BRASIS NO PAIOL APRESENTA ENCONTRO MAGNÉTICO E LUMINOSO DE ÍMÃ E CACAU DE SÁ

ímã e Cacau de Sa. Crédito foto: Yuka Ogata.

Inventiva grupa musical curitibana mistura samba, rock polirrítmico, jazz e muito mais em show no dia 21 de agosto, no Teatro do Paiol

A temporada 2025 do projeto Brasis no Paiol leva ao icônico teatro de Curitiba um show que vai reunir nomes da cena artística da capital paranaense. No dia 21 de agosto, quinta-feira, às 20h, a grupa musical ímã recebe Cacau de Sá para uma noite que vai contar com diferentes sonoridades, em uma combinação que costura samba e ijexá, rock polirrítmico e jazz, samples e colagens.

Os ingressos estão à venda por R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) no site pixta.me

Neste show, o repertório aponta para o novo disco da ímã, apresentando diversas novidades, além de reunir também músicas do primeiro álbum da banda, “ímã de nove pontas”. No setlist também estarão canções de Cacau de Sá, algumas delas inéditas e outras gravadas pela Mulamba – banda da qual elu fez parte.

A cantora, flautista e percussionista Nati Bermúdez também participa do show.

íma
Formada por oito integrantes, a grupa musical ímã é um coletivo de artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus shows são resultado de uma combinação de referências artísticas que passam pelo teatro e artes visuais, criando sonoridades coloridas somadas a letras insurgentes e performances marcantes.

O primeiro álbum, “ímã de nove pontas”, foi lançado em 2020 e conta com as participações de Roseane Santos, Cacau de Sá e Soema Montenegro. Em 2021, lançou o EP “Furiosa Aberta: composto e gravado durante a pandemia a partir de jogos de composição e do uso de samples e colagens, com textos das poetas Francisco Mallmann, Julia Raiz e Natasha Tinet. O single “Cachê Cachê Cachê” saiu em 2023.

Daniel D’Alessandro (bateria & percussão),
Dayane Battisti (violoncelo, guitarra, cavaco & voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco & flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra),
Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador & voz),
Lu Faccini (guitarra, clarinete, percussão e voz),
Má Ribeiro (percussão, sintetizador & voz) e
Fernanda Fuchs (voz & percussão).

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta imã + Cacau de Sá
Dia 21 de agosto, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Curitiba
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-ima-cacau-de-sa
Informações: @santaproducao

ÍMÃ LANÇA SEU NOVO SINGLE “CACHÊ CACHÊ CACHÊ”, CANÇÃO AUTOPARÓDICA QUE USA DA IRONIA PARA DIZER: “QUERO TIRAR MEU PÉ DA LAMA!”

Cachê Cachê Cachê – capa de autoria de Dani Eizirik

Música de Lu Faccini com produção de Leonardo Gumiero ganha registro inédito depois de se tornar conhecida nos shows da banda

A ímã está com um novo lançamento nas principais plataformas a partir desta sexta-feira, 17 de novembro: Cachê Cachê Cachê, que combina irreverência e referências do cancioneiro popular brasileiro com sonoridades contemporâneas, numa proposta de samba com roupagem rock, tratando da remuneração de artistas brasileiros (ou seria da falta dela?).

Em se tratando de um grupo independente, de fora dos maiores centros de produção musical, que, como muitos outros projetos, lida com incertezas dos meios de distribuição, a ímã opta por falar de seu contexto numa canção de protesto que se configura como uma autêntica “faixa ônus”.

Cachê Cachê Cachê é permeada por citações vindas da história da música brasileira e busca mostrar o que haveria em comum entre um grande clássico de Jacob do Bandolim com chamadas a cobrar feitas de um orelhão, no estilo anos 80/90. Tudo isso e outras coisas sendo ditas por uma banda que habita a região sul do Brasil, no ano de 2023.

A arte da capa, feita a partir de imagens geradas pela banda, é assinada pelo multiartista brasileiro Dani Eizirik (nomeado ao Grammy pelo seu trabalho em “Meio que tudo é um”, da banda Apanhador Só, de 2017).

ímã – foto de Isabela Nishijima

Sobre a banda
A ímã conta com oito integrantes e lançou seu álbum de estreia e um EP durante a pandemia. O single Incendeia, com participação de Roseane Santos, se aproxima dos 50 mil plays no Spotify. Na ativa desde 2018 a partir da iniciativa de Lu Faccini, nos últimos anos a banda realizou uma série de shows que contaram com participações especiais de Cacau de Sá, Soema Montenegro e Ava Rocha. Atualmente, a ímã inicia o processo de seu terceiro trabalho, começando pelo lançamento de Cachê Cachê Cachê.

Além dos seus álbuns oficiais (que contam com participações de artistas como as poetas Julia Raiz, Natasha Tinet e Francisco Mallmann, em “Furiosa Aberta”, e Soema Montenegro, Cacau de Sá e Roseane Santos em “ímã de nove pontas”), a banda também já lançou o clipe do single “Incendeia” e os lyric videos de “Mangueador” e “Memória do Chão”.

O grupo também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também os trabalhos “Fronteiriça” (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

SERVIÇO:
Cachê Cachê Cachê, novo single de ímã
Link para pré-save: onerpm.link/373869446686
Conheça a ímã
@imadenovepontas | https://linktr.ee/imadenovepontas
Conheça a Queda Livre Coletiva
@QuedaLivreColetiva | https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Guilherme Nunes – Guitarra e Coro
Daniel Dalessa – Bateria e Percussão
Dayane Battisti – Cavaco e Coro
Francisco Okabe – violão 7 Cordas, Cuíca e Coro
Fernanda Fuchs – Coro
Má Ribeiro – Coro
Lu Faccini – Voz e Coro
Leonardo Gumiero – Baixo e Sintetizador e Coro
Capa: Foto: Arte de Daniel Eizirik a partir de fotos da ímã
Edição: Dani Eizirik
Edição, Mixagem e Masterização: Leo Gumiero
Realização: Queda Livre
Classificação: livre

ÍMÃ FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO EP “FURIOSA ABERTA” EM CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO

Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX


Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.

Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).

Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.

Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.

Participações
Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.

Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.

Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).

Ainda no dia 09, a atriz e cantora  Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.

Ingressos
O primeiro lote de reservas para o dia 09/06 já está disponível, no valor de R$ 20, com pagamento via PIX após o preenchimento do formulário acessado neste link: Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com).

Sobre a ímã
A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

Serviço:
Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30
_endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
_valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)

Conheça a ímã
@imafuriosaaberta | linktr.ee/imadenovepontas

Conheça a Queda Livre
@QuedaLivreColetiva | linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz),
Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs
Técnica de som: Acácio Guedes
Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini
Produção executiva: Dayane Battisti
Classificação: livre

FRANCISCO OKABE LANÇA MADRUGADA, SEU NOVO SINGLE

Composta e gravada em casa, canção faz parte de “8”, próximo álbum do músico

Madrugada, o novo single de Francisco Okabe, está disponível em plataformas como Spotify, Deezer, YouTube e Bandcamp a partir desta sexta-feira, 24 de setembro. A canção faz parte de “8”, o próximo álbum do multi-instrumentista, que vai ao ar em outubro em lançamento da Queda Livre Coletiva e do selo Onça Discos.

O novo trabalho dá sequência à discografia de Francisco, nascido em Bauru (SP) e radicado em Curitiba, e mais um passo na pesquisa de sonoridades realizada no ep “80” (2019), além de seus primeiros lançamentos realizados já em período pandêmico no Brasil.

Ao longo de quase 10 anos de carreira, Chico também já produziu outros dois álbuns – “Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!” e “Vital” (2015 e 2018) –, além de uma série de singles e participações em projetos musicais independentes, como as bandas Charles Racional, e/ou, Obake, o duo de violões DayChi, a banda ímã e o trabalho autoral da cantora Roseane Santos.

Entre questões e conclusões parciais­. O novo single propõe um passeio por linguagens e parte de uma atmosfera minimalista e gravada em fita cassete para acessar referências contemporâneas e digitais, com melodias se conectando entre violão, flauta e violoncelo, beat e vozes.

“No ep ‘80’, o fluxo era mais de dentro pra fora. Nos últimos singles e agora em ‘Madrugada’, estamos experimentando o caminho contrário, inclusive como tônica do próximo álbum, que está pronto”, conta Francisco. “Um traço comum com as faixas anteriores é a autoprodução, a descoberta de como fazer álbuns em casa. Talvez seja um tipo brasileiro de ‘bedroom pop’, esse som feito em home studio, com referências atuais e usando ferramentas acessíveis, como samplear do YouTube”, destaca. “Esse processo autônomo acaba sendo propício para criar uma mistura de todas referências que temos”.

Queda Livre. Os lançamentos de “Madrugada” e “8” (final de outubro) são realizações da Queda Livre coletiva da qual Francisco Okabe é colaborador: uma movimentação de artistas que já resultou nos discos “Fronteiriça”, de Roseane Santos, e “Ímã de Nove Pontas”, da banda ímã (lançados em 2020), e que também produziu o ep “Livro Vivo”, parceria de Luciano Faccini e Roseane Santos (de 2021). A Queda Livre surge como uma forma de nomear uma rede de apoio e criação múltipla, com trabalhos influenciados e permeados pela inspiração vinda de artistas visuais, poetas, atrizes, palhaças e outras manifestações artísticas.


Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

_ Madrugada | Ficha técnica:
Francisco Okabe: composição, arranjo, produção, violão, flauta, teclados e voz
Acácio Guedes: contrabaixo, mixagem e masterização
Day Battisti: violoncelo
Matheus Mantovani: arte
Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

Ouça _ Madrugada 
https://onerpm.link/992978221726

_ Francisco Okabe | contato
https://www.franciscookabe.com/
+55 (41) 997 765 500 (whatsapp/telefone)

francisco.okabe@gmail.com

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+        Instagram
+        YouTube – canal Onça Discos

_ Queda Livre Coletiva | conheça
https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva

COM DOIS SHOWS EM CURITIBA, ROSEANE SANTOS FAZ O PRÉ-LANÇAMENTO DO SEU PRIMEIRO ÁLBUM – FRONTEIRIÇA

Com dois shows em Curitiba, Roseane Santos faz o pré-lançamento do seu primeiro álbum – Fronteiriça 

Cantora se apresenta acompanhada de sua banda na Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) dias 6 e 7 de dezembro; ingressos serão vendidos no local > R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada

A estreia em disco de Roseane Santos como compositora está prestes a ser lançada! E neste primeiro final de semana de dezembro a cantora apresenta as 10 músicas de Fronteiriça, com letras escritas pela própria artista e parcerias com amigas e amigos artistas da música, teatro, literatura e dança (como Luciano Faccini, Leonarda Glück, Ary Giordani, Francisco Mallmann, Bia Figueiredo e Ana Modesto). 

Na banda estarão Victoria Vilandez, Francisco Okabe, Gabriela Bruel, Daniel D’Alessandro e Luciano Faccini, que assina também a direção musical do disco ao lado de Rose e a produção musical junto com Leonardo Gumiero. A equipe ainda conta com Moira Albuquerque na produção executiva. Para esses shows, Roseane recebe como convidadas as musicistas Nat Bermudez e Matê Magnabosco. 

Novo projeto 
Com mais de quinze anos de carreira, reconhecida como uma das vozes mais marcantes da cena curitibana e intimamente ligada aos universos do samba e ritmos afro-brasileiros, Roseane Santos compartilha com o mundo um novo diálogo com suas próprias origens. “Lançar esse trabalho é mostrar ao mundo um cruzamento de regiões da minha própria existência. São anos de pesquisa na minha caminhada entre a música tradicional e a canção contemporânea revelados ali. O disco tem um pouco de cada coisa que fiz ao longo da minha história e não é experimental no sentido de buscar algo que nunca fiz. Me assumir como compositora é a ruptura mais importante para mim neste momento, meu divisor de águas”, conta. 

Roseane Santos – Fotografia Pretícia Jeronimo Photographer

Serviço 
Roseane Santos > pré-lançamento de Fronteiriça 
Dias 6 e 7 de dezembro, 20h 
Local: Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) 
Entrada: R$ 30 e R$ 15
Página do evento, aqui

“VITAL” É A PRIMEIRA APOSTA DO ONÇA DISCOS EM 2018


O selo Onça Discos começa o ano lançando o novo álbum do compositor Francisco Okabe, intitulado “Vital”, um dos sobrenomes do artista. Em suas 12 faixas, o álbum mistura instrumentais e canções escritas pelo músico, tendo como inspiração a diversidade na música brasileira e a obra de Waltel Branco.

“Vital” foi concebido de forma independente, com gravações caseiras e um trabalho coletivo, onde os músicos tiveram liberdade criativa de arranjos. A produção, mixagem e masterização ficaram por conta de Leonardo Lima, e a arte da capa é de Victoria Françóia.

A parceria mais importante para a realização do álbum foi de sua esposa Dayane Battisti, que participou da maioria das músicas tocando violão, cavaquinho e violoncelo e é sempre a primeira a ouvir as composições. Incentivado por Dayane, Francisco deu voz às suas canções autorais, e os dois interpretaram a canção “Manhã”, cuja letra é de Daniel Arthur e Paulo Gaôna, e a instrumental “Vendo a Chuva”, ambas gravadas em fita numa antiga tapedeck da Technics.

A influência de Waltel Branco na música de Francisco Okabe vem da relação que se criou entre os dois, tanto musical quanto afetuosa. Na faixa “Chorinho novo pro Waltel”, o músico homenageia o maestro, cuja obra é objeto de pesquisa do mestrado de Francisco. A pluralidade da música brasileira e a mistura de ritmos e sonoridades presentes em todo o álbum deixam clara a referência ao trabalho de Waltel.

Youtube: aqui
bandcamp: aqui