. Envolvida com as artes desde a infância, do circo ao teatro, também é palhaça formada pela Escola do Ator Cômico. Como produtora e curadora, integrou equipes de festivais como Psicodália, Festival de Curitiba e Novos Olhares. No teatro, compõe os elencos da Cia Setra Teatral e da Ap. da Treze, tendo recebido o Troféu Cabeça de Chinchila de melhor atuação junto ao elenco do espetáculo Multidão (2025). Sua trajetória foi reconhecida pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, e sua produtora, Cardume Cultural, foi certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura em 2025.

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

IRIA BRAGA CELEBRA 20 ANOS DE CARREIRA COM NOVO ESPETÁCULO

Com entrada franca em todas apresentações, Hawwwwah estreia durante o Festival de Ópera

Entre os dias 23 e 25 de outubro, estreia em Curitiba a Cineópera Hawwwah. Uma peça multimídia que combina diversas narrativas do cinema, do vídeo, da dança, do teatro, da luz, da poesia, da música instrumental, canto e eletrônica. Com concepção geral e composição assinadas por, Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada pela cantora, Iria Braga que completa em cena 20 anos de carreira. Ao lado deles, Ricardo Janotto traz instrumentos e eletroacústica com a direção geral de Flávio Stein.

Com cerca de uma hora de duração, o espetáculo faz menção à história de Eva, do livro de Gênesis, remetendo-a aos nossos dias, à imagens verossímeis e líricas do nosso cotidiano, especialmente às relações interpessoais emergentes do tempo e do uso da internet. Um pequeno universo de referências se constrói, sobrepondo-se, adensando-se, retorcendo-se sobre si mesmo rumo à eternidade. Além dessa fragmentação temática, textual e de texturas, o público também encontrará em Hawwwah a grande melodia, a ária, o canto plasmado e lírico e a poética de Hilda Hilst, de Gonçalo Tavares e de Adriana Lisboa.

A peça transita rapidamente por diversas cenas, alternando entre processos de improvisação controlada e narrativas fugazes, que se constroem e desconstroem num ritmo frenético. Entremeados de fragmentos de música instrumental e eletroacústica sugerem-se diversos arquétipos do mundo virtual, da palavra inaudita, do timbre robótico, da urgência da comunicação, da necessidade de ser amado e não ser, da dupla personalidade, do mundo todo em todo lugar e da vida toda a todo instante. A peça avança em rotinas sempre renovadas do mesmo e novamente do mesmo.

Com concepção geral e composição de Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada por Iria Braga (performance cênica, canto e processos criativos), Ricardo Janotto (instrumentos, eletroacústica e processos criativos) e Indioney Rodrigues (instrumentos, eletroacústica e processos criativos), e conta com a colaboração de Alceste Ribas (vídeo), Victor Sabbag (iluminação), Lucas Pereira Nery (design), Rafael Forcadell (código), Silvia Patzssch (preparação corporal e cênica), e direção artística de Flávio Stein.

Serviço:
Hawwwah Cineópera
Quando: 23, 24 e 25 de outubro
Onde: III Festival de Ópera do Paraná Curitiba
Local: Guairinha
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba
Horário: 20h
Informações: (41) 3304-7900
ENTRADA FRANCA

HAWWWAH CINEÓPERA ESTREIA TEMPORADA EM CURITIBA

Com entrada franca em todas apresentações, Hawwwwah estreia durante o Festival de Ópera

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Nos dias 23, 24 e 25 de outubro em Curitiba, 7 de Novembro em São Paulo e, 9 e 10 de novembro no Rio de Janeiro, o público recebe a Cineópera Hawwwah, uma peça multimídia que combina diversas narrativas do cinema, do vídeo, da dança, do teatro, da luz, da poesia, da música instrumental, canto e eletrônica. Com cerca de uma hora de duração, o espetáculo faz menção à história de Eva, do livro de Gênesis, remetendo-a aos nossos dias, à imagens verossímeis e líricas do nosso cotidiano, especialmente às relações interpessoais emergentes do tempo e do uso da internet.

A peça transita rapidamente por diversas cenas, alternando entre processos de improvisação controlada e narrativas fugazes, que se constroem e descontroem num ritmo frenético. Entremeados de fragmentos de música instrumental e eletroacústica sugerem-se diversos arquétipos do mundo virtual, da palavra inaudita, do timbre robótico, da urgência da comunicação, da necessidade de ser amado e não ser, da dupla personalidade, do mundo todo em todo lugar e da vida toda a todo instante. A peça avança em rotinas sempre renovadas do mesmo e novamente do mesmo. Um pequeno universo de referências se constrói, sobrepondo-se, adensando-se, retorcendo-se sobre si mesmo rumo à eternidade. Além dessa fragmentação temática, textual e de texturas, o público também encontrará em Hawwwah a grande melodia, a ária, o canto plasmado e lírico e a poética de Hilda Hilst, de Gonçalo Tavares e de Adriana Lisboa.

Com concepção geral e composição de Indioney Rodrigues, Hawwwah é interpretada por Iria Braga (performance cênica, canto e processos criativos), Ricardo Janotto (instrumentos, eletroacústica e processos criativos) e Indioney Rodrigues (instrumentos, eletroacústica e processos criativos), e conta com a colaboração de Alceste Ribas (vídeo), Victor Sabbag (iluminação), Lucas Pereira Nery (design), Rafael Forcadell (código), Silvia Patzssch (preparação corporal e cênica), e direção artística de Flávio Stein.

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Serviço:
Hawwwah Cineópera
Quando: 23, 24 e 25 de Outubro, Às 20h
Onde: III Festival de Ópera do Paraná Curitiba
Local: Guairinha, Endereço: Rua Xv de Novembro, 971. Centro de Curitiba
Informações: (41) 3304-7900

7 de Novembro
São Paulo
MIS – Museu da Imagem e do Som
20h
Av. Europa, 158. Jardim Europa
Informações: (11) 2117-4777

9 e 10 de Novembro
Rio de Janeiro
Galpão da Gambôa
20h
R.da Gamboa, 279. Gambôa
Informações: (21) 2516-5929