Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
O espetáculo teatral Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra será exibido no próximo domingo (06) às 20h. Após a estreia, os artistas da trupe farão um bate-papo online para falar sobre o percurso artístico da companhia nesta primeira década.
Curitiba, 30 novembro de 2020 – A partir do dia 06 de dezembro às 20h, a filmagem do espetáculo teatral Manaós – uma saga de luz e sombra (2019), da Trupe Ave Lola, ficará disponível gratuitamente na plataforma online do Itaú Cultural (IC) durante 24h, integrando a programação nacional do Festival Arte como Respiro – 4ª edição – uma ação que reúne diversos artistas aprovados pelo edital Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.
Essa será a primeira vez que a Trupe Ave Lola disponibilizará uma peça online para a sua audiência e também será a primeira vez que a companhia celebrará o seu aniversário de forma remota. “Todos os anos temos o hábito de reunir os artistas da cidade e a nossa audiência para brindar mais um ano de trabalho e arte. Porém, por causa da pandemia faremos um bate-papo online após a exibição do espetáculo dentro da programação do Festival Arte como Respiro. É uma forma de nos encontrarmos e refletirmos juntos sobre a nossa trajetória”, explica a diretora teatral Ana Rosa Tezza.
Reinventar as formas de dialogar com a sua audiência tem sido um desafio constante para os artistas de todo o mundo. É nesse contexto que a linguagem do audiovisual tornou-se um recurso fundamental para o teatro.
“A Trupe Ave Lola de teatro está honrada por ter sido selecionada pelos curadores do “Arte como Respiro”. Vivemos `um momento onde temos que unir força e encontrar novas formas, mesmo sabendo que a arte do teatro reivindicará sempre a presença, a corporeidade e o outro. Mas, enquanto não podemos desfrutar dessa bela característica das artes cênicas, aproveitemos as possibilidades das tecnologias e do engenho humano para resistirmos e atravessarmos esse momento de crise. Esperamos estar logo com nossas portas abertas e a casa cheia de pessoas celebrando o “estar juntos”, em segurança”, ressalta a diretora Ana Rosa Tezza.
UMA TRUPE DE TEATRO EM TEMPOS DE PANDEMIA Compartilhar com a audiência o processo criativo de um espetáculo que deveria ter estreado em abril de 2020 foi a primeira forma que a Trupe Ave Lola encontrou para continuar falando sobre teatro no período de quarentena. Já nas primeiras semanas de isolamento social, a companhia lançou a websérie Sobre VIVER no teatro em tempos de reclusão, que é composta por 10 episódios no qual artistas de diferentes áreas do teatro (interpretação, figurino, música, produção, dramaturgia e direção, preparação vocal e corporal, iluminação) contam as especificidades do seu ofício. Todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube e na IG TV da Trupe Ave Lola.
Além disso, a companhia lançou no mês de agosto de 2020 o Podcast Ave Lola composto por uma programação semanal de entrevistas (Conversas na Coxia) e leituras musicadas de textos da literatura universal (Boca de Cena). Todos os episódios do Podcast Ave Lola estão disponíveis em diversas plataformas e também pelo YouTube.
Serviço:
Manaós, uma saga de luz e sombra >> Disponibilização online do espetáculo teatral no dia 06 de dezembro às 20h pela plataforma https://www.itaucultural.org.br/ dentro da programação do Festival Arte como Respiro – 4ª Edição. O espetáculo ficará disponível durante 24h. Duração: 1h20 Classificação Indicativa: 14 anos | Não recomendado para menores de 14 anos por conter cena de insinuação de estupro.
Trupe Ave Lola de Teatro: 10 anos de história >> Bate-papo online no dia 06/12 às 21h30 após a estreia do espetáculo Manaós – uma saga de luz e sombra no Festival Arte Como Respiro através deste link, aqui
Concurso de críticas irá premiar 1° e 2° lugar com R$ 300 e R$ 200 reais respectivamente
Já estão abertas as inscrições para as oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Serão três oportunidades formativas com o intuito de valorizar o processo criativo do audiovisual, direcionando profissionais com mais profundidade do que se passa e ouve na tela. A oficina ministrada pelo crítico e curador Fabio Rodrigues Filho, promoverá um concurso de críticas com premiação para o primeiro e segundo lugar.
A oficina “Uma Conversada Inacabada com Imagens” é apoiada pela Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC – PR) e é destinada somente para residentes do Paraná. E tem o objetivo de estimular novos criadores do estado a falar sobre cinema. A proposta segundo, Filho, é “abordar a crítica como lugar de conversa com os filmes, entre imagens e pessoas, e entre cinema e as coisas do mundo – reconhecendo as partes em diálogo como agentes ativos”.
As oficinas “Produção audiovisual para mídias digitais”, ministrada por Caio Franco, e “Como o som se articula no cinema”, ministrada por Evelyn Santos, são para interessados de todo o Brasil. As três oficinas possuem vagas preferenciais para pessoas negras ou indígenas.
As inscrições são gratuitas e vão até 4 de dezembro. As oficinas têm início no dia 12 de dezembro e fazem parte do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo que acontece de 11 a 20 de dezembro de 2020. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.
A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.
O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Serviço: Realização: Cartografia Filmes Oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Inscrições até o dia 4 de dezembro. Inscreva-se gratuitamente, aqui
Sobre o Festival Griot O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro, com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br
Sobre a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR A AVEC-PR tem sua origem no final da década de 70, com o surgimento em Curitiba do movimento de produção em cinema Super 8, com os festivais nacionais da Escola Técnica, com o núcleo de realizadores da Cinemateca, e finalmente com o movimento Vídeo-Vive, já nos anos 90.
Nessa sua trajetória a AVEC se destacou por ser a principal interlocutora dos produtores de cinema e vídeo paranaenses junto às esferas municipais e estadual na área da cultura.
Conheça a AVEC-PR
Sobre Fabio Rodrigues Filho Atua na crítica, curadoria, pesquisa e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG. Graduou-se na mesma área na UFRB. Membro dos grupos Áfricas nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência (UFMG). Cineclubista, participou do Cineclube Mário Gusmão, Cine Tela Preta e do Cinema em Vizinhança. Compôs a comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtasBh (2019/2020), Diáspora Lab (2018), FIANB (Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil, 2020), entre outros. Atualmente faz parte da equipe de curadoria do IX CachoeiraDoc, festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos.
Sobre Evelyn Santos: É formada em Produção de Áudio e Vídeo, Operação de Som e Direção Cinematográfica. Trabalha há quatro anos com Captação de Som direto, Microfonista e Assistente em diversas produções que já rodaram em vários festivais. Dirigiu seu primeiro curta-metragem ”Dádiva”.
Sobre Caio Franco: Caio Franco é cineasta e fotógrafo. Após se formar em comunicação pela PUC-Rio, trabalhou em produtoras como assistente de produção e assistente de pesquisa até 2015, quando começou a trabalhar no canal Jout Jout Prazer, no youtube. Seu primeiro filme, Antes de Ontem, rodou por diversos festivais no Brasil em 2019.
O reconhecimento à importantes trajetórias de vida intimamente conectadas ao desenvolvimento artístico ou cultural do Paraná é o objetivo do Prêmio Jornada. Nele, serão selecionados artistas, mestras, mestres, grupos e coletivos do território paranaense que tenham prestado relevantes contribuições ao desenvolvimento cultural do Estado a longo prazo.
Cada trajetória contemplada receberá o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). A premiação será dividida em 20 (vinte) diferentes áreas, buscando contemplar o máximo de atuações possíveis: Cultura Tradicional, Cultura de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, Cultura Afro, Cultura LGBTQIA+, Cultura de Refugiados, Migrantes e Apátridas, Cultura Hip Hop, Fanfarras, Bandas Marciais, Dança, Cultura Alimentar, Teatro, Música, Literatura, Artes Visuais, Circo, Audiovisual, Ópera, Arte Educação e Técnicos.
Para a inscrição, os participantes precisam gravar um vídeo de 04 a 10 minutos de duração, contando sua história de atuação no setor cultural do Paraná. Também é necessário encaminhar documentos que comprovem a atuação.
O concurso público “Prêmio de Obras Literárias” irá selecionar e premiar textos de obras de romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos, pesquisa de cultura alimentar e livro ilustrado, escritas em língua portuguesa.
Cada obra literária selecionada receberá um valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). Como contrapartida, as obras premiadas poderão ser publicadas pela SECC no prazo de até cinco anos. Para romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos e pesquisa de cultura alimentar, serão aceitas obras de 49 a 250 páginas de elementos textuais, seguindo as especificações da ABNT para formatação de texto. Já no caso de livros ilustrados, serão aceitas obras de 16 a 150 páginas, em tamanho A4, em PDF contendo texto e imagem integrados.
PRÊMIO REGISTROS FOTOGRÁFICOS E AUDIOVISUAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais
Contemplando registros fotográficos ou audiovisuais de manifestações culturais populares e tradicionais do Paraná, este prêmio tem como objetivo central a preservação da memória e documentação de Povos Indígenas, Comunidades Caiçaras, Comunidades Quilombolas, Ciganos, Faxinalenses, e Povos de Matriz Africana.
Cada premiado receberá o valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais). Na categoria Registro Fotográfico, a proposta deverá conter um conjunto de fotos que versem sobre um mesmo tema, propondo uma sequência fotográfica lógica, e não foto única. O conjunto deverá ser composto de no mínimo 5 (cinco) fotografias e no máximo de 10 (dez) fotografias. Já para a categoria de Registro Audiovisual, a proposta deverá conter os registros com duração de 7 (sete) minutos e no máximo 120 (cento e vinte) minutos. Inscrições até 23 de novembro.
PRÊMIO PRODUTOS ARTESANAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais.
Este prêmio vai selecionar bens culturais de natureza material produzidos por artesãs, artesãos, mestras, mestres, grupos e coletivos do Paraná, pertencentes à comunidades e a povos tradicionais do Estado. Este prêmio tem uma função social de incentivo, promoção e preservação da memória material (cultural e artística) produzida no Paraná, Serão concedidos prêmios em três faixas distintas, R$ 4.000,00 (quatro mil reais), R$ 6.000,00 (seis mil reais) e R$ 8.000,00 (oito mil reais), contemplando seis diferentes áreas: Povos Indígenas, Comunidades Caiçaras, Comunidades Quilombolas, Ciganos, Faxinalenses e Povos de Matriz Africana.
Os produtos artesanais premiados poderão ser integrados aos acervos dos Museus do Governo do Estado, por meio de termo de doação. Inscrições até 23 de novembro.
PRÊMIO PESQUISADORES INDEPENDENTES: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais.
Uma grande novidade nas categorias de editais lançados pelo Governo do Estado do Paraná é o Prêmio Pesquisadores Independentes. Este edital irá selecionar e premiar artigos científicos de pesquisadores acadêmicos sem vínculo empregatício ou bolsa de pesquisa, que tenham um histórico dedicado aos estudos sobre patrimônio imaterial voltados às expressões culturais tradicionais do Paraná.
Cada pesquisa contemplada receberá R$ 7.000,00 e poderão ser inscritos trabalhos nas seguintes áreas: Antropologia, Arqueologia, Sociologia e História. Os artigos deverão abordar saberes e fazeres dos povos e comunidades tradicionais do Estado, como Povos Indígenas, Comunidades Caiçaras, Comunidades Quilombolas, Ciganos, Faxinalenses e Povos de Matriz Africana. Inscrições até 26 de novembro.
PRÊMIO ARTES VISUAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais.
O foco deste prêmio será a seleção de obras de artes visuais já produzidas por artistas ou coletivos que pertençam a povos e comunidades tradicionais formadores do Paraná. Este prêmio tem como foco promover e fomentar as artes visuais produzidas no Paraná, com foco especial à produção artística de comunidades e povos tradicionais do Estado.
Serão concedidos prêmios de R$ 10.000,00 cada, e poderão ser inscritas obras nas seguintes categorias de artes visuais: Desenho, Pintura, Escultura, Colagem, Fotografia, Gravura, Videoinstalação, Videoperformance e Videoarte. Todas as obras selecionadas poderão ser incorporadas aos acervos dos Museus do Governo do Estado, por meio de termo de doação. Inscrições até 26 de novembro.
Oficinas, conversas e exposição virtual fazem parte da nova programação. Eventos gratuitos.
Por conta da pandemia do Covid-19 a Feira Estopim, antiga Feira da Baronesa, criada em 2014 pelos artistas Guilherme Jaccon e Luana Navarro, foi temporariamente adiada, mas como a programação da feira é ampla, não se resume exclusivamente à exposição principal e comercialização dos trabalhos, cuja presença física é imprescindível, parte dela, a programação paralela, será realizada, a partir de novembro, dia 17, de forma online.
A nova edição adaptada para a web inclui oficinas, conversas e uma exposição virtual com curadoria e proposição da artista Raquel Stolf. Todos os eventos serão gratuitos.
“As oficinas e conversas mantém as propostas iniciais do projeto adaptando apenas o formato de realização. A inscrição para os eventos acontecerá pelo Sympla, as oficinas serão realizadas pelo ZOOM e as conversas transmitidas no Youtube”, conta Luana Navarro, uma das coordenadoras da Estopim.
De acordo com os organizadores, a expectativa é que a Feira Estopim, que já teve quatro edições independentes realizadas em Curitiba, e a principal exposição “O INESPERADO SÓ TEM NOME DEPOIS QUE ACONTECE” possam ser realizadas com segurança e presencialmente no próximo ano.
“A Feira Estopim sempre priorizou os encontros e trocas presenciais, promover um espaço de conexão e transbordamento é a essência do evento, por isso é uma pena estarmos limitados ao virtual, mas, por outro lado, agora temos a possibilidade de atingir um maior número de pessoas de diferentes regiões do Paraná e do Brasil com as ações”, destaca Guilherme Jaccon, um dos coordenadores e produtores do evento. “O saldo positivo é que estamos aprendendo novas ferramentas de comunicação com o público, vendo novas possibilidades e potências que a internet pode proporcionar para a área cultural”, complementa.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
DIAS 17 E 18 DE NOVEMBRO, ÀS 19H Oficina INTERROGAÇÕES DE GÊNERO, SEXUALIDADE, RAÇA/ETNIA NO MUNDO DAS ARTES IMPRESSAS com o antropólogo e editor Nathanael Araújo. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site: www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: A oficina propõe pensar as relações entre as artes impressas (como livros, livros de artista, fotolivros e demais publicações artísticas impressas) atreladas às dimensões de gênero e sexualidade, raça e etnia no contexto das mudanças culturais, econômicas, políticas e sociais que inegavelmente impactaram as manifestações artísticas. Iremos intercalar teoria e prática experimental, onde a parte expositiva será combinada com análises de materiais artísticos e estímulos para que os participantes indaguem suas produções e identidades de artistas sob esses ângulos.
DIA 25 DE NOVEMBRO, ÀS 19H30 Abertura da Exposição online “com uma pedra atrás da orelha“, com proposição e curadoria de Raquel Stolf. Local: www.instagram.com/alfaiataria_
A abertura inclui a proposição Conversa de ar / pelo telefone e o lançamento/disponibilização do álbum sonoro FALAÇÃO CD MESMO por letras vozes e convidadas.
Obs.: A exposição permanece com acesso ao público até o dia 25 de fevereiro de 2021.
Sobre: A exposição reúne trabalhos (publicações, proposições e peças sonoras, vídeos e textos) dos seguintes artistas: Aline Dias; Ana Lúcia Vilela; anecoica; Anna Stolf; Bethânia Carolina Hardt; Bianca Tomaselli; Carolina Moraes; Claudia Zimmer; Claudio Moreira; Daniela Avelar e Suji Han; Dennis Radünz; Diego Rayck; Djuly Gava; Ernesto Desrio e Adjunto S; Fabio Morais; Fabíola Scaranto; Fran Favero; Gabi Bresola; Helder Martinovsky; Julia Amaral; Kamilla Nunes e Aline Natureza; Laura V. Malmegrin; Letras Vozes; Lívia Aquino; Luana Navarro; Manuela Valls; Marcia Franco; Marcio Pandolfi; Marcos Gorgatti; Mariana Berta; Matheus Abel; Michal Kirschbaum; Pablo Paniagua; Patrícia Galelli; Priscila Costa Oliveira; Rachel Lima e Silva; recibo 33 com ruído, (ed. Raquel Stolf e Traplev); recibo 56 brazil distópico (ed. Fabio Morais e Traplev); Silfarlem Oliveira; Silvana Macêdo, Yara Osman, Adel Alloush e Val Santos; Telma Scherer; Thelmo Cristovam; Tina Merz; Traplev.
DIA 26 DE NOVEMBRO, ÀS 20H Conversa com-entre Raquel Stolf e Amir Brito Cador sobre experiências de coleções públicas: a Coleção Livro de Artista da UFMG e a Sala de Leitura / Sala de Escuta da UDESC. Local: Canal Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
DIAS 01 E 02 DE DEZEMBRO, ÀS 19H Oficina 10,5×10,5 MEU CADERNO QUADRADO com o encadernador, impressor e produtor gráfico Daniel Barbosa. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: Esta oficina de encadernação básica apresentará uma técnica de costura artesanal para cadernos de capa dura e revestimento em papel especial. Iremos fazer um caderno levando em conta o aproveitamento de papel, e para isso usaremos apenas uma folha gráfica (66x96cm). O caderno quadrado terá uma série de acabamentos e com todos os elementos apresentados e produzidos os participantes poderão produzir seus próprios cadernos sem o uso de maquinário específico.
DIA 03 DE DEZEMBRO, ÀS 20H Conversa COMO AS COISAS TOMAM FORMA com Thalita Sejanes, Eliana Borges (Editora Medusa) e Lucas Alameda. Local de realização: Canal do Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras.
Sobre: Bate-papo sobre processos de criação com artistas que criam e trabalham com projetos gráficos.
DIAS 08 E 09 DE DEZEMBRO, ÀS 19H Oficina PULCE – PUBLIQUE LIVROS, CRIE EDITORAS com João Varella, fundador da editora Lote 42 – SP e das livrarias Sala Tatuí e Banca Tatuí. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: A atividade busca ensinar o processo de criação de livros, seja por meio de editora ou auto publicação. As aulas partem do conteúdo à distribuição, passando por produção gráfica, divulgação e outros passos importante. Os dois encontros fomentarão um espaço de discussão livre sobre a situação atual do livro enquanto objeto artístico e produto mercadológico.
DIA 10 DE DEZEMBRO, ÀS 20H Conversa “FOTOLIVROS E A BIBLIOTECA DE FOTOGRAFIA DO INSTITUTO MOREIRA SALLES” com o escritor, tradutor, editor e curador Miguel Del Castilho Local: Canal do Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras. *Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
SOBRE OS CRIADORES E COORDENADORES DA FEIRA:
Luana Navarro e Guilherme Jaccon, criadores e coordenadores da Feira Estopim. Foto: Lídia Ueta.
LUANA NAVARRO Artista visual, desenvolve trabalhos com fotografia, vídeo, textos, publicações e performances. Formada em Jornalismo (PUC-PR), com especialização em História da Arte Moderna e Contemporânea (EMBAP) e mestrado em processos artísticos contemporâneos pela UDESC, em Florianópolis. Participou de exposições no Brasil, Espanha, Estados Unidos e México.
GUILHERME JACCON Artista, produtor e educador social. Possui graduação em Artes Visuais Licenciatura e GBA em Gerenciamento de Projetos. Atua na elaboração e produção de projetos culturais, em especial nas áreas de artes visuais, projetos pedagógicos e de formação de público. Como artista-educador atua como palestrista, debatedor e oficineiro nas questões que envolvem os vértices Políticas Públicas, Educação, Cultura e Direitos Humanos.
Este projeto foi realizado com o apoio da Copel por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
HORROROSAS DESPREZÍVEIS já tem data para o lançamento do 1º EP, dia 26 de novembro, Mil OLhos MiL DenTes estará disponível nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer e iTunes. Você também poderá curtir no clássico Youtube.
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Agora sim podemos gritar ao mundo: OUÇA HORROROSAS DESPREZÍVEIS!!!