LANÇAMENTO DO LIVRO “WALTEL BRANCO – O MAESTRO OCULTO”, DE FELIPPE ANÍBAL

Dia 29/nov, quarta-feira, às 19h, no Restaurante A Caiçara – Culinária Litorânea (@acaicara), em Curitiba, será lançada biografia “Waltel Branco – O maestro oculto” escrita por jornalista Felippe Aníbal (@felippeanibal). O livro é resultado de oito anos de trabalho, respaldado por mais de 50 entrevistados e vasta pesquisa historiográfica. A pré-venda já tá disponível pelo site www.waltel.com.br

O livro é editado pela Banquinho Publicações, com edição fina do Téo Souto Maior e projeto gráfico classudo da Livia Shimamura – sem os quais esse projeto jamais seria concretizado. A publicação tem 504 páginas e um caderno de fotos que passeia pela história do maestro.

É um trabalho que não só se debruça sobre a trajetória do Waltel Branco, mas que trata da própria história da música. Sim, por meio dos trabalhos do maestro, é possível apresentar os principais movimentos musicais ocorridos da segunda metade do século XX pra cá. É uma celebração à música.

Waltel Branco foi múltiplo. Como instrumentista, arranjador, intérprete ou diretor musical, transitou por praticamente todos os ritmos. Da música clássica às trilhas de novela; da Bossa Nova ao rock; do jazz ao samba; do black ao brega; da MPB aos regionais; entre tantas outras vertentes. Apesar da magnitude de suas criações, permanece oculto, à sombra. Quer dizer: permanecia. Com este livro, Felippe Aníbal traz à luz a vida e a obra do velho maestro. De quebra, apresenta um saboroso relato sobre a evolução da música brasileira e seus bastidores.

Você também vai ler histórias de: João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Roberto Menescal, Nara Leão, Marcos Valle, João Donato, Sérgio Ricardo, Djalma Ferreira, Dom Um, Elizeth Cardoso, Moacyr Silva, Elis Regina, Dom Salvador, Tim Maia, Hyldon, Alceu Valença, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Novos Baianos, Janete Clair, Dias Gomes, Boni, Nelson Motta, Henry Mancini, Dizzy Gillespie, Nat King Cole, Freddy Cole, Françoise Hardy, Paulinho da Viola, Alcione, Elza Soares, Agepê, Cazuza, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, João Bosco, Odair José, Evaldo Braga, Alice Ruiz e muitos outros.

Ah, o projeto foi viabilizado por meio de Lei de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba. A empreitada tem apoio do Centro de Diagnóstico Água Verde, Instituto de Oncologia do Paraná e Hospital IPO. Viva a Cultura e as leis de incentivo.

Serviço:
Lançamento do Livro “Waltel Branco – O maestro oculto”
Data: Dia 29/nov, quarta-feira, 19h.
Local: Restaurante A Caiçara – Culinária Litorânea, R. Dr. Claudino dos Santos, 90 – São Francisco, Curitiba-PR – no Largo da ordem, em frente ao Memorial de Curitiba.
Entrada Livre. 

Ficha técnica: Páginas: 504. Formato: 16×23 cm, brochura. 1ª Edição. Ano: 2023.  Editora: Banquinho Publicações. Pré-venda: Garanta já seu exemplar com desconto de 10% + frete grátis no site: www.waltel.com.br ::: Seu livro será enviado a partir de 22 de nov. de 2023.

PRÉ-VENDA BIOGRAFIA “WALTEL BRANCO – O MAESTRO OCULTO”, LIVRO DE FELIPPE ANÍBAL

Em novembro será lançada biografia “Waltel Branco – O maestro oculto” escrita pelo jornalista Felippe Aníbal. O livro é resultado de oito anos de trabalho, respaldado por mais de 50 entrevistados e vasta pesquisa historiográfica. A pré-venda já tá disponível pelo site www.waltel.com.br

O livro é editado pela Banquinho Publicações, com edição fina do Téo Souto Maior e projeto gráfico classudo da Livia Shimamura – sem os quais esse projeto jamais seria concretizado. A publicação tem 504 páginas e um caderno de fotos que passeia pela história do maestro.

É um trabalho que não só se debruça sobre a trajetória do Waltel Branco, mas que trata da própria história da música. Sim, por meio dos trabalhos do maestro, é possível apresentar os principais movimentos musicais ocorridos da segunda metade do século XX pra cá. É uma celebração à música.

Waltel Branco foi múltiplo. Como instrumentista, arranjador, intérprete ou diretor musical, transitou por praticamente todos os ritmos. Da música clássica às trilhas de novela; da Bossa Nova ao rock; do jazz ao samba; do black ao brega; da MPB aos regionais; entre tantas outras vertentes. Apesar da magnitude de suas criações, permanece oculto, à sombra. Quer dizer: permanecia. Com este livro, Felippe Aníbal traz à luz a vida e a obra do velho maestro. De quebra, apresenta um saboroso relato sobre a evolução da música brasileira e seus bastidores.

Você também vai ler histórias de: João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Roberto Menescal, Nara Leão, Marcos Valle, João Donato, Sérgio Ricardo, Djalma Ferreira, Dom Um, Elizeth Cardoso, Moacyr Silva, Elis Regina, Dom Salvador, Tim Maia, Hyldon, Alceu Valença, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Novos Baianos, Janete Clair, Dias Gomes, Boni, Nelson Motta, Henry Mancini, Dizzy Gillespie, Nat King Cole, Freddy Cole, Françoise Hardy, Paulinho da Viola, Alcione, Elza Soares, Agepê, Cazuza, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, João Bosco, Odair José, Evaldo Braga, Alice Ruiz e muitos outros.

Ah, o projeto foi viabilizado por meio de Lei de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba. A empreitada tem apoio do Centro de Diagnóstico Água Verde, Instituto de Oncologia do Paraná e Hospital IPO. Viva a Cultura e as leis de incentivo.

Logo mais, teremos mais notícias sobre o lançamento.

Ficha técnica: Páginas: 504. Formato: 16×23 cm, brochura. 1ª Edição. Ano: 2023.  Pré-venda: Garanta já seu exemplar com desconto de 10% + frete grátis no site: www.waltel.com.br ::: Seu livro será enviado a partir de 22 de nov. de 2023.

PRÊMIO CAROLINA MARIA DE JESUS

O Governo Federal, através do Ministério da Cultura, lança o maior edital literário exclusivo para mulheres, o Prêmio Carolina Maria De Jesus (de literatura). O concurso irá selecionar 40 livros inéditos de ficção escritos por mulheres. Cada autora selecionada receberá 50 mil reais. Ao todo, 2 milhões de reais em premiação.

As categoria do concurso são: Romance, Conto, Crônica, Roteiro de teatro, Poesia e História em quadrinho*.  Cada autora poderá se inscrever em apenas uma categoria. A obra precisa ser inédita; redigida em português do Brasil e segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (Decreto n. 6.583/2008); estar em formato PDF (deverá ser anexado ao formulário de inscrição); e ter, no mínimo, 49 (quarenta e nove) páginas, sem contar com a capa e a folha de rosto, se existirem.

A comissão de seleção do concurso será toda feminina, formada por seis especialistas. Das 40 obras premiadas,  serão destinadas 20% para mulheres negras, 10% para mulheres indígenas, 10% para mulheres PcD (Pessoa com Deficiência), 5% para ciganas e 5% para mulheres quilombolas.

As inscrições abrem quarta-feira, dia 12 de abril de 2023, e seguem abertas por 90 dias. 

Confira  todos os detalhes no edital, aqui

As inscrições são gratuitas (abrem dia 12 de abril) e serão feitas através deste link, aqui

A intenção do edital é promover, valorizar e difundir a literatura brasileira feita por mulheres, incentivar novas escritoras e estimular a formação de leitores. Esta é a primeira edição do concurso que leva nome em homenagem a Carolina Maria de Jesus, escritora, compositora e poetisa brasileira, mais conhecida por seu livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960 com o auxílio do jornalista Audálio Dantas. O livro teve tiragem inicial foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana. Fez tanto sucesso que foi traduzido em catorze línguas. 

A autora viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na Zona Norte de São Paulo, sustentando a si mesma e seus três filhos como catadora de papéis. Ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da sua comunidade em cadernos que encontrava no material que recolhia –  mais de vinte cadernos. E um destes, um diário que havia começado em 1955,  deu origem a seu livro mais famoso.

Entre seus livros publicados, também estão: Casa de alvenaria: diário de uma ex-favelada; Provérbios; Pedaços da fome e Diário de Bitita. Sua obra e vida permanecem objetos de diversos estudos, tanto no Brasil quanto no exterior. Em 1975, a televisão alemã West Germans gravou um documentário protagonizado pela própria Carolina. O filme Favela: A vida na pobreza continuava inédito no Brasil quando foi exibido pela primeira vez na ocasião do centenário de nascimento da escritora, em 14 de março de 2014, no Instituto Moreira Salles. Dos livros escritos acerca da autora, destacam-se Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus (1994), de José Carlos Meihy e Robert Levine; Muito Bem, Carolina!: Biografia de Carolina Maria de Jesus (2007), de Eliana Moura de Castro e Marília Novais de Mata Machado; Carolina Maria de Jesus – Uma Escritora Improvável (2009), de Joel Rufino dos Santos; A Vida Escrita de Carolina Maria de Jesus, de Elzira Divina Perpétua; e Carolina: uma biografia (2018) de Tom Farias.

Carolina de Jesus atualmente é reconhecida uma das mais importantes escritoras do país.

Fonte: Ministério da Cultura e Wikipédia

* História em quadrinho: narrativa gráfica cuja história é contada através de arte sequencial (banda desenhada ou quadrinhos, em cor ou em preto e branco) e a duração é similar à da prosa (romance ou novela).