REVERBE OCUPA CURITIBA E SÃO LUIZ DO PURUNÃ COM NOVE DIAS DE PROGRAMAÇÃO NAS ARTES DA CENA

Por trás da máscara. Foto: Miguel Rubio.

Segunda edição do festival que reúne espetáculos, performances, mesas públicas, oficinas e ações imersivas de 29 de maio a 6 de junho, com artistas do Brasil, Peru e Sérvia

Curitiba e São Luiz do Purunã recebem, de 29 de maio a 6 de junho de 2026, a segunda edição do REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival independente que transforma diferentes espaços culturais em território de criação, convivência e intercâmbio artístico. Com programação aberta ao público, o encontro reúne espetáculos, performances, mesas públicas, residências e ações formativas com artistas do Brasil e do exterior.

Idealizado por Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, em parceria com Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o REVERBE integra o The Magdalena Project, rede internacional de mulheres do teatro e da performance presente há mais de três décadas em diferentes continentes. Em sua segunda edição, o festival amplia sua atuação ao conectar arte, presença e troca coletiva em experiências que atravessam linguagens, corpos e territórios.

Com curadoria assinada por Janaina Matter, Greice Barros, Daniele Santana e Patricia Braga Alves, a programação reúne artistas nacionais e internacionais em atividades distribuídas entre Alfaiataria, Casa Hoffmann, Teatro José Maria Santos, Patuscada, em Curitiba e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã.

“O REVERBE nasce da vontade de criar espaços de encontro onde a arte também possa ser vivida como convivência. A programação foi pensada para aproximar artistas e público em experiências que atravessam criação, pensamento e presença”, afirma Janaina Matter.

Entre os destaques da programação estão a atriz peruana Débora Correa, do Grupo Cultural Yuyachkani; a performer sérvia Zoe Gudović; a Cia Biruta, de Petrolina (PE); a Baciada das Mulheres do Juquery (SP); e as artistas paranaenses Saravy, Adriana Omoto, Gladis das Santas, Larissa Lima e Priscilla Pontes.

Programação aberta ao público
O festival inicia no dia 29 de maio, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, com a Residência Imersiva de Escrita conduzida por Helena Vieira e apresentações gratuitas do espetáculo Pianinho, da Palhaça Siriema. No dia 30, o espaço recebe os trabalhos Ultravioleta, de Adriana Omoto, e Chão de Dentro, de Priscila Pontes.

Em Curitiba, a programação começa oficialmente em 1º de junho, na Alfaiataria, com roda de abertura e sarau das artistas Camila Jorge e Má Ribeiro, do projeto Filhas da Fruta.

Entre os dias 2 e 6 de junho, o festival promove oficinas rodas de conversa gratuitas na Casa Hoffmann, discutindo temas como corpo político, teatro de grupo, criação solo e assinatura cênica. No mesmo período, a performer da Sérvia Zoe Gudović apresenta a ação Life of Life, instalação-performance realizada na Alfaiataria.

Os espetáculos noturnos ocupam o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria com diferentes propostas estéticas e narrativas. No dia 2 de junho, Débora Corrêa apresenta Por Trás da Máscara, Conferência Cênica. No dia 3, a Baciada das Mulheres do Juquery encena Eu, a Gorda. Já no dia 4, Saravy sobe ao palco com Raçudas.

A programação segue no dia 5 com Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos, da Cia Biruta de Teatro, e encerra no dia 6 com os espetáculos A 100 Graus Celsius, de Gladis das Santas, e Manifesto de uma Mulher de Teatro, de Tânia Farias. Na mesma noite, o REVERBE realiza festa de encerramento gratuita na Patuscada, com o Samba da Nega de Janine Mathias.

“O encontro foi pensado para criar uma rede viva entre artistas, público e cidade. Existe algo muito potente quando diferentes trajetórias e experiências compartilham o mesmo espaço, seja no palco, nas oficinas ou nas conversas que surgem ao longo dos dias”, destaca Greice Barros.

Experiência imersiva e intercâmbio internacional
Além das atividades abertas ao público, o REVERBE promove uma programação exclusiva para artistas residentes, incluindo oficinas nacionais e internacionais, residência intensiva de escrita com Helena Vieira e mostra de processos criativos. A convocatória está aberta até o dia 21/05 e as inscrições podem ser feitas pelo Sympla.

Ao todo, o festival reúne nove espetáculos, ações performativas, oficinas, rodas de conversa e residências artísticas, consolidando-se como espaço de intercâmbio entre artistas de diferentes gerações, territórios e linguagens.

Criado em 2022, o REVERBE vem se fortalecendo como plataforma de circulação e criação coletiva nas artes da cena, propondo um espaço em que arte e convivência caminham juntas como formas de resistência, escuta e invenção de futuros.

O projeto é realizado com incentivo do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), e apoio da Copel.

SERVIÇO:
2º REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena
Data: 29 de maio a 06 de junho de 2026
Locais: Curitiba e São Luiz do Purunã
Ingressos gratuitos. Garanta antecipadamente pelo DiskIngressos:  https://reverbe.diskingressos.com.br/ ou 1h antes do espetáculo. Entrada sujeita a lotação.

Agendamento para performance Life of Life disponível somente online e antecipadamente.
Site: https://www.alfaiataria.art/c%C3%B3pia-reverbe

Locais:
Alfaiataria (Rua Riachuelo, 266 – Centro)
Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco)
Patuscada (Praça João Cândido, 238 – São Francisco)
Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã – Balsa Nova/PR)


A 100 graus Celsius. Foto: Thais Rosa.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – REVERBE 2026
SÃO LUIZ DO PURUNÃ – Campo das Artes
Dia 29 de maio (sexta-feira)

20h – Espetáculo
Pianinho com Palhaça Siriema (PR)
Gratuito | 1h05 | 14 anos

Dia 30 de maio (sábado)
20h – Espetáculo
Ultravioleta com Adriana Omoto (PR)
Gratuito | 20 min | 16 anos

Na sequência:
Chão de Dentro com Priscilla Pontes (PR)
Gratuito | 30 min | Livre

*Apresentações com intervalo de 15 minutos.

CURITIBA
Dia 01 de junho (segunda-feira)
Alfaiataria
17h – Roda de abertura
Com artistas participantes e convidadas

20h – Sarau Filhas da Fruta
Com Camila Jorge e Má Ribeiro
Gratuito | Livre

Dia 02 de junho (terça-feira)
Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como um corpo político se torna poesia?
Com Fredda Amorim, Gladis das Santas e Zoe Gudović
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Por Trás da Máscara – Conferência Cênica
Débora Corrêa – Grupo Cultural Yuyachkani (Peru)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | Livre

Dia 03 de junho (quarta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Teatro de Grupo: tormenta ou sustentação?
Com Débora Corrêa, Sueli Araújo e Tânia Farias
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
Agendamento via QR Code

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Eu, a Gorda – Baciada das Mulheres do Juquery (SP)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 18 anos

Dia 04 de junho (quinta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como se tece uma assinatura cênica?
Com Adriana Omoto, Cia Biruta e Larissa Lima
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra das Residentes
Gratuito | conferir classificação indicativa

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Raçudas – Saravy (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | 14 anos
Dia 05 de junho (sexta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Criação solo: impulso ou imposição?
Com Baciada das Mulheres do Juquery, Priscilla Pontes e Saravy
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra de Processos
Partilha Estado de Revolta – Daniele Santana (SP)
Chove – Janaina Matter e Greice Barros
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos
Cia Biruta de Teatro (PE)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | Livre

Dia 06 de junho (sábado)
Alfaiataria
14h às 18h – Instalação
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

18h – Espetáculo
A 100 Graus Celsius – Gladis das Santas (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 60 min | 18 anos

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Manifesto de uma Mulher de Teatro – Tânia Farias (RS)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 16 anos

Patuscada
21h30 – Festa de Encerramento
Samba da Nega com Janine Mathias
Gratuito | Livre

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ESTRATOSFÉRICA SESSIONS COLOCA MUSICISTAS DE CURITIBA NO CENTRO DE PERFORMANCES INTIMISTAS

Da esquerda para a direita, Dani Zan, Marina Camargo, Lilian Nakahodo e Milena Tupi, que integram a primeira edição do Estratosférica Sessions com performances ao vivo gravadas no Estúdio Old Cat. Fotos: Ana Paula Málaga.

Série produzida pelo Estúdio Old Cat estreia dia 18 de maio com quatro episódios semanais no YouTube, reunindo performances ao vivo de artistas locais

Sem palco, sem distância e sem ruído: o Estratosférica Sessions nasce da vontade de aproximar público e música em estado bruto. A série estreia mrcada para o dia 18 de maio com quatro episódios lançados semanalmente, reunindo musicistas de Curitiba em performances ao vivo gravadas no Estúdio Old Cat.

Criado por Helena Sofia, à frente do Estúdio Old Cat e do podcast Estratosférica, o projeto se desloca do campo da conversa para o da performance. Inspiradas no formato das live sessions, as apresentações apostam na proximidade, plateia reduzida, escuta atenta e captação audiovisual de alta qualidade. Cada episódio, com cerca de 20 minutos, traz uma artista convidada em performance exclusiva.

Os lançamentos acontecem às segundas-feiras no canal oficial no YouTube da Hela Sofia (youtube.com/helenasofiaoficial), onde também está disponível o podcast. “Existe algo muito potente em escutar de perto. A gente quis criar um ambiente onde a música pudesse acontecer sem mediações, quase como um segredo compartilhado”, afirma Helena Sofia.

A agenda estreia com a participação de Lilian no dia 18/05, seguida por Folebaixo e Nati Bermúdez no dia 25/05. Na sequência, o duo Turra Tupi assume a tela em 01/06, enquanto Dani Zan encerra a série de lançamentos no dia 08/06.

Escuta, presença e escolha
Mais do que registros musicais, as Sessions se constroem como retratos sensíveis de trajetórias artísticas. Nesta edição, quatro artistas que já passaram pelo podcast retornam agora em outro gesto: o da performance.

A curadoria, assinada por Helena Sofia, parte de um recorte afetivo e conceitual e privilegia projetos em que mulheres estão no centro das decisões, do repertório à formação, além de priorizar grupos com maior presença feminina. “Eu quis reunir projetos em que as mulheres estivessem no centro das decisões, pra quebrar esse imaginário ainda muito masculino na música”, comenta.

A cantora Milena Tupi ao lado da violonista Raquel Loner formam o duo Turra Tupi, que percorre caminhos entre a música de câmara e a canção brasileira; Dani Zan apresenta sambas autorais que atravessam seu novo trabalho acompanhada de um sexteto potente formado apenas por mulheres; Marina Camargo, com o projeto Folebaixo ao lado de Marcelo Pereira, explora o acordeom em diálogo com diferentes tradições e composições próprias, tendo como convidada especial a cantora e compositora Nati Bermúdez; e Lilian Nakahodo investiga sonoridades contemporâneas a partir do piano preparado.

Do podcast ao gesto musical
Desdobramento do podcast Estratosférica, com três temporadas de sucesso no youtube, o projeto se constrói como continuidade desse diálogo, agora mediado pela performance. A equipe técnica é formada majoritariamente por mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, e todos os episódios contam com Libras e audiodescrição.

Sem a mediação do palco tradicional, o Estratosférica Sessions aposta na escuta como linguagem. Em tempos de excesso, oferece pausa. Em meio à dispersão, presença.

SERVIÇO:
Estratosférica Sessions
Calendário de lançamentos: estreia 18/05: Lilian Nakahodo | 25/05: Folebaixo + Nati Bermúdez @natibermudez.comz | 01/06: Turra Tupi | 08/06: Dani Zan
Formato: 4 episódios, com estreia semanal
Onde assistir: youtube.com/helenasofiaoficial
Duração: aproximadamente 20 minutos por episódio
Classificação: livre
Acessibilidade: Libras, legenda e audiodescrição
Redes sociais: @estudiooldcat | @helenasofiaoficial | @lilian.nakahodo | @marinaacordeom@natibermudez.comz | @turratupi | @milenatupi

Assessoria de Imprensa
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SOLO DE PAGU LEAL RETORNA AO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS E QUESTIONA PADRÕES DE BELEZA COM HUMOR E REFLEXÃO

Na foto de Mônica Lachman, Pagu Leal em cena do espetáculo em cartaz no Teatro Novelas Curitibanas: “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”.

“Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” abre temporada gratuita de 14 a 24 de maio de 2026, com cenas inéditas e diálogo sobre corpo e identidade

Há um momento em que o espelho deixa de ser apenas reflexo e passa a ser confronto. É desse território, íntimo e coletivo, que nasce “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, solo da atriz e autora Pagu Leal, que retorna ao Teatro Novelas Curitibanas para sua quarta temporada, entre os dias 14 e 24 de maio.

Dirigido por Giorgia Conceição, o espetáculo articula humor, relato pessoal e reflexão filosófica para abordar as violências simbólicas e estéticas que atravessam, sobretudo, a vida das mulheres. Em cena, o riso surge como alívio, mas principalmente como ferramenta de deslocamento, uma forma de olhar para padrões naturalizados e revelar suas estruturas.

A beleza como construção
A nova temporada incorpora cenas inéditas que percorrem a história da beleza, da antiguidade grega à contemporaneidade. Ao longo dessa travessia, o espetáculo evidencia que os padrões estéticos não são universais nem fixos, mas construções históricas que moldam corpos, comportamentos e subjetividades. Partindo de experiências pessoais, Pagu Leal estabelece uma relação direta com o público, aproximando questões íntimas de uma dimensão coletiva. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes, desconsiderando aspectos como raça, cores, biotipos e contextos”, afirma.

Do palco ao encontro
Mais do que uma crítica, o trabalho propõe um movimento de reconhecimento e deslocamento. Ao tensionar imagens cristalizadas, o espetáculo abre espaço para outras formas de percepção e existência. “Esse trabalho também é um convite para que cada pessoa possa se olhar com mais generosidade, fora das imagens que nos foram impostas”, diz Pagu Leal.

Como nas temporadas anteriores, após cada apresentação o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa. O momento amplia a experiência cênica e transforma o teatro em espaço de escuta e partilha, reforçando o caráter coletivo da obra.

A experiência em prática
Nesta temporada, a proposta se expande para além da cena com a realização da oficina “A Burla do Corpo”, ministrada pela diretora do espetáculo, Giorgia Conceição (Miss G). A atividade, realizada no próprio teatro, aprofunda na prática questões presentes no solo ao investigar o corpo como território de expressão, memória e transformação. “O burlesco, para mim, é uma ferramenta de reconexão com aquilo que nos foi tirado: a liberdade de existir no próprio corpo”, afirma a artista.

Voltada para até 15 participantes, sem necessidade de experiência prévia, a oficina acontece em dois encontros de quatro horas, aos sábados da temporada. Com metodologia própria, Miss G conduz uma travessia somato-psíquica que busca liberar padrões que limitam a expressão e estimular a potência criativa de cada participante. Tendo como pano de fundo a história do burlesco, ligada a uma dimensão invisibilizada do teatro feito por mulheres, a prática explora movimento, corporalidade e conexão criativa. As participantes são convidadas a “desencaixotar” corpos e emoções, desenvolvendo fluidez, confiança e autoexpressão.

O projeto é realizado pela Sociedade Poética, iniciativa fundada há 11 anos por Pagu Leal, dedicada à criação e ao desenvolvimento de projetos em teatro, poesia, filosofia e literatura, com foco em mulheres e coletivos femininos em Curitiba e região metropolitana.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Espetáculo: Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei
Data: 14 a 24 de maio de 2026
Horários: Quinta a sábado, às 20h | Domingos, às 19h
Sessões com Libras: 15 e 22 de maio (sextas)
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222)
Ingressos: Gratuitos, distribuídos uma hora antes das apresentações
Classificação etária: 14 anos | Duração: 55 minutos

SERVIÇO
Oficina: A Burla do Corpo
Dias: 16 e 23 de maio das 14h às 18h (dois sábados)
Inscrições link: aqui
Vagas: até 15 pessoas (sem necessidade de experiência prévia)
Classificação etária: 18 anos
Informações: lojamissg@gmail.com | 41 984545313

FICHA TÉCNICA:
Texto e atuação: Pagu Leal |  Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Design gráfico: Luciane Stocco | Assessoria de comunicação: Bruna Bazzo | Produção e realização: Sociedade Poética

Sobre a  Sociedade Poética surgiu há 11 anos, a partir do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal, consolidando-se na criação, produção e incentivo de projetos ligados ao teatro, poesia, filosofia e literatura com mulheres e coletivos de mulheres em Curitiba e região metropolitana. A Sociedade Poética desenvolve iniciativas que valorizam a linguagem, o pensamento crítico e a comunicação humana. Seu propósito é fortalecer a cultura e promover experiências transformadoras por meio da arte e da palavra.

Sobre as artistas:


Atriz, dramaturga, produtora cultural e professora de ética e oratória, Pagu Leal construiu, ao longo de 33 anos de atuação, uma trajetória sólida nas Artes Cênicas, em Curitiba e em outras cidades brasileiras. Transita por diferentes funções, linguagens e plataformas, com uma pesquisa atravessada pela Filosofia, que confere densidade crítica e poética às suas criações.

Como dramaturga, tem 11 textos encenados, entre eles “A Vênus das Peles” (Prêmio Myriam Muniz/Funarte, 2011), “Difícil Amor” (Troféu Poty Lazarotto de Melhor Texto Teatral, 2004) e “Que Absurdo!” (selecionado no projeto Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba, 2003).

Na televisão, criou e protagonizou o programa de humor “Coisas de Casal” (RPC TV), também assinando o roteiro. Como atriz, soma mais de 40 espetáculos profissionais, com passagens por companhias como Grupo Satyros, Grupo Delírio e Cia Stavis & Damaceno. Seu trabalho articula criação, interpretação e pensamento, em uma investigação contínua entre corpo, palavra e experiência.


Giorgia Conceição, a Miss G, é uma das principais disseminadoras da arte burlesca no Brasil. Artista, diretora e mentora de novos talentos, ela é Mestre em Artes Cênicas pela UFBA e autora da influente pesquisa “A Burla do Corpo”, que se tornou base para discussões do burlesco no país. Convidada por Pagu Leal, assina a direção do solo “Do dia que olhei no espelho e não me encontrei.” O espetáculo fez quatro temporadas em Curitiba, sempre com grande sucesso de público.

Co-criadora do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco, Miss G também dirigiu a mostra semanal Terça Burlesca em Curitiba e faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week. Seus trabalhos mais recentes, como os espetáculos O Piano Burlesco (2024) e Baderna (2023), têm atraído grande público. Além do alcance nacional, ela já levou sua performance para contextos internacionais, apresentando-se em cidades como Buenos Aires (Argentina), Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria)

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunicaa

“MARGENS DE SI”: EXPOSIÇÃO DE GABRIELA QUEIROZ RETORNA A CURITIBA E TRANSFORMA O AUTORRETRATO EM TRAVESSIA SENSÍVEL

Na foto de Hero Aditya da Mutare marketing, a artista Gabriela Queiroz apresenta Margens de Si em Curitiba, exposição que reúne 21 anos de pesquisa em autorretrato, memória e identidade. Em cartaz de 9 de maio a 15 de junho na Soma Galeria.

Mostra gratuita reúne 21 anos de pesquisa em artes visuais e propõe ao público uma experiência entre imagem, memória e identidade

Curitiba recebe, de 9 de maio a 15 de junho, a exposição Margens de Si, da artista visual brasileira Gabriela Queiroz, em cartaz na Soma Galeria. Com entrada gratuita, a mostra apresenta um conjunto de obras construídas ao longo de mais de duas décadas de pesquisa contínua, tendo o autorretrato como eixo central.

Com circulação por cidades como Cascavel, Maringá, Toledo e Foz do Iguaçu, o projeto retorna a Curitiba em uma nova etapa, após já ter sido apresentado anteriormente no Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMa), agora na Soma Galeria, com ações formativas e de mediação que aprofundam o diálogo com o público.

Mais do que uma exposição, Margens de Si se configura como um percurso: um corpo de trabalho em constante transformação que encontra, em cada cidade, novas camadas de leitura. “Cada lugar por onde o projeto passa modifica também a forma como ele é visto e sentido. Em Curitiba, essa travessia se amplia justamente pelo encontro com o público e pelas possibilidades de troca”, afirma a artista. O projeto se desdobra, assim, como experiência viva, que aproxima o público dos processos da artista e cria espaços de convivência e escuta.

Travessias do autorretrato: imagem, tempo e processo
Iniciado em 2005, a pesquisa poética de Margens de Si nasce do gesto de voltar o olhar para si, não como espelho fiel, mas como território instável, atravessado pelo tempo. Ao longo dos anos, Gabriela Queiroz desenvolve uma pesquisa em que o autorretrato deixa de ser representação e passa a operar como linguagem, método e pensamento visual.

As obras, realizadas em gravura, como litografia e calcografia, técnica mista e videoarte, exploram repetições, deslocamentos e sobreposições. São imagens que insistem em retornar, nunca idênticas, como se cada uma carregasse vestígios da anterior e anunciasse a próxima. Rostos que se reconhecem sem se fixar. Presenças que oscilam entre permanência e transformação. “Não se trata de representar um rosto, mas de investigar o que está além da superfície, em algum lugar desconhecido da memória”, afirma a artista. Em muitas das imagens, é o olhar que sustenta essa continuidade, mesmo diante das variações formais. “Mesmo quando as imagens se transformam, existe algo no olhar que permanece, e percebo que é ele que conecta todas essas versões, que constituem esse corpo autoficcional”, completa Gabriela Queiroz.

Programação e experiência do público
A exposição se organiza como um campo aberto de leituras, onde diferentes momentos da pesquisa coexistem. O público é convidado a percorrer essas imagens como quem atravessa camadas, de memória, de experiência e de construção do eu, em um espaço que propõe pausa, escuta e percepção.

A programação tem início em 9 de maio, com abertura e presença da artista, e segue em cartaz até 15 de junho. Durante o período expositivo, serão realizadas oficinas de gravura e ações de contrapartida social. No dia 29 de maio, acontece um encontro com a artista no espaço expositivo, seguido, no dia 30, pelas oficinas em dois turnos. Integra ainda a programação uma atividade no Cense Curitiba, voltada a adolescentes em medida socioeducativa. O projeto conta com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, catálogo em braile e tradução em Libras.

SERVIÇO:
Exposição: Margens de Si
Local: Soma Galeria (R.Mal. José B Bolamnn, 730 – Bigorrilho, Curitiba)
Período: 09 de maio a 15 de junho de 2026
Abertura: 09 de maio de 2026, com presença da artista
Visitação: de terça a domingo (horários a confirmar com a galeria)
Entrada: gratuita
Classificação: livre

SERVIÇO:
Oficinas de Gravura
Inscrições: aqui
Local: Soma Galeria
Dia: 30 de maio, sábado
Turma 1: 9h às 12h, ou Turma 2: 14h às 17h
Dia: 29 de maio, Oficina especial – Cense Curitiba

Gabriela Queiroz é artista visual brasileira, natural de Cascavel (PR), com mais de 20 anos de pesquisa nas artes visuais, tendo o autorretrato como eixo central de investigação. Iniciado em 2005, o projeto Margens de Si articula gravura, técnica mista e videoarte, explorando a imagem como campo de transformação contínua.

Sua produção investiga o corpo como território simbólico atravessado por memória, tempo e processos de subjetivação, construindo obras que tensionam a ideia de identidade fixa. Já apresentou o projeto em diferentes cidades do Paraná, incluindo Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo e Curitiba (MuMa), e em 2026 dá continuidade à circulação por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Assessoria de Imprensa:
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ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

COMÉDIA “TEM UM NOME PRA ISSO” REVELA A SOLIDÃO E A SOBRECARGA DA MATERNIDADE NO PALCO

Na foto de Gabriel Rega, o elenco de “Tem Um Nome Pra Isso”.

Em cartaz no Teatro Barracão EnCena de 22 de agosto a 14 de setembro, espetáculo escrito e dirigido por Pagu Leal mistura humor ácido e crítica social para expor as contradições da maternidade e o peso invisível que ainda recai sobre as mulheres.

Até o dia 14 de setembro, o Teatro Barracão EnCena recebe a estreia do espetáculo “Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”, com texto e direção de Pagu Leal. A montagem, realizada em parceria com a Sociedade Poética, apresenta uma comédia de tons ácidos e toques de ternura, revelando as contradições da maternidade contemporânea e o peso invisível que muitas mulheres carregam diariamente. De acordo com a diretora, o espetáculo é mais do que uma comédia, “é uma tentativa de nomear os sentimentos contraditórios da maternidade, do estresse, da fadiga crônica das mulheres e tantas outras mazelas mentais e físicas que vêm embaladas de canções infantis e tons pastéis”, revela.

O enredo gira em torno das mulheres da família Albuquerque e os diferentes modos como cada uma lida com a maternidade — ou com a escolha de não ser mãe. Inês, a matriarca, rompe com a imagem tradicional da avó carinhosa ao manter uma relação fria e distante com as filhas e netos. Luiza, mãe solo de quatro filhos, sobrevive à exaustão da múltipla parentalidade sem qualquer rede de apoio. Sua filha mais velha, Maria, prestes a completar 18 anos, sustenta a rotina da casa como uma verdadeira babá dos irmãos, enquanto sonha com uma vida longe dessa sobrecarga. Já Carolina, irmã de Luiza e mulher sem filhos, enfrenta uma batalha silenciosa: é perseguida ideologicamente no departamento universitário onde leciona Ética.

A peça foi escrita por Pagu Leal em 2017 e é diretamente inspirada nas vivências das criadoras enquanto artistas e mães. A obra parte da experiência pessoal da diretora para expor, com sensibilidade e ironia, a naturalização do cuidado materno como obrigação exclusiva das mulheres – mesmo em contextos de avanço social e tecnológico. “Apesar dos avanços destas discussões, a maternidade continua exatamente o que sempre foi: exaustiva e solitária. Não é apenas uma fase cansativa, mas um desafio de anos, mais extenuante que uma maratona, mas sem medalhas ou remuneração. Apoiada pelo discurso de naturalização dessa função, a sociedade mantém as mulheres caladas, sobrecarregadas e culpadas”, afirma a autora.

Com um texto afiado, personagens complexas e situações cotidianas profundamente identificáveis, “Tem Um Nome Pra Isso” busca nomear o cansaço, a fadiga crônica e os sentimentos contraditórios que atravessam a maternidade, e também a liberdade das mulheres que escolhem não ter filhos.

Pensando na pluralidade da experiência materna e na acessibilidade cultural, a produção conta com duas apresentações de contrapartida especialmente para as mães com crianças de colo ou pequenas (até 5 anos). Nessas sessões, elas terão total liberdade para entrar e sair da sala durante o espetáculo, garantindo conforto e tranquilidade. Enquanto isso, uma equipe de monitores fica à disposição com atividades lúdicas e seguras para os pequenos, permitindo que as mulheres assistam à peça com mais leveza. Nesses dias, a classificação é livre, acolhendo o público infantil de forma responsável e afetiva.

Sinopse:
“Tem um nome pra isso” é uma comédia sensível e mordaz sobre maternidade e suas contradições. A peça acompanha três gerações de mulheres lidando com sobrecarga, silêncios e resistência cotidiana. Inspirada nas vivências das criadoras, revela como o cuidado infantil ainda recai quase exclusivamente sobre as mães. Com humor ácido e momentos de ternura, o espetáculo nomeia o cansaço, a culpa e os afetos que permeiam a maternidade contemporânea, assim como a opção das mulheres por não ter filhos.

SERVIÇO
“Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”
Temporada: de 22 de agosto a 14 de setembro
Dias e horários: sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Estreia: 22/08 (quinta-feira), às 20h – Sessão exclusiva para convidados
Sessões em Libras: 24/08 (domingo), às 20h e 31/08 (domingo), às 20h
Sessões Gratuitas de Contrapartida, classificação Livre: 06/09 (sexta-feira), às 18h e 07/09 (sábado), às 16h 
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160, Curitiba)
Classificação indicativa: 12 anos
Realização: Teatro Barracão EnCena e Sociedade Poética
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | R$ 25 (alunos do Barracão EnCena e acompanhantes) Link:https://www.sympla.com.br/evento/tem-um-nome-pra-isso/3081455 ou diretamente na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA:
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Texto e Direção: Pagu Leal | Elenco: Carla Rodrigues, Heloísa Rodrigues, Léa Albuquerque e Mevelyn Gonçalves | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Assistência de Produção e Figurino: Belle Viana | Iluminação: Nadia Luciani | Sonoplastia e Preparação Vocal: Priscila Esteves | Trilha Sonora Original: Priscila Esteves e Nati Bermúdez | Preparação Corporal: Ane Adade | Cenografia: Ruy Almeida | Cartaz: Lu Stocco | Fotos de Divulgação: Gabriel Rega | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Marketing: Ana Paiva e João Quintino | Participação nas fotos de divulgação: Anthony Freitas da Silva e Maria Luiza Freitas da Silva | Vozes das Crianças: Alicia Beatriz de Oliveira Yan e Theo Silva Pazian

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

CURITIBA RECEBE A SEGUNDA EDIÇÃO DA OFICINA GRATUITA HISTÓRIAS ENRAIZADAS

Estão abertas as inscrições gratuitas para a segunda edição do projeto, idealizado e conduzido pela escritora Lindsey Rocha Lagni, que tem início dia 28 de julho e término dia 24 de novembro, no Solar Guimarães, no Conservatório de MPB.

Voltada especialmente para professores do Ensino Fundamental II, a oficina Histórias Enraizadas chega à sua segunda edição em Curitiba, com uma proposta formativa gratuita sobre a criação de textos literários infantojuvenis inspirados nas culturas dos povos originários do Brasil e da cultura afro-brasileira. O projeto, idealizado e conduzido pela escritora curitibana Lindsey Rocha Lagni, acontece de 28 de julho a 24 de novembro de 2025, no Solar dos Guimarães, em dez encontros presenciais.

A iniciativa oferece aos participantes uma imersão em obras cuidadosamente selecionadas, nas quais a natureza, as histórias e os cenários das culturas indígenas e afro-brasileiras são apresentados de forma artística – muitas vezes poética. “A proposta é que todos desenvolvam uma percepção apurada sobre o que é um texto literário bem construído e sobre a responsabilidade de trabalhar com referências tão ricas e simbólicas”, afirma Lindsey.

A programação conta com a presença de três convidados especiais: o professor e Cacique Eloy Jacinto, a ilustradora Mari Ines Piekas e a atriz Natália Eloísa, que vão enriquecer a formação com diferentes perspectivas culturais e artísticas. A oficina une leitura crítica, criação de narrativas e atividades criativas, com reflexões profundas e práticas inclusivas.

Ao longo dos encontros, serão abordados temas como a estrutura da literatura infantojuvenil, a criação de personagens, a relação entre texto e imagem, e o uso da linguagem poética. “O Brasil é formado por múltiplas nações indígenas e uma vasta herança afro-brasileira. A oficina pretende explorar essas raízes de maneira sensível e respeitosa, abrindo espaço para que os participantes criem textos que dialoguem com esse universo, direta ou indiretamente”, explica Lindsey.

Os textos produzidos poderão trazer desde histórias com personagens indígenas em contextos urbanos até poemas que mesclam elementos de culturas afro-brasileiras e indígenas. “As possibilidades criativas são amplas, e não é necessário que os textos representem diretamente essas culturas, mas que surjam a partir do contato com elas”, acrescenta a escritora.

As inscrições são gratuitas e limitadas a 30 vagas, com prioridade para professores do Ensino Fundamental II, mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, cegos e pessoas com baixa visão. Todas as aulas contarão com a presença da intérprete de Libras Elaine Moreira, garantindo acessibilidade plena. Para participar, basta acessar o perfil da produtora no Instagram: @pocoependulo e preencher o formulário.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba.


A oficina ministrada por Lindsey Rocha Lagni, busca conectar os participantes com as raízes indígenas e afro-brasileiras por meio da literatura infanto-juvenil e da escrita criativa.

Sobre Lindsey Rocha Lagni
Lindsey é formada em Letras pela UFPR e atuou por dez anos como professora de Língua Portuguesa e Literatura na rede particular. É autora dos livros Nervuras do Silêncio e Amuletos de Prosa e Verso, organizadora de Ofícios do Tempo (Poesia de Donizete Galvão) e coeditora de diversas obras infantojuvenis, como Visita à Baleia, de Paulo Venturelli – segundo lugar no Prêmio Jabuti.

SERVIÇO: OFICINA HISTÓRIAS ENRAIZADAS
Dias: início 28/07/2025 até 24/11/2025
Horário: 9:30 às 12:00
Local: Solar dos Guimarães, entrada pelo Conservatório de MPB (R. Mateus Leme, 66 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-190)
Inscrições: https://forms.gle/LeEKzfizpKmxhTW38
Instagram: @pocoependulo

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

CULTURA TANGUEIRA É APRESENTADA EM PROJETO DE SAMARA SFAIR EM CURITIBA

O projeto “Tango: a arte de não estar só” faz duas apresentações interativas e gratuitas durante a Mostra Solar, na Casa Hoffmann, em Curitiba, nos dias 22 e 31 de maio, com a participação do dançarino curitibano, Julian Cazuni. 

A expressiva arte do tango ganha destaque na Mostra Solar, na Casa Hoffmann, com o projeto inovador “Tango: a arte de não estar só”, idealizado pela produtora cultural, dançarina e educadora curitibana Samara Sfair. O público terá a oportunidade de vivenciar duas apresentações interativas e gratuitas nos dias 22 e 31 de maio, sempre às 19h30, com a participação especial do renomado dançarino curitibano Julian Cazuni. As performances prometem envolver a plateia em uma experiência única, apresentando uma coreografia original que narra a história de um casal ao longo de cinco músicas.

A singularidade do projeto reside na participação ativa do público, que será responsável por decidir o desfecho do relacionamento dos dançarinos através da escolha de cartões coloridos. Essa interação, aliada ao jogo de luzes, tornará cada apresentação imprevisível e memorável. “A dança é uma interação entre dois corpos, uma conversa na qual um propõe e o outro escuta e através da dança criar uma sinergia fina para execução dos movimentos com perfeito equilíbrio”, explica Samara Sfair, que tem sido uma figura chave na revitalização e popularização do tango em Curitiba, cidade considerada a terceira capital brasileira mais representativa da cultura tangueira.

Além das apresentações, o projeto “Tango: a arte de não estar só”, produzido pela Poço e Pêndulo Produtora Cultural, oferecerá bate-papos pós-espetáculo para promover o intercâmbio de conhecimentos entre artistas e produtores. Demonstrando um forte compromisso com a inclusão, as sessões contarão com intérprete de Libras durante o bate-papo pós espetáculo e, no dia 31 de maio, com audiodescrição da performance.

O projeto busca democratizar o acesso ao tango, rompendo com a histórica associação elitista e convidando novas gerações a se encantarem com essa rica expressão artística, declarada Patrimônio Imaterial da Humanidade. “Tango: a arte de não estar só” é um Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Apresentações “Tango: a arte de não estar só”
Datas: 22/05 – 19h30 | Público geral + roda de conversa com Intérprete de Libras
31/05 – 19h30 | Sessão com audiodescrição, voltada a pessoas com deficiência visual.
Local: Casa Hoffmann (Rua Dr. Cláudio dos Santos, 58 – São Francisco)
Entrada Franca: Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes no local. Sujeito à lotação. Parte dos ingressos (10%), serão destinados a pessoas idosas, gestantes, deficientes ou obesas.
Classificação: Livre I Duração: 40 minutos

Ficha Técnica:
Direção: Samara Sfair | Coreografia: Rafael Bittencourt e Samara Sfair | Dançarinos: Samara Sfair e Julian Cazuni | Iluminação: Ike Rocha | Sonoplastia: Julian Cazuni | Operador de Som: Beatriz Marçal | Cenografia: Caio Frankiu | Coordenação: Poço e Pêndulo Produtora Cultural | Produção: Beatriz Marçal e Maria Sousa

Samara Sfair
É bailarina, coreógrafa, professora e tangoterapeuta, com atuação no Brasil e na Argentina. É também Professora Adjunta da Faculdade de Tango Del Angel, na Argentina. Pós graduada em Dançaterapia, possui formação em tango pelo Método Dinzel e especialização em dança-terapia. Como produtora da Copa Tango Curitiba, difunde a cultura tangueira e suas múltiplas expressões. Além de atuar como DJ de tango e organizadora de milongas, desenvolve pesquisas sobre a reabilitação através da dança, aplicando suas técnicas em casos de Parkinson e depressão. Seu trabalho valoriza a improvisação e o estilo pessoal dos alunos, promovendo um ensino acessível e envolvente.

Julian Cazuni
Bacharel e licenciado em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), o profissional se destaca como artista e docente com foco nas Danças de Salão. Idealizador do evento “É Tipo Zouk” em Curitiba/PR, promove processos artístico-educacionais e bailes para a formação de comunidades e a expressão cultural. Iniciou sua carreira como professor em 2015 na escola Danza Mais, retomando em 2024 o ensino do Tango. Com sólida experiência como bailarino, integrou companhias renomadas como “Identidade Cênica” de Renato Zóia, “Turma da Gafieira” de Jall Martins e “Mi Nombre es Tango” de Manuel Ortiz. Atualmente, em parceria com Nina Rodrigues, desenvolve estudos de Tango Escenario e Tango Pista, participando de congressos e maratonas coreográficas, além de apresentações com a Orquestra Paranaense de Tango (OPRT) desde de 2023.

Poço e Pêndulo Produtora Cultural
A Poço e Pêndulo é uma produtora cultural que trabalha com artistas independentes, empresas e demais fazedores de arte. Nosso objetivo é promover a democratização ao acesso das verbas fornecidas dentro da economia criativa por meio da facilitação da escrita e submissão de editais. Possibilitando assim que artistas fora do circuito principal consigam realizar seus projetos e atingir um maior público. A empresa foi fundada por Beatriz Marçal e tem como sócia Maria Sousa.
Site: https://www.instagram.com/pocoependulo/

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

“CONTA-TE” NOVA PRODUÇÃO DA SOCIEDADE POÉTICA ESTREIA EM CURITIBA

Na foto de Nando Porto as atrizes: Raquel Rizzo, Cleo Cavalcanti, Bia Sartoretto que formam o elenco de “Conta-te”, junto com Ciliane Vendeusculo que encena uma das personagens durante as apresentações no Teatro Cleon Jacques.

Escrita pela autora e diretora, Pagu Leal, a comédia traz 3 atrizes de diferentes idades  fazendo 3 atrizes de diferentes idades que mesclam suas vidas ao processo artístico da construção  de uma peça de teatro, sensível e poética, com o tema: assédio moral. A primeira temporada gratuita no Teatro Cleon Jacques, será de 17 a 28 de abril. 

Estreia na segunda quinzena de abril (17 a 28), a primeira temporada gratuita do espetáculo “Conta-te” produzido pela Sociedade Poética, uma comédia que trata temas relacionados à mulher e como elas encaram o assédio moral no ambiente de trabalho, as apresentações serão no Teatro Cleon Jacques, em Curitiba. A peça conta com as atrizes Raquel Rizzo, Cleo Cavalcantty, Bia Sartoretto, três mulheres e artistas de diferentes idades que interpretam conflitos de geração e questionamentos sobre a profissão, a arte e o assédio, na montagem escrita e dirigida pela autora e produtora Pagu Leal. 

A ideia nasceu em conjunto com a  Procuradoria da Mulher de Curitiba e SATED Paraná ,  e trata principalmente das situações diárias de abuso moral; das “cantadas baratas” às expressões  chulas e “corriqueiras”. Experiência vivida por todas as mulheres brasileiras. Não importando idade , região ou classe social.  Expressões de atitudes carregadas de preconceito de gênero e, que assim dizer, estruturam nossa sociedade.  Segundo a autora Pagu Leal, a peça pode auxiliar muitas mulheres a reconhecer situações abusivas e fortalecer a auto narrativa, para que tenham a convicção de que suas impressões, ou incômodos, sejam realmente consideradas. “A arte possibilita ampliar a percepção para questões que muitas vezes nem percebemos como abusivas, e no palco isso fica muito claro”, revela a  autora e diretora. Pagu conta ainda que a produção da Sociedade Poética nasceu da necessidade de criar um material didático, acessível e empático sobre assédio moral. “Situação enfrentada por muitas mulheres no Brasil e que compõem um lamentável traço cultural, em muitos casos “naturalizado”, das hierarquias de trabalho”, diz.

Por meio da encenação, a peça dá uma nova abordagem ao tema em suas variações geracionais e atualizações éticas relacionadas às conquistas de direitos trabalhistas pelas mulheres. O espetáculo quer estimular a uma grande tomada de consciência sobre violência de gênero. A autora desenvolveu ao longo de 2023 uma pesquisa baseada em conversas com setores e segmentos da sociedade, sindicatos e categorias profissionais sobre o tema. Para Pagu, a peça liberta a narrativa das mulheres, legitima seus sentimentos e acolhe suas dores. “Foi o caso das classes artística teatral, da dança e com cantoras, buscando entender e desenvolver um projeto humano e sensível destacando a difícil decisão das vítimas de quando é hora de denunciar”, revela. 

O espetáculo fica em cartaz por duas semanas de 17 a 28 de abril: quarta a sexta às 20 horas. Nos sábados, com duas sessões: às 16 horas, e no segundo horário às 20:00, com intérprete em Libras. Já nos domingos as apresentações serão às 19 horas. 

Sobre Pagu Leal: Autora e diretora 
Há 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas, Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais como atriz. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.

Como dramaturga já teve diversos textos encenados , destaques para: 2021 “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, 2011 “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte. “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral em 2004 e, “Que Absurdo!” texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba. Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011,”Coisas de Casal” na RPC TV, Globo Paraná, onde atuava e escrevia . Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.

Sobre a Sociedade Poética
A Sociedade Poética nasceu em 2006 como consequência do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal. E também, como possibilidade de escrever, produzir e incentivar produtos culturais relacionados à cultura poética de Curitiba e região metropolitana. Concomitante ao trabalho poético, autoral e teatral a Sociedade Poética também atua com profissionais das mais diferentes áreas através de cursos, atendimentos e workshops em Performance Comunicativa. Relacionando assim as práticas artísticas a conceitos filosóficos da oratória e argumentação, formação acadêmica da empreendedora Pagu Leal.

Serviço 
“CONTA-TE” 
Temporada: 17/04 à 28/04
(Quarta a sexta às 20h. Sábados às 16h e 20h – no segundo horário com intérprete em Libras. Domingos às 19h) 
Local: Teatro Cleon Jacques
Rua: Rua Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba
Entrada: Franca 
Duração: 1h20
Classificação: 14 anos

Fonte: bb_comunica

MUV CELEBRA 25 ANOS E APRESENTA A 1ª TEMPORADA DE SHOWS DO EP BAIRRO BLACK

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado dirigido por Ricardo Verocai e Kátia Drumond, lança o EP Bairro Black em shows gratuitos no Teatro Zé Maria, além de criar em diferentes mídias digitais homenagem às personalidades da cultura negra do Paraná 

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, celebra 25 anos de trajetória neste ano de 2024. Criado no Rio de Janeiro e radicado em Curitiba a partir de 2005 , foi idealizado em 1999 pelo pelo produtor musical, tecladista, compositor e arranjador Ricardo Verocai e pela cantora e compositora Kátia Drumond. Celebrando a data, o grupo lança em março (14 a 17) a primeira temporada de shows do EP Bairro Black, no Teatro José Maria Santos, em parceria com a produtora Pomeiro Gestão Cultural.

O MUV tem sua trajetória marcada pela criação em ritmos de origem negra, colocando a negritude como enfoque. Não apenas como pauta, mas também como força criadora, movimentando mentes e corações, vibrando em potentes ondas sonoras.

Lançado em 2021 nas plataformas digitais, o EP foi criado durante a pandemia e homenageia bairros da cidade e personalidades pretas que fazem ou fizeram história em Curitiba. Com foco na negritude e na força criadora dos artistas o MUV destaca nomes como Waltel Branco, Odelair Rodrigues, Laura Santos, Lápis, Saul Trumpet, Mãe Orminda, Danilo Avelleda, Geisa Costa, Enedina Alves Marques e Megg Rayara, entre outros.

O Bairro Black, com 5 faixas, tem um repertório que funde as bases do soul, groove, funk, jazz, rap, salsa, reggae, ritmos uniformemente dançantes, com ritmos variados da música brasileira como o samba. Uma das faixas: “Orgulho Crespo” narra o encontro de vários artistas e ativistas negros durante a Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba, liderada pela cantora e ativista Michele Mara e reconhece a representatividade da comunidade preta na cidade.

Para a nova etapa do Bairro Black, o MUV vai difundir a história narrada no EP com a realização da primeira temporada de shows gratuitos, somando uma proposta multimídia com o lançamento de um curta metragem documental sobre o processo criativo. Além de uma websérie de 8 episódios com depoimentos de algumas das personalidades negras homenageadas no EP.

Durante a temporada de comemorações de 25 anos, o MUV traz surpresas para o público presente como um lançamento audiovisual: o videoclipe inédito da música Toni Groove, que faz parte de um álbum anterior, os Guardiões do Groove.

O projeto prevê ainda apresentações extras dos shows para alunos da rede pública de ensino, com tradução em Libras em todo o material audiovisual produzido e também nos shows, que poderão ser assistidos pela comunidade surda nos dias 15 e 16 (sexta e sábado), no Teatro Zé Maria.

SERVIÇO:
Lançamento EP Bairro Black
Dias: 14, 15, 16, 17 de março (16 e 17 com tradução para Libras)
Horário: Quinta a sábado às 20h e domingo às 19h.
Local: Teatro José Maria Santos – Rua 13 de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba
Entrada Franca: Retirar ingressos a partir de 1 hora antes no teatro. Sujeito à lotação.
Classificação: Livre.

FICHA TÉCNICA:
Direção Musical: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Produção Geral: Igor Augustho e Kátia Drumond
Voz: Kátia Drumond
Teclados: Ricardo Verocai
Baixo: Evangivaldo Santos
Guitarra: Eduardo Ansay
Bateria: Samir Souza
Backing Vocals: Kabuto e Brenda Calbaizer
Iluminação: Lucas Amado
Direção de palco e Operador de som: Luigi Castel
Assistente de Palco: Ana Luiza e Fernando Atanasio
Assistente e Montador de iluminação: Juan Lis
Produção técnica: Effex Tecnologia e Criação
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Nergro
Tradução para Libras: TAÉ – Libras & Cultura
Intérpretes de Libras: Elaine Moreira, Nathan Sales e Talita Grünhagen
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Assistente de Produção: Monica Margarido
Estagiário de Produção: Matheus Zaidan
Captação de Recursos: Meire Abe
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (@bb_comunica)
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

Acesse os canais e acompanhe a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

SOBRE O MUV:
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, mistura ritmos em um som único e tem a direção musical de Ricardo Verocai, e direção artística de Kátia Drumond, com assistência de direção do baixista e compositor Evangivaldo Santos. O grupo está entre as bandas que fazem música autoral de Curitiba e é formado por músicos do Rio de Janeiro, Salvador e do Paraná, que residem na cidade.

O MUV se destaca na cena musical brasileira e no exterior com a proposta de reviver o movimento de música preta nacional surgido no Rio de Janeiro no final da década de 60 com Dom Salvador e Herlon Chaves, e fortalecido por nomes como Tim Maia, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé.

Além destes, também fazem parte das influências musicais do grupo, entre outros: Azymuth, Arthur Verocai,Carlos Dafé, Tania Maria, Leny Andrade, entre outros.

A banda já lançou 03 álbuns. ‘Os Movimentos’ (2006) e ‘Minha Gente Brasileira’ (2011), ‘Acordes Daqui’ (2013) e os dois primeiros contam com participações do maestro, Arthur Verocai e têm músicas em parceria com Macau, e o segundo tem participação do cantor e compositor Carlos Dafé. Suas composições estão nas playlist de DJ’s nacionais e internacionais, tem reprodução em rádios da Alemanha, França, Sérvia, Rússia, Estados Unidos, Austrália, Itália, Espanha, Canadá, entre outros.

O grupo também realiza projetos de cunho artístico-educacional voltada à valorização da cultura negra e em novembro de 2022 e no início de 2023 realizou o projeto ‘O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais’, levando oficinas e pocket-shows a 05 municípios da região metropolitana de Curitiba e também no litoral do PR. O projeto teve o apoio da Copel através do Profice, o Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná.

Seus principais shows de 2022 e 2023 foram ‘MUV convida Paula Lima’, em comemoração aos 50 anos do Teatro Paiol, a convite da Prefeitura de Curitiba e da FCC e ‘MUV e Michele Mara’, na ‘7ª e 8° Marcha do Orgulho Crespo’, evento destinado à cultura afro-brasileira. Em 2023 participou também dos festivais : Encantadas Jazz Ilha do Mel e Jazz À Gosto (Ilha do Mel – PR) e 7ª edição Curitiba Jazz Festival.

Em janeiro de 2024 levou seu groove ao litoral do PR, no Projeto Verão Maior – palco Sunset, Shangrilá.

Nos grooves variados do MUV transitam diferentes músicos, parceiros de composição, em diversos formatos de shows.