CELEBRANDO A CULTURA DJ EM CURITIBA

Curitiba recebe a primeira edição do 041GROOVE, um evento dedicado à cultura DJ! Com feira de discos, roda de conversa e sets exclusivos, o encontro promete celebrar a música e a arte da discotecagem.

Idealizado pelo DJJeff Bass, pelo Discotecário Bob e pela produtora cultural e atriz Monica Margarido, com o objetivo de fortalecer e valorizar a cultura DJ na cidade. A proposta é promover intercâmbio, troca de ideias e uma grande celebração da arte dos toca-discos.

Nesta estreia, o 041GROOVE traz uma Feira de Discos, reunindo seis expositores locais (Sebinho FATO Agenda participa!), que apresentarão uma seleção especial de vinis. Além disso, o evento conta com a presença dos DJs idealizadores e de dois importantes nomes da cena paulistana, que compartilharão suas experiências e processos criativos em dois momentos especiais: uma roda de conversa e uma apresentação no comando dos toca-discos.

Com um formato dinâmico e interativo, o evento pretende ser um espaço de conexão entre DJs, colecionadores, pesquisadores da música e o público em geral, fortalecendo a cena e ampliando o diálogo sobre a cultura do vinil e da discotecagem.

Instagram @041groove

SERVIÇO:
Evento: 041GROOVE – Valorização da Cultura DJ em Curitiba
Data: 1 de Maio de 2025
Local: Basement Cultural, R. Des. Benvindo Valente, 260, São Francisco, Curitiba-PR
Horário: a partir das 14h
Entrada gratuita

FICHA TÉCNICA:
Produção | Monica Margarido
Assistente de produção | Jamille Reddin
Programação visual e mídia social | Paula Villa Nova
Intérpretes de libras | Nathan Sales e Jessica Nascimento
Catering | Padaria comunitária Cecopam
Realização | 041Groove

SELETIVA PARA NÃO ARTISTAS ESTÁ ABERTA PARA NOVO ESPETÁCULO DE TEATRO DO AP DA 13

O diretor Eduardo Ramos e a atriz e bailarina Flávia Massali em: Procura-se cinco NÃO ATORES e NÃO ATRIZES para compor o elenco da nova montagem do AP da 13 e da Setra Companhia, com remuneração para os participantes que vão estrear dia 21 de agosto no palco do Teatro Novelas Curitibanas.

O espetáculo teatral MULTIDÃO abre inscrições para seleção de não artistas, para um processo de audições e oficinas para participação de cinco pessoas comuns na temporada que estreia em agosto no palco do Teatro Novelas Curitibanas.

Estão abertas as inscrições para pessoas comuns, para a escolha de cinco NÃO ARTISTAS fazerem parte da nova montagem do AP da 13 e da Setra Companhia de Curitiba, a partir do dia 10 de abril, com encerramento previsto para o dia 11 de maio. Os selecionados vão estrear no espetáculo MULTIDÃO, que já tem data marcada para o dia 21 de agosto, no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Por meio de uma seletiva, os cinco novos integrantes vão compor o elenco que terá mais quatro artistas e um músico em cena, somando 10 atuantes no palco.

A ideia, de acordo com Eduardo Ramos, diretor e dramaturgo da peça, é encontrar pessoas que queiram compartilhar suas experiências pessoais, de diferentes áreas profissionais, em cima do palco, como oportunidade de se tornarem atores e atrizes em 18 apresentações durante a temporada. “Criamos histórias a partir da literatura, fazemos inúmeras releituras de textos teatrais já existentes, o teatro é sempre a partilha de algo que nos toca e que julgamos pertinente para os tempos atuais” comenta o diretor. Eduardo acredita que trazer NÃO ARTISTAS para o processo criativo é uma maneira de ampliar o alcance do teatro. “Queremos pessoas que estão por aí, atuando de alguma forma na vida real, e que verdadeiramente nos inspiram para contar uma boa história”, revela.

Os não artistas serão selecionados por meio de uma curadoria formada pelo diretor e profissionais da equipe, e vão integrar o elenco fixo, que além de atuar, vão dar suporte para que os amadores se sintam à vontade e possam vivenciar o processo de criação de um espetáculo de teatro. “Multidão significa um agrupamento de pessoas atuando ao mesmo tempo, então queremos também explorar a relação destes não artistas, que já são atuantes na sociedade, e que através da arte, possam encontrar um novo significado sobre sua subjetividade”, diz Eduardo.

Um dos critérios de seleção é a diversidade, pois a dramaturgia também será pautada por questões raciais, de gênero, sexualidade, e etarismo, ou seja, pessoas acima de 60 anos, de outras raças e gênero, pessoas com deficiência, e também de regiões descentralizadas de Curitiba. Haverá ainda uma remuneração para os participantes do processo criativo e da temporada, com duração de 2 meses e meio. Os selecionados vão participar de oficinas e audições de teatro para desenvolvimento do não artista no palco.

Para as inscrições, basta o interessado enviar um vídeo de até 2 minutos para o whatsapp da produção do espetáculo (41 998470906), com uma breve apresentação e além de dizer porque sua história deve ser escolhida para estar nos palcos.

Multidão é realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
MULTIDÃO
Datas:
Inscrições seletiva: 10 de abril a 11 de maio
Resultado pré-selecionados: 16 de maio
Resultado seleção: 03 de junho
Inscrições: WhatsApp Produção (41 998470906)

SOBRE A SETRA COMPANHIA
A Setra Companhia, fundada em 2013 pelo diretor e dramaturgo Eduardo Ramos, convida artistas de distintas linguagens para a feitura dos seus processos, friccionando suas obras entre o teatro, a dança e performance. Destacam-se as obras MOMMY (2016), com a atriz Rosana Stavis, CONTOS DE NANOOK, espetáculo que recebeu 2 prêmios e nove indicações no Troféu Gralha Azul. Em 2019, a Cia estreou o espetáculo FEDRA com codireção de Michelle Moura e Maikon K. no elenco, na Mostra Oficial do Festival de Curitiba. Os últimos trabalhos da Cia foram os espetáculos de dança Monstro e Família Original 3.0, realizados na Casa Hoffmann, ambos pela Mostra Solar em 2023 e 2024.

SOBRE O AP DA 13
O AP da 13 é um coletivo e espaço multicultural fundado pelo artista Eduardo Ramos, que se dedica à fricção do teatro com a dança há mais de 10 anos. De 2013 até hoje, foram 15 espetáculos tendo como norte a proposição de novas pesquisas estéticas e dramatúrgicas, na busca conceber obras que habitem um campo que transita entre o reconhecimento e a estranheza, de modo a promover experiências novas e de extrema singularidade para quem assiste aos espetáculos da Cia. Promovendo o encontro entre artistas do teatro, dança e performance, o Coletivo se destaca pela maneira que cria mecanismos entre estas linguagens. Em 2015 estreou dois espetáculos completamente singulares: Ave Miss Lonelyhearts por Gustavo Marcasse e MOMMY em parceria com a dramaturga, Mariana Mello. Em 2017, o espetáculo Contos de Nanook a partir da construção de um universo fantástico, trata das fábulas dos inuits, indígenas do Polo Norte. Em 2019, a Cia começa suas pesquisas nas reescritas dos textos clássicos a partir do mito Fedra de Eurípedes e Amor de Phaedra da dramaturga britânica Sarah Kane, estreando o espetáculo de dança teatro Fedra em: O Fantástico Mundo de Hipólito. Espetáculo convidado para a Mostra Principal do Festival de Curitiba 2019.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

UYARA TORRENTE LANÇA SHOW-CÊNICO COM MÚSICAS INÉDITAS EM CURITIBA


Acompanhada por artistas da música e do teatro, a atriz e cantora, idealizadora de “Vou Parir um Terremoto”, traz uma montagem sensível e humorada sobre a não-maternidade, com apresentações gratuitas no Portão Cultural e no Guairinha, entre os dias 18 e 24 de abril.

O que Maria Bethânia, Nara Leão, Linniker e Linn da Quebrada têm em comum com Uyara Torrente? Todas são cantoras e atrizes. A artista curitibana, vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade, reconhecida por seu talento na música e nas artes cênicas, lança o show cênico “Vou Parir um Terremoto”, unindo as duas linguagens na montagem produzida pela la lettre criação. A curta temporada, com três sessões gratuitas, tem estreia nacional nos dias 18 e 19 de abril, no Auditório Antônio Carlos Kraide – Portão Cultural, com encerramento no dia 24 de abril no Teatro Guairinha, sempre às 20 horas.

Na trama, a atriz dá vida a uma personagem que enfrenta múltiplos dilemas, expressando suas dúvidas e incertezas enquanto investiga, principalmente, a condição da mulher no Brasil da atualidade. “Me encanta as contradições e complexidades que ela traz, com uma visão tridimensional, entre o “certo” e o “errado”. Ela não traz certezas e afirmações, e sim questionamentos para que possamos refletir junto ao público. Às vezes com humor e às vezes não”, conta Uyara.

A idealização do projeto nasceu em 2021, a partir de leituras e conversas entre Uyara e a escritora Lígia Souza – parceira e amiga da vida, autora do texto original do espetáculo – e a artista Nadja Naira, diretora cênica do show. Nesta montagem, as parcerias se estendem também na musicalidade, com a participação do produtor musical Vinícius Nisi, da Banda Mais Bonita, criador dos arranjos das canções do novo projeto. A coordenação geral fica a cargo de Pablito Kucarz, seu companheiro de palco desde o Teatro de Breque.

É por meio da linguagem híbrida, entre a música e o teatro, que o espetáculo acontece, tratando de assuntos relevantes. “Não é preciso levar a vida tão a ferro e fogo, é possível falar de temas como aborto, violência ou medo sem ser excessivamente dramático, por isso trazemos pra cena muitos elementos visuais do universo pop”, diz a diretora. Além disso, Nadja revela que “dirigir a Uyara é descobrir o universo da palavra e suas reverberações no corpo de uma mulher madura e de uma artista múltipla, cheia de magnetismo. Com certeza o público acostumado com a Uyara da Banda Mais Bonita vai se apaixonar novamente pela artista”, completa.

“Vou Parir um Terremoto” é ambientado num show de uma cantora pop e sua banda, formada pelas musicistas: Babi Age, na bateria, e a beatmaker e guitarrista Katze. Tudo é colorido e sintético. Ao mesmo tempo em que carrega uma estética mínima e concisa, contrasta com um texto e sonoridades barulhentas e verborrágicas, alicerçadas nas histórias reconhecíveis de tantas mulheres reais. O uso de diferentes linguagens artísticas, que se cruzam na dramaturgia e na música, criam a presença cênico-performativa instigante e potente, o que dá ainda mais força ao debate de assuntos pulsantes na sociedade atual.

As apresentações gratuitas, incluem recursos de acessibilidade, como tradução para Libras, além de transporte para grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade, convidadas para assistir ao espetáculo. O show-cênico foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo do Governo do Estado do Paraná, com produção da la lettre criação.

Mulheridades nos tempos contemporâneos
O projeto ganhou força, com a provocação da música “Grávida” de Arnaldo Antunes, eternizada na voz de Marina Lima, refletida na condição feminina de contínua iminência de uma gravidez. “A canção desencadeou a possibilidade de discutir a não-maternidade por opção como uma forma de parto/criação de outras coisas, para além da escolha pela gestação de uma criança”, explica Ligia Souza.

O texto teatral é uma continuidade da pesquisa em dramaturgia criada por mulheres iniciada na primeira produção da companhia, Penélope. Já em “Vou Parir um Terremoto” a combinação entre textos e canções amplifica os debates sobre mulheridades tanto pautado na atualidade, inclusive temas polêmicos convidando à reflexão de questões que envolvem a mulher contemporânea cotidianamente.

Livro “Vou Parir um Terremoto”
A la lettre criação, além de produzir espetáculos, também é um selo de publicação de textos teatrais. Com a estreia de “Vou Parir um Terremoto”, mais uma publicação ganha vida, com uma tiragem de 800 exemplares. O material será distribuído gratuitamente nos teatros, durante as apresentações e, em espaços de leitura municipais e escolas da rede pública, como contribuição para os acervos permanentes para leitura e consulta pela população curitibana.

SERVIÇO:
Data: 18 e 19 de abril – sexta e sábado – às 20:00
Local: Auditório Antônio Carlos Kraide (Portão Cultural – República Argentina, 3.432, Curitiba)
Data: 24 de abril – quinta-feira – às 20:00
Local: Guairinha – Auditório Salvador Ferrante (Rua XV de Novembro, 971, Curitiba)
Entrada Franca: Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes no local. Sujeito à lotação.
Classificação: 16 anos I Duração: 80 minutos
YouTube: @lalettreespacodecriacao
Instagram: @lalettrecriacao

SINOPSE
Entre a música e o teatro, Uyara Torrente dá vida a uma cantora que transforma o palco em um espaço de questionamento sobre a não-maternidade e os papéis femininos na sociedade. Em um show vibrante, marcado por humor e dramaticidade, a personagem enfrenta dilemas e reflexões sobre liberdade, medo e expectativas sociais. Com canções inéditas e uma estética pop, Vou Parir um Terremoto propõe um olhar potente e sensível sobre as contradições de ser mulher hoje.


Foto: Marco Novack.

Uyara Torrente
Atriz, cantora e compositora, Uyara Torrente é a fundadora e vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade, projeto que ganhou notoriedade após o sucesso viral do vídeo “Oração”. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP), Uyara construiu uma carreira sólida no teatro, cinema e música, participando de turnês internacionais em países como Portugal, França, Espanha e Venezuela. Como atriz, integrou diversos espetáculos teatrais, destacando-se no cenário cultural curitibano e nacional. Recentemente, lançou seu primeiro álbum solo e segue explorando a interseção entre as artes performativas e a música.


Nadja Naira

Diretora e iluminadora, atriz formada pela PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra. Em constante criação artística há mais de 30 anos, tem parcerias importantes, companhias de teatro, dança e música, recebendo prêmios como APTR, Shell e Gralha Azul. Dirigiu recentemente os espetáculos: O medo da morte das coisas, Dito e Lusco-Fusco. Como atriz, participou de diversas montagens, incluindo PRETO, PROJETO bRASIL e Descartes com lentes. Desde 2002, integra a companhia brasileira de teatro e, desde 2021 dirige os espetáculos da la lettre criação, dentre eles Penélope e Vou Parir um Terremoto.

Vinícius Nisi
Produtor musical e compositor, Vinícius Nisi é um dos co-criadores do sucesso da Banda Mais Bonita da Cidade, atuando como diretor musical e instrumentista. Formado em Produção Sonora pela Universidade Federal do Paraná, Vinícius tem uma carreira multifacetada que inclui a composição de trilhas sonoras para cinema e teatro, além de produção musical em diversos gêneros. Destaca-se por sua contribuição na trilha sonora do filme “Alice Júnior”, premiada no Festival de Cinema de Brasília. Sua atuação também abrange a produção de shows e clipes que alcançaram ampla repercussão, tanto no Brasil quanto internacionalmente.

Ligia Souza
É escritora e pesquisadora. Doutora em Artes Cênicas pela USP e pós-doutora em Artes da Cena pela UNICAMP, com período de pesquisa na École Normale Supérieure e na Université Paris VIII na França. Autora de diversas obras publicadas e encenadas, trabalha com experimentações sobre questões de gênero e oralidade das palavras. Acompanhou processos artísticos na França, incluindo o trabalho do dramaturgo Valère Novarina. Idealizadora junto com Pablito Kucarz da la lettre criação, dedicada à publicação de dramaturgia brasileira contemporânea e produção de espetáculos.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

 

O SANTO CORTE & COSTURA MUSICAL (CARÃO NO SALÃO)

O Santo Corte, salão responsável pelos cortes mais estilosos de Curitiba, completa um ano no próximo domingo 30/03, ocupando um casarão histórico na bucólica Praça Santos Andrade, em Curitiba. E para não deixar essa data passar em branco, aproveitando as coincidências cósmicas da vida, contaremos com a participação de: Michelle Michelon das tesouras afiadas do Lolitas Salon de Coiffure – que atualmente agita as cabeças de Londres – e Lisa Simpson com sua máquina de costura musical Berlinense, elas estão na cidade e vão agregar nas comemorações.

Afinal, tudo começou ali no largo da Ordem lá por 2010, quando essa turma toda se reunia trazendo a arte para a rua com desfiles, concertos, e muitas parcerias com criadores locais. Na intenção de resgatar a união das mentes mais criativas que essa cidade já teve, iremos apresentar um domingo nada convencional, onde música, costura, beleza e moda consciente se entrelaçam num espetáculo imperdível!

A casa abre às 14h com discotecagem analógica de Doka e Maçã, enquanto os cabeleireiros residentes do Santo Corte preparam modelos que irão desfilar looks especiais selecionados por Colete e Corselet, Marcos Manzutti, Chris Thainy, Agente Costura, Cherimoia Garimpo e SoraiaSo, acompanhados pelo som experimental e improvisado de Andreza Michel no baixo, Jonny na guitarra, e Lisa Simpson com seus instrumentos artesanais e máquinas de costura musical. Vem com a gente se divertir!

SERVIÇO:
O Santo Corte & Costura Musical (Carão no Salão)
Data: 30/03/2025
Horário: 14:00 às 21:00
Local: O Santo Corte. Endereço: Rua Alfredo Bufren, 323 – Centro de Curitiba.
Atrações:
Discotecagem: Maçã e Doka
Desfile às 18:00 – Colete e Corselet / Agente Costura / Marcos Manzutti / Recast Lab / SoraiSo / Cherimoia Garimpo Improviso sonoro: Lisa Simpson / Jonny Washington / Andreza Michel

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

 
crédito foto: @ocentrodecuritiba

ADIS ABEBA RESISTENCE feat SISTAHS INNA HOUSE

O show ADIS ABEBA RESISTENCE feat SISTAHS INNA HOUSE, é uma fusão dos dois projetos criados pelo produtor musical pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical,  Ricardo Verocai, unindo o melhor do reggae instrumental com músicos que fazem parte da cena do reggae nacional e internacional  à afinidade das vozes de um trio vocal composto por cantoras de grande expressividade artística.

Ricardo Verocai,  tem uma extensa trajetória no estilo musical reggae , em 94 foi um dos criadores da banda Ganjazz (a primeira banda carioca no segmento jazz-reggae) com Black Alien, Daniel Pires, Marcello Hadji, entre outros e em 2004 foi um dos fundadores da banda Original Marley Cover, ambas no Rio de Janeiro.

Dentro do segmento acompanhou nomes como:  Ras Bernardo (Cidade Negra), Rio Reggae Banda, Dom Luiz Rasta , Nabby Clifford, Djambi, entre outros. Também acompanhou em tours nacionais e internacionais, Andrew Tosh (Jamaica) por 10 anos, Pato Banton, Mishka e Harrison Stafford (EUA) e  integrou a banda californiana Groundation  na “South American Tour 2018”. Foi convidado por Aston Familyman Jr. para participar do show do The Wailers (banda do Bob Marley) em Curitiba no ano de 2015.

Em 2020 criou o projeto de música instrumental de reggae ADIS ABEBA RESISTENCE em homenagem  à região da Abissínia, no continente africano, que nunca foi colonizada, exaltando essa resistência através de uma existência  musical e ancestral.

Em seu repertório traz composições de Bob Marley, Black Uhuru, Jackie Mittoo, Denis Brown, Peter Tosh,  Twinkle Brothers, entre outros grandes nomes da reggae music.

Ricardo Verocai e a cantora, compositora e diretora artística Kátia Drumond são idealizadores e dirigem o projeto musical MUV, de música preta brasileira,  que em 2024 completou 25 anos e tem 5 álbuns lançados. A dupla tem uma longa história musical com a reggae music , Kátia Drumond foi backing vocal de Pato Banton, Ras Bernardo, Walking Lions e integra desde  2004 a banda Original Marley Cover.

Em 2018 criaram o projeto de vocal feminino de reggae, SISTAHS INNA HOUSE, onde Kátia convida outras cantoras.  

O show  Adis Abeba Resistence feat Sistahs Inna House tem a seguinte formação: Katia Drumond (cantora), Taciane Vieira (cantora),  Ariane Souza – (cantora), Ricardo Verocai (teclados), Marlon Siqueira (guitarra),  Evangivaldo Santos (contrabaixo), Reuel Silva (bateria) e Tonico Rasta (roadie).

O show é um mergulho na atmosfera do “deep reggae roots”  da música jamaicana dos anos 70 e 80.

Serviço:
SEXTA 21/03
19h — 03h
Local: Macro Bar e Pista – Rua João Negrão 2450- Centro De Curitiba.
Ingressos antecipados R$20, – aqui no link

@sistahsinna_house

@adisabebaresistence

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

CURITIBA RECEBE A ÚLTIMA ETAPA DA TURNÊ DO ESPETÁCULO PAULISTANO SUBTERRÂNEA: UMA FÁBULA GROTESCA NO PARANÁ

Após circular por três cidades paranaenses, o solo autoral da atriz Juliana Birchal que está em turnê no Paraná, fecha temporada em Curitiba com apresentações e ações de acessibilidade, oficina formativa teatral e roda de conversa. A montagem faz reflexões sobre o papel da mulher na sociedade ao questionar o conservadorismo patriarcal usando como metáfora o ciclo de vida das cigarras, além da inspiração na obra de Lewis Carroll: As aventuras de Alice no reino subterrâneo.

De 27 de fevereiro a 1º de março de 2025, a atriz mineira, radicada em São Paulo, Juliana Birchal e sua equipe de produção que estão em turnê no Estado do Paraná, chegam em Curitiba com a apresentação do solo autoral de teatro físico “Subterrânea: uma fábula grotesca”. O espetáculo, que já passou por Londrina, Maringá e Piraquara e fecha a temporada na capital paranaense, é realizado por meio da Bolsa Funarte de Teatro Myriam Muniz. “Trazer o espetáculo para cidades paranaenses é uma oportunidade de compartilhar com um público inédito, o que com certeza vai acrescentar muito ao nosso trabalho, além da troca com artistas locais e colocar em pauta a violência de gênero, um tema urgente”, conta a atriz.

Em Curitiba o projeto faz três apresentações gratuitas, com uma roda de conversa, no Espaço Obragem e oferece ainda, também de forma gratuita, a oficina formativa “Mascaramentos para a Criação Teatral” para artistas e estudantes, ministrada pela própria Juliana e pela provocadora cênica e produtora do solo, Jossane Ferraz, no dia 26 de fevereiro, no mesmo local. Além disso, o projeto traz ações de acessibilidade com apresentações em Libras, audiodescrição e também visita tátil ao cenário para pessoas cegas e com baixa visão, uma hora antes das apresentações, “aproximando todos os públicos da arte e também da relevância do tema que trazemos no texto”, explica a atriz.

Por meio de uma fábula, o solo de Juliana Birchal, coloca em cena uma mulher-cigarra que, para se encaixar nos papeis sociais que lhe foram atribuídos, acaba revelando as contradições e violências deste sistema, sendo ao mesmo tempo vítima e algoz. “O espetáculo questiona a perpetuação de modelos sociais e valores morais provocando o público a refletir sobre o lugar das mulheres na sociedade”, enfatiza.

Na equipe criativa de “Subterrânea: uma fábula grotesca”, Juliana conta com a direção de Lenine Martins e utiliza a técnica teatral do mascaramento para viver a personagem, uma mulher-cigarra que levanta questionamentos sobre o patriarcado ao fazer uma analogia com o ciclo de vida do inseto que passa parte da vida debaixo da terra. “A correlação com a cigarra convida o público a refletir sobre as funções e papeis exercidos pela mulher na sociedade e o afloramento do conservadorismo na contemporaneidade que acaba por justificar erroneamente uma série de injustiças comumente aceitas”, revela a atriz.

Construção do espetáculo
Do ponto de vista da linguagem, a produção parte da investigação estética da atriz sobre corpos-máscaras para dar vida à mulher-cigarra e outros insetos que participam da narrativa. De acordo com Juliana, o ciclo de vida da cigarra dialoga com a ‘mulher de bem’ que está inserida no sistema de poder. “Trata-se de uma metáfora incrível com tudo o que eu me proponho a falar sobre o conservadorismo que sempre esteve aí e que emerge de uma forma muito violenta”, complementa.

A investigação também se associa à pesquisa de Mestrado desenvolvida por Juliana na ECA/USP intitulada “Da máscara à masquiagem: o mascaramento no Théâtre du Soleil, seguido de estudo de caso do espetáculo A Era de Ouro (1975)”, no qual analisa os mascaramentos adotados pelo Théâtre du Soleil, trupe francesa com a qual Juliana realizou residência artística entre 2014 e 2016.

No palco, o público pode acompanhar exatamente o ciclo de vida da cigarra, que pelo bem da espécie, repete o próprio sistema que a reprime, mantendo assim, a ordem natural das coisas, acreditando que a sobrevivência depende do cumprimento das obrigações que o próprio sistema impõe, quando se compara que a cigarra pode viver por até 17 anos debaixo da terra e ao sair cumpre sua última metamorfose. “É nesse momento que acasala, reproduz e morre”, completa Juliana.

Criação e Inspiração de Subterrânea
Juliana Birchal foi impactada pela leitura da consagrada obra de Lewis Carroll: As Aventuras de Alice no reino subterrâneo, escrita em 1865, mais conhecida como Alice no país das Maravilhas. Foi quando em 2019, convidou a atriz Mayara Dornas para montar um espetáculo a partir daquela narrativa. “Lembro de estar muito interessada nesse mergulho que a Alice faz no mundo subterrâneo e aí comecei a pesquisar a obra e ficar curiosa sobre o que era esse salto que ela dá, para esse lugar debaixo da terra, onde a lógica parece não ter lógica”, explica.

Outro ponto de partida para a montagem foi o isolamento social vivenciado durante a pandemia da COVID-19. Diante da situação alarmante e da pulsante vontade de se expressar, a atriz transformou sua casa numa sala de experimentos, que resultou neste solo autoral. Juliana conta que a ideia do subterrâneo já havia ultrapassado a história de Alice. “De repente tudo que estávamos vivendo social e politicamente no Brasil, além de um governo de extrema direita e discursos de ódio ganhando força, começou a me trazer forte impacto, que transformei em arte”, conta. Foi nesse momento que a ideia do subterrâneo ganhou força revelando como aquilo que estava escondido se tornou visível de forma avassaladora. “Se antigamente alguém tinha receio de falar algo que pudesse soar como intolerante ou preconceituoso, naquele momento as pessoas não o tinham mais e a justificativa era a liberdade de expressão”, destaca.

O espetáculo solo de Juliana Birchal, teve estreia nacional em junho de 2023, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium em Belo Horizonte (MG). No mesmo ano foi apresentado em Brasília (DF), durante o Festival Solos Férteis. Em 2024, chegou a São Paulo e Mato Grosso no Festival de Teatro da Amazônia Mato-Grossense em Alta Floresta.

SINOPSE:
No formato de uma fábula grotesca, o solo aborda a trajetória de uma mulher-cigarra que, uma vez nascida cigarra, deve se conformar a cumprir o seu papel: acasalar, reproduzir e morrer. Pelo bem da espécie, a mulher-cigarra reproduz o próprio sistema que a reprime, mantendo assim, a ordem natural das coisas.

FICHA TÉCNICA:
Concepção e atuação: Juliana Birchal
Direção: Lenine Martins
Dramaturgia: Juliana Birchal e Lenine Martins
Consultoria dramatúrgica: Si Toji
Provocação Cênica: Jossane Ferraz
Trilha sonora: Javier Galindo
Consultoria musical (violino): Vanille Goovaerts
Iluminação: Lucas Pradino
Cenografia, figurino e adereços: Laura Françozo
Maquiagem: Thaís Coimbra
Produção executiva: Juliana Birchal e Jossane Ferraz
Arte gráfica e identidade visual: Adriana Januário

SERVIÇO:

CURITIBA
Espetáculo – Subterrânea: uma fábula grotesca
Dias: 27 de fevereiro a 1 de março
Local: Espaço Obragem (Al. Júlia da Costa, 204 – São Francisco)
Horário: 20 horas
Ingresso: Gratuito

Roda de conversa: 28 de fevereiro – após a apresentação
*Apresentação com LIBRAS e audiodescrição: 28 de fevereiro
*Todas as apresentações terão visita tátil uma hora antes das sessões

Oficina – Mascaramentos para a Criação Teatral
Dia: 26 de fevereiro
Horário: das 9h às 12h – das 14h às 17h
Local: Espaço Obragem (Al. Júlia da Costa, 204 – São Francisco)

Inscrições: inscrições através de link na bio do perfil do instagram @subterranea.fabula.grotesca

Juliana Birchal. Foto de Vitor Vieira.

Sobre Juliana Birchal
Atriz mineira radicada em São Paulo. Os seus trabalhos se concentram em torno do teatro físico e do teatro de máscaras. Sua formação passa pela Formação Básica de Palhaço dos Doutores da Alegria (2017), graduação em Teatro (licenciatura) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008-2013) e curso Profissionalizante em Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica do Palácio das Artes (2008-2010). Em 2024, tornou-se Mestra em Artes Cênicas pela USP com pesquisa sobre mascaramentos no Théâtre du Soleil, trupe com a qual realizou residência artística entre 2014 e 2016.

Em 2023, estreou trabalho autoral envolvendo mascaramentos intitulado “Subterrânea: uma fábula grotesca” que já se apresentou em Belo Horizonte, Brasília (Festival Solos Férteis), São Paulo, Alta Floresta (Festival de Teatro da Amazônia Mato-Grossense) e recebeu a Bolsa Funarte de Teatro Myriam Muniz 2023 para realizar turnê em cidades do Paraná. Em sua carreira como atriz, além da experiência com Ariane Mnouchkine (Théâtre du Soleil), participou de cursos e oficinas com Eugenio Barba e Julia Varley (Odin Teatret), Renato Ferracini (LUME Teatro), Tiche Vianna e Ésio Magalhães (Barracão Teatro), entre outros. No teatro, trabalhou com a Cia. Picnic (2019-2024), O Trem Cia. De Teatro (2020), Fernando Neves (2017), grupo Espanca! (2010) e Juliana Pautilla (2010).

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ALL PARTY E LOVE CITY FAZEM A FESTA COM A PRESENÇA DO RAPPER RODRIGO OGI

Arte da 17ª edição da ALL PARTY num collab inédito com a pista de skate LOVE CITY, criada pelos artistas gráficos Anthony Nathan e Fred Freire.

Aproveitando a passagem do notável cronista do rap nacional por Curitiba, Rodrigo Ogi e Nato PK são os convidados para discotecagem, numa parceria inédita entre festa e pista de skate, para reunir música boa e gente boa, no dia 17 de novembro. 

A 17ª edição da já consagrada ALL Party, chega com grandes novidades para a temporada de verão. Marcada para o dia 17 de novembro de 2024, firmou parceria com a recém inaugurada pista de skate de Curitiba, Love City, para celebrar um novo momento do projeto, que reúne num só lugar: música boa e gente boa. O collab entre pista e festa, traz um line up descolado, com a participação do rapper paulistano Rodrigo Ogi, que estará em Curitiba, e na  ALL, se apresenta num formato diferente: vai discotecar suas influências e músicas prediletas, junto com o DJ Nato PK. A festa tem abertura com a seleção musical analógica, 100% vinil, comandada pela Selecta Manzana, DJ residente da ALL.


Na foto de Cassio Vinicius, o pocket show do grupo Febre 90s que lotou a 10° edição da ALL Party CWB em outubro de 2023. 

O espaço da pista Love City, é um ambiente para a prática de esporte e lazer com bares e restaurantes que ficarão em funcionamento durante a festa. “A ideia de juntar a energia do skate com a música é um sonho, e agora vamos ampliar as possibilidades para que o público seja recebido com o máximo de conforto e qualidade para uma experiência única”, diz o produtor executivo da ALL, Raphael dos Santos.


A pista coberta Love City, local da 17ª edição da ALL Party com de Rodrigo Ogi, Nato PK e Márcia Manzana na foto de Gabriel Franco. 

Criar uma festa alternativa com artistas de porte nacional é uma das características da ALL Party, que busca na diversidade sonora atender públicos também diversos. Ao longo dos últimos anos projetos de artistas como B.Negão com “Bota o Som”, a “Rap Reagge Party” de Lúcio Maia e DJ PG, “Hay Turntablism” com DJ Mako e DJ A.S.M.A, “12 Polegadas” do DJ KL Jay e DJ Hum, Febre 90s e Lurdez da Luz, são exemplos da responsabilidade da ALL Produções, que tem a frente da curadoria artística, Márcia Manzana. Para ela, unir elementos da cultura de rua é o lema da ALL. “Esta edição com muita discotecagem promete ser histórica, convidar Rodrigo Ogi e o DJ Nato PK, que estão na cidade para um show, é um salto para a nossa festa que tem na parceria com a Love City uma nova pegada de entretenimento”, afirma.

O espaço da pista Love City, é um ambiente para a prática de esporte e lazer com bares e restaurantes que ficarão em funcionamento durante a festa. “A ideia de juntar a energia do skate com a música é um sonho, e agora vamos ampliar  as possibilidades para que o público seja recebido com o máximo de conforto e qualidade para uma experiência única”, diz o produtor executivo da ALL, Raphael dos Santos.

Os ingressos antecipados estão disponíveis em três lotes no site da meaple.com, nos valores: promocional a R$15,00, seguido do 1º lote a R$ 20,00 e o 2º lote a R$ 30,00. Vale lembrar que os amantes do skate também podem levar seus carrinhos para usufruir do bowl e da pista durante a festa. 

SOBRE OS ARTISTAS 
Rodrigo Ogi é rapper e cronista conhecido por seus complexos esquemas de rimas, pelo storytelling que se assemelha ao de grandes nomes da literatura e por ter um dos flows mais autênticos e inovadores do rap brasileiro. O artista, que já fez parte do grupo ContraFluxo, coleciona quatro discos em sua carreira solo: “Crônicas da Cidade Cinza” (2011) e RÁ! (2015), dois clássicos do gênero no país, após, em 2017, lançou o EP “Pé no Chão”, onde explorou novos caminhos da composição com o hit “Nuvens”. Em 2023, lançou “Aleatoriamente”, sucesso de crítica produzido por Kiko Dinucci, que dialoga com outros ritmos contemporâneos que vão além do hip-hop. Ogi já colaborou com artistas como Emicida, Rael, Marcelo D2, Juçara Marçal, entre outros.

Nato PK tem 28 anos de carreira, hoje é DJ e Beatmaker, já integrou o  Coletivo e Selo Independente do ABC Paulista @paudedaemdoido. Atualmente acompanha o rapper Rodrigo Ogi em seus shows, Mc Max B.O, Rubel, Thiago Jamelão e a cantora Liège. Já dividiu os palcos com Ana Cañas, Pitty, Emicida, Mc Marechal, entre outros. Faz parte da crew de DJs @sodiscosalva que tem foco na pesquisa e discotecagem mixada 100% em vinil. Nato PK fez também parte da primeira Orchestra de Beatmakers do mundo, a Beatbrasilis Orchestra. Com vários títulos lançados produziu músicas para Emicida, DJ Hum, Patrícia Marx, Rappin Hood, Chuck D (Public Enemy) e MV Bill.

Selecta Manzana, é diretora artística da All Party. Como DJ seleciona músicas 100% em vinil, desde os anos 2000, tendo forte presença na cena cultural de Curitiba, com os saudosos Retrô e Kitinete. Colecionadora e pesquisadora da música analógica, apresenta seu acervo diverso, autêntico e versátil. A paixão da artista é a música brasileira dos anos 70, que explora ainda gêneros como funky, soul, disco, boogie, rap, jazz e o instrumental dançante. Manzana acredita no poder do ritmo e longe de rótulos incorpora músicas em outros idiomas, menos explorados na pista, como eslavo, francês, italiano, japonês  e espanhol. Atualmente, é residente  no “Sunday Gardens Jazz”, comanda o projeto “Na ponta da Agulha com Manzana”, e produz a All Party. 

ALL PARTY
ALL Party,  é um projeto que consiste em trabalhar com elementos da cultura de rua, skate, grafite e break. É uma festa que convida outras festas, também reconhece DJ ‘s que estão começando suas trajetórias, e DJs renomados no cenário nacional.

Lançada em 2022, o evento reúne em média 300 pessoas por edição, em um formato bimestral com uma curadoria que atende artistas que tocam em festivais e casas noturnas pelo Brasil afora. Pela All Party já passaram: Lúcio Maia guitarrista do Nação Zumbi, Dj PG integrante do grupo Elo da Corrente, Laudz, Nave, Bnegão vocalista do Planet Hemp, Mary G, Mitay, Seleta Manzana.

LOVE CITY
Curitiba é a capital conhecida por formar grandes campeões do skate, com isso surgiu a Love City, uma pista de Park coberta. A marca remete aos traços e às cores vibrantes que refletem a estética dos anos 80 e 90. É chamada de “Love City” para ser acolher tanto skatistas quanto os admiradores do esporte. No skate, lembra o “Love Seat,” um obstáculo clássico em diversos skateparks ao redor do mundo. Para todos os outros, “Love City” representa a cidade em construção: um ambiente urbano, seguro e acolhedor, com lazer, esporte e gastronomia integrados.

Além da pista de skate, localizada ao fundo do complexo, quatro operações estão em funcionamento, entre restaurantes e bar: Solana Star, com lanches; Noosa Heads, com pratos saudáveis; Yabaiya, culinária japonesa; e o BAR, que oferece bebidas. 

SERVIÇO 
ALL PARTY.CWB X LOVE CITY 
Data: 17 de novembro de 2024
Horário: 17:00 até 00:00
Local: Rua Riachuelo, 492, em frente à Praça 19 de Dezembro, Centro – Curitiba/PR
Ingressos: aqui

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

FEIRA DE LIVROS E DISCOS + SHOW O ESPELHO NO ANTIQUÁRIO COISA VÉIA

SABADÃO, 9 de novembro, acontece a 3ª edição da Feira de Discos e Livros do @antiquariocoisaveia + @sebinhofatoagenda – com exposição de carros antigos, artes gráficas e neste evento teremos exposição de brechós com @essencialbrechocwb + @aocacultural + @lojadaspulgas29 . Às 15h teremos show da banda O Espelho (@espelho.banda )

A Feira do vinil conta com 4 expositores – com mais de 5 mil discos! Para completar a feira teremos pastel frito na hora (+ outros lanches) do restaurante @dona_carolinaoficial – na entrada do antiquário. Tudo ao som de vinil dos djs: @bob_zucon + @lincolniorju + @assuncao_discotecador

Para nossos clientes teremos 25% off em toda loja; exceto móveis (obs.: os móveis tem 15% off). Venha negociar! 🙂

Expositores de vinil:
@carpenters_vinil1
@bob_zucon
@ponto_dovinil

Exposição de artes gráficas:
@hermanitocollage
@viagemdagravura

Traga seu carro antigo para exposição também!!! Temos espaço coberto!!!

Serviço:
Feira de Livros e Discos + Show O Espelho
Data: Sábado, 9 de novembro, 9h às 20h, pelo menos
Local: Antiquário Coisa Véia, Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Entrada Livre. Local #petfriendly

ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans. Contato: Whats: 41.99745.5294 c/ Leandro.

Nossos links:
https://linklist.bio/antiquariocoisaveia


 

 

MINC E UFPR ABREM INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO CLEODON SILVA

Premiação vai fomentar inovação na gestão cultural

O Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio dos projetos Soluções Digitais para Mapeamento e Gestão Cultural e do Laboratório de Cultura Digital (LabCD), lançam o Prêmio Cleodon Silva. A iniciativa, que homenageia o importante ativista da cultura brasileira, busca estimular o desenvolvimento de soluções inovadoras para a gestão do fomento à cultura no país.

Cleodon Silva, um dos mais importantes ativistas culturais do país, foi escritor, operário e militante das causas sociais. Sua luta pela cultura livre e digital deixou um legado significativo para o Brasil. Ao homenagear Cleodon Silva, o prêmio busca reconhecer a importância de sua contribuição para o desenvolvimento cultural do país e inspirar novas gerações de artistas e ativistas.

“O desafio de qualificar soluções digitais para o fomento à cultura, atualmente, requer que toda uma cadeia produtiva do campo da tecnologia seja mobilizada”, destaca Juliana Almeida, coordenadora de Acompanhamento de Projetos na Subsecretaria de Gestão Estratégica do MinC. E “o intuito do prêmio é ativar atores da tecnologia para resolução de problemas da plataforma Mapas Culturais”, reforça ela.

“O prêmio Cleodon Silva é uma oportunidade única de fomentar a inovação e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão do fomento cultural”, afirma Deborah Rebello Lima, coordenadora do projeto Qualificação do Ecossistema de Soluções Digitais para a Cultura na UFPR. “Ao homenagear Cleodon Silva, estamos reconhecendo a importância de sua luta pela cultura livre e fortalecendo a rede de cultura digital no Brasil”.

Ao organizar este prêmio a partir dos dois TEDs que executa em parceria com o MinC, a UFPR reconhece a necessidade e essencialidade da Rede de Cultura Digital como condição para integração de todos os entes e sinaliza para o papel de uma extensa rede que abarca desde o produtor cultural mais na ponta do processo até os responsáveis pelas decisões em nível nacional do processo cultural, reforça Maria Tarcisa Silva Bega, coordenadora do Ted Laboratório de Cultura Digital/UFPR.

O prêmio contempla duas categorias: Prototipação de Ideia Nova e Prototipação de Melhoramento, ambas voltadas para soluções que superem desafios relacionados ao banco de problemas resultante da Oficina de Design e Mapeamentos de Jornadas. Os prêmios variam de R$ 7.500,00 a R$ 25.000,00.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 07 de outubro de 2024 por meio deste link, aqui

Mais informações podem ser obtidas no edital completo em, aqui

Sobre o Prêmio “Cleodon Silva”
O prêmio busca: Estimular a inovação e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão do fomento cultural; Promover a transparência e o acesso democrático às oportunidades de fomento; Fortalecer a participação cidadã e a colaboração entre os diversos atores do cenário cultural; Fomentar os arranjos produtivos de Soluções Digitais para Mapeamento e Gestão Cultural e Sistematizar um banco de Soluções e Solucionadores para o software livre Mapas Culturais.

O MinC, a UFPR e a Cultura Digital
A parceria entre o MinC e a UFPR, através do Projeto Soluções Digitais, tem como objetivo qualificar o ecossistema de soluções digitais de mapeamento e gestão cultural para atender a execução das leis de fomento à Cultura, em especial, à Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Outro projeto realizado entre as instituições também está envolvido, sendo ele o Laboratório de Cultura Digital (LabCD) da UFPR, referência no desenvolvimento de pesquisas e ações na área da cultura digital. Fomentado pelo MinC, o LabCD vem desenvolvendo uma série de ações no campo da cultura digital.

Espera-se que a divulgação deste prêmio contribua para o desenvolvimento da cultura digital no Brasil e para a valorização da memória de Cleodon Silva.

Sobre Cleodon Silva
Cleodon Silva foi um importante ativista cultural, sindicalista e pensador brasileiro. Sua trajetória, marcada pela luta pelos direitos dos trabalhadores e pela defesa da cultura livre, deixou um legado significativo para o país. Foi um grande defensor da cultura livre, acreditando no direito de todos de criar, compartilhar e transformar a cultura digital, acreditando no acesso democrático à informação e na produção cultural independente. Desenvolveu diversos projetos sociais, como a criação de bibliotecas comunitárias, o uso de tecnologias para a organização de comunidades e o desenvolvimento de plataformas digitais de acesso livre à cultura.

Cleodon Silva deixou um rico legado de luta e esperança. Seu exemplo inspira novas gerações de ativistas e defensores da cultura e da justiça social.

Para saber mais, acesse:
Mapas Culturais (aqui)
Instituto Pólis (aqui)
Live de lançamento (aqui)
Live Tira-dúvidas (aqui)

O prêmio Cleodon Silva é uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento da cultura digital no Brasil.

Fonte: Coordenadoria de Cultura UFPR

EXPOSIÇÃO CAIXA MÁGICA RESSIGNIFICA RECICLÁVEIS E DESPERTA SUPERPODERES INFANTIS

Katia Horn. Foto: Wynitow Butenas.

Mostra reúne obras de crianças e adolescentes do Hospital Pequeno Príncipe com intervenções de quatro artistas convidados

A CAIXA Cultural de Curitiba recebe, a partir de 12 de outubro, a exposição Caixa Mágica, resultado de um projeto inovador de oficinas de artes plásticas realizadas no maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil, o Pequeno Príncipe. A exposição reúne obras produzidas com materiais recicláveis da própria instituição, como caixas de remédio, isopor e tampinhas, ressignificados sob a temática de superpoderes infantis. A mostra é fruto de 72 oficinas, orientadas por quatro renomados artistas plásticos: André Mendes, Kátia Horn, Romã Rettamozo e Verônica Fukuda, com coordenação da arte-educadora Elisa Cordeiro Brito.

Durante meses, as crianças participaram ativamente das oficinas utilizando resíduos do hospital para dar vida a suas criações, explorando suas próprias visões de superpoderes. Cada artista propôs uma abordagem única: Kátia Horn, com as crianças, criou capacetes mágicos feitos de caixas de remédio, representando superpoderes; André Mendes, utilizou a técnica da “isoporgravura”, gravura em isopor, com foco nos superpoderes da natureza; Verônica Fukuda, incentivou as crianças e adolescentes a criar personagens com ênfase nos olhos, destacando a empatia como superpoder e Romã Rettamozo instigou a garotada a produzir armaduras e braceletes, como resultado do processo de auto-reflexão e autoconhecimento.

Além das obras criadas pelas crianças, cada artista responsável pelas oficinas irá expor uma peça feita exclusivamente para a mostra.

A exposição não apenas ressignifica o que seria descartado, mas também oferece uma nova perspectiva sobre como arte e reciclagem podem caminhar juntas para criar algo poderoso e transformador. “A resiliência e a imaginação das crianças no contexto hospitalar é notável nas obras escolhidas para a exposição. A arte, neste contexto, reforça seu papel empoderador impulsionando a criatividade das crianças, adolescentes e dos acompanhantes participantes das oficinas”, afirma Elisa Cordeiro Brito, arte-educadora que coordena o projeto.

Caixa Mágica receberá visitas guiadas de alunos de escolas públicas, com a participação confirmada de 370 estudantes, criando mais uma oportunidade para o público jovem se conectar com o universo da arte e da ressignificação de recicláveis. A exposição conta com audiodescrição, a fim de receber visitantes cegos ou com baixa visão, que poderão agendar visitas guiadas.

O projeto Caixa Mágica, viabilizado pela Lei Rouanet, tem como instituição beneficiada o Hospital Pequeno Príncipe e como apoiadora a Caixa Cultural de Curitiba. Conta com patrocínio das empresas Peróxidos do Brasil, Brother, Wap Lavadoras, Grupo Bagattoli, Scherer, Terex Corporation, Verx Tecnologia, Transportadora Matão, Demóbile.

SERVIÇO
[Exposição] Caixa Mágica: arte com recicláveis
Local: Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 – Centro
Visitação: 12 de outubro a 24 de novembro de 2024
Horários: Terça a sábado das 10h às 20h | Domingo das 10h às 19h
Ingressos: Entrada franca.
Classificação: Livre

Acesso a pessoas com deficiência | Exposição com audiodescrição

Apoio: CAIXA e Governo Federal
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba 
(41) 4501-8722
Instagram: @caixamagicaexpo

Assessoria de imprensa e mais informações:
Paula Melech – 41 98438.4038 | paula.melech@gmail.com