Maravilhoso programa musical em comemoração aos 90 anos do sambista baiano, exibido originalmente em 1974.
fonte: TV Cultura
Maravilhoso programa musical em comemoração aos 90 anos do sambista baiano, exibido originalmente em 1974.
fonte: TV Cultura

Em 2018, a Ademilar incentiva cerca de 20 projetos em Curitiba e é a terceira maior investidora privada da cena cultural local
Em seu segundo ano, o Circuito Cultural Ademilar fomenta a cena cultural de Curitiba e incentiva cerca de 20 projetos. A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário já é a terceira maior investidora privada da cultura local. A iniciativa teve início em 2017, quando a empresa passou a usar a Lei do Mecenato Municipal para incentivar projetos com recursos do ISS – Imposto Sobre Serviços.Neste ano, a expectativa é investir cerca de R$1 milhão em projetos culturais.
“Nós sempre apoiamos as manifestações culturais, mas desde o lançamento do Circuito, no ano passado, passamos a trabalhar com um calendário de ações durante todo o ano que contemplam praticamente todas as áreas. Desta forma, estamos gerando empregos para empreendedores culturais e artistas e, principalmente, oferecendo entretenimento e aproximação com a arte para o público” destaca Tatiana Schuchovsky Reichmann, diretora-superintendente da Ademilar.
Teatro
O teatro vai ganhar uma peça de importância artística e que promete instigar o conhecimento do público infanto-juvenil. A peça Da Vinci, O Mago do Conhecimento, vai mesclar diferentes linguagens cênicas – como teatro de atores, bonecos e de sombras – para resgatar a história de um dos mais importantes gênios da civilização de todos os tempos: Leonardo Da Vinci.
O Circuito também está no Festival de Teatro de Curitiba com a peça Boca Maldita, que promete transformar em comédia algumas das principais histórias do centro de fofocas da capital paranaense. A peça fica em cartaz até junho no Teatro Lala Schneider.
E no mês de agosto, o Guairinha recebe uma programação intensa, com 20 apresentações em dez dias, com a Mostra Novos Repertórios, que vai oferecer teatro, dança e performances gratuitamente ao público.
Música
Todos os domingos na tradicional Feira do Largo da Ordem, o grupo Choro & Seresta faz um show para o público. Dentro do Circuito Cultural, sempre no primeiro domingo do mês, eles recebem um músico de destaque nacional. As apresentações são ao ar livre em um dos principais pontos turísticos de Curitiba.
E para promover e valorizar a produção musical brasileira dirigida às crianças, a partir deste ano, o projeto Curitibim entra no calendário do Circuito. Em agosto, o Guairinha vai receber músicos de todo o Brasil em um dos maiores festivais do gênero do país.
A música de câmara também tem vez na programação. O projeto Sopro 5 promove a partir do mês de abril seis concertos temáticos com repertórios exclusivos em espaços diferentes de Curitiba. A ideia é desmistificar o conceito de que a música erudita é inacessível e de difícil entendimento.
Mas a área musical não é só feita de atrações. O Circuito também incentiva a segunda edição da Feira Internacional de Música, que acontece entre os dias 20 e 23 de junho no Portão Cultural. A FIMS é um espaço estratégico de negócios criado especialmente para reunir artistas, empresários, produtores, selos, gravadoras, diretores de festivais e outros eventos com o intuito de movimentar o mercado musical do Sul do país e divulgá-lo para o restante do Brasil e a América Latina.
Audiovisual
A capital paranaense é um dos maiores centros de desenvolvimento da produção audiovisual brasileira, e o Circuito Cultural em 2018 está apoiando a produção de quatro filmes. O primeiro deles é o Itálicos, que mostra a saga dos imigrantes italianos até a região de Santa Felicidade; No Campo da Galícia resgata a memória de 100 mil imigrantes polacos no Paraná no final do século XIX; Parabéns a Você, um curta metragem de ficção que se passa em 1988, traz um momento turbulento do país; Cinturão de Rosilete apresenta a história da campeã mundial de boxe Rosilete dos Santos.
Literatura
Um circuito de contação de histórias destinado a crianças da rede municipal de ensino, professores, artistas, agentes de leitura, universitários e idosos, o projeto Narrativas Itinerantes vai percorrer todas as regiões de Curitiba levando o incentivo à literatura por meio de um versátil repertório de histórias do conto popular.
Um dos projetos de maior repercussão da cena cultural local no último ano foi o Mostra Literatura Paraná, também incentivado pela Ademilar, e para quem pensava que o projeto acabaria com as ativações no Pilarzinho, CIC, Uberaba e Butiatuvinha se enganou. Em abril a III Mostra Curitiba, que faz parte da programação do Festival de Teatro, vai trazer os jovens que participaram do projeto nas comunidades para o Cortejo Literário, onde grandes nomes da literatura paranaense ganham voz com leituras poéticas nas ruas da região Central.
Dança
O projeto Disparate promoverá 20 apresentações gratuitas no Memorial de Curitiba. Coreógrafos profissionais vão explorar o processo de criação com ações que prometem envolver o público e despertar o interesse pela dança.
Múltiplas manifestações
O Circuito também incentiva projetos que celebram etnias, como o Circuito Cultural Árabe. Durante dois finais de semana de agosto uma programação intensa vai exaltar as tradições do Oriente Médio com danças folclóricas, apresentações musicais, gastronomia e oficinas.
O patrimônio cultural do Paraná também está contemplado no Circuito com o projeto Fandango, Registro Material, uma ação que resgata antigas composições em um livro e promove apresentações de fandango no litoral e na capital do Estado.
Game
Você sabia que Graciosa, nome da bela serra do litoral paranaense, era uma mula? Essa história será contada por meio de um jogo digital de estratégia e sobrevivência em 3D. No game A Jornada da Graciosa, a Mata Atlântica paranaense da época dos exploradores é recriada, e a mula que dá nome ao jogo e à serra será a guia dos aventureiros para o desconhecido em uma viagem pelas lendas, pelos mitos e mistérios do lugar.
Artes Visuais
A artista Sandra Hiromoto e a cantora e compositora Fernanda Takai se unem para a exposição Interafetividade, que acontece no mês de maio no Pátio Batel. Um ambiente interativo será criado a partir de técnicas digitais, oferecendo ao espectador uma experiência sensorial em um mundo imaginário, onde se contemple uma exposição virtual, alinhando-se a música ao toque.
Mais informações sobre as atrações do Circuito Cultural pelo telefone: 41 3107-2020 (The Way Comunicação)

Obras narram a relação do artista plástico com o material e as transformações causadas pela ação da natureza
A pedra é utilizada como instrumento desde a origem da humanidade, passando por transformações contínuas tanto na natureza quanto culturalmente. Foi esse o mote que instigou o artista plástico piauiense Demetrio Albuquerque a conceber as obras de “Caminho da Pedra”. A exposição, que já passou por Recife (PE), inaugura em Curitiba no dia 5 de abril, às 18h. Com entrada gratuita e audiodescrição, a exposição segue em cartaz até 3 de junho no MuMA (Museu Municipal de Arte), espaço que integra o Portão Cultural.
“Caminho da Pedra” resulta do trabalho com técnicas da cerâmica pernambucana, pesquisa à qual o escultor se dedicou nos últimos anos. Na exposição, ele evoca o pensamento do cientista escocês James Hutton (1726-1797). Considerado o pai da geologia, Hutton teorizou sobre o mundo mineral afirmando que não poder haver “vestígio do começo e perspectiva do fim”, pois na natureza tudo se transforma. Segundo Demetrio, a intenção é narrar esse gesto artístico primordial sobre a pedra e suas transformações pela natureza.
“A exposição é uma espécie de balanço da minha carreira de escultor. Surgiu a necessidade de fazer algo mais conceitual e, através de pesquisas, comecei a me interessar pela formação dos solos. A ideia foi voltar a algo primitivo, mas unindo a ciência ao mesmo tempo”, comenta o artista. “Caminho da Pedra” expressa essa dinâmica criando um percurso onde cada obra/personagem provoca a memória e a curiosidade, seja pelo aspecto artístico formal ou pela reflexão sobre sua confecção.
A mostra também passa pelo sertão nordestino, cenário no qual se encontram vestígios da ocupação humana dos povos antigos da América Latina, do encontro com colonizadores e, posteriormente, com outros grupos populacionais. A partir dessa miscigenação, surge o trabalho artístico com barro e argila, tema explorado por Demetrio para traçar um paralelo entre a transformação e a sedimentação da pedra em paralelo com o homem que a esculpe.

Obras
A viagem simbólica de “Caminho da Pedra” começa com a movimentação dos minerais desde a rocha bruta até a argila de aluvião, representada pela obra “Ígnea”, onde se vê um rosto humano integrado com a pedra. Em seguida, “Erosão” traz a dissolução da matéria pela água e pelo vento, com uma figura humana nascendo ou se enterrando na pedra. Logo depois, a instalação se funde com pedras espalhadas pelo terreno. Entre elas, a escultura “Pétreo” apresenta uma figura montada numa pedra, recordando a origem da civilização.
O segundo movimento nos leva ao artista, que experimentou as primeiras vivências com a argila na comunidade japonesa de ceramistas de Ashikaga-shi. Nesse ponto, os conjuntos de peças “Emboladas” e “Ciranda” mostram cabeças de figuras populares e situações socioculturais. Continuando diante de grupos alegóricos – que são como projetos para monumentos -, percebe-se a marca de escultores do Recife como Abelardo da Hora, Corbiniano Lins, Brennand e Jobson Figueiredo.
Sobre o artista
Demetrio Albuquerque Silva Filho (Piauí, 1961) é arquiteto e iniciou as atividades como escultor frequentando ateliers de escultores em Recife. Em 1987, ganhou o concurso para o Monumento Tortura Nunca Mais. Seguiu para Curitiba, onde fez o curso de escultura do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, com orientação do escultor Elvo Benito Damo. Ganhou o prêmio João Turim (1991) de aquisição no 1º Salão do Museu João Turim, em Curitiba, com as esculturas “Migrante” e “Andaluz”. Mudou-se para o Japão, onde fez curso de cerâmica (Yakimono) e realizou a exposição “Karada”, em Ashikaga-shi. Voltou para Pernambuco e se estabeleceu em Olinda, passando a produzir esculturas de grande porte em cidades nordestinas. Alguns exemplos são “A Pedra”, “Caboclo de Lança”, “Circuito dos Poetas do Recife”, “Dom Helder” e “Monumento a Augusto dos Anjos”.

Serviço
Exposição Caminho da Pedra
Abertura: 5 de abril, às 18h
Visitação: 6 de abril a 3 de junho
Onde: MuMA (Av. República Argentina, 3.432 – Portão Cultural, Curitiba)
Horários: terça a domingo, das 10h às 19h
Entrada: gratuita
Obras com audiodescrição

HOJE, terça-feira, às 21h. Em Curitiba, na Casa Hoffmann!
ÍMPETO
SINOPSE:
A partir de trechos poéticos, o espetáculo procura a verdade por trás das palavras, enquanto no mundo lá fora o que acontece é ação em si, da forma mais visceral e violenta. A peça que se segue é baseada em fragmento real de violência doméstica. Não é apenas um ato de consciência, mas de liberdade e coragem.
LOCAL: Casa Hoffmann, Rua Claudino Dos Santos, 58, São Francisco, Largo da Ordem, Curitiba
Confira a página do evento, aqui

Quem passar o aniversário de Curitiba e feriado de Páscoa na cidade poderá visitar os espaços da Secretaria de Estado da Cultura em horário especial. O Centro Juvenil de Artes Plásticas fecha quinta e sexta-feira. Já o Museu Oscar Niemeyer fecha somente na sexta-feira.
No Museu Alfredo Andersen (MAA), o público pode conferir as mostras “Oceano entre Terras: convergência e hibridação”, com fotografias de Adam Lipinski e Hermes de la Torre. E a mostra “Mulheres”, que reúne obras e algumas reproduções de mulheres que viveram entre o final do século XIX e o início do século XX, retratadas por Alfredo Andersen, e que faziam parte do convívio social do artista.
Quem for ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) verá a exposição “Movimento – mostra do acervo”, com obras que reproduzem a impressão de deslocamento – movimento, a partir da utilização de variadas técnicas e formas de expressão das artes visuais.
Os visitantes do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) podem contemplar a exposição “Harmonia”, que mescla fotografia com estudos de alquimia, propondo, por meio da representação dos quatro elementos principais (água, fogo, terra e ar), despertar os sentidos dos espectadores e possibilitar diversas interpretações. O público poderá curtir ainda os filmes do CineClube MIS, que este mês exaltam a mulher, seja na direção dos longas ou como protagonistas da trama. São exibidos diariamente (terça a domingo), às 15h, no miniauditório do museu.
Quem passar pelo Museu do Expedicionário (MEXP) pode conhecer a exposição permanente que retrata a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.
Já o Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao seu público as exposições: “Luz – Matéria”, “Intangível”, “Seleta Crômica e Objetos”, “Corpos de Fábrica”, “Nomos”, “Narrativas em Processo: Livros de Artista” e “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Esta última é resultado da doação de 3 mil itens feita pelo embaixador Fausto Godoy, uma das coleções asiáticas mais significativas do Brasil e da América do Sul. Na mostra é possível apreciar 200 peças provenientes de mais de 10 países asiáticos.
No Museu Paranaense (MP), o público pode conferir as mostras recentemente inauguradas: “As histórias das mulheres a partir do acervo do Museu Paranaense” e “Arte e Ciência entrelaçadas: Frederico Lange de Morretes”. Além das exposições de longa duração, como “Imigração no Paraná”; “Moedas Romanas”, “Indústrias Paranaenses”, “Gufan – o Paranaense de dois mil anos”, “Ocupação do Território Paranaense”, “Dinheiro e Honraria: o acervo de numismática do Museu Paranaense”, “A cidade e suas ruas: retratos dos personagens de Curitiba”; “O Museu da História do Paraná: Os 140 anos do Museu Paranaense”; entre outras.
Confira o horário de funcionamento dos museus da SEEC:

Serviço:
Museu Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336. (41) 3222-8262. Curitiba-PR.
Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Rua Desembargador Westphalen 16. (41) 3323-5328. Curitiba-PR
Museu da Imagem e do Som do Paraná – Rua Barão do Rio Branco, 395. (41) 3232-9113. Curitiba-PR.
Museu do Expedicionário – Praça do Expedicionário, s/nº. (41) 3362-8231. Curitiba-PR.
Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3350-4400. Curitiba-PR.
Museu Paranaense – Rua Kellers, 289. (41) 3304-3300. Curitiba-PR.

Artistas da Casa Selvática estreiam espetáculo Cabaret Macchina com participação da cantora e compositora Karina Buhr
Comemorando seis anos de existência, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas estreia seu mais novo espetáculo, Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril na Praça Rui Barbosa, com entrada franca, integrando a Mostra Oficial do Festival de Curitiba.
Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr.
Desde o lançamento do seu último álbum, intitulado Selvática (2015), Karina Buhr e os artistas do coletivo tem estreitado laços. Em 2015 a cantora pernambucana radicada em São Paulo lançou na Casa Selvática seu livro Desperdiçando Rima em um evento que contou com performances, sarau e pocket shows dos artistas “selváticos” e convidados.
A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.
Para o diretor Ricardo Nolasco: “O cabaré foi considerado um subgênero pela história oficial do teatro, justamente por seu caráter popular em oposição aos modelos dramáticos europeus.”. Assim, o coletivo tem mergulhado na investigação desse formato através de uma cena híbrida, que mescla elementos das artes cênicas, performáticas e literárias. “Acreditamos no cabaré como o formato ideal para falar sobre questões que nos atingem, de um modo humorado e irônico, o cabaré tem sido a principal forma com que artistas do mundo inteiro tem conseguido fazer seus trabalhos resistirem de forma independente tendo a precariedade e a arte em processo não como limitadores, mas como características importantes do nosso tempo e dos países em questão”, complementa Nolasco.
Para a atriz e dramaturga Leonarda Glück, a obra de Heiner Müller se torna cada vez mais insistente na contemporaneidade. “Nos dias que correm os totalitarismos da alma, do estado e das instituições estão tão presentes e tão fantasiados de livre democracia, que os escritos de Heiner Müller estão mais atuais do que nunca. A sua Alemanha se reergueu depois da queda, mas deixou boa parte do globo ainda derrubada até hoje. Nós conseguimos estabelecer uma conexão direta entre sua obra e o Brasil de 2018, e a levaremos para a arena pública”, dispara.
”Heiner Müller partia da reescrita dos clássicos a fim de reaproximar estes de seus contextos, dialogar com ele e sua obra é para nós necessariamente adaptar mais uma vez, atualizar em nossos contextos, corpos e histórias” finaliza Ricardo.

Cabaret Macchina
3 e 4 de abril às 21h
Festival de Curitiba
Rua da cidadania Matriz – Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
Entrada Franca
Página do evento, aqui
Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique, Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;
Links:
Site: www.selvatica.art.br
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“Nosso coração as vezes pesa, é incômodo, maior que o peito. As vezes treme quando não devia e não treme quando devia. Nosso coração é rebelde, indisciplinado, selvagem. As vezes parece, sobretudo, estranho”. Esta é a ideia norteia a encenação de “Love Fair”
Voltado para o publico jovem, o espetáculo da Cia Poéticas (do Espírito Santo) trás testemunhos sobre o desejo escritos pelos próprios atores, que contracenam com corações de carne (de verdade) em um cenário de folhas cenas.
O espetáculo será apresentado pela Cia Poéticas da Cena Contemporânea, do Espírito Santo, no Auditório Brasílio Itiberê, as 20h do dia 31 de março em apresentação única. Os ingressos custam R$10,00 a meia, R$20,00 a inteira e R$5,00 a entrada promocional, para quem tem credencial do Festival.
É a terceira vez que a Cia Poéticas participa do FRINGE. Em 2017 trouxe “Alice Uma Quase Ópera Punk-rock Contemporânea” e em 2016 “Navalha na Carne”, “As Criadas”, “Romeu & Julieta” e “Quem tem medo de Plinio Marcos?”. Neste ano, além de “Love Fair” a companhia também trás para o Festival, a peça infantil “Peter Pan”.
SERVIÇO:
O QUÊ: Espetáculo “Love Fair”
ONDE: Auditório Brasílio Itiberê – R. Mauá, 1100 – Alto da Glória, Curitiba
QUANDO: 31 de março as 20h
QUEM: Cia Poéticas da Cena Contemporânea (Espírito Santo).
INDICAÇÃO: Livre.
DURAÇÃO: 16 min
QUANTO: R$10,00 a meia / R$20,00 a inteira / R$5,00 promocional
Ingressos disponíveis no site do Festival: aqui
MAIS INFORMAÇÕES: www.ciapoeticas.wixsite.com.br

PRIMEIRA EDIÇÃO DO ANO!!!
BOOMBOX CONVIDA
[+] FLORA MATOS
Apresentando trabalhos do novo
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A Flora matos é incrível!!! Se liga só:
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41 99915-5832
Serviço:
Boombox Convida – Show Flora Matos CWB
local: Hermes Bar ( Antigo Music Hall)
Engenheiro Rebouças, 1645, em Curitiba
Data: Sábado, 7 de abril, das 22:00 às 5:00
Apoio: Hard Promo & FotoSans
Censura: 18 Anos.
Confira a página do evento, aqui (aqui tem todos os pontos de venda em Curitiba e São José dos PInhais-PR, confira!)
A Cia Laica de Teatro de Curitiba tem como diretrizes estéticas investigar e experimentar técnicas e estéticas da arte da animação (teatro de animação e cinema de animação), a partir do agrupamento de artistas independentes e com experiências variadas em diversas linguagens artísticas, tais como artes visuais, artes cênicas, animação e cinema, para que desse o caráter híbrido dos trabalhos. São um grupo de iniciativa mista, de característica itinerante, que se utiliza de instrumentos acadêmicos e não acadêmicos em seus processos.
Durante este Festival de Teatro de Curitiba a cia estará com duas peças, confira:

VOOU, AMOR LEVE
Drama musical com teatro de formas animadas para crianças de todas as idades, que conta duas histórias de amor entre seres que voam e humanos. Duas abordagens sobre um amor transgressor, que tratam de forma lírica e lúdica temas como a liberdade, o amor e o encantamento.
Serviço:
Dias: 30/03 (Sexta-Feira), 31/03 (Sábado) e 01/04 (Domingo), sempre às 15:00, No Teatro Cena Hum (Rua Senador Xavier da Silva, 166 São Francisco)
Mais informações, aqui

AUTÔMATOS: SELF DA INEXISTÊNCIA
A automatização e a fugacidade das relações humanas são o tema central do espetáculo, que discute a ambiguidade entre a autonomia e automatização numa perspectiva existencial, quando a existência se transforma numa metáfora indecifrável.
Serviço:
07/04 (Sábado) às 20:00 e 08/04 (Domingo) às 16:00 e às 20:00 no TELAB (Rua dos Funcionários, 1756, Cabral, Curitiba)
Mais informações, aqui
Acompanhe a Cia Laica de Teatro de Curitiba:
– site
– instagram
– facebook.com/ciala

Durante todo o mês de março o premiado musical infantil circulará pelas cidades de Fazenda Rio Grande, Castro, Palmas Pato Branco, Capanema, Medianeira e Campo Mourão, realizando apresentações exclusivas para estudantes da rede municipal de ensino.
O espetáculo “Músicas do Portão para Dentro” propõe uma viagem poética pela Música Popular Brasileira. Sua história se desenrola em um ambiente lúdico, que estimula a busca e conhecimento de novos repertórios, resgatando do baú grandes clássicos da música nacional e referências de compositores como Vinícius de Morais, Raul Seixas, Gilberto Gil e Caetano Veloso entre muitos outros. Idealizada pela cantora e atriz Alexandra Scotti a peça conta com roteiro de Rhenan Queiroz, direção de Mauricio Vogue, direção Musical de Sergio Justen e no elenco os atores Alexandra Scotti, Lilian Marchiori, Tiago Luz, Diegho Kozievitch, Taciane Vieira e os musicos Sergio Justen e Valmir Pegas.
O projeto Música do Portão para Dentro realizado pela Unicultura e Trento Edições Culturais, e viabilizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE) com incentivo das empresas Copel, Frimesa e Rodoparaná, tendo o apoio da Secretária Estadual da Educação, tem por objetivo promover para as crianças e adolescentes do Estado do Paraná direito ao acesso à Cultura.
Programação:
– Fazenda Rio Grande: Dias 7 e 8 de março às 14:30H – Teatro Municipal.
– Castro: Dias 12 e 13 de março às 14:30H – Teatro Bento Mossurunga.
– Palmas: Dias 19 e 20 de março às 14:30H – Centro Cultural Dom Agostinho José Sartori.
– Pato Branco: Dia 23 de março às 9H e 14:30H – Teatro Naura Rigon
– Capanema: Dia 24 de março às 14:30H – Casa da Cultura Maurícia Guerra
– Medianeira: Dia 26 de março às 14:30H e dia 27 de março às 9H e 14:30H – Centro Popular de Cultura Arandurá
– Campo Mourão: Dias 28 e 29 de março às 14:30H – Teatro Municipal de Campo Mourão