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Com dramaturgia baseada em clássicos da literatura e do teatro, peça retorna aos palcos com nova encenação e elenco renovado para investigar os impasses do amor contemporâneo em sessões gratuitas em junho
Quase sete anos após sua última apresentação, o espetáculo “Amores Difíceis”, da Súbita Companhia de Teatro, retorna aos palcos em uma remontagem que chega de forma gratuita a sete cidades do Paraná. Entre maio e junho de 2026, a montagem percorre os municípios de Antonina, Siqueira Campos, Ribeirão do Pinhal, Bela Vista do Paraíso, Saudade do Iguaçu, Tibagi e Balsa Nova.
“Amores Difíceis” levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. A obra tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor italiano Italo Calvino, e trechos das peças de A Gaivota, de Anton Tchekhov, e Bodas de Sangue, de Federico García Lorca.
Dirigido por Maíra Lour, o espetáculo tem elenco formado por Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Dafne Viola e Zeca Sales, que se revezam em diferentes papéis entre cenas de obras consagradas e textos autorais. Voltada para o público jovem e adulto, a montagem carrega a assinatura da Súbita Companhia com uma encenação contemporânea marcada pelos estudos do corpo e do movimento no teatro.
“O espetáculo traz o tema das relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. O elenco traz para o palco várias situações que provocam reflexões sobre escolhas, atitudes e entrega nas relações amorosas”, conta a diretora e dramaturga Maíra Lour.
A obra estreou em 2013 no Teatro Novelas Curitibanas, percorreu festivais em Curitiba, Maringá e Itacoatiara (AM), foi premiado com o Prêmio de Melhor Iluminação no 10º Festival de Teatro da Amazônia, indicado ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2013 nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Direção, e fez temporada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2015. Sua última apresentação aconteceu em 2019, em uma mostra de repertório da própria companhia.
Para a circulação, a montagem se renova. “Desde a concepção do espetáculo em 2013 até os dias atuais muitas coisas mudaram em relação ao amor”, explica Lour. “A pandemia transformou as relações afetivas e nós, artistas criadores desse espetáculo, também mudamos muito, amadurecemos e hoje percebemos as relações amorosas de outra maneira. O elenco desta nova montagem trouxe outras inquietações e questões para a remontagem, revelando também uma oportunidade de amadurecimento na linguagem artística da Companhia”, completa Maíra.
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.
Sobre a Súbita Companhia de Teatro Fundada em 2007 e sediada no Centro Histórico de Curitiba, a Súbita Companhia de Teatro é um coletivo de artistas dedicado à criação de espetáculos, produções audiovisuais, publicações e ações formativas. A companhia desenvolve pesquisa continuada em encenação e dramaturgia contemporâneas, com foco nos estudos do corpo e do movimento. Com 18 peças, 3 cenas curtas, 8 curtas-metragens e 13 publicações em dramaturgia ao longo de sua trajetória, a Súbita se destaca pela continuidade e qualidade de seu trabalho no cenário cultural brasileiro. Em 2025, foi premiada no Troféu Gralha Azul, o principal prêmio do teatro paranaense, nas categorias Melhor Espetáculo, por O medo da morte das coisas, e Melhor Direção, por Deriva, tendo recebido outras 15 indicações em diversas categorias.
Serviço Amores Difíceis Duração: 60 minutos Classificação: 14 anos Entrada: gratuita
SAUDADE DO IGUAÇU 03/junho (qua) | 15h30 e 19h 04/junho (qui) | 15h30 e 19h Centro Cultural de Saudade do Iguaçu
TIBAGI 10/junho (qua) | 15h e 19h 11/junho (qui) | 15h e 19h Teatro Municipal Tia Inália
BALSA NOVA 13/junho (sáb) | 16h e 20h 14/junho (dom) | 16h e 20h Campo das Artes
Na foto de Vitor Dias, o elenco da nova montagem do AP da 13 e da Cardume Cultural: Luis Melo, Ciliane Vendrusculo, Mayra Fernandes e Camila Ferrão, que estreia dia 13 de março no Zé Maria.
Inspirado no trabalho premiado do fotógrafo Maurício Lima e em relatos reais de refugiados sírios, o espetáculo dirigido por Eduardo Ramos conecta a história íntima da família Farah a um cenário global de deslocamento humano e faz temporada gratuita no Teatro José Maria Santos a partir de março.
No dia 13 de março, o Teatro José Maria Santos recebe a estreia nacional de “Conto de Farida”. Com dramaturgia de Luci Collin e direção de Eduardo Ramos, o espetáculo aborda os impactos da guerra e do exílio a partir da história de uma família, marcando o retorno de Luís Melo aos palcos paranaenses em uma narrativa sensível sobre as tantas diásporas existentes na atualidade.
Realizado pela AP da 13 com produção da Cardume Cultural, o espetáculo transforma em cena uma realidade contemporânea urgente: a trajetória da família Farah ecoa a experiência de milhões de pessoas forçadas a deixar seus territórios em contextos de conflito e perseguição.
De acordo com o diretor do espetáculo Eduardo Ramos, a obra acompanha uma família síria dilacerada pela guerra, confrontada com escolhas extremas entre partir ou permanecer, preservar a memória ou buscar um futuro possível. “Entre silêncios, despedidas e gestos de resistência, a cena se constrói como espaço de escuta e testemunho, encontrando lugares possíveis de existir, em um cenário onde a humanidade deixou de existir”, conta o diretor.
A encenação tem como referência visual a exposição “Farida – Um Conto Sírio”, do fotógrafo brasileiro Maurício Lima, vencedor do Prêmio Pulitzer em 2016, que acompanhou por 51 dias a fuga de uma família de Alepo. Essa experiência se articula aos relatos reais dos artistas sírios Abed Tokmaji, Myria Tokmaji e Lucia Loxca, radicados no Brasil há 12 anos, que contribuem diretamente para a dramaturgia a partir da vivência do exílio.
No palco, a história da família Farah revela o dilema de quem vê a guerra bater à porta: o conflito entre o apego às raízes e a urgência da sobrevivência em terras desconhecidas. Luís Melo interpreta Khaled Farah, o patriarca, acompanhado por Mayra Fernandes (a filha Aisha), Ciliane Vendruscolo (a filha Qamar) e Camila Ferrão (a sobrinha/prima Jamile), que dão voz às diferentes perspectivas de uma família fragmentada pelo avanço do conflito.
A atmosfera de urgência e tensão é reforçada pela cenografia de Fernando Marés, com tons acinzentados e planos irregulares que evocam tanto os escombros da guerra quanto o caminho incerto da travessia, enquanto o desenho de luz de Beto Bruel e Lucas Amado dialoga com a trilha sonora executada ao vivo sob a direção de Edith de Camargo, com a participação direta dos músicos sírios, Abed Tokmaji e Lucia Loxca, com alaúde, cantos e sonoridades tradicionais, transportando o público para o epicentro da narrativa.
De acordo com Eduardo, Melo começou a estreitar os laços com o AP da 13 durante a pandemia e, desde então, passou a acompanhar de perto os trabalhos do grupo. “Tivemos um contato no Campo das Artes em um projeto viabilizado por um edital de São Paulo. Essa experiência aproximou nossas trajetórias e fortaleceu a parceria. A partir daí, seguimos em diálogo, com Melo acompanhando as produções do grupo, até que surgiu o convite para que ele participasse como curador do festival Novos Olhares em 2025, conta o diretor.
Para Melo, voltar para uma produção curitibana como a que será apresentada no palco do Zé Maria unindo história, música e memória humana é profundamente emocionante. “Gosto de trabalhar com grupos dedicados, que desenvolvem processos contínuos com cuidado e comprometimento. É esse empenho que torna o retorno ao palco uma experiência feliz, responsável e memorável. É um trabalho que acredito que, daqui a muitos anos, será lembrado, pois valoriza a pesquisa, a qualidade e a autenticidade do coletivo”, afirma o ator.
Um contexto global de deslocamento sem precedentes A história de “Conto de Farida” dialoga diretamente com uma das maiores crises humanitárias da atualidade. Segundo dados do ACNUR/ONU, ao final de 2024 e início de 2025, mais de 123 milhões de pessoas foram deslocadas à força devido a conflitos, perseguições e crises humanitárias, especialmente no Sudão, Ucrânia e Gaza. Do total, 83,4 milhões vivem como deslocadas internas e mais de 43 milhões como refugiadas. Aproximadamente 40% são crianças e adolescentes, e 4,4 milhões de pessoas são apátridas. O espetáculo transforma esses números em experiência sensível e concreta no palco.
A temporada é gratuita e inclui sessões com acessibilidade, com Libras, nos dias 14 e 21 de março, e com audiodescrição, no dia 20, ambas às 20 horas. Dentro do projeto está também a oficina gratuita de dramaturgia depoimental intitulada Corpo em Guerra: Possíveis Caminhos para além do Êxodo, ministrada pelo diretor Eduardo Ramos, a fase de inscrições vai ser divulgada no instagram do Coletivo: @apedatreze
FICHA TÉCNICA: Dramaturgia: Luci Collin | Direção: Eduardo Ramos | Direção Musical e música ao vivo: Edith de Camargo | Pesquisa e música ao vivo: Abed Tokmaji e Lucia Loxca | Elenco: Camila Ferrão, Ciliane Vendruscolo, Luís Melo e Mayra Fernandes | Luz: Beto Bruel e Lucas Amado | Cenário: Fernando Marés | Figurino: Carmem Felipa Leme | Adereços: Eberton Lennon | Direção de movimento e preparação corporal: Flávia Massali | Preparação vocal: Edith de Camargo | Direção de Produção: Mayra Fernandes | Assistência de Produção: Karu Mochinsky | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Mídia Social: Juliana Villas Boas | Design Gráfico: Guto Stresser | Realização: Jade Rudnick Giaxa, Setra Companhia e AP da 13 | Produção: Cardume Cultural
SERVIÇO Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco) Datas: 13 a 26 de março (terças, quartas, quintas e sextas às 20h; sábados às 17h e 20h; domingos às 11h e 17h) Ingresso: Gratuito – retirada uma hora antes na bilhete do teatro) Sessões com Libras: 14 e 21 de março (sábados às 20h) Sessão com audiodescrição: 20 de março (sexta às 20h) Classificação Indicativa: 14 anos
Informações adicionais
Sobre AP da 13 e Setra Companhia O AP da 13 é um coletivo e espaço multicultural fundado pelo artista Eduardo Ramos, sede da Setra Companhia que se dedica à fricção do teatro com a dança há mais de 10 anos. De 2013 até hoje, foram 18 espetáculos tendo como norte a proposição de novas pesquisas estéticas e dramatúrgicas, na busca conceber obras que habitem um campo que transita entre o reconhecimento e a estranheza, de modo a promover experiências novas e de extrema singularidade para quem assiste aos espetáculos da Cia. Promovendo o encontro entre artistas do teatro, dança e performance, o Coletivo se destaca pela maneira que cria mecanismos entre estas linguagens. Em 2015 estreou dois espetáculos completamente singulares: Ave Miss Lonelyhearts por Gustavo Marcasse e MOMMY em parceria com a dramaturga, Mariana Mello. Em 2017, o espetáculo Contos de Nanook a partir da construção de um universo fantástico, trata das fábulas dos inuits, indígenas do Polo Norte. Em 2019, a Cia começa suas pesquisas nas reescritas dos textos clássicos a partir do mito Fedra de Eurípedes e Amor de Phaedra da dramaturga britânica Sarah Kane, estreando o espetáculo de dança teatro Fedra em: O Fantástico Mundo de Hipólito. Espetáculo convidado para a Mostra Principal do Festival de Curitiba 2019. Os últimos espetáculos do Coletivo foram: Aqui é Minha Casa (2022/24), Monstro (2023/2025), Família Original 3.0 (2024) e Multidão, espetáculo com 8 não artistas em cena, realizado em agosto de 2025.
Sobre Luis Melo Nascido em 1957 em Curitiba, Paraná, Luís Melo é uma das referências no meio teatral, televisivo e cinematográfico brasileiro. Sua entrada no universo da dramaturgia se deu na década de 1970, por meio do curso permanente de teatro da Fundação Teatro Guaíra, em Curitiba. Uma década mais tarde em São Paulo, sob a tutela do diretor Antunes Filho no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), o ator ganha reconhecimento pela maestria e sensibilidade às técnicas de corpo e voz, e por sua potência interpretativa. Ao interpretar Macbeth, em Trono de Sangue (1992), é reconhecido com os prêmios Shell, Mambembe e Associação Paulista de Críticos de Arte, consagrando-se como um dos grandes atores de sua geração. Três anos mais tarde, Melo é convidado para atuar na televisão brasileira pela primeira vez, atingindo uma grande popularidade fora do meio teatral, sem jamais, entretanto, abandonar os palcos.
A partir dos anos 2000, Luís Melo retorna à Curitiba e passa a dedicar-se também à formação de jovens profissionais do teatro, fundando, em parceria com a atriz Nena Inoue e o cenógrafo Fernando Marés, o Ateliê de Criação Teatral (ACT) – uma proposta expandida do CPT de Antunes Filho em São Paulo. Ao longo de seis anos de existência, o ACT promoveu importantes e indispensáveis diálogos abertos entre artistas, produtores culturais e público, e a proposta transdisciplinar do espaço foi um verdadeiro marco no fazer e pensar as artes no Paraná. Muito além do teatro, o ACT tinha como missão promover um campo fértil para a música, fotografia, artes plásticas, literatura, cinema: não havia fronteiras de linguagens ou expressões.
A herança vanguardista do ACT após o encerramento de suas atividades deixou não apenas um vácuo no meio cultural curitibano, mas também uma semente: ali brotou o sonho de Luís Melo para a idealização, construção e fundação do Campo das Artes.
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
Trupe Ave Lola. Crédito da foto: Elenize Dezgeniski
Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, é o espaço onde a trupe fará três meses de temporada com apresentações em ambiente aberto, no jardim da Associação Eunice Weaver do Paraná.
No próximo dia 13 de setembro, o teatro volta a acontecer para a Trupe Ave Lola de Teatro e seu público. Depois de um ano e meio, a companhia retorna com o espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra” que será apresentado ao ar livre, num parque, localizado no bairro Bacacheri. Para assistir, o público deverá fazer sua reserva com antecedência no site da trupe. Cada apresentação terá até 50 lugares e as reservas podem ser distribuídas em grupos pequenos de até cinco pessoas. Os assentos serão separados individualmente ou em grupo, conforme as reservas, respeitando os distanciamentos. Serão 20 apresentações, de 13/9/2021 a 3/10/2021, às 14h30 ou às 20h30 em dias variados, sempre na Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri.
Depois de muitas reuniões, planejamentos e estudos, o Teatro Ave Lola reabre as portas adaptado a nossa nova realidade. “A arte é o espaço de afirmação dos valores simbólicos conquistados pela humanidade, logo, em momentos de crise e incertezas, é por meio da arte que resistimos e preservamos a noção de liberdade, de justiça, de solidariedade. É por meio da arte e do universo imaginário que nos é proposto fazermos o exercício de nos projetarmos para além da dor que a realidade histórica nos impõe”, declara Ana Rosa ao contar um pouco de como nasceu a ideia da Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda. Durante três meses a trupe funcionará num espaço alternativo que possibilite um retorno seguro e ao mesmo tempo caloroso. Para retornar aos palcos a trupe Ave Lola realizará a 4ª temporada do espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra”, espetáculo vencedor do Prêmio Gralha Azul em cinco categorias e com turnê na Europa prevista para 2022. Na sequência acontece a estreia do novo espetáculo da trupe, “Cão Vadio”, com apresentações que se estenderão de outubro a novembro.
A programação detalhada, com todas as datas e horários, está disponível no site da cia. Os ingressos serão cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente. Pensando na inclusão dos mais diversos públicos e formação de plateia, a temporada contará com programa em braille e quatro apresentações com tradução simultânea para libras e audiodescrição, além de bate-papos após as sessões. Como ações formativas, a trupe realizou gratuitamente para estudantes de instituições públicas de ensino, cinco masterclasses de diferentes áreas do teatro.
Todas as ações citadas, incluindo as apresentações fazem parte do projeto “Temporada do Espetáculo Teatral: A Pequena Abelha e a Árvore Alta”, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, sendo uma realização da Ave Lola e As Meninas Espaço de Criação e da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Com patrocínio de: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.
Cozinha Ave Lola Como de costume, a Ave Lola sempre recebe seu público com afeto e comida. Na Ave Lola ao ar livre não será diferente. Laura Tezza, produtora executiva da trupe, anuncia que haverá um espaço gastronômico com comidinhas de rua. “Queremos que o público sinta como se realmente estivesse na casa Ave Lola e achamos que a cozinha é uma das melhores formas de trazer esse acolhimento”, explica a produtora. O cardápio traz comidas populares e saborosas como, churrasquinho, pastel, algodão doce, caldo de feijão, contando com opções vegetarianas e veganas.
Sinopse do Espetáculo O espetáculo teatral “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, que dessa vez se aventura na linguagem do melodrama trazendo como referência uma das formas mais populares do teatro brasileiro. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha e Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, além de beber formalmente no universo fantástico proposto na obra de Hayao Miyazaki.
FICHA TÉCNICA Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza e Regina Bastos Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza Direção musical: Jean Jacques Lemêtre Assistente de direção: Giovana de Liz Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat Dramaturgia: A Trupe Conto de inspiração: Jamilssa Melo Orientação de texto: Edson Bueno Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski Figurino: Eduardo Giacomini Assistente de figurino: Helena Tezza Intervenções no figurino e cenário: Sandra Hiromoto Plástica do personagem: Maria Adélia e Trupe Costureiras: Rose Mary Matias de Oliveira e Larissa Yeda Rodrigues Ruiz Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés Cenotécnico: Fabiano Hoffmann, Anderson Purcotes Quinsler e Paulo Batistela (Nietzsche) Operadores de luz: Rodrigo Ziolkowski e Alexandre Leonardo Luft Adereços de cena: Eduardo Santos Produtoras (es): Dara van Doorn, Carlos Becker e Elza Forte da Silva Carneiro Produção: Entre Mundos Produções Artísticas Produção executiva: Laura Tezza Comunicação e assessoria de imprensa: Larissa de Lima e Jamilssa Melo Registro fotográfico e videográfico: Larissa de Lima Fotógrafo: Maringas Maciel Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter Tradução para libras: Jonatas Medeiros / Fluindo Libras Roteiro de Audiodescrição: Brisa Teixeira Consultor em Audiodescrição: Rafael Braz Narração Audiodescrição: Raquel Carissimi e Brisa Teixeira Cozinha Ave Lola: Mattheus Boeck Manutenção do espaço: Francisco Theodoro
Parceiros de trajetória: Cléber Pereira Borges, Constantino Viaro, Ety Cristina Forte Carneiro, Jaime Lerner, João Tezza Neto, José Álvaro da Silva Carneiro, Lisiane Cardona, Mayling Ling, Moema Zuccherelli, Mônica Rischbieter, Samuel Ferrari Lago, Thamis Barreto, Valéria Bechara.
Agradecimentos: Isadora Hofstaetter, Luciana Patricia de Morais, Elisa Cordeiro Brito, Tania Campos, Ana Paula Marques dos Santos, Ademar da Silva brasileiro, Orgânicos Fruta-Café, Sítio Vale do Tigre, Luismar Antonio Martins Pinto, Lucilda Schemes Pereira e aos colaboradores da Associação Eunice Weaver (AEW).
Apoio: Associação Eunice Weaver do Paraná, Escrisul Consultoria & Contabilidade, Mago Jardineiro, Flora&Cultura, Lavanderia Blanche, Padaria do Alves, Tamanduá Iluminação, Santo Dolce, Celestiale, Sushi Zen, Escola Junshin.
Patrocínio: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.
Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.
Serviço: O quê: 4ª Temporada do Espetáculo Teatral “Manaós – uma saga de luz e sombra”. Onde: Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda (Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri, em Curitiba) Quando: 13/9/2021 a 3/10/2021 Quanto: Sistema “Pague o quanto vale” Classificação: Livre Reservas e programação: http://www.avelola.net.br/ Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848