GRUPO OBRAGEM ESTREIA “AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA” EM FORMATO ONLINE

As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.

O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.

Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.

“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.

A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.

A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.

Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.

Trajetória da obra e ficha técnica

“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:

– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014;
– Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná;
– Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015;
– Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015;
– Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.

Ficha técnica da obra
Olga Nenevê – dramaturga/diretora
Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo
Edith de Camargo – trilha musical
Lucas Amado – iluminador
Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos
Mariana Gómez – preparadora corporal
Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera
Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo
Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som
Alessandra Nenevê – designer gráfico
Rose Matias e Andria Nenevê – costureira
Jonatas Medeiros – intérprete de libras
Larissa de Lima – assessora de imprensa

Serviço:
AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado
Quando? 06 de março de 2021 às 20h
Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia:
www.youtube.com/user/Eduolga/featured

Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê
Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h.
Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.

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Facebook: www.facebook.com/obragem
Site: www.grupoobragemdeteatro.com.br
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PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

“POR TRÁS DA CENA”, PODCAST COM CURADORIA DE MAÍRA LOUR E GILMAR KAMINSKI, REVELA OS PROCESSOS CRIATIVOS DO TEATRO

Maíra Lour e Gilmar Kaminski / Créditos: Eli Firmeza e Carol Castanho.

Feito para interessados em teatro, cada episódio conta com dois artistas criadores compartilhando suas experiências

Dramaturgia, direção de cena, atuação e cenografia são alguns dos conteúdos que o podcast “Por Trás da Cena” traz para discussão em oito episódios lançados às quintas-feiras, de 25 de fevereiro a 15 de abril. Idealizado pela diretora artística Maíra Lour e pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, o podcast convida artistas para compartilharem suas experiências, procedimentos, modos de criação e memórias de teatro. Os episódios estão sendo pensados para que curiosos e amantes do teatro possam conhecer mais o dia a dia dos artistas, podendo se tornar uma ferramenta de aprimoramento técnico e artístico de estudantes, profissionais, pesquisadores e interessados nas artes cênicas.

Maíra define a empreitada “como um espaço de troca, conexões e escuta, para revelar o que não se vê: a sala de ensaio, as coxias, os camarins são locais que guardam a intimidade do teatro, o mecanismo todo que se movimenta para que as criações aconteçam”. E, segundo Gilmar, essa foi uma das formas que encontraram para seguir em movimento e promover encontros, mesmo sem a possibilidade da presença física.

Todos os episódios estão sendo produzidos, editados e lançados de forma remota e seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à COVID-19. O podcast é apresentado por Maíra e como convidados, a dupla buscou mesclar artistas curitibanos com artistas de outras regiões do país e de Portugal envolvidos no fazer teatral: dramaturgas/os, atrizes/atores, diretoras/es, cenógrafas/os, iluminadoras/os.

Maíra e Gilmar não pretendem parar nos oito episódios previstos para a temporada. Segundo eles, a ideia é criar conexões entre artistas e dar continuidade a estas conversas descontraídas e necessárias para os tempos atuais em próximas temporadas.

O podcast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio:

Spotify: aqui
Google Podcasts: aqui
Youtube: aqui

CRIADORES
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Gilmar Kaminski é produtor cênico graduado pela Universidade Federal do Paraná (2017) e técnico em contabilidade pelo Instituto Federal do Paraná (2011). Desde 2014 atua como produtor na cidade de Curitiba, desenvolvendo projetos nas diversas linguagens artísticas – teatro, música, audiovisual, patrimônio cultural e literatura. É fundador da Flutua Produções e atualmente integra a equipe de produção d’A Armadilha Cia de Teatro e da Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Gilmar Kaminski e Maíra Lour
Apresentação: Maíra Lour
Produção: Gilmar Kaminski – Flutua Produções
Edição de som e vinheta: Álvaro Antonio
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Projeto gráfico: Camila Villanova e Victor Uchoa
Realização: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

TRUPE AVE LOLA CELEBRA 10 ANOS DE HISTÓRIA COM ESTREIA ONLINE NO FESTIVAL ARTE COMO RESPIRO

Manaós. Crédito Maringas Maciel

O espetáculo teatral Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra será exibido no próximo domingo (06) às 20h. Após a estreia, os artistas da trupe farão um bate-papo online para falar sobre o percurso artístico da companhia nesta primeira década.

Curitiba, 30 novembro de 2020 – A partir do dia 06 de dezembro às 20h, a filmagem do espetáculo teatral Manaós – uma saga de luz e sombra (2019), da Trupe Ave Lola, ficará disponível gratuitamente na plataforma online do Itaú Cultural (IC) durante 24h, integrando a programação nacional do Festival Arte como Respiro – 4ª edição – uma ação que reúne diversos artistas aprovados pelo edital Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.

Essa será a primeira vez que a Trupe Ave Lola disponibilizará uma peça online para a sua audiência e também será a primeira vez que a companhia celebrará o seu aniversário de forma remota. “Todos os anos temos o hábito de reunir os artistas da cidade e a nossa audiência para brindar mais um ano de trabalho e arte. Porém, por causa da pandemia faremos um bate-papo online após a exibição do espetáculo dentro da programação do Festival Arte como Respiro. É uma forma de nos encontrarmos e refletirmos juntos sobre a nossa trajetória”, explica a diretora teatral Ana Rosa Tezza.

Reinventar as formas de dialogar com a sua audiência tem sido um desafio constante para os artistas de todo o mundo. É nesse contexto que a linguagem do audiovisual tornou-se um recurso fundamental para o teatro.

“A Trupe Ave Lola de teatro está honrada por ter sido selecionada pelos curadores do “Arte como Respiro”. Vivemos `um momento onde temos que unir força e encontrar novas formas, mesmo sabendo que a arte do teatro reivindicará sempre a presença, a corporeidade e o outro. Mas, enquanto não podemos desfrutar dessa bela característica das artes cênicas, aproveitemos as possibilidades das tecnologias e do engenho humano para resistirmos e atravessarmos esse momento de crise. Esperamos estar logo com nossas portas abertas e a casa cheia de pessoas celebrando o “estar juntos”, em segurança”, ressalta a diretora Ana Rosa Tezza.

UMA TRUPE DE TEATRO EM TEMPOS DE PANDEMIA
Compartilhar com a audiência o processo criativo de um espetáculo que deveria ter estreado em abril de 2020 foi a primeira forma que a Trupe Ave Lola encontrou para continuar falando sobre teatro no período de quarentena. Já nas primeiras semanas de isolamento social, a companhia lançou a websérie Sobre VIVER no teatro em tempos de reclusão, que é composta por 10 episódios no qual artistas de diferentes áreas do teatro (interpretação, figurino, música, produção, dramaturgia e direção, preparação vocal e corporal, iluminação) contam as especificidades do seu ofício. Todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube e na IG TV da Trupe Ave Lola.

Além disso, a companhia lançou no mês de agosto de 2020 o Podcast Ave Lola composto por uma programação semanal de entrevistas (Conversas na Coxia) e leituras musicadas de textos da literatura universal (Boca de Cena). Todos os episódios do Podcast Ave Lola estão disponíveis em diversas plataformas e também pelo YouTube.

Serviço:

Manaós, uma saga de luz e sombra
>> Disponibilização online do espetáculo teatral no dia 06 de dezembro às 20h pela plataforma https://www.itaucultural.org.br/ dentro da programação do Festival Arte como Respiro – 4ª Edição. O espetáculo ficará disponível durante 24h.
Duração: 1h20
Classificação Indicativa: 14 anos | Não recomendado para menores de 14 anos por conter cena de insinuação de estupro.

Trupe Ave Lola de Teatro: 10 anos de história
>> Bate-papo online no dia 06/12 às 21h30 após a estreia do espetáculo Manaós – uma saga de luz e sombra no Festival Arte Como Respiro através deste link, aqui 

Instagram: @ave_lola
Facebook: www.facebook.com/avelolaespacaodecriacao/
Site: www.avelola.net.br/
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

OUTRAS PALAVRAS – PRÊMIO DE OBRAS LITERÁRIAS

O concurso público “Prêmio de Obras Literárias” irá selecionar e premiar textos de obras de romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos, pesquisa de cultura alimentar e livro ilustrado, escritas em língua portuguesa.

Cada obra literária selecionada receberá um valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). Como contrapartida, as obras premiadas poderão ser publicadas pela SECC no prazo de até cinco anos. Para romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos e pesquisa de cultura alimentar, serão aceitas obras de 49 a 250 páginas de elementos textuais, seguindo as especificações da ABNT para formatação de texto. Já no caso de livros ilustrados, serão aceitas obras de 16 a 150 páginas, em tamanho A4, em PDF contendo texto e imagem integrados.

Inscrições até 20 de novembro.

Confira o edital, aqui

fonte: Superintendência da Cultura

NENA INOUE FAZ TEMPORADA ONLINE, GRATUITA E COM TRADUÇÃO EM LIBRAS DO PREMIADO SOLO “PARA NÃO MORRER”

Nena Inoue. Foto: Lidia Ueta

O espetáculo visto por mais de 27 mil pessoas, rendeu à Nena o Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz no Rio de Janeiro, além do Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz em 2017. Agora em versão on-line, gratuita e com tradução em Libras, a gravação da obra segue todos os protocolos de saúde e além das apresentações, o projeto oferece debates e oficinas abertas para o público

A atriz Nena Inoue fará uma temporada online com 15 exibições do espetáculo “Para Não Morrer”, sendo 5 abertas e gratuitas para o público nos dias 3, 4, 5, 11 e 12 de setembro às 20h, e 10 fechadas e exclusivas para entidades e coletivos de apoio à mulheres, instituições, movimentos sociais, associações de professores e de classe, além do público feminino que se encontra em isolamento social mesmo antes da pandemia, como presidiárias e idosas em asilos. Todas as exibições online possuem tradução em Libras e serão seguidas de um debate ao-vivo com o público a partir da obra apresentada, também com tradução simultânea em Libras.

As 5 apresentações abertas serão exibidas nas páginas do Espaço Cênico e dos parceiros Brasil de Fato, MST Nacional, Bicicletaria Cultural e Mães pela Diversidade. E para quem quiser se inscrever e receber o link da exibição e debate por e-mail momentos antes da exibição, basta fazer uma inscrição simples e gratuita pela plataforma: https://bit.ly/32tW6Wn

Dentro do contexto da pandemia, a atriz e produtora cultural Nena Inoue trabalhou para que todas as mudanças necessárias fossem feitas e adaptou o projeto para cumprir temporada on-line respeitando o distanciamento social: “Neste momento pandêmico, onde os trabalhadores da cultura se encontram impedidos de trabalhar e temos milhões de artistas e técnicos desempregados no Brasil, me propus a atuar da forma possível e, respeitando o isolamento social, a forma de seguir e levar nosso teatro ao público neste momento é via on-line, então se assim é, assim será. Consegui também manter a proposta de trabalho inicial e levar este trabalho a comunidades menos favorecidas, incluindo mais profissionais ao projeto – como registros de vídeo, transmissões, além de locação de um espaço teatral parceiro (o Ave Lola) – estamos nos movendo e criando caminhos para continuar, possibilitando trabalho e remuneração aos nossos profissionais do teatro”, afirma a artista.

Em cena e online, Nena se transforma numa mulher ancestral e onipresente, que se apropria da palavra e traz à memória várias personagens históricas: mulheres negras, indígenas, guerrilheiras, mães, avós, filhas, de diferentes épocas e lugares que foram violentadas, torturadas, assassinadas e esquecidas.

A obra está em cartaz desde 2017 e já foi assistida por mais de 27.000 pessoas. Sobre o espetáculo, o crítico teatral do jornal “O Globo”, Patrick Pessoa, escreveu: “Nena Inoue transforma luto em luta… espetáculo para não perder”. O solo conta com dramaturgia de Francisco Mallmann a partir da obra “Mulheres”, do uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015). A encenação concebida por Nena, tem direção de texto de Babaya e apresenta temáticas femininas e feministas atreladas a questões histórico-políticas, especialmente da América Latina.

O projeto foi adaptado para que as apresentações online e debates ofereçam uma experiência enriquecedora para o público e foi produzida de forma segura para artistas e técnicos, seguindo todos os protocolos de segurança de saúde para a gravação do espetáculo.

Além das 5 apresentações abertas e das 10 apresentações fechadas para instituições parceiras, o projeto prevê debates posteriores às exibições do espetáculo – que se transformarão em uma série de podcasts – além de 11 Oficinas de Iniciação Teatral, direcionadas gratuitamente ao público que assistir ao espetáculo, que acontecerão de forma on-line, no decorrer de setembro e outubro.

Lembrando que 5 de todas as exibições online são gratuitas e abertas, e podem ser assistidas nas páginas do Espaço Cênico (03/09) e nas páginas dos parceiros Brasil de Fato (04/09), MST Nacional (05/09), Mães pela Diversidade (11/09) e Bicicletaria Cultural (12/09). E para que o público interessado possa se programar e ser avisado na data e horário da exibição, é necessário o cadastro gratuito no link: https://bit.ly/32tW6Wn

Serviço:
Exibições online, gratuitas e com tradução em Libras do espetáculo “Para Não Morrer”, seguidas de debate com o público.
Exibições GRATUITAS e abertas nos dias 03, 04, 05, 11 e 12 de setembro às 20h. 
Inscrição online e gratuita via site: https://bit.ly/32tW6Wn

Também é possível assistir as exibições nas páginas:
03/09: Espaço Cênico – www.facebook.com/espacocenicocuritiba
04/09: Jornal Brasil de Fato – www.facebook.com/brasildefato
05/09: MST Nacional – www.facebook.com/MovimentoSemTerra
11/09: Mães pela Diversidade – www.facebook.com/MaespelaDiversidade
12/09: Bicicletaria Cultural – www.facebook.com/bicicletariacultural

As exibições GRATUITAS e fechadas para parceiros acontecerão nos dias:
28/08 e 6, 7, 10, 12, 13, 14, 16, 18, 19/09.

Nena Inoue. Foto: Luísa Bonin.

Sobre Nena Inoue:
Nascida em Córdoba (Argentina) e desde os nove anos no Brasil, Nena Inoue é artista gestora, produtora, diretora teatral e atriz formada em 1978 pelo Curso Permanente de Teatro do Centro Cultural Teatro Guaíra. Completando 40 anos de carreira, contabiliza mais de 80 espetáculos profissionais e atua ainda como Coordenadora do Espaço Cênico desde 1997. Esteve na mesma função por nove anos (2000 a 2009) ao lado de Luís Melo no ACT – Ateliê de Criação Teatral, espaço que realizou e abrigou distintos trabalhos de caráter multiárea. Foi também Diretora Artística do Centro Cultural Teatro Guaíra (2003 a 2006); produtora da Sutil Companhia de Teatro (2008 a 2010) e, desde 2009, tem sua produção artística voltada às temáticas de caráter histórico-político-social.

Sobre o espetáculo:
Até o momento realizou 250 apresentações com um público aproximado de 27.000 pessoas. Estreou no Festival de Curitiba/Mostra Oficial, em abril de 2017 e nesse ano fez temporadas em Curitiba, no Teatro José Maria Santos, Ave Lola Espaço de Criação, Espaço Fantástico das Artes e em São Paulo, no SESC Pinheiros/SP. Apresentou-se nos festivais FILO – Festival Internacional de Londrina, no SINGA-Simpósio Internacional de Geografia Agrária e na Mostra SÓ EM CENA, de Maringá. Em 2018 no FICA Natal – Festival Internacional de Natal, no III Curitiba Mostra/Festival de Curitiba e temporadas no Teatro Poeirinha (RJ) e Teatro Guaíra (PR) e circulação pelo SESC PR nas cidades de Londrina, Maringá, Cascavel, Paranavaí e Ponta Grossa. Em 2019 apresentações no SESC Ginástico (RJ), no Teatro Municipal de São João del Rey, Mostra Resistências em São José do Rio Preto, no Teatro do SESI de São José dos Pinhais, Circulação SESC SC em 8 cidades (Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Jaraguá do Sul, Concórdia, Laguna, Lages; duas temporadas no Teatro Lala Schneider e participou do Festara – Festival de Teatro de Araçatuba. EM 2020 apresentou-se no SESC São José dos Campos.

Premiações: Prêmio Troféu Gralha Azul 2017 de Melhor Atriz e Prêmio Shell 2019 de Melhor Atriz.

FICHA TÉCNICA:
Dramaturgia: Francisco Mallmann, à partir da obra de Eduardo Galeano
Direção e Atuação: Nena Inoue
Direção de Texto: Babaya Morais
Iluminação: Beto Bruel
Figurino: Carmen Jorge
Cenário: Ruy Almeida
Gravação: Alan Raffo e Lidia Ueda
Técnico Operador: Vinícius Sant
Identidade Visual: Martin Castro
Fotografias: Elenize Deszgeniski, Lidia Ueta, Marcelo Almeida, Raquel Rizzo, Luísa Bonin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Vídeos Redes Sociais: Diego Florentino – Trópico TV
Produção: Guilherme Jaccon
Assistencia Produção: Lidia Ueta
Administração: Judy Fiorese
Direção de Produção: Nena Inoue
Realização: Espaço Cênico

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

Realização:
Espaço Cênico
Incentivo:
EBANX
Incentivo:
Lei de Incentivo à Cultura
Fundação Cultural de Curitiba
Prefeitura de Curitiba

EM DOSE DUPLA: CIRCO DA CIDADE RECEBE DOIS ESPETÁCULOS GRATUITOS DE CIRCO-TEATRO COM O COLETIVO PALHAÇX GOURMET

A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Foto de Mateus Tropo

As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita. Página do evento, aqui

As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade – Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 – aos sábados e domingos – com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.

As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.

Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.

Fim dos Tempos – Foto de Mateus Tropo

Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.

Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.

“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco. 

Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.

SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos – Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Circo da Cidade – Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Informações: (41) 3287-5307

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes – Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet

GRUPOS DE TRABALHO – CRIAÇÃO
– Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
– Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
– Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
– Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo

OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Assessoria de Imprensa
Luísa Bonin e Thays Cristine
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com

 

OS PÁLIDOS

Os Pálidos. Foto: Elenize Dezgeniski

A CiaSenhas de Teatro, dentro das ações do Projeto CiaSenhas ACIONA!, volta em curta temporada no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França, em Curitiba, com o espetáculo Os Pálidos. As apresentações acontecem a partir de 3 de julho, de terça a sábado,  sempre às 20h00. A entrada é Pague Quanto Quiser.

O espetáculo Os Pálidos foi criado a partir de dois polos: a relação com o espectador (já experimentada em outros trabalhos do grupo) e a reflexão sobre estados de inércia, paralisação e anestesia em um ato urgente de pensar o mundo e a cena. 

Os Pálidos tem como ponto de partida dois clássicos de Luis Buñuel: O Anjo Exterminador e O Discreto Chame da Burguesia.

A peça, com texto e direção de Sueli Araujo, acontece em dois ambientes simultaneamente, dividindo a plateia, mas mantendo uma conexão permanente entre os espaços e com “os públicos”. Em cena, ao invés de personagens tradicionais, os atores exploram vozes contraditórias, visões de mundo e formas de pensamento e conduta que tentam forjar uma atitude, construir um gesto que faça a diferença no mundo. Porém, são seres paralisados, medicados e em estado de absoluta suspensão. Em dissonância a este estado das coisas, a cena é revestida com diversos tipos de plantas, investindo na possibilidade de percepção da vida para além da quase morte e apatia das figuras da montagem.

Ao mesmo tempo em que o espetáculo aciona um tipo de humor desestabilizante e estabelece pontos de relação com o espectador, cria espaços de discussão sobre criação de condições de sobrevivência e de formas de estar junto. São situações em que um tipo de micropolítica está sugerida. 

Em Os pálidos, artistas e público, buscam saídas e entradas em um jogo potente de presença. Trabalha com a ideia de que, segundo Eliane Brum: estamos “Esvaziados de ilusões e de formas, aquele que precisa construir um rosto tem medo. Em vez de disputar democraticamente, o que dá trabalho e envolve perdas, prefere o caminho preguiçoso da adesão. E adere àquele que grita, saliva, vocifera, confundindo oportunismo com força, berro com verdade.” É sobre o contexto atual que vivemos e sobre escolhas. 

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e Direção – Sueli Araujo
Atuação: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo, Rafa di Lari e Sueli Araujo
Direção de Movimento – Cinthia Kunifas
Cenário e Figurino – Paulo Vinícius
Designer de Som – Ary Giodani
Designer de Luz – Wagner Corrêa
Direção de Produção – Marcia Moraes
Produção Executiva – Edran Mariano
Designer Gráfica – Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa – Fernando de Proença
Fotos – Elenize Dezgeniski

SERVIÇO:
OS PÁLIDOS
de 03 a 07 de julho de 2018
terça a sábado às 20h  no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França (Mal. Floriano Peixoto, 458, centro de Curitiba)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER
Confira a página do evento, aqui

INSCRIÇÕES PARA O NÚCLEO DE DRAMATURGIA DO SESI-PR 2018 VÃO ATÉ O DIA 5

Oficinas imersivas, palestras, mesas redondas e orientações contarão com artistas de diferentes estados

Até o dia 5 de julho estão abertas as inscrições para o Núcleo de Dramaturgia Sesi-PR – Edição 2018. O programa, em um formato mais dinâmico, prevê oficinas imersivas, encontros, palestras, mesas redondas e orientações direcionadas com artistas de artes cênicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Com encontros frequentes entre os meses de julho e novembro que acontecerão no Centro Cultura Sesi Heitor Stckler de França, o Núcleo propõe a reflexão, exercício e prática da escrita para a cena, num laboratório de criação dramatúrgica, a fim de incentivar a geração de textos inéditos que serão apresentados em uma mostra pública com leituras dramáticas ao final da edição com, inclusive, possíveis publicações dos textos selecionados.  

O Núcleo de Dramaturgia é destinado a qualquer pessoa que deseje desenvolver a prática da escrita. Trata-se de um programa de estudos e desenvolvimento de escrita para a cena. Os inscritos até o dia 5 de julho passarão por um processo de seleção que irá contemplar 12 participantes e três suplentes para esta edição. Para efetuar a inscrição, acesse o edital por meio do site www.sesipr.com.br/cultura.

Sobre o Projeto Núcleo de Dramaturgia Sesi
Surgiu em 2009 a partir de uma primeira experiência realizada pelo Sesi-SP em parceria com o British Council (organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades educacionais). A iniciativa compõe o programa de Núcleos Criativos do Sesi desde 2015 e tem o objetivo de criar um ambiente de desenvolvimento e aperfeiçoamento de artistas, estimular o compartilhamento de referências, experiências e práticas dramatúrgicas, incentivar o diálogo das obras com a diversidade de linguagens, visões e experimentações estéticas, promover o intercâmbio entre artistas de cena e autores da região e de outros estados, bem como valorizar a criação artística contemporânea nas suas mais diversas formas para que provoque questionamentos em seu público.

PROGRAMA NÚCLEO DE DRAMATURGIA SESI-PR – EDIÇÃO 2018:

Abertura
Apresentação da performance “O Narrador” com Diogo Liberano* (RJ) seguido de mesa redonda com o artista e demais orientadores da edição 2018.

*Diogo Liberano é diretor teatral e dramaturgo integrante da companhia carioca Teatro Inominável. Coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Cultural (Rio de Janeiro), é também doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade (PUC-Rio) onde investiga dramaturgia como um tipo de literatura autônoma à cena teatral.

Oficinas Imersivas 
Com duração de 9h/aula, os encontros serão ministrados pelos convidados Diogo Liberano, Stephan Baumgärtel (SC), Adélia Nicolete (SP), Jé Oliveira (SP), Luci Collin (PR) e Tânia Farias (RS).

*Jé Oliveira é ator, dramaturgo, diretor e MC. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde hoje leciona dramaturgia. É fundador do Coletivo Negro, grupo que existe há 10 anos na cidade de São Paulo. Em 2017 ganhou o 6º Prêmio Questão de Crítica por sua obra “Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens”. Professor e orientador do Núcleo de Dramaturgia do Sesi/PR nas edições 2017/2018. Estuda Ciências Sociais na Universidade de São Paulo – USP.

Adélia Nicolete é mestre e doutora em Artes pela ECA-USP, com pesquisa sobre dramaturgia e teatro contemporâneos. É dramaturga, professora e autora de diversos livros, sendo o mais recente “Luís Alberto de Abreu – um teatro de pesquisa”, lançado em 2011 pela editora Perspectiva, do qual foi responsável pela organização.

Luci Collin é formada em Piano e Percussão Clássica pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Paraná. Doutora em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês e pós-doutora em Literatura Irlandesa pela Universidade de São Paulo. Lecionou fora do país e atualmente é uma das professoras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), lecionando literatura de língua inglesa e tradução literária. Participou de antologias nacionais e internacionais (Alemanha, Argentina, EUA, Uruguai), recebeu prêmios de concursos de literatura no Brasil e nos Estados Unidos. Além de ter sido a escritora brasileira que representou o Projeto Literário no EXPO 2000 em Hannover. O forte da escritora curitibana são os poemas e contos, contendo muita ficção. Alguns de seus textos dramáticos viraram inspiração para autos teatrais, como Acasos Perdidos. Também traduziu Gary Snyder, Gertrude Stein, E. E. Cummings, Eiléan Ní Chuilleanáin e Jerome Rothenberg, entre outros.

Tânia Farias é atriz, pesquisadora e encenadora teatral. Personalidade das artes cênicas no Rio Grande do Sul, ela atua na tribo Ói Nóis Aqui Traveiz há mais de duas décadas.

Stephan Baumgärtel possui mestrado em Letras Inglês pela Ludwig-Maximilians-Universität München, doutor em Literaturas da Língua Inglesa pela Universidade Federal de Santa Catarina, e pós-doutorado na ECA/USP com estudos sobre a dramaturgia brasileira contemporânea. Sua tese de doutorado recebeu o Prêmio CAPES 2005. Atualmente é professor associado da Universidade do Estado de Santa Catarina na área de história do teatro, estética teatral e dramaturgia. É idealizador e coordenador do projeto Encontro com Dramaturgo da UDESC. Pesquisador, ele investiga principalmente as modalidades de poéticas políticas teatrais na contemporaneidade e modalidades não-miméticas de encenar textos teatrais não-dramáticas. Leciona principalmente nos campos da dramaturgia contemporânea, teatro pós-dramático, teatro performativo e análise da encenação teatral.

Orientações Direcionadas
As orientações serão realizadas a cada 15 dias com agendamento prévio diretamente com um dos orientadores desta edição:

*Lígia Souza Oliveira é dramaturga e pesquisadora, doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, com estágio de pesquisa em Literatura Francesa na Université Paris 8 – Vincennes/Saint Denis, mestre em Literatura pela Universidade Federal do Paraná e graduada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná. Já publicou as dramaturgias Encontros Diários, Personne e Outros Sons.

*Marcelo Bourscheid é dramaturgo, diretor, tradutor e produtor teatral. Sua dramaturgia tem sido encenada por companhias de todo o país, recebendo prêmios, estudos críticos e circulando por importantes festivais. Foi professor de dramaturgia e escrita criativa em instituições como o SESI, SESC, UFPR, UDESC, ESC Escola de Escrita, dentre outras. Atualmente, integra o Projeto Teatro de Segunda, é Diretor de Cultura da UNESPAR e doutorando em encenação e dramaturgia na UFPR.

*Olga Nenevê é dramaturga, atriz e diretora. Fundadora do Grupo Obragem de Teatro, seus trabalhos são caracterizados pelo perfil investigativo e pela contaminação com outras áreas artísticas. Participou do Núcleo de Dramaturgia SESI-PR em 2010. Seus principais trabalhos como dramaturga são “Trilogia sobre a morte e o luto” composta pelos textos “Passos” (2008); “O inventário de Nada Benjamim” (2009) e “Zaqueu” (2010); “Trilogia sobre a loucura” composta pelos textos “As tramoias de José na cidade labiríntica” (2011 – Troféu Gralha Azul de Melhor texto original); “Cristiano – o cão louco” (2013) e “Coração” (2014 – Prêmio Oraci  Gemba da FCC).

*Sueli Araujo é diretora, dramaturga e fundadora da CiaSenhas de Teatro. Seus trabalhos mais recentes são os espetáculos Fui! (2016), O bafo da gralha (2016) e Os Pálidos (2015), nos quais tem se dedicado a investigar procedimentos poéticos que incluem o espectador na encenação. Em 2013, lançou o livro Narrativas em Cena. É professora do Curso de Artes Cênicas da Unespar-FAP desde 1998.

Stephan Baumgärtel

Mesas Redondas
As artistas Adélia Nicoleti e Tânia Farias, além das oficinas imersivas com os integrantes do Núcleo, propõem uma conversa/palestra aberta ao público em geral.

Leituras Dramáticas
Serão realizadas leituras dramáticas com a presença dos artistas convidados. Alguns dos textos selecionados na edição de 2018 serão encaminhados para publicação impressa e online.

SERVIÇO:
Núcleo de Dramaturgia do Sesi-PR – Edição 2018
Inscrições: até 5 de julho
Início: Julho de 2018
Local: Centro Cultural Sesi Heitor Stockler De França
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 458 – Centro de Curitiba
Número de participantes: 12 pessoas selecionadas e 3 suplentes

Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura/
www.facebook.com/sesiculturapr/