Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Sabe aquela pérola que falta pra sua coleção? Ela pode estar aqui te esperando. Venha garimpar na última edição de 2021 da Maior Feira de Vinil de Curitiba. De quebra ainda tem lanches deliciosos, aquela resenha massa sobre música, regada a muito chopp geladérrimo, e Camisetas com temática de Rock, Jazz e Cult Movies da Ruído Camisetas lançando mais de 15 estampas no evento.
SERVIÇO: 13ª Feira Nacional de Discos de Vinil Data: Sábado, dia 4 de dezembro de 2021, das 9h às 18h. Local: Galeria @atravessacwb (Green Center), na Rua São Francisco, 232, centro de Curitiba. Com acesso pela rua treze de maio também. Página do evento no facebook, aqui
Obra brinda o leitor com pequenos ensaios e retratos de escritores, pintores, cantores, músicos, bailarinos, fotógrafos e pessoas comuns
O poeta, artista plástico e contista Carlos Dala Stella acaba de publicar o livro “Retratos: Desenhos de Admiração”. Produzido pela Editora Maralto – que pertence ao grupo Arco Educação – a obra completa o terceiro volume do que o autor chama de Trilogia Inconjunta.
No primeiro volume intitulado A Arte Muda da Fuga, Dala Stella traz poemas e recortes. No segundo, Nas Mãos de Bendita, há contos, desenhos e colagens. Neste terceiro, há um livro de arte que brinda o leitor com pequenos ensaios. Mas que não se enganem os leitores. De Maria Bethânia a Van Gogh, o autor reflete sobre os processos para a criação de muitos retratos, numa antologia pessoal, de admiração. De um talento vasto e admirável, o autor transita com segurança por diferentes técnicas como nanquim, colagem, lápis de cor e muitas outras.
E para mostrar ao público o resultado deste trabalho, Carlos Dala Stella faz o lançamento de Retratos: Desenhos de Admiração e autografa a obra. O evento será no dia 04 de dezembro (sábado), das 11h às 16h, no ateliê do artista, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba-PR.
A entrada é franca e segue os cuidados de prevenção à Covid-19. No local também haverá exposição de alguns originais do autor.
Diversidade Segundo o artista, os três livros – todos publicados pela Editora Maralto – compõem uma trindade entre gêneros diversos onde o fio condutor, ainda que diagonal, ressalta o diálogo fragmentado nas obras.
Em todos eles existe a mesma notação poética reflexiva, os mesmos vazios e silêncios, a mesma urgência do manuseio da matéria, um sem-sentido que se apresenta quase sempre no formato de espanto. E uma certa gratuidade fluida, onírica às vezes, que raramente se submete à realidade.
Múltiplas expressões De acordo com Dala Stella, os retratos o permitem exercitar uma linha que de outra forma ele não saberia como exprimir. E a linha, uma única linha, guarda possibilidades incomensuráveis de investigação do humano.
“É uma pena que o desenho, especialmente o desenho de um rosto, tenha se tornado tão obsoleto no período que há décadas chamamos – sem constrangimento algum – de contemporaneidade; como se em outros tempos as pessoas não tivessem sido contemporâneas de si mesmas”, explica o artista.
Para ele, a linha do retrato é ambígua, atenta a si mesma e à parecença, o que está sempre a limitá-la ao jogo que se estabelece a partir do primeiro traço com o retratado. “Embora ele seja tanto o ponto de partida como o ponto de chegada, é no trajeto que o desenho se desgarra e ganha autonomia – sugerindo, quem sabe, um sentido plástico”, complementa.
Uma galeria de afetos partilhados Em tempos de câmeras e smartphones quase como extensão do corpo humano, retratos parecem exaustivos e até mesmo banais em nossas vidas. Hoje, incontáveis rostos, em espaços os mais diversos, exibem muito de nossa história, em todo o mundo: como nos vemos e queremos ser vistos, em que cenários, quem nos olha e em que situações.
O amplo alcance da tecnologia sugere um esvaziamento da arte de ver e de guardar rostos. Mas há os retratos e os retratos, aqueles registrados instantaneamente, ainda que com graça, e os criados pelo interesse – admiração, contemplação, estranhamento? – de alguém que olha e vê, seja com a máquina, o lápis, o pincel e até mesmo com recortes em papel.
Retratos: Desenhos de Admiração é, sem dúvida, como o título anuncia, uma galeria de afetos. Definido, sempre provisoriamente, pelo desejo de quem o tem em mãos, o livro pode ser tomado ora como uma coletânea de breves perfis, ora como um diário ou livro de artista. Nele, Carlos Dala Stella divide com os leitores a intimidade de suas experiências artísticas e culturais, tendo como eixo seu olhar para escritores, pintores, cantores, músicos, bailarinos, fotógrafos e pessoas comuns, desconhecidas na arena pública, como alguns de seus familiares.
Os personagens escolhidos para compor o livro não são apresentados de maneira comum e previsível. Pouco parece importar ao autor onde e quando nasceram e nem o que fizeram. Os traços, recortes e palavras que fazem a obra revelam, mais do que os retratados, o retratista em sua relação com cada um, que partilhada se oferece como experiência estética.
Por sua natureza, Retratos: Desenhos de Admiração não é um livro para ser cumprido linearmente, da primeira à última página. Naturalmente, o leitor é senhor de sua leitura e nada o impede de começar e terminar.
Porém, os muitos convites feitos por esta obra de difícil e desnecessária classificação são para que nós o visitemos como a uma exposição, vendo de perto e de longe, observando os desenhos e, às vezes, desprezando os textos, e vice-versa, para neles voltar em outro momento, passando rapidamente por uns e nos detendo naqueles que nos unem ao artista pela memória ou gosto comum pelo retratado. É como uma casa com muitos habitantes, que se oferecem, pelos caminhos de Dala Stella, a singulares visitações.
Sobre o autor Carlos Dala Stella nasceu em Curitiba-PR, em 1961. É poeta, artista plástico e contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde os anos 1980, quando expôs na Itália. Publicou diversos livros e foi finalista do Prêmio Jabuti na categoria Ilustração.
Serviço O que: Lançamento do livro “Retratos: Desenhos de Admiração” (Editora Maralto, 192 págs., R$ 49,90) e sessão de autógrafos com o autor Carlos Dala Stella Quando: 04 de dezembro (sábado), das 11h às 16h Onde: Ateliê do artista [rua Toaldo Túlio, 899, Santa Felicidade, Curitiba-PR, tel. 41-98844-8448] Quanto: Entrada franca e o local segue os cuidados de prevenção à Covid-19 Catálogo: O catálogo da Editora Maralto poderá ser conferido no Instagram e Facebook @maraltoedicoes
A partir do dia primeiro de dezembro o grupo TEATRO SECALHAR apresenta seu trabalho audiovisual CRIPTA. As exibições são realizadas de forma online até o dia cinco de dezembro sempre às 19h na plataforma Zoom. Em cada dia do evento, acontece um bate-papo com a equipe criativa após a exibição do trabalho. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no site www.teatrosecalhar.com
CRIPTA é o terceiro trabalho do grupo, desenvolvido a partir da continuidade das pesquisas com os temas guerra e gênero, que haviam sido investigados na obra Tanya: experimento para um encontro (2020). Agora, soma-se a isso também a casa, o espaço doméstico, entendido, aqui, como lugar de refúgio e de convivência.
Com o avanço da pandemia – que trouxe a demanda de, novamente, não apresentar um espetáculo presencial – o grupo optou por aprofundar sua relação com a linguagem audiovisual, buscando, nessa mídia, desdobramentos possíveis dentro do universo do trabalho anterior.
Em agosto, o grupo ocupou uma casa em Colombo-PR, dentro da qual foram realizadas quatro lives de experimentação e, posteriormente, as gravações do filme. Daí, seguiu-se a edição-construção da obra pensando a ritualística cotidiana própria da existência de quatro figuras dentro desse lar.
Segundo Vinícius Medeiros, dramaturgo de CRIPTA, ao longo da criação, o grupo percebeu que Tanya os levou a falar sobre as relações afetivas com a família, a infância, a morte e a religiosidade. ” A casa surgiu, portanto, enquanto ambiente central da investigação dessas questões. É importante também dizer que a decisão de situar a obra dentro de uma casa se deu ainda pelo contato com esse espaço como local de abrigo, isolamento e memória no momento de pandemia”, finaliza o dramaturgo.
O trabalho foi viabilizado pelo Mecenato Subsidiado, modalidade Iniciante, da Fundação Cultural de Curitiba através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, tendo sido aprovado no edital de 2019. A estreia ocorrerá em Dezembro de 2021, via Zoom.
Além das apresentações, o grupo propõe a Oficina de Invenções Distraídas, ministrada por Francisco Gaspar e Caio Monczak.
SINOPSE: Quem vem cá, que entre consigo, carregando as velhas sempre novas casas de si. Pelos pisos e paredes da vida agora comum se achegam os fins das muitas moradas. Quando, então, ao sumir o último sol, formos terra, água, fogo e ar, nos encontraremos para as boas-vindas de quem já partiu – e que hoje volta a partir.
QUANDO 01 a 05 de dezembro às 19h Gratuito
Em cada dia de evento haverá uma interlocução com a equipe criativa após a exibição.
01/12 – Interlocução 1 – O Modo Operativo AND nos processos de criação da TEATRO SECALHAR com Francisco Gaspar Neto e Milene Duenha; 02/12 – Interlocução 2 – Bate-papo com TEATRO SECALHAR; 03/12 – Interlocução 3 – Dramaturgia, figurino e direção de arte com Vinicius Medeiros, Fernanda Peyerl e Rafael Rodrigues; 04/12 – Interlocução 4 – Iluminação, com Nadia Luciani e Vini Sant; 05/12 – Interlocução 5 – Audiovisual, com Eduardo Camargo e Renan Gumiel
Do dia 06 a 09 de dezembro será ministrada a oficina de invenções distraídas com Caio Monczak e Francisco Gaspar Neto.
OFICINA DE INVENÇÕES DISTRAÍDAS A oficina de invenções distraídas se situa na questão “como redispor a casa para reanimar o movimento?” para propor a invenção de situações e objetos através da desprogramação / reprogramação dos dispositivos reguladores da habitação. Pretendemos nos nossos encontros subverter as disposições habituais e hierárquicas dos corpos que coabitam os ambientes em que vivemos para constituir novos mapas sensíveis entre corpos-gente, corpos-mobília, corpos-imagens. Trata-se de um convite a experimentar a subversão das lógicas consagradas de dispor a mobília, ordenar os encontros e controlar os movimentos. É um convite também à invenção de novos modos de existir no espaço comum a partir do incomum já compartilhado. Para isso, vamos trabalhar as imagens produzidas no espetáculo Cripta da TEATRO SECALHAR conjugados a elementos da prática de Arrumação, estratégia de invenção coletiva e convivência que se estabelece na redisposição dos nossos mapas subjetivos através da experimentação conjunta da composição dos corpos nos espaços.
CRIPTA por Eduardo Camargo
FICHA TÉCNICA Criação: TEATRO SECALHAR – Andromeda, Eduardo Camargo, Fernanda Peyerl, Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn, Rafael Rodrigues e Vinicius Medeiros Performers: Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn e Rafael Rodrigues Dramaturgia: Vinicius Medeiros Direção audiovisual, direção de fotografia, operação de câmera, edição e finalização: Eduardo Camargo Design gráfico: Karina Rozek Operação de câmera, assistência de fotografia e de direção: Renan Gumiel Iluminação: Nádia Luciani Platô, assistência de iluminação e captação de som: Vini Sant Figurino: Fernanda Peyerl Maquiagem: Andromeda Consultoria artística: Francisco Gaspar Preparação corporal: Milene Duenha Direção de arte e direção de produção: Rafael Rodrigues Arte 3D: Renan Gumiel Contrarregragem: Andromeda, Fernanda Peyerl e Vinicius Medeiros Produção geral: TEATRO SECALHAR
Apoio: Backbros – Locadora de Câmera
Agradecimentos: Fabio Nunes Medeiros, LABIC – Laboratório de Iluminação Cênica FAP/UNESPAR, Pêdra Costa, Pedro Bento de Oliveira e Wash Cavalli e família
Captação de recursos: Carol Roehrig Incentivo: Uninter
Mostra reúne trabalhos de artistas contemplados pelo Edital do Programa A Zero, voltado para a publicação de artista. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante comprovação de vacinação contra o Covid-19.
Com o avanço da vacinação e a consequente queda do número de casos e de mortes causadas pelo Covid-19, em nosso país, aos poucos as atividades culturais presenciais vêm sendo retomadas. O Projeto A Zero – Programa de Residências Artísticas e Oficinas de Formação, promovido pela Editora Medusa, vinha sendo realizado, desde julho, de forma totalmente online, mas as boas notícias vão permitir que a exposição final do A Zero possa ser vista pessoalmente. A abertura será dia 11 de novembro, às 18h, na Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro), em Curitiba e poderá ser vista até dia 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h). Todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante a apresentação de comprovante de vacina contra o Covid-19.
A exposição é o resultado do Programa que permitiu publicadoras e publicadores, selecionados pelo edital, serem financiados para desenvolverem seus trabalhos. Conforme o Edital, 20 artistas foram selecionados e financiados pelo Programa. Porém, o número de inscritos superou todas as expectativas, chegando a 227 portfólios muito bons. Assim, o programa se organizou e selecionou mais 20 artistas que participaram como ouvintes, os quais, participaram de publicações coletivas, também financiadas pelo programa, com propostas criadas em conjunto com Juliana Crispe (curadora, pesquisadora, arte-educadora e artista visual) e Amir Brito Cadôr (artista, professor, editor e curador), mediadores das residências artísticas. A exposição reúne os trabalhos dos artistas selecionados, dos ouvintes e de artistas convidados que desenvolveram trabalhos especialmente para o Programa.
“Há nestes trabalhos uma resistente cumplicidade histórica, com revelações contidas em uma dobra, imagem, costura ou palavra. Trazem operações desencadeadoras de paródias, condensações, intertextualidades, citações, intratextualidades… São trabalhos que resistem para derrotar a linguagem do funcionamento, aquela que garante a administração tacanha dos bens simbólicos”, escreve Ricardo Corona, em texto de curadoria.
Os trabalhos também estarão reunidos na Caixa A Zero, com tiragem direcionada para as Bibliotecas Públicas do Paraná, para os artistas e equipe. Também estará disponível para venda no site da Editora Medusa.
Projeto realizado com o apoio da Havan, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
Serviço: EXPOSIÇÃO AZERO Abertura: 11/11 Horário: 18h Visitação presencial até 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h) Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro) Entrada gratuita Obs.: Será exigido o comprovante de vacinação contra o Covid-19, ao menos uma dose.
Os contadores de histórias Lucas Buchile e Fabiane de Cezaro, o músico Joelson Cruz e a atriz Lilyan de Souza participam dos Saraus de Histórias da Cultura Paranaense. Crédito da foto: Cristiano Nagel.
Em duas apresentações virtuais, manifestações artísticas vão mostrar narrativas infantis, brincadeiras e canções populares
O projeto cultural gratuito “Minha Avó Me Contou – Literatura Paranaense e Tradição Oral”, que começou em 16 de agosto e segue até 15 de novembro deste ano, apresenta sua nova atração: os Saraus de Histórias da Cultura Paranaense.
As atividades – em forma de vídeos que mesclam narrativas infantis, brincadeiras e canções – serão coordenadas pelos contadores de histórias Fabiane de Cezaro, Lucas Buchile e o músico Joelson Cruz.
O primeiro sarau irá apresentar dois contos populares brasileiros e terá estreia dia 31/10 (domingo), às 19h. Já a segunda manifestação artística traz um conto da literatura paranaense de autoria de Lucas Buchile e será mostrado ao público no dia 14/11 (domingo), às 19h, ambos pelo YouTube, Instagram, Facebook, Spotify e Castbox da atriz Lilyan de Souza [ver abaixo].
O que é um sarau? Sarau é um evento cultural em que as pessoas se encontram para se manifestar artisticamente pela oralidade e musicalidade. Em geral o evento envolve dança, poesia, leitura de poemas, histórias, música, teatro e artes plásticas. Em virtude da pandemia, essas atrações serão mostradas de maneira online.
Surgimento no país Literatura, música, champanhe e vinhos eram alguns dos ingredientes dos saraus do Brasil do século 19. Então privilégio de seleto público, esse tipo de encontro chegou ao Brasil em 1808, com D. João, e seguia os moldes dos salões franceses. Inicialmente, eram realizados no Rio de Janeiro, mas logo os fazendeiros de São Paulo resolveram aderir à moda e já na metade do século 19 estavam espalhados por todas as capitais.
Mais adiante, os saraus passaram a ser realizados também por pessoas de influência, que gostavam de uma boa música e queriam promover movimentos artísticos.
Contrapartida Os Saraus de Histórias fazem parte da contrapartida social do projeto Minha Avó Me Contou que engloba 40 episódios de podcasts compostos por histórias da literatura infantil e infantojuvenil de autores paranaenses – todos apresentados com elementos da tradição oral. A última transmissão será no dia 15 de novembro.
O projeto foi idealizado e desenvolvido pela atriz, contadora de histórias e escritora Lilyan de Souza, junto com parceiros como o ator e contador de histórias Rafael Di Lari, o intérprete e bonequeiro Lucas Mattana, os atores Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile – todos integrantes da Inominável Companhia de Teatro – além do músico Joelson Cruz, a artista visual Manu Assini e o produtor cultural Cristiano Nagel.
Aprovado pelo edital do Fundo Municipal de Cultura 034/2020 – Apoio a Festivais, Mostras e Manifestações Culturais Tradicionais – o projeto está sendo realizado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Mesmo após o término do projeto, todas as ações realizadas (podcasts, Oficina de Bonecos e Saraus de Histórias) permanecerão disponíveis nas redes sociais de Lilyan de Souza.
Ficha técnica dos Saraus de Histórias:
Sarau de histórias 1 – Recontos dos contos populares brasileiros – Vamos esperar o Set Set chegar (Livro: “Sete Histórias para Sacudir o Esqueleto”, de Ângela Lago – Companhia das Letrinhas – 2002).
– João Jiló (Livro: “Enquanto o sono não vem”, de José Mauro Brant – Editora Rocco – 2003).
Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile Músico/violão: Joelson Cruz Voz: Lilyan de Souza Edição e captação de imagens: Alan Raffo Produção: Cristiano Nagel Designer Gráfico: Manu Assini Coordenação: Lilyan de Souza Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro
Projeto idealizado por Lilyan de Souza Agradecimento especial: Casa Posselt
Sarau de histórias 2 – Literatura paranaense – Trenzinho Menino, de Lucas Buchile (2020).
Canções populares: “Trem Maluco” “Capelinha de Melão” “Alecrim Dourado” “Meu Boi Morreu” “Se essa rua fosse minha”” “Rosa Amarela” “Ciranda, cirandinha” “Cai, cai balão”
Contadores de histórias: Fabiane de Cezaro e Lucas Buchile Músico/violão: Joelson Cruz Voz: Lilyan de Souza Edição e captação de imagens: Alan Raffo Produção: Cristiano Nagel Designer Gráfico: Manu Assini Coordenação: Lilyan de Souza Parceria e participação: Inominável Companhia de Teatro Projeto idealizado por Lilyan de Souza Agradecimento especial: Casa Posselt
Relacionamento com a imprensa | Inominável Companhia de Teatro Mem & Mem Comunicação João Alécio Mem – (41) 9 9124-9748 / joaoalecioassessoria@gmail.com Marlise Groth Mem – (41) 9 9908-0511 / marliseassessoria@gmail.com Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo @mem_e_mem_agencia_de_noticias
A 2ª edição da mostra conta com seis clipes musicais inéditos para crianças.
O projeto musical Ritmos do Coração estreia a Mostra Ritmos que acontece de 9 a 25 de novembro, gratuitamente, no YouTube do Teatro Ave Lola, sempre às 20h de terças e quintas. Voltada para o público infantil e produzida especialmente para crianças atendidas pelo Hospital Pequeno Príncipe, a 2ª edição da Mostra Ritmos acontecerá de forma online e exibirá seis clipes inéditos de composições autorais criadas pela banda Ritmos, formada para a mostra.
A banda Ritmos é composta por Arthur Jaime, Breno Monte Serrat, Gabriela Bruel e Joã Klübler que compuseram de forma coletiva as músicas Andina, Lembranças de Milton, Valsa-Landó, Lambada, Maracatu e Chamamé. Os clipes musicais seguem uma narrativa que mostra uma banda que toca e se diverte em apresentações por lugares inspiradores como à beira de um lago colorido ou em uma floresta noturna. Também participaram dos vídeos as atrizes Ailén Roberto e Helena Tezza que fazem o papel de roadies da banda e o ator mirim Bernardo de Lima Lobo que interpreta um garotinho que ama música.
A Mostra Ritmos fecha a programação do projeto Ritmos do Coração que iniciou em setembro deste ano com um show e dois clipes inéditos de composições criadas por Gilson Peranzzeta e Davi Sartori unicamente para o projeto. As apresentações online circularam pelos canais de YouTube dos Teatro Guaíra (PR), Teatro Riachuelo (RJ) e por último no YouTube do Teatro Ave Lola com a mostra musical.
O projeto “Ritmos do Coração” foi viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura e é uma realização da CGC-CSA e da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo. Patrocínio: Facchini, Sideral Linha Aéreas, DHL, Ciapetro, Expresso Azul, Disam, Fobras, Austral, ID Digital, Frameport, Oliveira Trust, Schattdecor, Alcast, Plast Pack, Bianchi, Delta Cable, Serdia. Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).
SERVIÇO 2ª MOSTRA RITMOS Acesso: Gratuito Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Link: https://www.youtube.com/avelolacultural Quando: 9 a 25 de novembro, terças e quintas, às 20h
A iniciativa idealizada pela conservadora-restauradora Ana Caniatti oferece curso gratuito de noções básicas de conservação preventiva e é um dos primeiros projetos a ocupar a recém-inaugurada Escola de Patrimônio
No mês de novembro, a Escola de Patrimônio & Liceu das Artes da Fundação Cultural de Curitiba recebe o curso semipresencial de “Introdução à Conservação da Imaginária Sacra”, idealizado pela conservadora-restauradora Ana Caniatti a convite da Flutua Produções. O projeto busca instigar um olhar crítico sobre a preservação da imaginária sacra através do curso acompanhado de material didático. Em contrapartida, o projeto prevê a conservação de uma imagem musealizada pertencente ao acervo do Museu de Arte Sacra de Curitiba – MASAC.
O curso gratuito é formado por cinco aulas presenciais, ministradas de 16 a 20 de novembro por Ana Caniatti, Flávia Dias, professora no Museu de Arte Sacra de São Paulo, e Ruy Neto, arquiteto conservador. Além dos encontros presenciais, o curso conta com uma aula de encerramento, que será realizada no dia 07 de dezembro, através de um encontro online síncrono. Ao todo, são 12 vagas destinadas a funcionários de museus e igrejas, conservadores, restauradores, laudistas, museólogos, historiadores, arquitetos, galeristas, colecionadores, estudantes e pessoas interessadas no tema. As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9 entre os dias 14 e 30 de outubro.
No cronograma, estão presentes temas como: princípios de conservação, história da arte sacra, métodos de pesquisa, agentes de degradação e patologias, além de análise do estado de conservação.
Para Ana Caniatti, a preservação do patrimônio histórico está diretamente ligada à preservação da nossa memória e identidade cultural. “A importância de difundir as noções de preservação de bens culturais vai ao encontro da necessidade humana de ter contato com a sua memória e sua história. Estes bens, e neste caso tratamos das imagens sacras, precisam ser respeitados e resguardados, pois narram os modos de produzir e de existir dos nossos antepassados.”, ressalta ela.
O fundador da Flutua Produções, Gilmar Kaminski, reforça a importância de projetos como esse para a cultura. “Trabalhar com patrimônio é entender a importância da conservação e da valorização da memória, e isso se potencializa na proposição do curso, que tem como principal objetivo instrumentalizar a população para a preservação do patrimônio cultural, nesse caso, da imaginária sacra.”, comenta o produtor cultural.
Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Sobre Ana Caniatti Ana Caniatti é formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes do Paraná (2007), Técnico em Conservação e Restauração pela Fundação de Arte de Ouro Preto (2009) e Especialista em História da Arte Sacra pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana (2012). Integrou a equipe de restauro das igrejas de Nossa Senhora D´Ajuda, em Congonha (MG); Matriz de Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Videira (SC); e Matriz de São Domingos, em Araxá (MG). Estagiou no Museu da Inconfidência de Ouro Preto e trabalhou na FAOP, no laboratório de conservação e restauro de escultura policromada. Em 2013, fundou em Curitiba o Atelier Caniatti Conservação e Restauro, onde atua realizando projetos para conservação, restauração, documentação de obras e de acervos de instituições públicas, privadas e particulares. Foi presidente da Associação dos Restauradores e Conservadores de Bens Culturais do Paraná – ARCO.IT (2018 e 2019) e promoveu diversos cursos para aperfeiçoamento dos profissionais da área, assim como projetos de incentivo à pesquisa científica. É associada ao Centro de Estudos em Imaginária Brasileira – CEIB.
Sobre Flutua Produções Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br
SERVIÇO Curso de Introdução à Conservação da Imaginária Sacra Quando: de 16 a 20 de novembro, das 14h às 18h (presencial)/ encontro final em 07 de dezembro, das 19h às 21h (online) Onde: Escola de Patrimônio & Liceu das Artes (R. Kellers, 63 – São Francisco, Curitiba) Inscrições gratuitas em https://forms.gle/B8F2thiShcuTzN4S9
FICHA TÉCNICA Realização: Caniatti Conservação e Restauro e Flutua Produções Coordenação pedagógica: Ana Eliza Caniatti Rodrigues e Flávia Andrea Siqueira Dias Coordenação de produção: Gilmar Kaminski Pesquisadores e ministrantes: Ana Eliza Caniatti Rodrigues, Flávia Andrea Siqueira Dias e Ruy Altamir da Cruz Neto Pesquisa histórica – Sant’Ana Mestra: Deborah Agulham Carvalho Intervenção de conservação – Sant’Ana Mestra: Ana Eliza Caniatti Rodrigues Assistência de produção: Luana Camargo Projeto gráfico e diagramação: Adriana Alegria Revisão textual: Anna Carolina Azevedo Assessoria de imprensa e Marketing digital: Platea Comunicação e Arte Fotografia: Wagner Melo e Lucas Gabriel de Souza da Silva
Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Trupe Ave Lola. Crédito da foto: Elenize Dezgeniski
Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, é o espaço onde a trupe fará três meses de temporada com apresentações em ambiente aberto, no jardim da Associação Eunice Weaver do Paraná.
No próximo dia 13 de setembro, o teatro volta a acontecer para a Trupe Ave Lola de Teatro e seu público. Depois de um ano e meio, a companhia retorna com o espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra” que será apresentado ao ar livre, num parque, localizado no bairro Bacacheri. Para assistir, o público deverá fazer sua reserva com antecedência no site da trupe. Cada apresentação terá até 50 lugares e as reservas podem ser distribuídas em grupos pequenos de até cinco pessoas. Os assentos serão separados individualmente ou em grupo, conforme as reservas, respeitando os distanciamentos. Serão 20 apresentações, de 13/9/2021 a 3/10/2021, às 14h30 ou às 20h30 em dias variados, sempre na Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri.
Depois de muitas reuniões, planejamentos e estudos, o Teatro Ave Lola reabre as portas adaptado a nossa nova realidade. “A arte é o espaço de afirmação dos valores simbólicos conquistados pela humanidade, logo, em momentos de crise e incertezas, é por meio da arte que resistimos e preservamos a noção de liberdade, de justiça, de solidariedade. É por meio da arte e do universo imaginário que nos é proposto fazermos o exercício de nos projetarmos para além da dor que a realidade histórica nos impõe”, declara Ana Rosa ao contar um pouco de como nasceu a ideia da Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda. Durante três meses a trupe funcionará num espaço alternativo que possibilite um retorno seguro e ao mesmo tempo caloroso. Para retornar aos palcos a trupe Ave Lola realizará a 4ª temporada do espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra”, espetáculo vencedor do Prêmio Gralha Azul em cinco categorias e com turnê na Europa prevista para 2022. Na sequência acontece a estreia do novo espetáculo da trupe, “Cão Vadio”, com apresentações que se estenderão de outubro a novembro.
A programação detalhada, com todas as datas e horários, está disponível no site da cia. Os ingressos serão cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente. Pensando na inclusão dos mais diversos públicos e formação de plateia, a temporada contará com programa em braille e quatro apresentações com tradução simultânea para libras e audiodescrição, além de bate-papos após as sessões. Como ações formativas, a trupe realizou gratuitamente para estudantes de instituições públicas de ensino, cinco masterclasses de diferentes áreas do teatro.
Todas as ações citadas, incluindo as apresentações fazem parte do projeto “Temporada do Espetáculo Teatral: A Pequena Abelha e a Árvore Alta”, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, sendo uma realização da Ave Lola e As Meninas Espaço de Criação e da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Com patrocínio de: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.
Cozinha Ave Lola Como de costume, a Ave Lola sempre recebe seu público com afeto e comida. Na Ave Lola ao ar livre não será diferente. Laura Tezza, produtora executiva da trupe, anuncia que haverá um espaço gastronômico com comidinhas de rua. “Queremos que o público sinta como se realmente estivesse na casa Ave Lola e achamos que a cozinha é uma das melhores formas de trazer esse acolhimento”, explica a produtora. O cardápio traz comidas populares e saborosas como, churrasquinho, pastel, algodão doce, caldo de feijão, contando com opções vegetarianas e veganas.
Sinopse do Espetáculo O espetáculo teatral “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, que dessa vez se aventura na linguagem do melodrama trazendo como referência uma das formas mais populares do teatro brasileiro. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha e Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, além de beber formalmente no universo fantástico proposto na obra de Hayao Miyazaki.
FICHA TÉCNICA Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza e Regina Bastos Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza Direção musical: Jean Jacques Lemêtre Assistente de direção: Giovana de Liz Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat Dramaturgia: A Trupe Conto de inspiração: Jamilssa Melo Orientação de texto: Edson Bueno Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski Figurino: Eduardo Giacomini Assistente de figurino: Helena Tezza Intervenções no figurino e cenário: Sandra Hiromoto Plástica do personagem: Maria Adélia e Trupe Costureiras: Rose Mary Matias de Oliveira e Larissa Yeda Rodrigues Ruiz Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés Cenotécnico: Fabiano Hoffmann, Anderson Purcotes Quinsler e Paulo Batistela (Nietzsche) Operadores de luz: Rodrigo Ziolkowski e Alexandre Leonardo Luft Adereços de cena: Eduardo Santos Produtoras (es): Dara van Doorn, Carlos Becker e Elza Forte da Silva Carneiro Produção: Entre Mundos Produções Artísticas Produção executiva: Laura Tezza Comunicação e assessoria de imprensa: Larissa de Lima e Jamilssa Melo Registro fotográfico e videográfico: Larissa de Lima Fotógrafo: Maringas Maciel Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter Tradução para libras: Jonatas Medeiros / Fluindo Libras Roteiro de Audiodescrição: Brisa Teixeira Consultor em Audiodescrição: Rafael Braz Narração Audiodescrição: Raquel Carissimi e Brisa Teixeira Cozinha Ave Lola: Mattheus Boeck Manutenção do espaço: Francisco Theodoro
Parceiros de trajetória: Cléber Pereira Borges, Constantino Viaro, Ety Cristina Forte Carneiro, Jaime Lerner, João Tezza Neto, José Álvaro da Silva Carneiro, Lisiane Cardona, Mayling Ling, Moema Zuccherelli, Mônica Rischbieter, Samuel Ferrari Lago, Thamis Barreto, Valéria Bechara.
Agradecimentos: Isadora Hofstaetter, Luciana Patricia de Morais, Elisa Cordeiro Brito, Tania Campos, Ana Paula Marques dos Santos, Ademar da Silva brasileiro, Orgânicos Fruta-Café, Sítio Vale do Tigre, Luismar Antonio Martins Pinto, Lucilda Schemes Pereira e aos colaboradores da Associação Eunice Weaver (AEW).
Apoio: Associação Eunice Weaver do Paraná, Escrisul Consultoria & Contabilidade, Mago Jardineiro, Flora&Cultura, Lavanderia Blanche, Padaria do Alves, Tamanduá Iluminação, Santo Dolce, Celestiale, Sushi Zen, Escola Junshin.
Patrocínio: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.
Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.
Serviço: O quê: 4ª Temporada do Espetáculo Teatral “Manaós – uma saga de luz e sombra”. Onde: Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda (Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri, em Curitiba) Quando: 13/9/2021 a 3/10/2021 Quanto: Sistema “Pague o quanto vale” Classificação: Livre Reservas e programação: http://www.avelola.net.br/ Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848
Pedro Almodóvar, um dos cineastas mais aclamados e bem sucedidos do cinema mundial contemporâneo, completa 72 anos em setembro. Quando se fala do espanhol Pedro Almodóvar é impossível não pensar em sua estética única calcada na cultura kitsch e no excesso de vermelho. Filmes com personagens femininas fortes e cheias de liberdade de expressão – herança de seu engajo na “Movida Madrileña”.
Almodóvar dá vitrine para arte em seu cinema, um bom exemplo é: “Fale com Ela” de 2002. No qual o diretor e roteirista constrói uma ode à arte.
Pedro Almodóvar em sua filmografia também recorre em muitos momentos a personagens masculinos que são diretores de cinema, como em “Dor e Glória” de 2019 “Má Educação” de 2004, Abraços Partidos de 2009 e “Ata-me” de 1989.
A metalinguagem, o exercício de fazer arte sempre estão nas narrativas de Pedro. Bem como, as relações familiares, principalmente no que tange o feminino e a experiência de ser mãe.
Em 2021 em meio à pandemia do COVID-19, Pedro presenteia o público com sua nova produção “Madres Paralelas”. Que fala justamente de um dos seus temas mais recorrentes, a maternidade. Incluso Almodóvar foi um dos primeiros diretores de cinema a produzir durante a pandemia, em 2020 rodou o curta metragem “A Voz Humana” sua primeira produção cinematográfica falada em inglês, com Tilda Swinton como protagonista.
Fica difícil em poucas palavras definir, narrar ou contar todo o processo artístico de Pedro Almodóvar. Porém, entretanto, sua estética influenciou e continua influenciado o mudo das artes, do cinema e da moda.
Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.
Para comemorar o aniversário de Pedro Almodóvar, o Sesc de Paranavaí irá realizar virtualmente 4 bate-papos sobre a carreira do diretor. Nos dias 4, 11, 18 e 25 de setembro – sábados das 15h às 18h – pela plataforma Microsoft Teams. Os participantes dos quatro encontros irão receber certificação.
As inscrições devem ser realizadas até 3 dias antes do evento pelos links relacionados: