PREMIADA ATRIZ FERNANDA FUCHS MINISTRA OFICINA DE IMPROVISAÇÃO E DRAMATURGIA ONLINE NESTA QUARTA-FEIRA (22) ÀS 19H

Fernanda Fuchs. Foto de Vanessa Vzorek.

Pessoas interessadas ainda podem se inscrever! Basta preencher o formulário do evento com informações pessoais

É nesta quarta, 22 de junho às 19h! A atriz, palhaça, cantora e ex-professora da rede pública de ensino Fernanda Fuchs ministrará uma oficina de teatro baseada em seu espetáculo, “Corrente Fria, Corrente Quente”, por meio da plataforma online Zoom.

No evento, Fernanda compartilhará o seu processo de trabalho e experimentará exercícios de improvisação voltados à criação de outras histórias, narrativas e poéticas, a partir de referências e imagens já experimentadas em “Corrente Fria, Corrente Quente”.

O espetáculo no qual a oficina se baseia foi escrito pela própria Fernanda e estreou como um dos destaques do Fringe (mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba) no ano de 2013. Com boa aceitação da crítica especializada, a peça foi apresentada em palcos de outras cidades e esteve em cartaz em mais de dez festivais, entre eles o Satyrianas, em São Paulo, e o Festival Em Cena, de Jacarezinho (PR).

O texto de Corrente Fria, Corrente Quente foi premiado no Concurso Bunkyo de Contos, realizado em 2012, e lançado como parte do livro “Duas Cenas, um Muro? e outras histórias”, uma antologia de contos que reuniu textos de 30 autores, selecionados dentre 184 obras inscritas.

Para participar da oficina não é necessário nenhum conhecimento prévio sobre teatro.

Serviço:
Oficina de dramaturgia com Fernanda Fuchs
Via plataforma Zoom
Das 19h às 22h
Inscrições via formulário: Oficina de Improvisação e Dramaturgia com Fernanda Fuchs (google.com)

ÍMÃ FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO EP “FURIOSA ABERTA” EM CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO

Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX


Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.

Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).

Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.

Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.

Participações
Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.

Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.

Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).

Ainda no dia 09, a atriz e cantora  Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.

Ingressos
O primeiro lote de reservas para o dia 09/06 já está disponível, no valor de R$ 20, com pagamento via PIX após o preenchimento do formulário acessado neste link: Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com).

Sobre a ímã
A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

Serviço:
Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30
_endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
_valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)

Conheça a ímã
@imafuriosaaberta | linktr.ee/imadenovepontas

Conheça a Queda Livre
@QuedaLivreColetiva | linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz),
Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs
Técnica de som: Acácio Guedes
Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini
Produção executiva: Dayane Battisti
Classificação: livre

ESPETÁCULO “CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS” CHEGA AO PORTÃO CULTURAL COM DUAS APRESENTAÇÕES GRATUITAS

Contos Proibidos de Antropofocus. Fotografia: Paulo Feitosa.

As exibições acontecem nos dias 30 de abril e 01 de maio, sempre às 18h, e marcam a retomada aos palcos presenciais do grupo curitibano Antropofocus

Nos dias 30 de abril e 1º de maio, sábado e domingo, às 18h, o palco do Portão Cultural recebe o espetáculo “Contos Proibidos de Antropofocus”. As duas apresentações têm entrada franca e integram o projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro”, promovido pelo grupo Antropofocus.

Uma comédia sem diálogo
A comédia apresenta quatro cenas curtas, sem que os atores digam uma palavra sequer. Eles utilizam som, efeitos sonoros e música, mas sem nenhum diálogo. No elenco, estão os atores do Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.

Todas as cenas do espetáculo acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: uma marquise num dia de chuva, um banheiro público, dentro de um ônibus. Lugares que parecem absolutamente “normais” mas que, dentro da linguagem do Antropofocus, acabam revelando situações fantásticas.

Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas com deficiência auditiva, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.

“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil.

Além do Palco
A programação também contempla a realização de uma oficina de improvisação, ofertada gratuitamente para atores e não atores. A atividade foi desenvolvida a partir da pesquisa artística do grupo, e visa promover o autoconhecimento por meio de exercícios teatrais e de criatividade, em que os participantes são, simultaneamente, intérpretes e dramaturgos. As informações de data, horário e local serão divulgadas nas redes sociais do grupo.

Circulando por Curitiba
O projeto “Contos em todos os cantos – Humor além do Centro” irá circular por três espaços culturais fora do eixo central da cidade, no período de abril a junho, apresentando um trabalho teatral de qualidade para compor a programação desses teatros, além de ações exclusivas para jovens de escolas públicas da comunidade.

Andrei Moscheto, ator e diretor do grupo, comenta que a circulação ganha um significado especial, já que marca a celebração dos 22 anos de atividades ininterruptas do grupo Antropofocus. “Passamos por este momento dificílimo da pandemia, fazendo tudo online, e resistimos como foi possível. Será emocionante reencontrar com o público ao vivo”, declara ele.

O ator e produtor Edran Mariano fala sobre o objetivo da iniciativa. “O projeto propõe estimular e incentivar a formação de plateia e a ocupação de espaços culturais situados fora do eixo central da cidade e que são referência pela população. Com isso, contribuímos com a democratização do acesso aos bens culturais e a diversificação de públicos, além de dar continuidade à pesquisa artística enquanto grupo profissional”, complementa.

Após a passagem pelo Portão Cultural, o itinerário da circulação seguirá para o Memorial Paranista no Parque São Lourenço, nos dias 28 e 29 de maio, e para o Centro Cultural Boqueirão, nos dias 04 e 05 de junho.

Sobre o Antropofocus
O Antropofocus surgiu em outubro de 2000 e tem como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, levando em conta que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, a depender do prisma pela qual é vista. O grupo sempre se propôs a investigar os paradigmas da comédia comercial, as possibilidades cômicas dos signos teatrais e a improvisação como técnica de criação dos espetáculos.

SERVIÇO
“Contos Proibidos de Antropofocus”
Dias 30 de abril e 01 de maio (sábado e domingo), às 18h
No Portão Cultural – Auditório Antônio Carlos Kraide. Av. Rep. Argentina, 3430 – Água Verde (em frente ao Terminal do Portão), Curitiba.
Entrada gratuita, com retirada de ingresso uma hora antes da apresentação
Classificação Indicativa: 14 anos

Mais informações
Telefones: 41 3229-4458 | 41 99955-9172
Facebook: https://www.facebook.com/antropofocus
Instagram: https://www.instagram.com/antropofocus

FICHA TÉCNICA
Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran  Mariano e Marcelo Rodrigues
Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi
Operador de som: Célio Savi
Iluminação: Anry Aider e Paulo Rosa
Operação de luz: Paulo Rosa
Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus
Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot
Designer Gráfico: Lula Carneiro
Fotos: Paulo Feitosa
Assessoria de Imprensa: Platea Comunicação e Arte (
platea.comunicacao@gmail.com
(41) 9 9907-9648 ou (11) 9 5457-7887)
Diretor de Produção: Edran Mariano
Produção Executiva: Janaina Micheluzzi
Direção Geral: Andrei Moscheto
Realização: Antropofocus
Incentivo: Celepar e Ebanx

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

IRIA BRAGA CELEBRA COM SHOW O FIM DA CAMPANHA DE DOAÇÃO DO PRIMEIRO CD SOLO

Cantora ressignifica álbum durante a pandemia e alcança público de forma afetiva

Após seis meses de campanha nas redes, a cantora e atriz curitibana Iria Braga, anuncia o show virtual que encerra um movimento iniciado por ela no dia 20 de agosto do ano passado. Por impulso, a artista postou um vídeo comunicando a doação do primeiro CD solo. A decisão, que surgiu sem muitas pretensões, acabou se transformando em uma campanha inédita que coleciona muitas histórias. “Eu não pensei em uma estratégia. A iniciativa veio do coração como uma espécie de ação-salvação em meio a pandemia. Eu queria fazer algo que tivesse sentido e fosse amoroso. Queria ressignificar o objeto e a música nesse período que a distância, a saudade e os temores tinham tomado grande proporção. Encontrei na palavra “doação” algo bastante profundo que servia ao propósito”, comenta Iria.

O ineditismo da campanha também trouxe muitos desafios. A primeira dúvida era saber se as pessoas ainda ouviam CD, uma vez que a indústria fonográfica já tinha decretado a morte dessa mídia. As 680 cópias doadas trouxeram a resposta. “Fiquei impressionada com a procura”, relata a artista que antes da iniciativa cogitou jogar todas as cópias no lixo.

O trabalho foi enviado via correio para várias cidades do Brasil e para outros países, como França, Portugal, Polônia, Canadá, Argentina e Holanda. Em Curitiba, os fãs puderam retirar o CD no Sebo Arcádia que fica no centro da cidade.

A artista, que completa 25 anos de trajetória, diz que o diferencial da campanha está em ser feita na primeira pessoa. “É uma relação direta com quem recebeu o CD. Eu respondia as mensagens, dimensionava a logística, escrevia as dedicatórias nos CDS e acompanhava as entregas.  Não foi algo mecânico. Mas isso só foi possível porque a pandemia nos fez parar”, afirma a cantora.

Reconhecida como uma solução de sucesso, a campanha cumpriu seu papel e agora passa a inspirar artistas da música a iniciarem suas campanhas.

HISTÓRIAS
A ação já coleciona histórias emocionantes. Joice mora em Lisboa e viu a campanha da cantora pelo facebook e resolveu presentear a mãe, Maria Catarina. Combinou que ela fosse buscar um presente na Arcádia sem revelar o que era. Maria Catarina adorou a surpresa e até postou fotos no grupo de família. Dias depois Joice entra em contato para pedir mais uma cópia para a mãe que quis continuar o movimento presenteando uma parente que nasceu e mora na Polônia.

Diego escreve para contar que o CD foi seu companheiro na reabilitação da COVID.

Maíra que assistiu ao show do trabalho ao vivo em 2017, conta das emoções que sentiu naquele dia e que o CD revigorou todas esses sentimentos.

Cleiton diz que as músicas do CD, antes ouvidas pelo youtube, foram trilha sonora do seu casamento e que a oportunidade de ter o CD representa um “selo” desse amor.

SOBRE O DISCO
O primeiro solo de Iria Braga apresenta-se ao mundo. O trabalho, segundo a cantora, foi gestado paulatinamente no curso de sua carreira. Iria serviu-se dos shows que produziu como espécies de ateliês criativos de onde retirou parte do repertório para o gravação. Como é o caso de “Peito Vazio”, composição de Cartola e Elton Medeiros que a acompanha desde sua primeira empreitada. “A medida do tempo as próprias músicas é quem escolheram ficar”, brinca Iria. Além da canção já citada, integram o trabalho “Mana” música de domínio público, “Crotalus Terrificus” de Arrigo Barnabé e Paulinho da Viola, uma versão da conhecida ária de Georges Bizet “Habanera”, “Estrela de Sal” de Wagner Barbosa, “Chapéu de Sobra” de Dú Gomide e Estrela Leminski, “Baião do Mato” de Iria e Elizabeth Fadel, e, “Tempo Água” de Indioney Rodrigues, quem também faz o texto de apresentação do disco.

Fruto de uma iniciativa independente e financiado pela própria cantora, o álbum foi gravado em 2013 com o apoio do Estúdio Gramofone + Musical (Curitiba/PR). Os arranjos e direção musical de Oliver Pellet. A formação instrumental além de Oliver na guitarra e violão, conta com Davi Sartori (piano e Rhodes), Denis Mariano (bateria), Sandro Guaraná (baixo fretless), Alexandro Ribeiro (clarinete) e Alonso Figueroa (efeitos e samples).

“Uma voz que se insere na rica tradição musical brasileira.”
(Luiz Claudio Oliveira, Jornal Gazeta do Povo de 24/04/2013)

“Achei a música linda e tristíssima, ótima cantora, com estilo”;
(Nelson Motta sobre Peito Vazio.)

“Que interessante a versão da Iria Braga, hein? AMEI. Muito corajosa ela e tem voz linda”;
(Vânia Bastos sobre Crotalus Terrificus.)

“Estou ouvindo. Lindo trabalho. Linda música, lindos músicos e linda voz. Amei”;
(Jane Duboc sobre o álbum.)

“Bonito demais”;
(Xico Sá sobre o álbum.)

“Adorei esse CD. É um encanto o repertório, os arranjos, os músicos, tudo. Te Parabenizo.”
(Paquito D’Rivera.)

SOBRE IRIA BRAGA
Múltipla. Inquieta. Intensa.
Cantora, atriz e produtora, Iria Braga é filha de muitas influências e experiências que ao longo de vinte e cinco anos de carreira metamorfosearam-se imprimindo uma personalidade única e expressiva no que canta e produz.  A marca registrada da artista é a profusão das emoções à flor da pele aliada a técnica e a performance em cena.

Formada como atriz pelo Colégio Estadual do Paraná e em Licenciatura em Música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Unespar), Iria também integrou inúmeros grupos, bandas e trabalhos musicais, mas o destaque fica para a produção de seus quinze shows solos.  Em 2014, gravou seu primeiro álbum solo. O trabalho rendeu temporadas de shows pelo Brasil e pela América Latina.

Iria experimentou o cinema, trabalhou com diferentes companhias de teatro na cidade de Curitiba e teve sua passagem pela TV. Durante quatro anos e meio (2014-2018) foi apresentadora dos programas “É-Cultura” e “Palco” da emissora TV É-Paraná, tornando-se uma das representante e porta-voz do circuito artístico nos meios de comunicação do estado.

O SHOW
Previsto para dia 23/02, às 21hs, a apresentação virtual será transmitida pelo canal do YouTube da artista diretamente do espaço cultural, Casa Quatros. A produção audiovisual fica por conta de Luigi Castel e Luana Godin.  O figurino é assinado por Juliano Fonseca.

Mesclando o repertório do disco a novas composições, Iria é acompanhada pelos instrumentistas Joel Muller (violão) e Luis Rolim (bateria).

De projetos em solo brasileiro a turnês internacionais, Iria encerra um grande ciclo na carreira proporcionado pelo álbum.  Se reconecta ao seu público e o amplia.

O encerramento abre as portas para IRIDESCENTE. O novo EP tem lançamento previsto em todas as plataformas em março de 2022.

SERVIÇOS SHOW IRIA BRAGA
Gratuito
Data: 23/02
Horário: 21hs
YouTube Iria Braga
LINK: https://www.youtube.com/channel/UCQ9f0eZjMYGs28Y5W3ed2Bg

CONTATOS PARA ENTREVISTA E INFORMAÇÕES:
Tel.(041)9.9843.9543
E-mail: contato@iriabraga.com

VERO FAZ POP ALTERNATIVO NO INTENSO ÁLBUM “CONTRAPRANTO”

Trabalho é produzido por lucasbin

Um livro aberto com poesias sensíveis e camadas eletrônicas para trazer, de modo acolhedor, uma ligação com o ouvinte e respeitar suas cicatrizes. É assim “Contrapranto”, disco de estreia da artista curitibana VERO. Em uma brincadeira com o conceito do contracanto, o trabalho faz da fragilidade a sua força e une pop, indie e hip hop com produção musical de lucasbin. O disco está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Contrapranto”: https://ditto.fm/contrapranto_a44338a420

Cantora, compositora, atriz e produtora cultural, Veronica Melhem fez de sua vida uma entrega à arte. Nascida em Curitiba, ela cresceu no interior do Paraná e traz em seu currículo uma pluralidade de trabalhos que é refletido em seu debut.

“Contrapranto” apresenta suas composições em um formato de performance, trazendo um toque de dramaturgia inerente à artista, e misturando gêneros musicais, com participações especiais de Brinsan N’Tchalá, Baeni, Glauber Amaral, Janasq, Mika Mc, Rudson Malheiros, Zopelar. O trabalho está disponível em todos os serviços de streaming de música digital.


Crédito foto: Lucas Ueno

Ficha Técnica:
Composição, idealização, produção executiva e design da capa: VERO
Produção e direção musical: lucasbin
Preparação vocal: Baeni
Fotografia da capa: Lucas Ueno
Styling e maquiagem da capa: Geovana Ribas
Participações: Brinsan N’Tchalá, Baeni, Glauber Amaral, Janasq, Lucas Elion, Mika Mc, Rudson Malheiros, Zopelar.
Direção dos clipes de “Vai Saber” e “Memória de mim”: Willian Klimpel (com assistência de Siamese). 
Direção do clipe de “Azarte”: MD Audiovisual (com participação de Baeni, Luísa Teles, Ramon Costa e lucasbin).

Agradecimentos: Abrão José Melhem Junior, Alessandra Amaral Melhem, Arthur Faraco, Lucas José Amaral Melhem, Lucas Budel, Luísa Teles, Murilo Mendonça, Ramon Costa e Vinicius José Amaral Melhem.

Gravadora: RECAPS LABEL
Acompanhe VERO:
https://open.spotify.com/artist/4jGsOURk2Pxk4BtofViTGj
https://instagram.com/veromelhem


Vero e Lucas Bin. Crédito foto: Lucas Ueno

Assista ao clipe de “Memória de Mim”:


Assista ao clipe de “Vai Saber”:

RAÍZES DA POESIA PARANAENSE (RÉCITA/MOSTRA) – PARTE 1

Raízes da Poesia Paranaense é um projeto que reúne em vídeorécitas de poemas alguns dos grandes poetas e poetisas do Paraná interpretados por atores e atrizes também paranaenses. As récitas, organizadas em dois episódios, buscam aproximar o público da vida e obra de nomes que fazem parte da história da literatura no Estado do Paraná, mas que, nem sempre, são conhecidos.

O projeto, realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, foi concebido por Ana Paula Taques, que acumula a direção artística com Claudecir de Oliveira Rocha, e por Ivan Justen Santana.

Junto a eles, atores e atrizes convidados como Geyisa Costa, Luíz Felipe Leprevost, Ricardo Pozzo e Thadeu Peronne, deram vida a doze poetas e poetisas.

Com fotos antigas e raras dos poetas e das cidades em que nasceram, cenário intimista, iluminação cuidadosa e dramática, à “La Caravaggio”, e a música incidental de José Itiberê de Lima, executada pela pianista Gisele Rizental, as récitas “transportam o espectador para meados do século XIX e mostram o trovador Bento Cego. Vão para o início do século XX, passando por Emiliano Perneta até chegar na poeta Laura Santos”, afirma o professor Doutor Claudecir Rocha.

RAÍZES DA POESIA PARANAENSE é uma boa oportunidade não só para professores ilustrarem suas aulas, mas também para todos conhecerem um pouco da literatura feita no Paraná. “Quantas vezes a gente passa pelas ruas Júlia da Costa, Silveira Neto, sem nem imaginar o que essas pessoas escreveram? As récitas dão um gostinho da nossa poesia. São uma forma de incentivar o público a pesquisar mais sobre os grandes nomes da nossa literatura!”, conclui a idealizadora do projeto, Ana Paula Taques.

Poetas paranaenses que fazem parte das Récitas por ordem cronológica:
Bento Cego, Júlia da Costa, Emílio de Menezes, Emiliano Perneta, Dario Velozo, Silveira Neto, Ricardo de Lemos, Leite Junior, Ismael Martins, Rodrigo Junior, Ada Macaggi e Laura Santos.

Parte 1:
Bento Cego: 00:35 – 05:18
Júlia da Costa: 05:19 – 08:38
Emílio de Menezes: 08:39 – 12:54
Emiliano Perneta: 12:55 – 16:26
Dario Velozo: 16:27 – 19:37
Silveira Neto: 19:38 – 21:59

FICHA TÉCNICA
Elenco:
Ana Paula Taques: Júlia da Costa e Ada Macaggi.
Claudecir de Oliveira Rocha: Emiliano Perneta e Rodrigo Júnior.
Geyisa Costa: Laura Santos
Luiz Felipe Leprevost: Emílio de Menezes e Ismael Martins.
Ricardo Pozzo: Dario Velozo e Leite Júnior.
Thadeu Perrone: Bento Cego, Silveira Neto e Ricardo de Lemos

Produção Executiva e Direção Artística: Ana Paula Taques
Produção Executiva e Coordenação: Lucas Marcelli
Pesquisa e Curadoria: Claudecir de Oliveira Rocha
Pesquisa e Curadoria: Ivan Justen Santana
Captação e Edição de Vídeo: Vitral Produções
Direção de corte: Ricardo Janotto
Operação de câmera: Diogo Luiz Schechtel
Designer de Luz: Erica Mityko
Fotógrafia: Eliete Silva
Cenografia: Adriana “Russa” de Lucca
Adereços e Maquiagem: Marcelino de Miranda
Figurinos: Trícia de Almeida
Assessoria de comunicação: Karen Monteiro
Designer Gráfico/ Digital e Ilustração: Pedro Henrique Spolador
Ilustração Digital: Andrew Adriano Kostiuk
Transporte: Abiderman Brito

Locação: Espaço Excêntrico

Trilha Sonora:
Composição Musical sobre trova de Bento Cego (00:35 – 03:40) Thadeu Peronne. Arranjo instrumental: Lucas Marcelli.
Música Incidental – José Itiberê de Lima. Intérprete: Gisele Rizental.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

FONTES DE PESQUISA PARA REALIZAÇÃO DO PROJETO
Acervo Instituto Moreira Salles
Acervo Museu Paranaense
Acervo: Júlia Wanderley IHGPR
Acervo Cid Destefani
Acervo Gazeta do Povo
Acervo Casa da Memória
Acervo INP
Acervo Paulo José da Costa.
CASTRO, Nestor de. Bento Cego. Curitiba: Impressora Paranaense / Correia & C., 1902
MURICY, J. C. de Andrade. Panorama do movimento simbolista brasileiro. [2 vols] 3ª. ed. São Paulo: Perspectiva, 1987.
MENEZES, Emílio. Obra reunida. [Org. Cassiana Lacerda Carollo] Rio de Janeiro: José Olympio; Curitiba: Sec. da Cultura e do Esporte do Est. do Paraná, 1980.
NETO, Silveira. Luar de Hinverno. Curitiba: Farol do Saber, 1996.
PERNETA, Emiliano. Ilusão e outros poemas. Curitiba: col. Farol do Saber, 1996.
ROCHA, C. O. Quadros Provincianos: A Obra de Rodrigo Júnior. Tese. Curitiba: UFPR, 2019.
RODRIGO JÚNIOR. Poesia Completa. Curitiba: Anticítera, 2015.
SABÓIA, A.; FERNANDES, H. V.(orgs.) Antologia didática de escritores paranaenses.. Curitiba: Imprensa Oficial.
SANTANA, Ivan Justen. Emiliano Perneta: vida e poesia de província? Tese. Curitiba: UFPR, 2015.
SANTOS, Laura. Poemas. Curitiba: SEEC, 1990.
SANTOS, Pompília. L. S. (org.) Sesquicentenário da Poesia Paranaense. (antologia). Curitiba: Secretária da Cultura e do Esporte do Paraná, 1985.
SOUSA, Colombo & RAITANI NETO, Felício.(orgs.) Letras Paranaenses. Curitiba: Ocyron Cunha, 1971.
VELOZO, Dario. Cinerário & outros poemas. Curitiba: Farol do Saber, 1996.

Fonte: Canal do Youtube Raízes da Poesia Paranaense

SESC PARANÁ ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINA TEATRAL GRATUITA PARA SURDOS

As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line

Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.

A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.

Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.

As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.

Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link 

Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.

INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

BATE-PAPO VIRTUAL CINE SESC: A MOVIDA MADRILEÑA E PEDRO ALMODÓVAR

O espanhol Pedro Almodóvar é sem dúvidas um dos maiores nomes do cinema mundial vivo. O diretor aos 71 anos de idade continua a todo vapor, em 2021 está trabalhando em sua nova produção cinematográfica: Madres Paralelas. A história retrata duas mulheres que dão a luz no mesmo dia, o longa metragem acompanha a rotina dessas duas mães durante os anos em que seus filhos crescem. O lançamento previsto para o ano de 2022 tem Penélope Cruz no papel protagônico, e também traz nomes renomados mundialmente como: Julieta Serrano e Rossy de Palma.

Em 2020 Almodóvar foi um dos primeiros diretores a rodar e lançar um material em meio à pandemia. O curta metragem The Human Voice, sua primeira direção na língua inglesa, protagonizado por Tilda Swinton.

Pedro Almodóvar tem uma vasta cinebiografia como diretor e roteirista com cerca de 14 curtas metragens e 22 longas metragens. Também é dono da Produtora Cinematográfica El Deseo, que produz seus filmes e uma série de outras grandes produções em âmbito mundial.

Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.

“Porém antes de todo esse caminho de sucesso Pedro Álmodovar foi um jovem revolucionário na Espanha dos anos 80. Um dos integrantes mais expressivos do movimento transgressor: La Movida Madrileña. E é sobre este tema que iremos falar em nosso primeiro encontro sobre o diretor espanhol no dia 17 de abril às 15h no Bate-papo Virtual CineSesc: Pedro Almodóvar e a Movida Madrileña, via a plataforma Microsoft Teams”. (Edson Godinho, Técnico de Atividades Sesc Paranavaí)

Nas semanas sequentes no dia 24 de abril e 1º de maio iremos destrinchar sua cinebiografia em duas partes. Os eventos são gratuitos e promovidos pelo Sesc de Paranavaí, mas podem ser acessados por todos os lugares do estado e do país. As inscrições devem ser efetuadas via site do Sesc Paraná, até 3 dias antes da realização de cada evento e a classificação indicativa de todos os bate-papos é 18 anos.

Abaixo links para as inscrições dos eventos por data:

A Movida Madrileña e Pedro Almodóvar (17/04)
www.sescpr.com.br/atividade/a-movida-madrilena-e-pedro-almodovar-17-04-2021-1500/

O Cinema de Pedro Almodóvar – Parte 1 (24/04)
www.sescpr.com.br/atividade/o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-1-24-04-2021-1500/

O Cinema de Pedro Almodóvar – Parte 2 (01/05)
www.sescpr.com.br/atividade/o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-2-01-05-2021-1500/

Mais informações:
SAC Sesc Paranavaí (44) 3474-8500