ALFAIATARIA RECEBE VINÍCIUS ARMILIATO PARA CONVERSA SOBRE MEMÓRIA E PSICANÁLISE

Na foto de Vitor Dias, o público reunido no quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes durante a primeira edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro que transforma escuta, convivência e partilha em experiência coletiva.

Segundo encontro do ciclo “práticas da memória – entre lembrar e esquecer”, que integra o projeto “Ações para Mundos Poéticos”, propõe uma travessia entre arte, escuta e experiência subjetiva no dia 27 de maio.

Há lembranças que permanecem acesas durante anos. Outras desaparecem antes mesmo de se tornarem linguagem. Entre aquilo que o corpo guarda, o tempo transforma e a palavra tenta alcançar, se acende a segunda edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro promovido pela Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. O encontro gratuito acontece no dia 27 de maio (quarta-feira, as 20h), e recebe o pesquisador e psicanalista Vinícius Armiliato para uma conversa aberta ao público sobre memória, subjetividade e criação.

Realizada no quintal da Alfaiataria, a ação parte da imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo para compartilhar histórias, experiências e modos de existir. Mais do que um debate, a proposta cria um espaço de convivência e escuta, onde pensamento e presença se atravessam continuamente.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, a Roda de Fogo reúne convidados de diferentes áreas do conhecimento para refletir sobre a memória não como arquivo fixo, mas como matéria viva: algo que se reorganiza, se desloca e se reinventa continuamente. O encontro faz parte do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), iniciativa contemplada pelo edital de Ações Continuadas da Funarte e dedicada ao fortalecimento de práticas de criação, formação e intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Graduado em Artes Cênicas e Psicologia, Vinícius Armiliato desenvolve pesquisas que articulam filosofia, clínica e artes da cena. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, atua como professor da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021.

Memória como criação em movimento
Ao aproximar psicanálise e experiência artística, o encontro propõe reflexões sobre esquecimento, repetição, elaboração e construção narrativa de si. Na clínica, lembrar nunca significa simplesmente recuperar algo intacto. Toda memória carrega desvios, lacunas e reinvenções. Nas artes da cena, essa instabilidade aparece de maneira concreta: nenhum gesto retorna da mesma forma, nenhuma presença se repete integralmente. “A memória nunca retorna de maneira idêntica. Toda lembrança carrega algo de invenção, de reconstrução e de deslocamento. Talvez lembrar seja justamente produzir novas formas de relação com aquilo que vivemos”, afirma Vinícius Armiliato.

Para Francisco Mallmann, a potência da Roda de Fogo está na possibilidade de transformar pensamento em experiência compartilhada. “O fogo aparece como imagem de encontro, mas também de transformação. Ao compartilhar experiências e escutas, percebemos que memória não é permanência absoluta, e sim algo que se move entre presença, ausência e criação”, comenta.

Ações para Mundos Poéticos
A Roda de Fogo integra o conjunto de ações do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), idealizado por Janaina Matter, realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult. Ao longo de 2026, o programa promove atividades voltadas à formação artística, pesquisa e experimentação cênica.

Entre as iniciativas estão a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas latino-americanas.

Ao aproximar arte, pensamento e convivência, o programa consolida a Alfaiataria – Espaço de Artes como um espaço dedicado à criação contemporânea, à troca entre diferentes saberes e à construção de experiências coletivas. “Inspirada na imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo, a ação busca criar uma experiência de escuta compartilhada. Mais do que discutir memória, queremos produzir um espaço em que ela possa ser vivida coletivamente”, afirma Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria.

SERVIÇO:
2ª Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer
Dia: 27 maio de 2026
Horário: 20h
Duração: 1h a 1h30
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro)
Entrada: gratuita, sujeita à capacidade do espaço
Informações: @alfaiataria_

Sobre Vinícius Armiliato:
Bacharel em Artes Cênicas pela FAP e graduado em Psicologia pela PUCPR, Vinícius Armiliato é psicanalista, pesquisador e professor universitário. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, desenvolve pesquisas voltadas às relações entre memória, subjetividade, normalidade e experiência clínica. Atualmente é professor adjunto do curso de Psicologia da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021. Também atua como tradutor de textos nas áreas de filosofia e psicanálise e organizou publicações como Nunca se vive inteiramente o presente: patrimônio, psicanálise e epistemologia (2025) e Georges Canguilhem em Perspectiva.

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica

RODA DE FOGO ACENDE CONVERSAS SOBRE MEMÓRIA NA ALFAIATARIA

A primeira Roda de Fogo, ciclo de conversas da Alfaiataria – Espaço de Artes sobre memória e criação, acontece em 25 de março, em Curitiba.

Ciclo criado pelo Programa Contínuo Alfaiataria reúne diferentes públicos ao redor de uma pergunta antiga: como lembramos, esquecemos e transmitimos histórias? O primeiro encontro acontece em 25 de março, às 19h, em Curitiba.

Desde muito antes da escrita, histórias são contadas ao redor do fogo. É nesse gesto ancestral de reunir pessoas para narrar, escutar e compartilhar experiências que se inspira Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, ciclo de encontros que acontece ao longo de 2026 na Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. As conversas acontecem no quintal da Alfaiataria, espaço aberto da casa que convida o público a se reunir ao redor da palavra e da escuta.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, o projeto propõe quatro conversas ao longo do ano (março, maio, julho e setembro) reunindo artistas e profissionais de diferentes áreas do conhecimento para pensar a memória como prática viva: algo que atravessa o corpo, o tempo e a criação. A participação é livre e gratuita.

O primeiro encontro acontece no dia 25 de março, às 19h, com a participação da escritora e artista visual Julie Fank. Em sua trajetória, a autora investiga as relações entre memória, narrativa e criação, aproximando literatura, processo criativo e experimentação artística. Diretora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba, Julie parte de sua própria prática para compartilhar reflexões sobre como lembranças se transformam em histórias.

Nas artes da cena, essa relação entre lembrar e esquecer faz parte do próprio trabalho. Memorizar um texto, repetir uma ação, sustentar uma presença diante do público: cada gesto mobiliza memórias e, ao mesmo tempo, as transforma. As artes da cena existem nessa tensão entre repetição e mudança, entre aquilo que permanece e aquilo que inevitavelmente se perde. “A memória nunca é algo fixo. Cada vez que lembramos, reorganizamos a experiência. No teatro isso aparece de forma muito concreta: repetir uma ação não significa reproduzi-la, mas recriá-la a cada vez”, afirma o curador Francisco Mallmann.

“Inspirado na imagem ancestral do fogo como lugar de encontro e transmissão de histórias, o ciclo cria um espaço de escuta em que a memória deixa de ser apenas tema e se torna experiência compartilhada”, explica Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria. A ação integra o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Funarte. Realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult, o projeto articula ao longo de 2026 uma programação voltada à formação, criação e intercâmbio nas artes cênicas.

Além da Roda de Fogo, o AMP reúne outras iniciativas voltadas à formação e à experimentação artística, como a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a 2ª Edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em início de trajetória; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina.

Ao articular formação, pesquisa e intercâmbio artístico, o programa reafirma a Alfaiataria como um espaço de encontro entre criação, pensamento e experimentação cênica.

SERVIÇO:
Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer
Dia: 25 de março, às 19h
Duração: 1h a 1h30
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes
Endereço: Rua Riachuelo, 247 – Centro
Entrada: Livre e gratuita, com acesso sujeito à capacidade do espaço
Informações: @alfaiataria_

Sobre Julie Fank:
artista visual, escritora e professora, diretora e criadora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba (PR), espaço de formação de escritores fundado em 2014. Doutora em Escrita Criativa pela PUCRS, é graduada em Letras e mestre em Literatura Comparada. Sua produção investiga as intersecções entre memória, narrativa e performance, tratando a página como espaço de intervenção coletiva e o espaço expositivo como território de construção ficcional. Trabalhos recentes foram apresentados na The Wrong Biennale (2020), na Torre Panorâmica de Curitiba e na exposição Corpos Utópicos (2026), no Museu da Fotografia. É autora de Embaraço (Contravento Editorial, 2017), O grande livro de criatividade (Imagine, 2019) e Dobradiça (Telaranha, 2023), além de coordenar o selo Esc. em parceria com a editora Arte & Letra.

Sobre Francisco Mallmann:
Francisco Mallmann é artista, professor e pesquisador interdisciplinar. Atua na intersecção entre escrita, performance, artes visuais e teoria. Atualmente, é docente do Curso de Artes Visuais da PUCP-PR e participa de projetos artísticos e editoriais no campo das artes contemporâneas. É graduado em Jornalismo (PUC-PR) e Artes Cênicas (FAP), mestre em Filosofia (PUC-PR) e doutor em Artes da Cena (UFRJ), com orientação de Eleonora Fabião, tendo realizado estágio de pesquisa no México (UAM), orientado por Ileana Diéguez Caballero. Com publicações regulares no Brasil e no exterior, integra diversas antologias e é autor, entre outros títulos, de “haverá festa com o que restar” (2018), “língua pele áspera” (2019), “AMÉRICA” (2020), “tudo o que leva consigo um nome” (2021) e “outra vez de novo” (2025). Em 2019, venceu o Prêmio da Biblioteca Nacional na categoria Poesia e foi finalista dos prêmios Rio de Literatura e Mix Literário. Desenvolve práticas coletivas de experimentação e colabora, em diferentes contextos, com distintas artistas, grupos, coletivos e redes – entre elas, a Selvática Ações Artísticas. Em sua trajetória, desenvolveu pesquisas interdisciplinares que articulam estética, performance, escrita e arte contemporânea, com ênfase em reflexões sobre gênero e raça. Algumas de suas obras integram o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR).

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

ÍMÃ LANÇA SEU NOVO SINGLE “CACHÊ CACHÊ CACHÊ”, CANÇÃO AUTOPARÓDICA QUE USA DA IRONIA PARA DIZER: “QUERO TIRAR MEU PÉ DA LAMA!”

Cachê Cachê Cachê – capa de autoria de Dani Eizirik

Música de Lu Faccini com produção de Leonardo Gumiero ganha registro inédito depois de se tornar conhecida nos shows da banda

A ímã está com um novo lançamento nas principais plataformas a partir desta sexta-feira, 17 de novembro: Cachê Cachê Cachê, que combina irreverência e referências do cancioneiro popular brasileiro com sonoridades contemporâneas, numa proposta de samba com roupagem rock, tratando da remuneração de artistas brasileiros (ou seria da falta dela?).

Em se tratando de um grupo independente, de fora dos maiores centros de produção musical, que, como muitos outros projetos, lida com incertezas dos meios de distribuição, a ímã opta por falar de seu contexto numa canção de protesto que se configura como uma autêntica “faixa ônus”.

Cachê Cachê Cachê é permeada por citações vindas da história da música brasileira e busca mostrar o que haveria em comum entre um grande clássico de Jacob do Bandolim com chamadas a cobrar feitas de um orelhão, no estilo anos 80/90. Tudo isso e outras coisas sendo ditas por uma banda que habita a região sul do Brasil, no ano de 2023.

A arte da capa, feita a partir de imagens geradas pela banda, é assinada pelo multiartista brasileiro Dani Eizirik (nomeado ao Grammy pelo seu trabalho em “Meio que tudo é um”, da banda Apanhador Só, de 2017).

ímã – foto de Isabela Nishijima

Sobre a banda
A ímã conta com oito integrantes e lançou seu álbum de estreia e um EP durante a pandemia. O single Incendeia, com participação de Roseane Santos, se aproxima dos 50 mil plays no Spotify. Na ativa desde 2018 a partir da iniciativa de Lu Faccini, nos últimos anos a banda realizou uma série de shows que contaram com participações especiais de Cacau de Sá, Soema Montenegro e Ava Rocha. Atualmente, a ímã inicia o processo de seu terceiro trabalho, começando pelo lançamento de Cachê Cachê Cachê.

Além dos seus álbuns oficiais (que contam com participações de artistas como as poetas Julia Raiz, Natasha Tinet e Francisco Mallmann, em “Furiosa Aberta”, e Soema Montenegro, Cacau de Sá e Roseane Santos em “ímã de nove pontas”), a banda também já lançou o clipe do single “Incendeia” e os lyric videos de “Mangueador” e “Memória do Chão”.

O grupo também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também os trabalhos “Fronteiriça” (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

SERVIÇO:
Cachê Cachê Cachê, novo single de ímã
Link para pré-save: onerpm.link/373869446686
Conheça a ímã
@imadenovepontas | https://linktr.ee/imadenovepontas
Conheça a Queda Livre Coletiva
@QuedaLivreColetiva | https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Guilherme Nunes – Guitarra e Coro
Daniel Dalessa – Bateria e Percussão
Dayane Battisti – Cavaco e Coro
Francisco Okabe – violão 7 Cordas, Cuíca e Coro
Fernanda Fuchs – Coro
Má Ribeiro – Coro
Lu Faccini – Voz e Coro
Leonardo Gumiero – Baixo e Sintetizador e Coro
Capa: Foto: Arte de Daniel Eizirik a partir de fotos da ímã
Edição: Dani Eizirik
Edição, Mixagem e Masterização: Leo Gumiero
Realização: Queda Livre
Classificação: livre

ÍMÃ FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO EP “FURIOSA ABERTA” EM CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO

Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX


Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.

Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).

Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.

Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.

Participações
Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.

Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.

Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).

Ainda no dia 09, a atriz e cantora  Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.

Ingressos
O primeiro lote de reservas para o dia 09/06 já está disponível, no valor de R$ 20, com pagamento via PIX após o preenchimento do formulário acessado neste link: Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com).

Sobre a ímã
A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

Serviço:
Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30
_endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
_valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)

Conheça a ímã
@imafuriosaaberta | linktr.ee/imadenovepontas

Conheça a Queda Livre
@QuedaLivreColetiva | linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz),
Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs
Técnica de som: Acácio Guedes
Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini
Produção executiva: Dayane Battisti
Classificação: livre

ISSO É UM CONVITE, UMA CONVOCATÓRIA, UM CHAMAMENTO ABERTO QUE CELEBRA A PRIMEIRA DÉCADA DE ATIVIDADES DA CASA SELVÁTICA!

Selva aberta
Há dez anos a Casa Selvática existe em Curitiba com um espaço in-disciplinar, de convivência e festivo. Sabemos da importância desse espaço para a cidade e, por isso, queremos pensar um gestão compartilhada para que a coisa siga existindo.

Este espaço é sonho conjunto, plataforma para ser transformada em seu uso, loucura para ser compartilhada, obra aberta, in process, transgressora e pulsante. Neste momento, entendendo nosso caminho até aqui, abrimos casa e coração: queremos nos relacionar com mais artistas, coletivos, propostas e repensar a forma de residir na Casa Selvática, encontrando novas parcerias e projetos de ocupação e insistência do sobrado mais amado do underground, na capital mais fria do país.

Convidamos
Pessoas artistas, produtoras, agitadoras, ativistas e quem mais esteja a fim de pensar, ser e fazer a Selvática para colar junto!

Venha, ocupe a Selvática com seus desejos, ideias e utopias!

Tragam
Suas propostas de ocupação da casa com oficinas, debates, encontros, apresentações, ensaios, investigações, grupos de pesquisa, possibilidades para criação de mundos e lançamentos de livros e filmes.

Agito
Para começarmos a movimentação de interessades neste novo momento, convidamos todes que desejam integrar as discussões e a vida selvática para um encontro afetuoso e cheio de amor onde compartilharemos espaço, ideias e projetos para a nossa casa.

Abrimos as portas! Venha junto e refloreste a Selva conosco!

Serviço:
Data: 19 de abril, às 18:30!
Local: Casa Selvática: R. Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba-PR.
Instagram: www.instagram.com/selvaticaoficial/
Site: www.selvatica.art.br/
Fonte: Selvática

JOGOS DE COMPOSIÇÃO E PARCERIAS POÉTICAS DÃO VIDA AO NOVO EP DA ÍMÃ: FURIOSA ABERTA

Segundo trabalho da banda curitibana será lançado na primeira sexta-feira de novembro

No dia 5 de novembro, a ímã lança o EP Furiosa Aberta, com quatro músicas inéditas. O segundo trabalho da banda curitibana é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz, e poderá ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming e no site oficial da grupa: www.imadenovepontas.com

“Como uma banda pode sobreviver ao isolamento? Ainda temos mais perguntas do que respostas. Melhor assim”, pensa Luciano Faccini, que, dentre outras funções, é cantor, compositor e diretor artístico da ímã. Tentando fugir da norma – máxima que guia o processo criativo da banda desde sua fundação -, a grupa apostou nos jogos de composição. “Se por um lado a pandemia forçou o mundo inteiro a reorganizar hábitos, rotinas e modos de sobrevivência, por outro, nós conseguimos reunir esforços para colocar em prática um interesse antigo de explorar processos de composição que pudessem percorrer caminhos diferentes dos tradicionais”, explica o músico.

Três poemas de poetas premiadas foram musicados. “Achamos que seria maravilhoso ter outras artistas navegando nessa experiência com a gente, e aí, muito espontaneamente, chegamos em Julia, Nat e Chico, que, antes do projeto, já tinham uma relação com a banda”, fala Day Battisti, a violoncelista da ímã. Luciano faz parte da Membrana Literária, grupa de escritoras que também abraça as três convidadas especiais do EP, e por isso outras parcerias artísticas já vinham sendo desenhadas ao longo dos anos.

Cada integrante da ímã recebeu o desafio de musicar um trecho de cada poema e posteriormente essa profusão de ideias e intuições deu origem a uma obra original e imaginativa. “Foram muitas e muitas versões diferentes, lotamos muitos drives e HDs com propostas, que foram criadas em pedacinhos de MP3 e Wav ao longo das semanas de trabalho, trazendo detalhes que iam surgindo e sendo testados, aplicados nas canções por cima daquilo que já constava nelas”, diz o percussionista Daniel D’Alessandro. “As reuniões semanais por videochamada serviam para que conversássemos sobre o que tinha sido construído e decidíssemos juntos sobre o que fazer com os arranjos.”

Nenhuma música foi ensaiada antes das gravações, no sentido convencional do termo. “Sem a presencialidade, foi como esculpir algo, junto com outras sete pessoas, cada uma em sua casa, com essencialmente aquilo que tinha à disposição para a captação de cada instrumento”, expõe Daniel. “Foi tipo uma gincana de meses e meses onde muitas vezes tudo parecia uma grande e intransponível loucura e em muitas outras vivemos o maravilhamento dessa possibilidade de composição. Foi e segue sendo um ping pong no abismo das ideias.”

Se no primeiro disco a ímã teve a oportunidade de gravar a totalidade das músicas no Gume Estúdio, de Leonardo Gumiero, com maior uniformidade na escolha de microfones e técnicas de produção musical, desta vez foi preciso recorrer ao “universo das colagens”, nas palavras de Daniel. “Gravações feitas com o celular, com gravadores diferentes, com microfones e placas de som ótimas, outras nem tanto. Tudo isso colabora para deixar o trabalho mais diversificado ainda em termos de timbres, de cores e tipos de luzes empregadas”, completa Luciano.

NENA INOUE FAZ TEMPORADA ONLINE, GRATUITA E COM TRADUÇÃO EM LIBRAS DO PREMIADO SOLO “PARA NÃO MORRER”

Nena Inoue. Foto: Lidia Ueta

O espetáculo visto por mais de 27 mil pessoas, rendeu à Nena o Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz no Rio de Janeiro, além do Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz em 2017. Agora em versão on-line, gratuita e com tradução em Libras, a gravação da obra segue todos os protocolos de saúde e além das apresentações, o projeto oferece debates e oficinas abertas para o público

A atriz Nena Inoue fará uma temporada online com 15 exibições do espetáculo “Para Não Morrer”, sendo 5 abertas e gratuitas para o público nos dias 3, 4, 5, 11 e 12 de setembro às 20h, e 10 fechadas e exclusivas para entidades e coletivos de apoio à mulheres, instituições, movimentos sociais, associações de professores e de classe, além do público feminino que se encontra em isolamento social mesmo antes da pandemia, como presidiárias e idosas em asilos. Todas as exibições online possuem tradução em Libras e serão seguidas de um debate ao-vivo com o público a partir da obra apresentada, também com tradução simultânea em Libras.

As 5 apresentações abertas serão exibidas nas páginas do Espaço Cênico e dos parceiros Brasil de Fato, MST Nacional, Bicicletaria Cultural e Mães pela Diversidade. E para quem quiser se inscrever e receber o link da exibição e debate por e-mail momentos antes da exibição, basta fazer uma inscrição simples e gratuita pela plataforma: https://bit.ly/32tW6Wn

Dentro do contexto da pandemia, a atriz e produtora cultural Nena Inoue trabalhou para que todas as mudanças necessárias fossem feitas e adaptou o projeto para cumprir temporada on-line respeitando o distanciamento social: “Neste momento pandêmico, onde os trabalhadores da cultura se encontram impedidos de trabalhar e temos milhões de artistas e técnicos desempregados no Brasil, me propus a atuar da forma possível e, respeitando o isolamento social, a forma de seguir e levar nosso teatro ao público neste momento é via on-line, então se assim é, assim será. Consegui também manter a proposta de trabalho inicial e levar este trabalho a comunidades menos favorecidas, incluindo mais profissionais ao projeto – como registros de vídeo, transmissões, além de locação de um espaço teatral parceiro (o Ave Lola) – estamos nos movendo e criando caminhos para continuar, possibilitando trabalho e remuneração aos nossos profissionais do teatro”, afirma a artista.

Em cena e online, Nena se transforma numa mulher ancestral e onipresente, que se apropria da palavra e traz à memória várias personagens históricas: mulheres negras, indígenas, guerrilheiras, mães, avós, filhas, de diferentes épocas e lugares que foram violentadas, torturadas, assassinadas e esquecidas.

A obra está em cartaz desde 2017 e já foi assistida por mais de 27.000 pessoas. Sobre o espetáculo, o crítico teatral do jornal “O Globo”, Patrick Pessoa, escreveu: “Nena Inoue transforma luto em luta… espetáculo para não perder”. O solo conta com dramaturgia de Francisco Mallmann a partir da obra “Mulheres”, do uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015). A encenação concebida por Nena, tem direção de texto de Babaya e apresenta temáticas femininas e feministas atreladas a questões histórico-políticas, especialmente da América Latina.

O projeto foi adaptado para que as apresentações online e debates ofereçam uma experiência enriquecedora para o público e foi produzida de forma segura para artistas e técnicos, seguindo todos os protocolos de segurança de saúde para a gravação do espetáculo.

Além das 5 apresentações abertas e das 10 apresentações fechadas para instituições parceiras, o projeto prevê debates posteriores às exibições do espetáculo – que se transformarão em uma série de podcasts – além de 11 Oficinas de Iniciação Teatral, direcionadas gratuitamente ao público que assistir ao espetáculo, que acontecerão de forma on-line, no decorrer de setembro e outubro.

Lembrando que 5 de todas as exibições online são gratuitas e abertas, e podem ser assistidas nas páginas do Espaço Cênico (03/09) e nas páginas dos parceiros Brasil de Fato (04/09), MST Nacional (05/09), Mães pela Diversidade (11/09) e Bicicletaria Cultural (12/09). E para que o público interessado possa se programar e ser avisado na data e horário da exibição, é necessário o cadastro gratuito no link: https://bit.ly/32tW6Wn

Serviço:
Exibições online, gratuitas e com tradução em Libras do espetáculo “Para Não Morrer”, seguidas de debate com o público.
Exibições GRATUITAS e abertas nos dias 03, 04, 05, 11 e 12 de setembro às 20h. 
Inscrição online e gratuita via site: https://bit.ly/32tW6Wn

Também é possível assistir as exibições nas páginas:
03/09: Espaço Cênico – www.facebook.com/espacocenicocuritiba
04/09: Jornal Brasil de Fato – www.facebook.com/brasildefato
05/09: MST Nacional – www.facebook.com/MovimentoSemTerra
11/09: Mães pela Diversidade – www.facebook.com/MaespelaDiversidade
12/09: Bicicletaria Cultural – www.facebook.com/bicicletariacultural

As exibições GRATUITAS e fechadas para parceiros acontecerão nos dias:
28/08 e 6, 7, 10, 12, 13, 14, 16, 18, 19/09.

Nena Inoue. Foto: Luísa Bonin.

Sobre Nena Inoue:
Nascida em Córdoba (Argentina) e desde os nove anos no Brasil, Nena Inoue é artista gestora, produtora, diretora teatral e atriz formada em 1978 pelo Curso Permanente de Teatro do Centro Cultural Teatro Guaíra. Completando 40 anos de carreira, contabiliza mais de 80 espetáculos profissionais e atua ainda como Coordenadora do Espaço Cênico desde 1997. Esteve na mesma função por nove anos (2000 a 2009) ao lado de Luís Melo no ACT – Ateliê de Criação Teatral, espaço que realizou e abrigou distintos trabalhos de caráter multiárea. Foi também Diretora Artística do Centro Cultural Teatro Guaíra (2003 a 2006); produtora da Sutil Companhia de Teatro (2008 a 2010) e, desde 2009, tem sua produção artística voltada às temáticas de caráter histórico-político-social.

Sobre o espetáculo:
Até o momento realizou 250 apresentações com um público aproximado de 27.000 pessoas. Estreou no Festival de Curitiba/Mostra Oficial, em abril de 2017 e nesse ano fez temporadas em Curitiba, no Teatro José Maria Santos, Ave Lola Espaço de Criação, Espaço Fantástico das Artes e em São Paulo, no SESC Pinheiros/SP. Apresentou-se nos festivais FILO – Festival Internacional de Londrina, no SINGA-Simpósio Internacional de Geografia Agrária e na Mostra SÓ EM CENA, de Maringá. Em 2018 no FICA Natal – Festival Internacional de Natal, no III Curitiba Mostra/Festival de Curitiba e temporadas no Teatro Poeirinha (RJ) e Teatro Guaíra (PR) e circulação pelo SESC PR nas cidades de Londrina, Maringá, Cascavel, Paranavaí e Ponta Grossa. Em 2019 apresentações no SESC Ginástico (RJ), no Teatro Municipal de São João del Rey, Mostra Resistências em São José do Rio Preto, no Teatro do SESI de São José dos Pinhais, Circulação SESC SC em 8 cidades (Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Jaraguá do Sul, Concórdia, Laguna, Lages; duas temporadas no Teatro Lala Schneider e participou do Festara – Festival de Teatro de Araçatuba. EM 2020 apresentou-se no SESC São José dos Campos.

Premiações: Prêmio Troféu Gralha Azul 2017 de Melhor Atriz e Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz.

FICHA TÉCNICA:
Dramaturgia: Francisco Mallmann, à partir da obra de Eduardo Galeano
Direção e Atuação: Nena Inoue
Direção de Texto: Babaya Morais
Iluminação: Beto Bruel
Figurino: Carmen Jorge
Cenário: Ruy Almeida
Gravação: Alan Raffo e Lidia Ueda
Técnico Operador: Vinícius Sant
Identidade Visual: Martin Castro
Fotografias: Elenize Deszgeniski, Lidia Ueta, Marcelo Almeida, Raquel Rizzo, Luísa Bonin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Vídeos Redes Sociais: Diego Florentino – Trópico TV
Produção: Guilherme Jaccon
Assistencia Produção: Lidia Ueta
Administração: Judy Fiorese
Direção de Produção: Nena Inoue
Realização: Espaço Cênico

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

Realização:
Espaço Cênico
Incentivo:
EBANX
Incentivo:
Lei de Incentivo à Cultura
Fundação Cultural de Curitiba
Prefeitura de Curitiba

PROFISSIONAIS DA CULTURA DO PARANÁ PROMOVEM APAGÃO DA ARTE POR UM DIA

“Meu silêncio é um grito” é um manifesto da classe artística por medidas emergenciais

Nesta terça, 23, mais de mil profissionais da cultura do Paraná estão mobilizados em uma ação digital que solicita do Governador Ratinho Jr. medidas compatíveis com a situação emergencial que atinge todos as trabalhadoras e trabalhadores artísticos na pandemia do coronavírus. Além de protocolar uma Carta Aberta, assinada por mais de 200 entidades, coletivos e profissionais, Contratempo Festival pede ajuda da sociedade civil através de um abaixo-assinado a favor da classe artística.

Entre às 9h e 21h, artistas realizarão manifestações silenciosas em seus perfis do Instagram. Com a premissa “Meu silêncio é um grito”, profissionais da cultura exaltam que não podem esperar mais: estão há três meses em isolamento social. Nas perspectivas mais otimistas, o retorno de atividades e espaços culturais estão previstas para 2021. O questionamento dos profissionais é que o Estado do Paraná tem feito para lidar com esta questão? Quais perspectivas de trabalho tem pensado para esta classe? 

Coragem, Rede de Profissionais da Música de Curitiba, articuladora do Contratempo Festival irá realizar bate-papos de hora em hora em seu perfil do Instagram (@coragemrede) com Leticia Sabatella, Luís Melo, Lio Soares (Tuyo), Rimon Guimarães, entre outres. 

PROPOSTAS PROFISSIONAIS DA CULTURA

A carta e abaixo-assinado propõe cinco pontos de diálogo com o Governo do Estado do Paraná.

1. Volta da Secretaria da Cultura com Autonomia e Independência de Outras Áreas. 

2. Saber se as metas do Plano Estadual de Cultura, especificamente no que diz respeito à destinação de 1,5% (um vírgula cinco por cento) da receita estadual para o Fundo Estadual de Cultura será cumprida por essa gestão. É necessário e urgente a suplementação de recursos para o Fundo Estadual de Cultura, de forma compatível com a capacidade econômica do Estado, independentemente da aprovação e implementação da Lei Aldir Blanc. 

3. Incluir os profissionais da cadeia produtiva da cultura nos programas Luz Fraterna e Tarifa Social da Sanepar sem necessidade de comprovação de renda. Esta inclusão seria transitória e por tempo limitado, durante o estado de pandemia. 

4. Que os projetos aprovados e em andamento no PROFICE possam sofrer modificações em seu objeto, aceitando adaptações para o ambiente virtual durante o período da pandemia e permitindo assim a realização das ações e a remuneração dos profissionais da cadeia produtiva de forma imediata.

5. Exigem uma reunião com Governador, Secretário de Comunicação e Superintendente de Cultura do Paraná.

APOIE AS/OS PROFISSIONAIS DA CULTURA DO PARANÁ.

Assine o abaixo-assinado: https://bit.ly/manifestoculturapr 
Compartilhe as artes em suas redes: https://bit.ly/artescontratempo 

Marque @governoparana  e @paranacultura 

Use as #contratempofestival #CulturaImportaPR 

PROGRAMAÇÃO BATE-PAPOS 

:: 09h30 – Teo Ruiz e Leticia Sabatella.
:: 10h30 – Isa Flores e Itaercio Rocha
:: 11h30 – Marcio Juliano e Luís Melo. 
:: 12h30 – Adriano Esturilho e Giselle Lima (Pé no Palco). 
:: 13h30 – Brenda e Rimon Guimarães
:: 14h30 – Nadja Naira e Semy Monastier. 
:: 15h30 – Marcio Juliano e Marcio Abreu (companhia brasileira de teatro). 
:: 16h30 – Brenda Santos e Lio Soares (Tuyo). 
:: 17h30 – Bina Zanette e Dalvinha Brandão
:: 18h30 – Isa Flores e Vinicius Nisi – A Banda Mais Bonita da Cidade.
:: 19h30 – Bina Zanete e Jaquelivre – Slam das Gurias. 
:: 20h30 – Adriano Esturilho e Jessica Candal. 

PROGRAMAÇÃO LIVES 

:: 09h às 10h 
09h às 09h15 – Leticia Sabatella 
09h15 às 09h30 – Bia Figueiredo / Parabolé 
09h30 às 09h45 – Fotofolia / Iria Braga 
09h45 às 10h – Katiuscia Canoro / Itaercio Rocha 

:: 10h às 11h 
10h às 10h15 – Baque Mulher / Mano a Mano Trio 
10h15 às 10h30 – Maureen Miranda e Necos Yaros / Pé no Palco 
10h30 às 10h45 – Adri Menegale / Cia Portátil 
10h45 às 11h – Leonardo Cruz e Laremi Paixão / Alexandre Nero 

:: 11h às 12h 
11h às 11h15 – Cia Brasileira de Teatro / Diego Perin
11h15 às 11h30 – Aminoácido / Jossane Ferraz 
11h30 às 11h45 – Léo Fressato / Luis Mello 
11h45 às 12h – Rogeria Holtz / Rubyhoo 

:: 12h às 13h 
12h às 12h15 – Raissa Fayet / Abacate Contemporaneo 
12h15 às 12h30 – Amanda Lyra / Partigianos 
12h30 às 12h45 – Conde Baltazar / O Tiziu 
12h45 às 13h – Rimon Guimarães / Francisco Mallmann 

:: 13h às 14h 
13h às 13h15 – Antropofocus / Bea Gerolin 
13h15 às 13h30 – Cultucada / Davi Henn 
13h30 às 13h45 – A banda mais bonita da cidade / Um baile bom 
13h45 às 14h – Dow Raiz / Mahallo 

:: 14h às 15h 
14h às 14h15 – Fabiula Nascimento / Tuyo 
14h15 às 14h30 – Ave Lola / Bernardo Bravo 
14h30 às 14h45 – Festival Saliva 
14h45 às 15h – Londrina Ska Clube / Marcel Szymanski 

:: 15h às 16h 
15h às 15h15 – Leandro Daniel / Caburé Canela 
15h15 às 15h30 – De um filho, de um cego / 
15h30 às 15h45 – Chico Paes / Marcio Juliano Outro Samba 
15h45 às 16h – Súbita / Casa do Suingue 

:: 16h às 17h 
16h às 16h15 – Ethnya / Raquel Bombieri 
16h15 às 16h30 – Hause of X / Murillo Mongelo 
16h30 às 16h45 – Saulo Soul / Dalvinha Brandão 
16h45 às 17h – Sofar Curitiba / Kendri Albuquerque 

:: 17h às 18h 
17h às 17h15 – Gal Freire / Esperanza 
17h15 às 17h30 – Vigor Mortis / Grupo Fato 
17h30 às 17h45 – Central Sistema de Som / Trupe da Periferia 
17h45 às 18h – Goat Fest / Siamese 

:: 18h às 19h 
18h às 18h15 – Slam das Gurias 
18h15 às 18h30 – Familia Estranha / Obragem
18h30 às 18h45 – Juana Profunda / Rubia Divino 
18h45 às 19h – Janine Mathias / Babi Oeiras 

:: 19h às 20h 
19h às 19h15 – Curitiba Jazz Festival / Cia Senhas / Juliana Cortes 
19h15 às 19h30 – Mulamba / Cia dos Palhaços 
19h30 às 19h45 – Ricardo Pozzo / Roseane Santos 
19h45 às 20h – Karol Conka / Selvátiva 

:: 20h às 21h 
20h às 20h15 – Estrela Leminski e Teo Ruiz / Bloco Afropretinhosidade 
20h15 às 20h30 – Cia Stavis Damaceno / Mandicuera 
20h30 às 20h45 – Cultucada / Mano Cappu 
20h45 às 21h – Miss G / MUV

SERVIÇO
Contratempo Festival
data: 23 de junho, terça-feira.
horário: 9h às 21h
Página do evento no facebook, aqui
Organização: Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba

Local: conta do Instagram de cada artista. 
www.instagram.com/karolconka/ 
www.instagram.com/leticia_sabatella/ 
www.instagram.com/alexandrenero/ 
www.instagram.com/bandamaisbonita/ 
www.instagram.com/katiusciacanoro/ 
www.instagram.com/ave_lola/ 
www.instagram.com/selvaticaoficial/ 
www.instagram.com/missgburlesca/ 
www.instagram.com/luismeloficial/ 
www.instagram.com/baquemulhercwb/ 
www.instagram.com/associacao_mandicuera/ 
www.instagram.com/rochaitaercio/ 
www.instagram.com/mulambaoficial/ 
www.instagram.com/slamdasguriascwb/ 
www.instagram.com/ciadospalhacos/ 
www.instagram.com/dowraizoficial/ 
www.instagram.com/janinemathias/ 
www.instagram.com/foto_folia/ 
www.instagram.com/rimonguimaraes/ 
www.instagram.com/caburecanela/ 
www.instagram.com/deumfilhodeumcego/ 
www.instagram.com/abacate.contemporaneo/ 
www.instagram.com/ciabrasileira/ 
www.twitter.com/fabiunascimento

fonte: 
Cliteriosa Comunicação 
Santa Produção

CONTRATEMPO FESTIVAL REÚNE MAIS DE 100 ARTISTAS DE TODO PARANÁ

Contratempo Festival é também um manifesto da classe que aguarda o Pacote de Medidas de Apoio ao Setor Cultural prometido pelo Governo do Estado do Paraná para maio

Nasce um novo espaço para exaltar o poder transformador da cultura e levar sanidade às pessoas isoladas devido a pandemia. Artistas do Paraná se unem para a primeira edição do Contratempo Festival, um evento online, com mais de 100 ações ao vivo durante 12 horas consecutivas. As transmissões serão entre 9h e 21h, de terça-feira, dia 23 de junho, no canal do Instagram das/dos artistas. 

Contratempo Festival traz a multiplicidade e versatilidade do setor cultural: música, teatro, cinema, circo, literatura, performances, dança, artes plásticas, fotografia, juntas em um só evento. A cada hora, apresentações exclusivas que prometem surpreender as espectadoras e espectadores. Serão oito artistas solo, companhias e/ou bandas por hora. Karol Conka, Alexandre Nero, Fabíula Nascimento (única que será no twitter porque seus perfis foram ocupados por pessoas negras em junho), A Banda Mais Bonita da Cidade, Ave Lola, Baque Mulher, Mandicuera, Mulamba, Cia dos Palhaços, Letícia Sabatella, Janine Mathias, Dow Raiz, Fotofolia, Rimon Guimarães, Slam das Gurias CWB, Caburé Canela, De um filho, de um cego, Abacate Contemporâneo, Luís Melo, Katiuscia Canoro e cia brasileira de teatro, entre outros, outras e outres movimentam a terça-feira do Paraná. 

Mais que apresentações, o evento é um manifesto, um pedido de socorro da classe artística, uma das primeiras a parar e que não tem previsão de retorno presencial. Ao contrário de outros estados do Brasil, que logo no início da pandemia publicaram editais de auxílio emergencial ao setor, o Governo do Paraná segue sem ações efetivas. O tímido pacote de medidas de “apoio e fortalecimento do setor cultural”, anunciado para maio, ainda não aconteceu, e quando questionada sobre recursos para o Fundo Estadual de Cultura, a Superintendente de Cultura, Luciana Casagrande Pereira, comenta sobre a esperança na aprovação da Lei Aldir Blanc como único plano do Estado. A lei aguarda a sanção presidente até dia 1º de julho. 

A previsão desse recurso realmente chegar às trabalhadoras e trabalhadores da cultura é tardia para a situação de emergência que a classe enfrenta, e os artistas cobram uma resposta mais efetiva. Enquanto isso, a cadeia produtiva da economia criativa se vira da forma que dá, iniciativas como Salve a Graxa e Cultura Salva arrecadam cestas básicas e distribuem aos profissionais mais afetados pelo coronavírus. 

A Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba, articuladora do Contratempo Festival, ressalta que a classe artística rapidamente atendeu as determinações da OMS e segue apoiando a permanência do fechamento dos espaços culturais, por entender que o isolamento social é fundamental para atravessar este momento. Porém, diante da impossibilidade de continuar exercendo suas atividades profissionais, o setor necessita de medidas compatíveis com a situação emergencial que atinge todos os trabalhadores paranaenses da cultura”. O Coletivo também está participando de conversas com a prefeitura de Curitiba, onde um grupo de trabalho está sendo criado para encaminhar ações concretas de apoio. 

:: CONTRATEMPO 
O nome do festival é um indicativo para o momento que a classe artística está vivendo. Contratempo é uma circunstância ou incidente inesperado, que impede ou contraria o curso de um acontecimento, de um projeto. Na música, é um deslocamento do acento métrico natural do compasso. Onde o acento que seria no tempo forte (naturalmente) acontece no tempo fraco. Contratempo pode ser regular e irregular. 

Programação:

:: 09h às 10h
09h às 09h15 – Leticia Sabatella 
09h15 às 09h30 – Bia Figueiredo / Parabolé
09h30 às 09h45 – Fotofolia / Iria Braga
09h45 às 10h – Katiuscia Canoro / Itaercio Rocha

:: 10h às 11h
10h às 10h15 – Baque Mulher / Mano a Mano Trio
10h15 às 10h30 – Maureen Miranda e Necos Yaros / Pé no Palco
10h30 às 10h45 – Adri Menegale / Cia Portátil
10h45 às 11h – Grupo Fato / Leonardo Cruz e Laremi Paixão

:: 11h às 12h
11h às 11h15 – Cia Brasileira de Teatro / Diego Perin
11h15 às 11h30 – Aminoácido / Jossane Ferraz
11h30 às 11h45 – Léo Fressato / Luis Mello
11h45 às 12h – Rogeria Holtz / Rubyhoo

:: 12h às 13h
12h às 12h15 – Raissa Fayet / Abacate Contemporâneo
12h15 às 12h30 – Amanda Lyra / Partigianos
12h30 às 12h45 – Conde Baltazar / O Tiziu
12h45 às 13h – Rimon Guimarães / Francisco Mallmann

:: 13h às 14h
13h às 13h15 – Antropofocus / Bea Gerolin
13h15 às 13h30 – Cultucada / Davi Henn
13h30 às 13h45 – A banda mais bonita da cidade / Um baile bom
13h45 às 14h – Dow Raiz / Mahallo

:: 14h às 15h
14h às 14h15 – Fabiula Nascimento / Tuyo
14h15 às 14h30 – Ave Lola / Bernardo Bravo
14h30 às 14h45 – Festival Saliva / Juliana Cortes
14h45 às 15h – Londrina Ska Clube / Marcel Szymanski

:: 15h às 16h
15h às 15h15 – Leandro Daniel / Caburé Canela
15h15 às 15h30 – De ym filho, de um cego
15h30 às 15h45 – Chico Paes / Marcio Juliano Outro Samba
15h45 às 16h – Súbita / Casa do Suingue

:: 16h às 17h
16h às 16h15 – Ethnya / Raquel Bombieri
16h15 às 16h30 – Hause of X / Murillo Mongelo
16h30 às 16h45 – Saulo Soul /
16h45 às 17h – Sofar Curitiba / Kendri Albuquerque

:: 17h às 18h
17h às 17h15 – Gal Freire / Esperanza
17h15 às 17h30 – Renara Melão / Vigor Mortis
17h30 às 17h45 – Central Sistema de Som / Trupe da Periferia
17h45 às 18h – Goat Fest / Siamese

:: 18h às 19h
18h às 18h15 – Alexandre Nero / Slam das Gurias
18h15 às 18h30 – Família Estranha / Obragem
18h30 às 18h45 – Juana Profunda / Rubia Divino
18h45 às 19h – Janine Mathias / Babi Oeiras

:: 19h às 20h
19h às 19h15 – Curitiba Jazz Festival / Cia Senhas
19h15 às 19h30 – Mulamba / Cia dos Palhaços
19h30 às 19h45 – Ricardo Pozzo / Roseane Santos
19h45 às 20h – Karol Conka / Selvátiva

:: 20h às 21h
20h às 20h15 – Estrela Leminski e Teo Ruiz / Bloco Afropretinhosidade
20h15 às 20h30 – Cia Stavis Damaceno / Mandicuera
20h30 às 20h45 – Dalvinha Brandão / Mano Cappu
20h45 às 21h – Miss G / MUV

SERVIÇO
Contratempo Festival
data: 23 de junho, terça-feira.
horário: 9h às 21h
Página do evento no facebook, aqui
Organização: Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba

Local: conta do Instagram de cada artista. 
www.instagram.com/karolconka/ 
www.instagram.com/leticia_sabatella/ 
www.instagram.com/alexandrenero/ 
www.instagram.com/bandamaisbonita/ 
www.instagram.com/katiusciacanoro/ 
www.instagram.com/ave_lola/ 
www.instagram.com/selvaticaoficial/ 
www.instagram.com/missgburlesca/ 
www.instagram.com/luismeloficial/ 
www.instagram.com/baquemulhercwb/ 
www.instagram.com/associacao_mandicuera/ 
www.instagram.com/rochaitaercio/ 
www.instagram.com/mulambaoficial/ 
www.instagram.com/slamdasguriascwb/ 
www.instagram.com/ciadospalhacos/ 
www.instagram.com/dowraizoficial/ 
www.instagram.com/janinemathias/ 
www.instagram.com/foto_folia/ 
www.instagram.com/rimonguimaraes/ 
www.instagram.com/caburecanela/ 
www.instagram.com/deumfilhodeumcego/ 
www.instagram.com/abacate.contemporaneo/ 
www.instagram.com/ciabrasileira/ 
www.twitter.com/fabiunascimento

foto: Karol Conka. Crédito: Carlos Salles
fonte: 
Cliteriosa Comunicação 
Santa Produção