SARAU REVOLUCIONARTE! MULHERES DE LUTA!

Em Curitiba.

Programação:
17h00 às 18h00 – Tempo para organização das exposições;
18h00 às 19h00 – Abertura do Sarau e Apresentações espontâneas;
19h00 às 20h00 – Dani Zan (MPB e autorais);
20h00 às 20h30 – Apresentações espontâneas;
20h30 às 21h00 – Dani Zan (MPB e autorais);
21h00 às 22h00 – Kauane Farias e Matheus Braga (Homenagem à Clara Nunes);
**Foram realizadas inscrições de mulheres para recitar poesias e cantar/tocar músicas
Exposições Permanentes:
*Historia de Ya Mukumby;
*Veganismo e Libertação Animal;
*Bordados referentes à mulheres.

Objetivo: Diminuir custos do XL ERESS da Região VI.

Escolas Organizadoras: PUCPR, FATEC, UniBrasil Centro UniversitárioUninter. (é estudante de Serviço Social e sua escola não está na lista? Cola com a gente e vamos juntas!)

Tem interesse em realizar apresentações? Cola com a gente em: aqui

###### INGRESSOS À VENDA ######
Ingressos antecipados: ft$10,00, Na hora: ft$15,00.
*Se quiser pegar ingressos pra vender, liga nóis!

Página do evento, aqui

fonte

MOSTRA NOMOS, DE LAURA MIRANDA

A Mostra Nomos, da artista visual Laura Miranda, que teve sua abertura realizada em dezembro de 2017 no Museu Oscar Niemeyer (MON), tem visitas prorrogadas até 29 de abril de 2018. Com curadoria de Kátia Canton, a exposição segue na sala 8 do MON.

No dia 8 de março, às 18h no Mini Auditório do MON, haverá o lançamento do catálogo da Mostra, com distribuição gratuita ao público. Será realizada, como parte do evento, uma mesa redonda com a participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante. A entrada do evento é franca.

A mostra Nomos apresenta dois projetos recentes da artista, Líquens 2014/2015 e Estrela Canina 2016/2017, realizados na Área de Proteção ambiental do Passaúna, região metropolitana de Curitiba. A exposição, composta por 64 obras entre desenhos e objetos conta também com dois vídeos de performance com a participação da artista Mônica Infante. A escolha do termo Nomos para designar esta exposição refere-se a um caminho numa ampla extensão em torno do espaço urbano. O trabalho é construído por meio de processos que consideram as especificidades do território e resulta do embate entre sujeito e mundo – corpo e lugar.

O Projeto Liquens se iniciou por uma série de experiências durante viagens a Índia, em que foi realizado um mapeamento das comunidades têxteis na península e deserto de Kutch. A itinerância por tantos lugares, o convívio com o trabalho familiar e o contato com as técnicas tradicionais de tingimento tornaram-se uma importante fonte de criação.

A somatória destas significações aponta para percursos a céu aberto em que a percepção do espaço surge na relação com amplitude e velocidade.

Ao escolher um local se decidiu por um riacho, de difícil acesso, em meio à mata, espaço formado por um pequeno vale. Foi a partir da imersão neste meio e da documentação de samambaias e liquens que se desenvolveu um argumento conceitual e uma paisagem cênica para o trabalho, tomando as direções fornecidas pelo sítio.

Na performance as artistas Laura Miranda e Mônica Infante, mergulhadas na água, são contornadas pelo escoamento no córrego dos elementos: leite, índigo e ouro em pó. Forma-se uma tríade com as variações dos corpos, movimentos e velocidades em devir: animal, vegetal e mineral.

Na produção plástica Laura Miranda cria três séries de desenhos sobre papel e corte a laser em camadas sobrepostas, reverberando as cores que tingiram as águas de branco, azul e dourado.

Liquens aborda as relações simbióticas de proteção e nutrição que mantém a sobrevivência das espécies e propõe uma ética, a de olhar a existência desenhada através do outro.

O projeto Estrela Canina parte da referência a cães abandonados nas bordas da represa do Passaúna em situação de extrema vulnerabilidade e, consequentemente, apresentando risco para o equilíbrio do ecossistema.

Dois cães, resgatados pela artista e batizados como Estrela e Nirvana tornaram-se protagonistas do processo de criação que deu origem a produção plástica.

O convívio afetivo no local onde foram abrigados, documentado em fotografia e vídeo com percursos no local; observações do comportamento (respostas de sobrevivência, sociabilidade e relação territorial) e do movimento corporal dos cães; anotações sobre percepções espaciais, sensações corporais e ações caninas formaram a base do processo de criação. 

Além disso, foi realizado, semanalmente, um laboratório de criação de movimento. Das imersões corporais guiadas por práticas somáticas surge a imagem do mito do cão de duas cabeças e cauda em forma de serpente cujo nome é Ortros. Ao ser morto por Hércules, este cão se transforma na estrela Sirius localizada na Constelação Cão Maior.

Cerca de um ano depois o cão Estrela morre em decorrência de disputas por território. A soma destes eventos deu origem ao nome do projeto.

A produção plástica resultante deste processo se divide em séries de desenhos e objetos. Baseados em imagens ampliadas da pele e dos pelos dos cães, os desenhos são posteriormente recortados e entrelaçados. Em outra série contornos ampliados da silhueta materializam sombras negras e espessas. Os objetos produzidos em linho, seda e cristais compõem uma instalação e fazem referência à constelação Cão Maior.

A linguagem da performance é criada a partir da conexão em níveis profundos com a vida animal a partir da ativação de camadas profundas do cérebro humano responsáveis não só pela sobrevivência mas também pela capacidade de engajamento social. Funções essas que compartilhamos com o cérebro dos animais.

Estrela Canina apresenta, a partir de um mergulho no próprio corpo das artistas, um processo expandido de conexão com potências primitivas e um transbordamento em direção à outras formas de vida.

Este projeto foi realizado por meio do Programa de Fomento e Incentivo a Cultura da Secretaria Estadual da Cultura e patrocínio da COPEL.

SOBRE A ARTISTA LAURA MIRANDA:
Laura Miranda é graduada em artes visuais (1978 a 1981) e pós-graduada em História da arte do Século XX (1999), pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em Curitiba. Realizou cursos de extensão (1991), na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, no Rio de janeiro. Também é formada em Experiência Somática (2013 a 2015), prática corporal baseada nas psicologias somáticas, na etologia e na neurociência.

Atua como artista visual e performer desde a década de 1980. Foi professora da Embap de 1998 a 2000. Participou como diretora cultural da Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, de 1987 a 1989. Desde a década de 1990 trabalha como figurinista e cenógrafa. Integrou a Tempo Companhia de Dança dirigida por Rocio Infante nos anos de 1990 e desde 1998 trabalha com a artista da dança Mônica Infante, com realização de projetos e pesquisas na área da Performance.

Criou juntamente com Denise Bandeira e Juliane Fuganti em 2001, o Grão Atelier em Curitiba para promover cursos, palestras e oficinas de criação. Realizou projetos que possibilitam a conexão entre artes visuais e arte têxtil, com visitas a instituições e comunidades na Índia, Japão e Canadá.

Participou de exposições, residências artísticas e eventos culturais no Brasil, Canadá, Espanha, Portugal, Índia e Japão. Atualmente suas pesquisas relacionam corpo e meio ambiente e incluem práticas como a Educação Somática (Técnica Alexander), Experiência Somática (Peter Levine) e Ki Aikidô (arte marcial japonesa).

SERVIÇO:
Exposição “Nomos”, de Laura Miranda
Até 29 de abril de 2018
Museu Oscar Niemeyer (MON) – Sala 8
Lançamento do catálogo da Exposição:
Dia 8 de março, 18h
Com participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante.
Local: Mini auditório do MON.
ENTRADA FRANCA
*Distribuição gratuita do catálogo no dia do lançamento

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba
fone: (41) 3350-4400 / Terça a domingo, das 10h às 18h / 
Retirada de ingressos: até 17h30
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
museuoscarniemeyer.org.br

MUSEU ALFREDO ANDERSEN RECEBE NOVA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA EM JANEIRO

No próximo dia 30, terça-feira, às 18h, o Museu Alfredo Andersen (MAA) abre a mostra “Oceano entre Terras: convergência e hibridação”, com obras dos fotógrafos Adam Lipinski e Hermes de la Torre. A entrada é gratuita.

“Oceano entre Terras: convergência e hibridação” traz 50 fotografias que refletem diferentes formas de ver o mundo, retratando espaços que poderiam estar nos dois lados do Oceano Atlântico, seja na Europa ou na América Latina. A exposição tem curadoria de Elena Barcellos e Oscar Dominguez Nuñez e permanece no MAA até 1º de abril.

A realização da mostra é fruto da colaboração entre o Museu Alfredo Andersen, a Embaixada da Espanha no Brasil, o Instituto Cervantes – Curitiba em parceria com a Bienal Internacional de Curitiba.

Serviço:
Abertura da exposição “Oceano entre Terras: convergência e hibridação”
Dia 30 de janeiro de 2018 às 18h
Entrada gratuita

Museu Alfredo Andersen
Rua Mateus Leme, 336, São Francisco, Curitiba-PR
Terça a sexta-feira, das 9h às 18h
Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h
41 3222-8262 | 41 3323-5148
www.maa.pr.gov.br | maa@seec.pr.gov.br

NA-NU: ARTE, CULTURAL E ENTRETENIMENTO

Nossos parceiros, o site Na-nu, chegaram a 3 mil curtidas em sua fanpage! Estão de parabéns!!! Temos orgulho dessa parceria!!!

O trabalho deles é incrível!!! Divulgam artistas independentes, fazem apreciação de discos e livros, cobrem festivais e trazem uma agenda cultural de Curitiba!!! Entre outras coisas!!! Além disso, o Na-nu tem um acervo de quadrinhos e publicações digitalizadas – com muita coisa interessante!!!

Conheça o trabalho do Na-nu, vale muito a pena!!!
http://nanu.blog.br

BIENAL DE ARTE DIGITAL REALIZA PALESTRAS GRATUITAS EM CURITIBA

A The Wrong – New Digital Art Biennale considerada uma das maiores e mais diversificadas bienais de arte e cultura digital realiza entre os dias 18 e 19 a “Subli_me Talks” com mesas redondas sobre o processo artístico e curatorial das embaixadas da Subli_me no Brasil e Homeostase e, também, sobre a arte e tecnologia no âmbito educacional e na economia criativa. O evento ocorre na EBANX com entrada gratuita.

No dia 18 (quinta-feira), com o tema, “Conectando a The Wrong: Uma conversa entre artistas e curadores sobre processos artísticos e curatoriais das embaixadas Subli_me e Homeostase”, participam, o mestre em crítica de arte e arquitetura, Guilherme Brandão, a curadora, pesquisadora e produtora, Júlia Borges Araña, o artista visual, psicanalista e escritor, Guilherme Zawa e a artista visual, Sayuri Kashimura, com mediação de Flávio Carvalho, responsável pela curadoria da The Wrong em Curitiba.

No dia 19, com o tema “Como a arte e tecnologia se desenvolvem na educação e na economia criativa?” participam, a doutora em Comunicação Social e artista multimídia, Ana Lesnovski, o comunicador e designer gráfico, Castro Pizzano, aIdealizadora e head de comunicação do Festival Subtropikal de criatividade urbana, Bruna Calegari, com a mediação da mestranda na área de Mediações e Culturas do Programa de Sociedade e Tecnologia da UTFPR, Shana Lima

Serviço:
Data: 18 e 19 de janeiro
Hora: 19:30
Local: EBANX – Rua Mal. Deodoro, 630 – Centro, Curitiba – PR
Entrada Gratuita mediante retirada de ingresso no Sympla.
Informações: thewrong@subli-me.org

BIENAL DE ARTE DIGITAL FUNCIONA EM HORÁRIO DIVERSIFICADO DURANTE O FINAL DE ANO

mattis dovier inside

A The Wrong – New Digital Art Biennale considerada a maior e mais diversificada bienal internacional de arte e cultura digital, entra em recesso entre os dias 22/12 e 03/01. Em cartaz na AIREZ – Galeria de Artistas Independentes a partir do dia 04/01 (quinta-feira) o espaço retorna com as atividades normais com visitas guiadas entre às 10h e 18h.

Fundada pelo empreendedor cultural, escritor e artista maker espanhol David Quiles Guilló, desde 2013 a The Wrong tem o objetivo de criar, promover e fomentar o pensamento inovador artístico. Para Flávio Carvalho, curador da exposição na cidade e participante de exposições renomadas do segmento de arte e tecnologia, como a Madatac em Madrid, o Subtle Technologies Festival em Toronto e o Bideodromo na Espanha, entre outros, o evento evoca a transformação na cidade em vários aspectos.

Com dez artistas nacionais e internacionais a exposição apresenta diversas linguagens sobre a arte digital, entre eles estão, Leandro Catapam, Sayuri Kashimura, Guilherme Zawa, Hebert Baioco, Livenoistupi, Dina Karadžić, Adam Pizurny, Mattis Dovier, Looping Lovers e Connor Sherlock. Em janeiro, o evento também realiza worskhops e palestras no espaço EBANX e em breve será divulgada toda a programação.

SERVIÇO:
The Wrong – New Digital Art Biennale
Galeria AIREZ
Rua Treze de Maio, 778 ap. 15 – São Francisco, Curitiba
A partir do dia 04/01/2018
Curitiba-PR

BANGUÊ #11 ::: DOMINGO DIA 17/12

## BANGUÊ ##
RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA

A Banguê quer levar a cultura hip hop para todos, com informação e discutindo questões sociais. Reunindo os cinco elementos MC, DJ, Dança, Graffiti e Conhecimento em um evento aberto a todos.

“A mudança começa em cada um de nós até se tornar coletiva”

EVENTO GRATUITO
Traga a família!

>> NO LOCAL
Mostra de Dança
Pockets Shows (Aguardem programação)
Graffiti (Live Painting)
Batalha de MCs
Bazar e rango
Exposições de arte

>> POCKETS
LarDoceLar
Siamese
AzPampa
InterSessão

>> DJs
Bab5 & Carmen Agulham

>> MESTRES DE CERIMÔNIA
Numa & Vinici

>> ARRECADAÇÃO SOLIDÁRIA
Vamos arrecadar artigos para bebês e alimentos não perecíveis. EM MEMÓRIA DA NOSSA PARCEIRA LUANA MEDEIROS!

>> SORTEIOS
Quem contribuir com doações concorre a uma tatuagem de R$150, de Yago Tav

LOCAL:
Palácio Dos Estudantes // Casarão da UPE
Presidente Carlos Cavalcanti, 1157, São Francisco, Curitiba
Data: Domingo, 17 de dezembro, das 14:00 às 21:00.
Entrada gratuita!

REALIZAÇÃO: AHHEMP e Banguê
APOIO: Um Baile Bom e FATO Agenda

FOTOS DOS FLYERS: Jessica Tayana

Confira a página do evento, aqui

AIREZ GALERIA DE ARTISTAS INDEPENDENTES APRESENTA: L.A.TINO, POR PEDRO VIEIRA

“LATino surgiu do meu encontro com Tino, um mecânico mexicano que vive em Los Angeles. Tino não fala inglês, leva 12 anos vivendo nos E.U.A. e ainda que viva em uma área dominada por Latino Americanos é uma pessoa solitária. Busca em abstrações do mundo a resposta para a vida e o sistema opressor no qual crê viver. Tem em seu repertório um popurrí de filosofias e conhecimentos populares que explicam sua existência. Segundo ele – “Vivimos como cucarachas atrapadas en un vaso de cristal. No vemos la pared porque el cristal es transparente y por eso no sabemos que estamos atrapados”. Tino crê que um dia poderá ser uma espécie de curandeiro, um xamã contemporâneo. Todos os dias Tino sobe as montanhas ao redor de Hollywood em sua busca para conectar-se com um outro universo.”
Pedro Vieira

SERVIÇO:
Local: • AIREZ • Galeria de Artistas Independentes.
Rua Treze de Maio, 778 cj. 15 – São Francisco, Curitiba

Coquetel de abertura:
7 de dezembro, 19h.

Horários de visitação: 
13h às 19h (segunda a sexta) 
14 às 17h (sábados)

Link Facebook: aqui

Pedro Vieira é organizador da Sem Licença e fotógrafo. Realizou Master em Fotografia na Blank Paper (Madri), especialização em Processo de criação e imagem (Tuiuti) e diversos cursos de aperfeiçoamento nos EUA. Seus trabalhos já foram expostos na América Latina e Europa, com destaque para o MAC –Pr, Centro de Belas Artes (Venezuela) e Galeria Blank Paper (Madri).

SOBREPOSIÇÃO FRAGMENTO DA OBRA EM PROGRESSO

Sobreposição é uma performance que investiga camadas históricas. Nas paredes da Airez Galeria e no espaço público ao redor, a artista Ana Ferreira projeta imagens de sua busca por algo remoto em sua própria história. Entre escavar e projetar, transformam-se origens e fins.

A performance é parte da Obra em Progresso que dialoga com o livro Finnegans Wake de James Joyce. Mais aqui

Quem:
Concepção, criação e performance de Ana Ferreira.
Colaboração criativa e arte gráfica de Guilherme Zawa.

Quando:
1o de dezembro (sexta-feira) às 21h00.*

Onde:
Airez Galeria – Rua Treze de Maio, 778, Sala 15 – Curitiba, PR.

Quanto:
Entrada gratuita.

*Coquetel servido a partir das 20h30.

Evento no facebook: aqui

CURITIBA SE TORNA EMBAIXADA DA NOVA BIENAL DE ARTE DIGITAL THE WRONG

Em formato online e offline, entre os dias 01 de novembro e 31 de janeiro de 2018, acontece a The Wrong – New Digital Art Biennale. Considerada a maior e mais diversificada bienal internacional de arte e cultura digital, o evento apresenta jovens talentos da cena de cultura digital de todo o mundo. Em Curitiba, a exposição Subli_me acontece a partir do dia 16 de dezembro, na Galeria Airez.

Fundada pelo empreendedor cultural, escritor e artista maker espanhol, David Quiles Guilló, desde 2013, a The Wrong tem o objetivo de criar, promover e fomentar o pensamento inovador artístico. Para Flávio Carvalho, curador da exposição na cidade e que já participou de exposições renomadas do segmento tecnológico como a MADATAC em Madrid, Subtle Technologies Festival, em Toronto, BIDEODROMO, na Espanha, entre outros, o evento evoca a transformação na cidade em vários aspectos.

“Existe, uma lacuna, onde a exposição Subli_me se propõe a preencher, reunindo trabalhos locais, nacionais e internacionais. Fomentando, desta forma, a fusão entre o universo artístico, maker e tecnológico para uma reflexão e tomada de ação da cultura digital contemporânea”, propõe.

A Bienal
A bienal online acontece em pavilhões expositivos; curada em espaços virtuais, como sites e em qualquer mídia online onde os trabalhos artísticos selecionados são exibidos. A partir do dia 01 de novembro, pelo site principal www.subli-me.org vai acontecer a inauguração da exposição e, também, pelo Facebook e Instagram. Em Curitiba, a exposição física Subli_me acontece a partir do dia 16 de dezembro, na Galeria Airez.

Os artistas
Entre os destaques em Curitiba, na Galeria Airez, a artista brasileira, Sayuri Kashimura apresenta uma performance na abertura da exposição desenvolvido em suporte de realidade virtual. O jogo do canadense, Connor Sherlock apresenta a desconstrução da música “Like an Inca” do Neil Young e a reconstrói em forma de jogo com temática cyberpunk.

O LiveNoise Tupi, projeto colaborativo, criado pelo compositor, performer, produtor cultural, pesquisador e professor de música e tecnologia, Alexandre Porres convida o artista curitibano, Ricardo Palmieri, conhecido por, Vj Palm, para apresentarem uma performance multimídia colaborativa onde constroem ambientes interativos e audiovisuais imersivos com o objetivo de romper as fronteiras entre tecnologias e temáticas modernas e ancestrais, para ambientar experiências sensoriais, onde o participante pode e deve interagir para modificar as dinâmicas do espaço.

A artista croata, Dina Karadžić vai disponibilizar o seu computador com todo seu material na nuvem, numa página de html sem design onde o usuário vai visualizar em cada pasta, seus pensamentos e trabalhos artísticos em 2D e outras coisas que ela vai alimentar pela deep web. A ideia é desmistificar para o público o uso da deep web que é estereotipado como algo sempre malígno.

O mestre em design e artista curitibano, Leandro Catapam, vai realizar um workshop sobre estudos em linguagem visual com foco na expressão da colagem, pós-modernismo gráfico e imagem em movimento. Já o curitibano, Guilherme Zawa apresenta um projeto artístico em parceria com outros artistas, onde discutem a arte e censura no universo sublime da narrativa transmidiática tendo a metáfora enquanto forma estrutural capaz de estabelecer novos significados.

Zawa que além de ser artista visual e escritor, é também psicanalista e trabalha no meio artístico a partir da arte lens-based, sobretudo a fotografia e a literatura. E é idealizador da AIREZ Galeria de Artistas Independentes onde acontece a Subli_me | The Wrong – New Digital Art Biennale.

SERVIÇO:
SUBLI_ME/THE WRONG – NEW DIGITAL ART BIENNALE

Expo Online
01/11/2017 à 31/01/2018
www.subli-me.org

Expo offline
16/12/2017 à 31/01/2018
Galeria AIREZ
Rua Treze de Maio, 778 ap. 15, centro, Curitiba

Mais informações: aqui