QUINTETO DE SOPROS DE CURITIBA PROMOVE CONCERTO COM REPERTÓRIO HISTÓRICO DOS SÉCULOS XX E XXI

Circuito Cultural Ademilar apresenta o terceiro concerto da temporada 2018 do Sopro5 Quinteto no Auditório da UTFPR, com entrada franca.

Grupo curitibano de música de câmara promove projeto ousado de temporada temática, com concertos mensais e um novo programa a cada apresentação. Em seu terceiro concerto, “Música do Século XX e XXI”, o Sopro5 Quinteto resgata obras importantes dessa tradicional formação musical. O concerto acontece no dia 19 de junho (terça-feira), no Auditório da UTFPR, com entrada franca.

Com o projeto “Sopro 5 – Temporada 2018”, o grupo já realizou dois concertos em Curitiba. O primeiro deles, “Belle Époque”, foi apresentado em abril, no Portão Cultural, um importante centro de linguagens artísticas da cidade, fundado em 1988. E, em maio, o segundo concerto, “Choros e Canções”, reuniu cerca de 100 pessoas no tradicional Teatro do Paiol, outro importante centro cultural local.

A temporada, que vai até novembro, conta ainda com mais três concertos com temáticas distintas: “Suíte Brasileira”, em agosto; “Sopro5 em Concerto”, em outubro; e “‘Villalobiando”, em novembro.

“Música do Século XX e XXI”
“Música do Século XX e XXI” traz um ousado repertório histórico dessa tradicional formação, com obras de György Ligeti, Harry Crowl, Paul
Hindemith, Francisco Araújo e Pedro Samsel Geraldo.

“Nossa intenção, com essa dinâmica de repertório e a itinerância em diferentes espaços culturais da cidade, é que pessoas que gostam de música de câmara nos prestigiem, mas, principalmente, queremos impactar um público novo”, destaca Fabrício Ribeiro, flautista e idealizador do projeto.

A temporada 2018 de concertos do Sopro5 Quinteto é uma das atrações do Circuito Cultural Ademilar, uma iniciativa que fomenta a cena artística da cidade e incentiva cerca de 20 projetos de música, arte, teatro e dança. O projeto foi viabilizado via Lei do Mecenato Municipal pela Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, uma das maiores incentivadoras da área privada de Curitiba.

Serviço:
Concerto Música do Século XX e XXI
Data: 19/6
Horário: 19h30
Local: Auditório da UTFPR | Avenida 7 de Setembro, 3.165 – Rebouças
Entrada franca

POETA CURITIBANO FERNANDO KOPROSKI PASSA A LIMPO SUA TRAJETÓRIA EM PEQUENO DICIONÁRIO DE AZUIS

Volume celebra as mais de duas décadas dedicas aos versos com poesia completa e fortuna crítica.

Fernando Koproski é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira dos últimos anos. Poeta, tradutor, prosador e letrista de rock e música popular, o curitibano completa em 2018 mais de duas décadas dedicadas aos versos e, para celebrar esse momento, publica Pequeno dicionário de azuis.

O volume reúne toda a poesia de Koproski a partir de 1995, com o debut em Manual de ver nuvens, e se debruça sobre clássicos do universo koproskiano como Nunca seremos tão felizes como agora (2009) e Tudo que não sei sobre o amor (2003), que contém CD gravado em parceria com o músico Luciano Romanelli.

A poesia de Koproski transpira musicalidade e ritmo, não é à toa que muitos dos seus versos foram transformados em canções por nomes como Beijo AA Força, Carlos Machado, Casca de Nós e Alexandre França. Para o lançamento, que acontece no dia 26 de junho, às 19h30, no bar Ornitorrinco, o autor irá ler seus poemas acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli. No dia 27 de junho, o poeta apresenta o mesmo número para estudantes do Ensino Médio da rede pública de educação de São José dos Pinhais, Biblioteca Scharffenberg de Quadros.

Beleza áspera
Muito além que um apanhado da trajetória autoral de Koproski, Pequeno dicionário de azuis presenteia o leitor com poemas inéditos, fortuna crítica e entrevistas, somando 660 páginas. Para o escritor, em tempos de e-books e outras plataformas para se fazer e divulgar literatura, o papel ainda é fundamental para que se passe a limpo uma carreira prolífera como a sua. “Gosto de livros, cresci lendo e me apaixonando por livros reais, com ossatura forte de papel, livros com musculatura de papel e nervos de papel. E por isso, era natural sonhar em fazer um livro real. Livros virtuais não me atraem, acho eles sem graça”, comenta.

A poesia de Fernando Koproski é de uma beleza áspera, quase casual e que reflete a Curitiba de Leminski, Dalton Trevisan e Jamil Snege – e não a Cidade Sorriso ou a capital do futuro das propagandas. “A poesia é um acaso, uma espécie de acidente, uma voz que chama não os melhores, nem os mais belos, mas provavelmente uma convocação aos mais feios, desajustados, talvez problemáticos ou simplesmente despreparados para ficar frente a frente com a beleza e a verdade”, comenta o poeta em uma das entrevistas de Pequeno dicionário de azuis.

Entre contrapontos e choques de realidade, Koproski tece, como Penélope, seu tapete para desfazê-lo em seguida. Sempre na contramão dos lugares-comuns e do academicismo do mundo literário, poemas como “Universidade federal”, do Retrato do artista quando primavera (2016), “Autorretratos”, de Narciso para matar (2016), ou “Há flores dentro do tronco”, do, até agora, inédito À Procura da poesia mais pura (2017), apresentam um Fernando combativo, avesso aos formalismos que enquadram e limitam a poesia.

Agridoce
Como explica o escritor Paulo Sandrini, em um dos textos críticos que compõe a obra, “a poesia de Koproski é também um canto de guerra contra esse mundo atual, lugar lúgubre, reacionário, de poucos afetos e muito egoísmo”. Para lutar contra a banalidade do mal, nada mais certo que a pureza e inocência, que nada têm de ingenuidade.

Pequeno dicionário de azuis funciona também como uma grande ode às várias formas de amor. Se os versos de O Livro de sonhos (1999) celebram a juventude, a vontade de estar vivo a plenitude de Rimbaud ou Jim Morrisson, os poemas de Nunca seremos tão felizes como agora têm um endereço certo.

Como Vinícius de Moraes, Koproski é um poetinha. Não por ser menor, ao contrário, pela grandeza de seu delicado – e agridoce – vislumbre sobre o cotidiano. Algo que somente os olhos do poeta treinado, e sôfrego, é capaz de produzir. Segundo Fernando, escrever poesia não é um ato diário, é algo sobre o qual se debruça como um viajante sobre um mapa. “Para fazer poesia você precisa de um assombro, um insight, uma inspiração, alguma espécie de gatilho de fogo para ‘atravessar o espelho’ e encontrar o poema lá do outro lado”, afirma.

Não é exagero dizer que a poesia é a arte do encanto e da busca pelo ideal da beleza. Isso porque, como explica o poeta, “a importância da poesia e da compaixão, misericórdia e do amor é a mesma.” E, novamente, o que surge é a pureza e a inocência – que só pode ser aprendida com as crianças.  “Ingrid grávida”, “Laurinha” e “O olhar de Laura”, os três da safra inédita, formam uma belíssima trilogia da paternidade.

No final, se percebe que Pequeno dicionário de azuis é um caleidoscópio poético, capaz de levar o leitor em uma viagem pelo coração do poeta que, como bem definiu Antônio Thadeu Wojciechowski, bomba versos em nosso sangue.

Sobre o autor
Fernando Koproski nasceu em Curitiba em 1973. É autor da trilogia Um Poeta deve morrer – Nunca seremos tão felizes como agora (2009), Retrato do artista quando primavera (2014) e Retrato do artista quando verão, outono, inverno (2014). Escreveu a série ficcional A Complicada beleza – Narciso para matar (2016), Crônica de um amor morto (2016) e A Teoria do romance na prática (2016) –, os livros de poesia Como tornar-se azul em Curitiba (2004), Pétalas, pálpebras e pressas (2004), premiado pela Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, entre outros.

Koproski foi o primeiro tradutor do cantor e poeta canadense Leonard Cohen no Brasil, publicando as coletâneas Atrás das linhas inimigas de meu amor (2007) e A Mil beijos de profundidade (2016). É responsável pela tradução e seleção dos poemas de Charles Bukowski que compõem os livros Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém (2005), Amor é tudo que nós dissemos que não era (2012) e Maldito deus arrancando esses poemas de minha cabeça (2015). Traduziu, em 2016, Cabeça de adulto, obra poética de Jeff Tweedy, vocalista e letrista da banda Wilco.

Serviço:
Lançamento de Pequeno dicionário de azuis
Poesia | Editora 7Letras | 660 páginas | R$ 69,00.
Leitura de poemas na voz do autor acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli
Quando: 26 de junho (terça-feira) | Horário: 19h30
Onde: Bar Ornitorrinco (R. Benjamin Constant, 400 – Centro de Curitiba).

EXPOSIÇÃO “INTERAFETIVIDADE” É SUCESSO EM CURITIBA E LOTA GALERIA NO SHOPPING PÁTIO BATEL

Interafetividade – foto Renata Peterlini

Exposição “Interafetividade” é sucesso em Curitiba e lota galeria no Shopping Pátio Batel

Mais uma atração promovida pelo Circuito Cultural Ademilar cai nas graças dos curitibanos e é sucesso de público. E o melhor: se você ainda não viu, ela fica em exposição até 30 de junho com acesso gratuito

A exposição “Interafetividade”, inaugurada no dia 15 de maio, é resultado da união de duas figuras já reconhecidas da cena cultural: a premiada artista plástica Sandra Hiromoto e a cantora e compositora Fernanda Takai. A conexão entre as artistas não é recente. Elas trabalham juntas desde 2011, quando se conectaram via redes sociais e Sandra foi convidada para produzir a arte gráfica de um livro da cantora.

Em “Interafetividade”, Sandra cria pinturas inspiradas nas músicas de Fernanda, estabelecendo um diálogo entre as artes, além de uma imersão em um mundo imaginário recriado entre encontros e desencontros amorosos. A exposição recebeu cerca de 200 pessoas em sua inauguração e já é considerada recorde de público da Galeria InterARTividade, localizada no Shopping Pátio Patel.

Para Sandra, o projeto fortalece ainda mais a relação entre as artistas. “Do conceito à concretização da ideia, desenvolver esse trabalho foi um misto de liberdade e entrosamento da equipe. O resultado nos deixou muito orgulhosos. Vale a pena conferir”, destaca a artista, convidando o público a visitar a exposição.

Utilizando-se de técnicas digitais, a galeria interativa oferece uma experiência sensorial que envolve o espectador e seus sentidos. Com conceito inovador, a Galeria InterARTividade é a única no Brasil a trabalhar exclusivamente com projeção em paredes. Sua característica multimídia e exposições de sucesso no currículo – sempre gratuitas – a colocaram no mapa cultural da cidade.

Sobre as artistas
Sandra Hiromoto é artista visual e designer especialista em poéticas do ensino na arte contemporânea. Representou o Brasil no “Heart Brazilian Art Festival – Trienalle de Aichi”, no Japão, e é reconhecida internacionalmente, tendo sido premiada em Paris, na França, e na Bélgica. Participou da III Bienal de Artes Brasileiras em Bruxelas. Já expôs nos Museus de Kobe, Ehime, Yokohama e Kumamoto, todos no Japão. Também teve seu trabalho exposto nos Estados Unidos, Peru, Espanha, Colômbia, México e Cuba. Premiada em diversos salões de arte no Brasil, possui obras no acervo do Palácio Imperial do Japão.

Fernanda Takai é compositora e artista reconhecida pela sua trajetória na banda Pato Fu. Há dez anos iniciou também uma carreira solo. Lançou 18 álbuns e sete DVDs, tem quatro discos de ouro e já vendeu mais de um milhão de cópias. É uma artista que coleciona vários prêmios, entre eles o Grammy Latino e o Prêmio da Música Brasileira. Autora de quatro livros, recentemente conquistou um Prêmio Jabuti.

Circuito Cultural Ademilar
A exposição “Interafetividade” é uma das apostas da segunda edição do Circuito Cultural Ademilar, uma iniciativa que fomenta a cena artística da cidade e incentiva cerca de 20 projetos de música, arte, teatro e dança. O projeto foi viabilizado via Lei do Mecenato Municipal pela Ademilar, uma das maiores incentivadoras da área privada de Curitiba. “Interafetividade” fica em exposição até 30 de junho, seguindo o horário de funcionamento do shopping.

Serviço
Exposição Interafetividade
Local: Galeria InterARTividade | Shopping Pátio Batel, piso L3, Av. do Batel, 1868, Batel, Curitiba-PR.
Entrada: gratuita

Período: até 30 de junho

Atendimento à imprensa
The Way Comunicação
Tel.: (41) 3107-2020

IPHAN ABRE CONCURSO: 411 VAGAS PARA TODO O PAÍS, COM 9 VAGAS PARA JORNALISTA/RELAÇÕES PÚBLICAS

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional abre concurso público com 411 vagas em todo o país:

– 104 para Analista I
– 176 para Técnico I
– 131 para Auxiliar Institucional I

Com vagas para jornalismo, relações públicas (MG: 1 vaga, DF: 7 vagas, e RJ: 1 vaga), antropologia, economia, tecnologia da informação, relações internacionais, administração, arqueologia, geoprocessamento, biblioteconomia, botânica, agronomia, engenharia civil, história, arquivologia, arquitetura e urbanismo, dentre outras!

ANALISTA I – ÁREA COMUNICAÇÃO SOCIAL:
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES: desenvolver atividades de nível superior, de complexidade e responsabilidade elevadas que compreendam o assessoramento especializado voltado para a gestão dos processos relativos à salvaguarda e à preservação do patrimônio cultural; acompanhar e se manifestar em processos relacionados a políticas intersetoriais e temáticas transversais ao patrimônio cultural; desenvolver e participar das atividades de articulação e mobilização social necessárias às ações institucionais; participar
em conselhos representativos, comissões, grupos e equipes de trabalho de interesse da administração; elaborar e analisar orçamentos; executar atividades de gestão administrativa, orçamentária e financeira; acompanhar

e fiscalizar projetos e(ou) serviços; elaborar termos de referência, projetos e editais; fiscalizar contratos, convênios e instrumentos congêneres; e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais.

REMUNERAÇÃO: R$ 5.035,29.

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

ÁREA 1

REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Comunicação Social, Jornalismo ou Relações Públicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

As inscrições serão abertas em 18 de junho.

Taxa: Nível superior: R$ 117,00. Nível médio: R$ 84,00.

Horário: Será admitida a inscrição somente via internet, através deste link / solicitada no período entre 10 horas do dia 18 de junho de 2018 e 18 horas do dia 9 de julho de 2018 (horário oficial de Brasília/DF).

Confira o edital aqui

E todas as informações aqui

Atuação do Iphan
O quadro técnico do Iphan – distribuído entre a sede em Brasília, 27 superintendências estaduais, 37 escritórios técnicos, incluindo os Parques Históricos Nacionais e seis unidades especiais – é responsável por uma ampla gama de atribuições constitucionais e legais, como identificação, reconhecimento, salvaguarda e fiscalização do Patrimônio Cultural Nacional, proteção dos Sítios Arqueológicos e Reservas Técnicas, preservação de acervos documentais e bibliográficos, identificação da diversidade linguística, gestão do Patrimônio Genético, execução de projetos e obras de intervenção em bens e conjuntos tombados, gerenciamento dos programas PAC das Cidades Históricas e Agora é Avançar, aprovação, fiscalização e apuração de prestação de contas de Convênios e processos de Lei de Incentivo à Cultura, ações educativas, assistência técnica e monitoramento do Patrimônio Mundial, e definição da Política de Patrimônio Cultural no Brasil.

fonte

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO A BELA ADORMECIDA

Criada em 1971, “A Bela Adormecida” foi a primeira montagem do Grupo Giramundo. Hoje o espetáculo conta com nova cenografia, bonecos idênticos aos da década de 1970 e trilha sonora original

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a montagem do espetáculo infantil “A Bela Adormecida”, na versão criada pelo Grupo Giramundo em 1971. Esse foi o primeiro trabalho da companhia especializada em teatro de bonecos. Na ocasião, a montagem foi produzida em fundo de quintal como passatempo e brincadeira familiar por Álvaro Apocalypse, sua esposa Tereza Veloso e Maria do Carmo Vivacqua Martins (Madu), aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Os bonecos foram construídos de modo simples, na técnica de bastão, e modelados em “papier collé”. O texto foi adaptado por Álvaro Apocalypse a partir da versão do conto escrita pelo francês Charles Perrault, publicada em 1697. “A Bela Adormecida” é um conto de fadas clássico cuja personagem principal é uma princesa que, após ser enfeitiçada por uma feiticeira má, adormece por muitos anos até ser despertada pelo beijo de amor de um príncipe. Na montagem atual do Giramundo, o espetáculo conta com nova cenografia e os bonecos foram substituídos por réplicas idênticas aos bonecos da remontagem de 1976. A trilha sonora é a original.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-howligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço
Teatro: “A Bela Adormecida” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 16 de junho de 2018 (sábado).
Horário: sábado, às 11h, às 15h e às 17h.
Ingressos:vendas a partir de 09 de junho (sábado).R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com / maria.correa@grupoinforme.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
www.caixa.gov.br/cultura

BATUCADA – ESPECIAL CARTOLA E NELSON CAVAQUINHO

No próximo sábado (09) acontece o evento Batucada – Especial Cartola e Nelson Cavaquinho, com o grupo Braseiro. A apresentação iniciará às 20h, na Caiçara Bar, em Curitiba, no valor de $15. 

O grupo Braseiro surgiu em 2013 com uma formação hoje distinta. A proposta atual é defender as composições de sambistas da cena local que estabelecem, em sua melodias e letras, um diálogo direto com os mestres sambistas fundadores das escolas do Colorado, Estácio, Império Serrano, da Portela, Mangueira Estácio e outras. Formado pelos músicos Jonas Lopes (bandolim e cavaquinho), Otto Lenon (pandeiro), Luiz Ivanqui (violão 7 cordas), Ricardo Salmazo (percussão e voz) e Otávio Augusto (clarinete e clarone), o grupo ressalta e defende o samba da velha guarda brasileira, além de dialogar com melodias do samba contemporâneo. Propõe arranjos que relacionam os gêneros de samba e choro, com outras vertentes deste gênero. O Braseiro está disponível para participar de projetos culturais envolvendo leis de incentivo, além de apresentações em bares, casas de shows e eventos.

Confira um pouco do som do Grupo Braseiro:


Serviço:
BATUCADA – ESPECIAL CARTOLA E NELSON CAVAQUINHO
Data: Sábado, dia 9 de junho, das às 20h a meia noite
Local: A Caiçara, Rua Dr. Claudino dos Santos, 90, Largo da Ordem, São Francisco-PR.
Entrada: 15 reais.
Confira a página do evento, aqui.

CABARET DE RUA NA PRAÇA RUI BARBOSA

Cabaret Macchina foto de Larissa Brum

Após circular por diversos espaços públicos da cidade, artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina na Praça Rui Barbosa

A partir desta quinta feira, dia 7 de junho, é possível assistir o espetáculo Cabaret Macchina do coletivo curitibano Casa Selvática na Praça Rui Barbosa. A peça retorna às dependências da Rua da Cidadania Matriz, de quinta à sábado às 20h e no domingo às 17h com entrada gratuita.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua.

Os artistas vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso.

Após circular por diferentes espaços públicos da cidade, o Museu Municipal de Arte (MUMA), o Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná, o estacionamento da sede administrativa da Rua da Cidadania da Cidade Industrial e nas dependências do Centro Cultural Boqueirão, os artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina para a Praça Rui Barbosa, espaço onde o espetáculo estreou integrando a Mostra Oficial do Festival de Teatro com participação especial de Karina Buhr.

Cabaret Macchina foto de Mariama Lopes

SERVIÇO:
CABARET MACCHINA – Uma pós-ópera anti-edipiana da Casa Selvática
Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
7,8,9 e 10 de junho (quinta, sexta e sábado às 20h e no domingo às 17h)
Entrada Gratuita
Confira a página do evento, aqui

Cabaret Macchina foto de Humberto Araujo

CHAMADA PARA REPRESENTAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL

A AIREZ GALERIA seleciona artistas visuais para representação durante o prazo de dois anos, com inserção no mercado nacional e internacional, bem como, a criação de produtos artísticos e culturais com artistas selecionado(a)s.

O projeto prevê uma taxa de inscrição convertida em: impressão fine art, catálogo, exposição, montagem, convites, coquetel, assessoria de imprensa, eventos para assessoria de vendas e produção. 

A taxa é única e apenas para o(a)s selecionado(a)s. Portanto, a inscrição é gratuita. 

O pagamento de referida taxa é a única maneira de viabilizar tamanha produção, e também de remunerar de forma garantida a galeria, posto que, a AIREZ é uma galeria de artistas independentes e não exige exclusividade por parte dos artistas, pelo contrário, fazer os artistas venderem e se tornarem conhecidos é o nosso principal objetivo.

Apenas artistas visuais serão selecionado(a)s.  A seleção se dá por análise completa do portfólio e bio do artista. Cada caso será selecionado conforme sua especificidade pois, uma vez que trabalharemos juntos por dois anos consecutivos, o trabalho do artista precisa estar de acordo com a linha curatorial da galeria. 

Artistas de todas as nacionalidades podem se inscrever e não há limite de idade.

Line-up da produção AAA 18-20:
–  Representação pela galeria AIREZ nacionalmente através de nosso escritório em Curitiba e internacionalmente através de agência baseada em Paris e Londres;
– Apresentação dos trabalhos e trajetórias através da revista (Z)AIRE_ ®;
– Atendimento/representação para vendas através do nosso site loja e de nosso escritório em horário comercial;
– Elaboração de catálogo em formato livro arte com tiragem numerada;
– Impressão de uma cópia fine art em pequeno formato;
– Exposição coletiva na AIREZ Galeria, em Curitiba no mês de agosto;
– Apresentação de material para marchands e colecionadores;
– Criação de campanhas de marketing com o material dos artistas;
– Divulgação do catálogo impresso nas principais feiras de livro arte do país.
– Assessoria de imprensa nacional;
– Seleção para entrevista exclusiva na R.NOTT revista virtual de arte e cultura;
–  Eleição para bolsa acompanhamento na AIREZ em Curitiba.

Mais informações: aqui

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO PEDRO E O LOBO COM O GRUPO GIRAMUNDO

Pedro e o Lobo – Giramundo – Brumadinho – Foto: Hugo Honorato

A montagem mais apresentada na história do Giramundo, um dos maiores grupos de teatro de bonecos do país, foi criada para mostrar às crianças como funciona a estrutura de uma orquestra, de acordo com a versão original do russo Sergei Prokofiev

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a versão para bonecos do espetáculo infantil “Pedro e o Lobo”. A montagem reforça, com imagens, a ideia central da versão musical original criada por pelo russo Sergei Prokofiev, em 1936: compartilhar com as crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus principais timbres e grupos de instrumentos. A história infantil conta, por meio da música, a aventura de Pedro, um menino que vive com o avô e se envolve em situações difíceis com um lobo, o passarinho Sascha, o gato Ivan, a pata Sônia e um grupo de caçadores.

Para esse espetáculo, o Grupo Giramundo optou pela marionete a fio e sua ampla gama de movimentos e possibilidades de expressão. Os cenários foram substituídos por desenhos em um quadro negro, as vozes dos personagens surgem ao vivo e o plano do palco é o do chão, mesmo nível dos pequenos espectadores. Pedro e o Lobo é o espetáculo mais apresentado na história do Giramundo, fundado em 1970.

Palestra: Processo de Montagem Teatral
No dia 9 de junho, após a segunda sessão da peça Pedro e o Lobo”, os diretores do Grupo Giramundo, Beatriz Apocalypse e Ulisses Tavares, farão uma palestra na qual vão abordar o processo de montagem de um espetáculo de acordo com a metodologia do grupo. Temas como adaptação, trilha sonora, construção de personagens, desenho, projetos, técnica de manipulação e ensaios serão explicados de modo claro e divertido, utilizando como exemplos os 36 espetáculos montados pelo Giramundo desde a sua fundação até os dias atuais. Dirigida a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos, a palestra será realizada no Teatro da CAIXA, das 18h30 às 20h. As inscrições serão feitas na hora, mediante ordem de chegada, e limitadas à capacidade do teatro que possui 123 lugares.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-how ligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço:
Teatro: “Pedro e o Lobo” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR).
Data: 09 e 10 de junho de 2018 (sábado e domingo).
Horário: sábado, às 15h e às 17h; e domingo, às 15h.
Ingressos: vendas a partir de 02 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Palestra: Processo de Montagem Teatral
Data: 09 de junho de 2018.
Horário: sábado, das 18h30 às 20h.
Local: Teatro da CAIXA
Inscrições: mediante ordem de chegada, limitada à capacidade do espaço.
Classificação: Dirigido a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos.
Vagas: 123

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
www.caixa.gov.br/cultura

O REI LOUCO

Ator Cômico Produções apresenta adaptação de uma das principais obras-primas de Shakespeare, Rei Lear, em Curitiba. Entrada gratuita!

Após circular pelo interior do Paraná o espetáculo “O Rei Louco – Uma Pequena Versão de Rei Lear, de William Shakespeare” chega a Curitiba. A peça passou por Irati, Telêmaco Borba, São Mateus do Sul, Quedas do Iguaçu e Pato Branco e fez parte do Projeto Shakespeare no Paraná, que, além de apresentações, ofereceu ainda debates e workshops. A iniciativa é do ator e diretor Mauro Zanatta, da Ator Cômico Produções Artísticas.

Em Curitiba as apresentações serão dias 26 e 27 de abril / 02 e 03 de junho (sábados e domingos), sempre às 20h. Local: Espaço Excêntrico. Entrada gratuita.

O projeto viabiliza uma parceria inédita entre Zanatta e o ator Ney Piacentini da Companhia do Latão de São Paulo, que foi convidado para dirigir o espetáculo. “O Mauro é um amigo de longa data, nos conhecemos há 35 anos, mas é a primeira vez que trabalhamos juntos, dirigi-lo tem sido um grande desafio e uma grande oportunidade”, conta o diretor. “Trabalhar com o Ney tem sido uma grande alegria”, retribui Zanatta. “Interpretar um personagem de Shakespeare é o sonho de todo ator, bem como levar uma obra dele ao palco. Com este projeto estamos permitindo o acesso à obra deste gênio. E quando nos aproximamos dele nos damos conta do quão universal ele é. Rei Lear dialoga muito com a atualidade”, opina.

 Zanatta divide o palco com o ator Pedro Melo e eles se revezam e transitam em três registros de atuação: ora são contadores de história, ora personagens, ora arautos. “A narrativa da peça não é linear, é constantemente interrompida com inserções explicativas que contextualizam o tema. A ideia é aproximar o público, torná-lo nosso cúmplice”, explica Piacentini.  

“Shakespeare é caracterizado pela liberdade e inventividade e nesta montagem  trabalhamos com o essencial e isto exige muita técnica do ator. É fundamental, neste caso, conseguir despertar o imaginário do público. Ou seja, o público tem que ver o que estamos imaginando ” relata Pedro.

Rei Lear foi escrita por volta de 1605 por um dos maiores gênios do teatro em seu período de apogeu. Trata-se de uma tragédia complexa e grandiosa que a partir de um drama familiar repercute questões sociais, políticas e metafísicas. Inspirada por antigas lendas britânicas, a obra conta a história de um rei que enlouquece após ser traído por duas de suas três filhas, às quais havia legado seu reino de maneira insensata.

A peça mostra a decadência de um rei em sua velhice que sofre as consequências de suas escolhas equivocadas por ser precipitado, arbitrário e vaidoso. Lear é um pai preso às aparências, incapaz de enxergar a adulação que o cerca. De acordo com a especialista em Shakespeare, Barbara Heliodora: “Lear torna-se responsável pela tragédia, na medida em que, abdicando, deixa como rei, de represar e manter sob controle o mal que aflora, explode e se expande. Esta peça investiga a natureza do mal em profundidade e expõe o conceito de uma ordem universal na qual o homem se integra e é responsável por suas ações.”  

A trajetória de Lear é o aprendizado pelo sofrimento e humilhação. O enredo aponta como o verdadeiro amadurecimento o indivíduo que deixa de ser primeiramente autocentrado e pensa também no outro. “As obras de Shakespeare espelham as nossas relações sociais e discutem questões profundas da existência humana. Uma das camadas deste texto nos remete à busca pelo sentido da vida”, pontua o diretor.

“Apesar de estarmos vivendo tempos difíceis, obscuros no cenário nacional e mundial, meu objetivo com este trabalho é trazer uma mensagem de esperança, de que ainda é possível viver com mais equilíbrio a partir da humildade e do amor, resgatando nossa humanidade, sem clichês”, complementa Zanatta.

Este projeto foi viabilizado com incentivo da Copel, Puma Brasil e a Alvorada Autopeças por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria Estadual de Cultura do Paraná.

A ATOR CÔMICO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS
Fundada em 1994 tem papel importante na formação de atores em Curitiba. Além de criar e gerir projetos e eventos culturais, atualmente produz o Curso de Comédia Mauro Zanatta, o Espaço Excêntrico e a Sexta Cínica.
Visite: www.espacoexcentrico.com.br

FICHA TÉCNICA:
Realização: Ator Cômico Produções Artísticas
Elenco: Mauro Zanatta e Pedro Melo
Direção: Ney Piacentini 
Cenários e Figurinos: Cristine Conde
Diretora de Produção: Fabiana Ferreira
Produtor Executivo: Robinson Wilson
Produção Local: Paola Flessak
Trilha Sonora: Célio Savi
Fotografias: Elenize Dezgeniski e Robinson Wilson
Arte Gráfica: Ivana Lima
Operador de Som: Robinson Wilson
Assessoria de Imprensa: Glaucia Domingos

Serviço:
O que: O Rei Louco
Quando: 26 e 27/05 – 02 e 03/06 (sábados e domingos)
Que horas: 20h
Onde: Espaço Excêntrico (Mauro Zanatta), Endereço: Rua Lamenha Lins, 1429, Rebouças, Curitiba.
Telefone: (41) 4127 4702
Quanto: Gratuito
Classificação: 14 anos
Duração: 50 minutos
Realização: Ator Cômico Produções Artísticas

CONTATOS:
Produção:
Fabiana Ferreira: (41) 99243 0322 / tecerteatro@gmail.com
Assessoria de Imprensa
Glaucia Domingos (41) 99909 7837 / glauciadomingos@hotmail.com