JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

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CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

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GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

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www.facebook.com/giseledias.djelle/ 

www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
www.twitter.com/DjElleDias

Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

APOKALIPSE NOW

APOKALIPSE NOW por Helen Kaliski

Jo Mistinguett lança na sexta feira, vinte e oito de agosto, seu EP APOKALIPSE NOW em diversas plataformas digitais

A multiartista Jo Mistinguett na cena curitibana há 16 anos como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, lança seu EP APOKALIPSE NOW, um trabalho autoral e independente, em suas plataformas digitais.

Com referências ao nosso atual contexto social e político, o projeto é composto por cinco faixas e vídeos inéditos, tudo produzido, mixado, gravado e editado em casa pela multiartista. O vídeo arte da última faixa, intitulada FIKA LOK@ conta com a participação da drag queen Dalvinha Brandão e da artista Helen Kaliski.

“A pandemia fez com que eu tivesse que me reinventar para continuar sobrevivendo como uma artista. Estava com os meus trabalhos focados no campo das artes cênicas e de eventos presenciais, de repente, tudo parou. Agora me reinvento online e digitalmente”. Pontua Jo Mistinguett.

Para além da sua pesquisa sonora, Jo Mistinguett desenvolve projetos em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática

SERVIÇO
EP APOKALIPSE NOW de Jo Mistinguett
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LEO FRESSATO RETRATA A SOLIDÃO EM MEIO À MULTIDÃO NO CLIPE DE “NEXO”


O cantor e compositor Leo Fressato canta a solidão e os amores mal fadados no clipe “Nexo”. A faixa faz parte do EP “Canções Pra Você Me Perder de Vista” e o vídeo está no canal do YouTube do artista.

“Este vídeo foi gravado no festival Psicodália em fevereiro de 2019 e nunca havíamos finalizado. De certa forma esse clipe vai finalizar os projetos de 2019 definitivamente. ‘Nexo’ é a minha favorita do EP e este clipe vem pra dar mais ouvidos a esta canção e pra falar um pouco da solidão e do abandono que muitas vezes sentimos em momentos como este da pandemia”, conta ele.

Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, e com a faixa “Coisa Linda”, uma parceria com Tiago Iorc.

Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa” (Ouça aqui), com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no disco “Louco e Divertido” (Ouça o álbum: aqui), que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos e foi lançado no ano passado.

O EP traz uma interpretação minimalista de três canções em um complemento do universo do trabalho principal. O clipe da principal faixa, “Nexo”, foi dirigido por Juliana Sanson. “Canções Pra Você Me Perder de Vista” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Leo Fressato. Crédito foto: Matheus Wittkowski

Ficha técnica:
Violão e voz – Leo Fressato
Mixagem e masterização – Ian Fonseca
Direção e Edição – Juliana Sanson 
Direção de Fotografia – Gustavo Castro 
Produção – Fabulário Filmes

Letra:
Não Precisa se Preocupar
Meu amor já foi teu
Mas agora acabou, não aguentou o vazio
Não Precisa lembrar
Muito menos telefonar
Já que nunca telefonou
Pra saber como está o lado de cá
E aqui tudo mudou
Mas eu continuo a ser amor
Mesmo que você com tanta imaturidade 
Tenha dispersado um amor de verdade
Que era mais Que teu corpo
Que não era o teu sexo
Eu contigo era Canção
E os teus olhos silêncio
Não faziam nexo

4 BANDAS, DOIS SELETORES E UM NOVO FESTIVAL

  

1º Panapaná promove shows de bandas de Teresina, Londrina e Curitiba a preço popular

Tire os fones do ouvido e vá ver um show ao vivo. Essa é a proposta do Festival Panapaná, uma iniciativa dos produtores culturais Diego Perin, Estrela Leminski, Luana Angreves e Téo Ruiz. A primeira edição é na sexta-feira, dia 1º de junho, no Basement Cultural. Compondo o primeiro line-up, direto de Teresina no Piauí, Validuaté; Abacate Contemporâneo, de Londrina, Diego Perin e a dupla, Estrela Leminski e Téo Ruiz.

A ideia surgiu há menos de dois meses quando os amigos conversavam sobre artistas que nunca vem a Curitiba e a necessidade de resistir em um cenário pouco favorável para a cultura. Eles focaram em bandas que fazem shows pela região sul, mas não param na capital do Paraná. Esse foi o caso da banda piauiense, Validuaté, que está em turnê pelo Brasil lançando seu álbum “Manual de Instruções Para”. Sucesso no nordeste, eles tiveram alcance nacional com a música “Eu te considerava tanto”, tema da novela ‘Amor à Vista’ da Rede Globo.

Outros artistas que toparam participar dessa resistência artística, são o Abacate Contemporâneo, banda londrinense que vem conquistando espaço dentro de festivais, como o Psicodália e Forró da Lua Cheia, com seu som ‘a la’ Itamar Assumpção. Outros queridinhos dos festivais, são a Estrela Leminski e Téo Ruiz que em maio ganharam o Prêmio Profissionais da Música, na categoria artista rock. O casal lançou “Tudo Que Não Quero Falar Sobre Amor”, um álbum multimídia, com 12 músicas e 12 clipes em 2017. Nesse um ano, eles passaram pelo Pará, Porto Alegre, Goiás, Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Maranhão, Piauí e Distrito Federal.

Fechando o line up, Diego Perin apresenta ‘Cabresto, trabalho solo lançado em março deste ano. O músico, que era baixista da Banda Gentileza durante seus 10 anos de estrada, abandona as gracinhas e retorna com uma pegada mais pesada e, digamos, frita.

O evento começa às 20h com discotecagem do coletivo Casa de Suingue, da Luana Angreves e Heitor Humberto, mais conhecidos pelas festas e produção da RádioKombi do Festival Psicodália. Os ingressos custam R$20 com nome na lista e a festa acontece no Basement Cultural.

SERVIÇO:
Festival Panapaná
Dia: 1º de junho.
Programação:
20h00 – Casa de Suingue
21h30 – Diego Perin
22h30 – Abacate Contemporâneo
23h50 – Estrela Leminski e Téo Ruiz
01h00 – Validuaté
02h30 – Casa de Suingue

Ingressos: R$20 com nome na lista (festivalpanapana@gmail.com) e R$30 sem nome na lista
Local: Basement Cultural – R. Des. Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba

Página do evento, aqui