Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Vida e obra da poeta Ana Cristina Cesar – 01/07/2016 – Jornal Futura – Canal Futura
A Festa Literária Internacional de Paraty, em sua décima quarta edição, homenageia a poeta Ana Cristina Cesar. Expoente da geração da poesia marginal, criou um personagem – Ana C. – e uma escrita atravessada por elementos do cotidiano e também aspectos da própria intimidade. Viveu um tempo em Londres, escreveu para revistas e jornais alternativos, lançou livros em edições independentes, escreveu muitas cartas e trabalhou na televisão. Ana Cristina Cesar tem hoje uma legião de fãs de muitas idades mas principalmente jovens que não puderam conviver com ela. A poeta suicidou-se no dia 29 de outubro de 1983, aos 31 anos de idade. A reportagem é de Juli Wexel.
O documentário BRUTA AVENTURA EM VERSOS, da diretora Letícia Simões, resgata a trajetória da poeta e tradutora brasileira Ana Cristina Cesar, ícone da Geração Mimeógrafo e Poesia Marginal, obras como A Teus Pés, suas pulsões, a vida e o processo de criação. Artistas, amigos e estudiosos relembram a poetisa.
A escritora Ana Cristina Cesar foi um ícone da poesia marginal dos anos 1970 no Rio de Janeiro. Ela se matou em 1983, aos 31 anos, deixando inúmeros leitores e adeptos. Partindo da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procura captar a beleza e a originalidade de sua escrita através do olhar de atores, dançarinos e poetas. (fonte: Israel Lee)
A GERAÇÃO MIMEÓGRAFO (também denominado movimento Alissara) foi um movimento, ou fenômeno sociocultural brasileiro que ocorreu imediatamente após a Tropicália, durante a década de 1970, em função da censura imposta pela ditadura militar, que levou intelectuais, professores universitários, poetas e artistas em geral, em todo o país, a buscarem meios alternativos de difusão cultural, notadamente o mimeógrafo, tecnologia mais acessível na época. Da tecnologia mais usada vem o seu nome.
Sua produção literária não foi aceita por grandes editoras, pelo menos até 1975, quando a editora Brasiliense publicou “26 Poetas Hoje” – livro organizado por Heloísa Buarque de Hollanda. Por estar à margem do circuito editorial estabelecido, sua poesia foi denominada poesia marginal. A produção artística desta geração igualmente não circulava em tradicionais galerias. A geração mimeógrafo também se expressou através da música, do cinema e da dramaturgia, sendo a sua produção poética a mais lembrada, possivelmente por ser aquela produção mais adequada às restrições de suporte impostas pela página mimeografada. As outras artes podiam ser divulgadas, porém não poderíamos ouvir uma canção ou ver um filme em um pequeno jornal ou revista mimeografados, ou fotocopiados.
Nos EUA, o termo “poesia marginal” é usado para designar a poesia feita pelos poetas chamados de pós-beats.
O espetáculo teatral Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra será exibido no próximo domingo (06) às 20h. Após a estreia, os artistas da trupe farão um bate-papo online para falar sobre o percurso artístico da companhia nesta primeira década.
Curitiba, 30 novembro de 2020 – A partir do dia 06 de dezembro às 20h, a filmagem do espetáculo teatral Manaós – uma saga de luz e sombra (2019), da Trupe Ave Lola, ficará disponível gratuitamente na plataforma online do Itaú Cultural (IC) durante 24h, integrando a programação nacional do Festival Arte como Respiro – 4ª edição – uma ação que reúne diversos artistas aprovados pelo edital Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.
Essa será a primeira vez que a Trupe Ave Lola disponibilizará uma peça online para a sua audiência e também será a primeira vez que a companhia celebrará o seu aniversário de forma remota. “Todos os anos temos o hábito de reunir os artistas da cidade e a nossa audiência para brindar mais um ano de trabalho e arte. Porém, por causa da pandemia faremos um bate-papo online após a exibição do espetáculo dentro da programação do Festival Arte como Respiro. É uma forma de nos encontrarmos e refletirmos juntos sobre a nossa trajetória”, explica a diretora teatral Ana Rosa Tezza.
Reinventar as formas de dialogar com a sua audiência tem sido um desafio constante para os artistas de todo o mundo. É nesse contexto que a linguagem do audiovisual tornou-se um recurso fundamental para o teatro.
“A Trupe Ave Lola de teatro está honrada por ter sido selecionada pelos curadores do “Arte como Respiro”. Vivemos `um momento onde temos que unir força e encontrar novas formas, mesmo sabendo que a arte do teatro reivindicará sempre a presença, a corporeidade e o outro. Mas, enquanto não podemos desfrutar dessa bela característica das artes cênicas, aproveitemos as possibilidades das tecnologias e do engenho humano para resistirmos e atravessarmos esse momento de crise. Esperamos estar logo com nossas portas abertas e a casa cheia de pessoas celebrando o “estar juntos”, em segurança”, ressalta a diretora Ana Rosa Tezza.
UMA TRUPE DE TEATRO EM TEMPOS DE PANDEMIA Compartilhar com a audiência o processo criativo de um espetáculo que deveria ter estreado em abril de 2020 foi a primeira forma que a Trupe Ave Lola encontrou para continuar falando sobre teatro no período de quarentena. Já nas primeiras semanas de isolamento social, a companhia lançou a websérie Sobre VIVER no teatro em tempos de reclusão, que é composta por 10 episódios no qual artistas de diferentes áreas do teatro (interpretação, figurino, música, produção, dramaturgia e direção, preparação vocal e corporal, iluminação) contam as especificidades do seu ofício. Todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube e na IG TV da Trupe Ave Lola.
Além disso, a companhia lançou no mês de agosto de 2020 o Podcast Ave Lola composto por uma programação semanal de entrevistas (Conversas na Coxia) e leituras musicadas de textos da literatura universal (Boca de Cena). Todos os episódios do Podcast Ave Lola estão disponíveis em diversas plataformas e também pelo YouTube.
Serviço:
Manaós, uma saga de luz e sombra >> Disponibilização online do espetáculo teatral no dia 06 de dezembro às 20h pela plataforma https://www.itaucultural.org.br/ dentro da programação do Festival Arte como Respiro – 4ª Edição. O espetáculo ficará disponível durante 24h. Duração: 1h20 Classificação Indicativa: 14 anos | Não recomendado para menores de 14 anos por conter cena de insinuação de estupro.
Trupe Ave Lola de Teatro: 10 anos de história >> Bate-papo online no dia 06/12 às 21h30 após a estreia do espetáculo Manaós – uma saga de luz e sombra no Festival Arte Como Respiro através deste link, aqui
A comédia ácida “Dezembro”, texto do chileno Guillermo Calderón, com direção de Diego Fortes, estreia o nline na sexta-feira dia 04 de dezembro às 20h, seguido de um bate-papo sobre o espetáculo. A inscrição é gratuita e feita via Sympla, para que o espectador receba o link do dia da estreia
Além da estreia online do espetáculo no dia 04 de dezembro, o projeto irá realizar on-line uma leitura dramática do espetáculo “Clase”, do mesmo dramaturgo, no dia 18 de dezembro às 20h, e oferecerá gratuitamente à comunidade 6 oficinas. São elas: Formação e Sensibilização pelo Teatro com Diego Fortes, A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro, Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo, Criação de Solos com Ludmila Nascarella, Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski, Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs e um Bate-Papo: Cenário e cenotécnica, com Guenia Lemos e Samuel Amorim. O acesso para a inscrição em todas as atividades pode ser feito pelo link: www.sympla.com.br/a.armadilha
Dezembro se passa num futuro próximo, onde o Chile está travando uma guerra contra o Peru e a Bolívia. Em Santiago, na véspera de Natal, o soldado Jorge e suas irmãs, Paula e Trinidad, discutem sobre política, nacionalismo e família, pois ele deve se apresentar ao exército no dia seguinte e voltar para o campo de batalha. As irmãs, gêmeas entre elas e ambas grávidas, discordam radicalmente sobre o que ele deve fazer: fugir ou lutar. Ao longo da noite, recebem algumas visitas inusitadas, descobrem segredos entre eles e a discussão culminará na decisão de Jorge.
Com três atores em cena: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella, Dezembro é uma obra potente que trata de assuntos graves como a xenofobia, a solidariedade, a guerra e os estados de exceção. Uma comédia ácida que convida o público a invadir a intimidade desta família e a refletir sobre questões tão pungentes ao nosso presente. O texto, traduzido pelo diretor Diego Fortes, é considerado pela crítica internacional como um dos mais provocativos e relevantes do teatro latino-americano recente.
Sobre o espetáculo, Valmir Santos, jornalista e crítico do site Teatrojornal, afirma: “Eles são o retrato bem-acabado das incongruências da família, do Estado, da propriedade e da tradição, para mixar o corte crítico que subjaz na escrita de Calderón. Contrastar a realidade histórica e produzir ironia a partir dela – a corrosão do riso – é outra das perspicácias de sua obra como um todo. A encenação de Diego Fortes enfatiza o humor para tourear a gama de informações e de ideias.”
Dezembro. Fotografia: Luisa Bonin
SERVIÇO: Estreia online e gratuita do espetáculo DEZEMBRO, seguido de bate-papo com a equipe Online via Youtube Data estreia: 04 de dezembro às 20h Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/3kU22Pw
Leitura dramática do texto CLASE de Guillermo Calderón Online via Youtube Data: 18 de dezembro às 20h Inscreva-se para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/395Ln9M
OFICINAS GRATUITAS
Oficina: Formação e sensibilização pelo teatro com Diego Fortes Data: 8, 9, 10 e 11 de Dezembro das 10h às 12h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fjCDxA Para Estudantes de teatro e demais interessados a partir de 18 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro 9 e 10 de Dezembro das 19h às 21h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/393grGY Para Estudantes de artes cênicas entre 15 e 21 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo 14 e 15 de dezembro, das 19h às 21h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3kPVZf6 Para estudantes, interessados em artes cênicas, produtores a partir de 15 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Criação de Solos com Ludmila Nascarella Datas: 7 e 8 de Dezembro das 20 às 22h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fq3Tui Para adolescentes entre 13 e 18 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski 16 e 17 de dezembro, das 10h às 12h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/35QUitk Para artistas, estudantes de artes cênicas e música e demais interessados em produção cultural e na elaboração de projetos culturais. Online via Sympla Zoom
Oficina: Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs 16 e 17 de dezembro, das 19h às 21h Inscrições gratuitas:: https://bit.ly/3fmRgAm Para estudantes de teatro e pessoas interessadas em comédia Online via Sympla Zoom
BATE-PAPO Bate-papo sobre “Cenário e cenotécnica”, com Guenia Lemos e Samuel Amorim 11/12 às 20h Via Youtube da Armadilha – Inscreva-se para ser lembrado: https://bit.ly/2UMyh91
Sobre o diretor Diego Fortes Diego Fortes é ator, diretor, dramaturgo e artista docente convidado de direção da Escola SP de Teatro. Em 2001, iniciou A Armadilha, companhia pela qual realizou as peças Café Andaluz, Os Leões, Bolacha Maria, O Fantástico Coração Subterrâneo, Poses para Dormir, Dezembro, entre outras. Escreveu e dirigiu O Grande Sucesso, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2017 e em 2018, a convite de Renato Borghi, encenou Molière, de Sabina Berman, que conta com Matheus Nachtergaele no papel-título.
Sobre o dramaturgo Guillermo Calderón Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é diretor, dramaturgo e roteirista. Escreveu Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso, Kiss, entre outras peças. No cinema, colaborou no roteiro dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube e Neruda – os dois últimos foram indicados a Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro.
Sobre A Armadilha Criada em 2001, A Armadilha é uma companhia de teatro contemporâneo iniciada por Diego Fortes. Em 18 anos de trabalho, suas obras são marcadas pelo equilíbrio entre o refinamento na criação artístico e a acessibilidade de diversos públicos. Desde 2011, a companhia tem encenado textos latinos como Orinoco, de Emílio Carballido; Duas da Manhã (uma adaptação de dois textos de Lola Arias) e Poses para dormir, também de Lola Arias. Além de Dezembro, a companhia se prepara para encenar em breve o texto Clase, também de Guillermo Calderón.
“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”
Realização: A Armadilha Produção: Flutua Produções – Gilmar Kaminski Isadora Flores – Produtora Cultural Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura Fundação Cultural de Curitiba Prefeitura Municipal de Curitiba
Ficha técnica: Texto: Guillermo Calderón Tradução, Direção e Sonoplastia: Diego Fortes Elenco: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella Iluminação: Nadja Naira Assistência de Iluminação: Elisa Ribeiro Operação de luz: Augusto Ribeiro Cenário: Guenia Lemos Cenotecnia: Samuel Amorim e Johne Rodrigues (Drig’s Artes Visuais) e Jesmiel (Boogiganga Shop). Figurino: Maureen Miranda Direção de Produção: Isadora Flores Produção Executiva e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski Direção de Comunicação: Luísa Bonin – Platea Comunicação e Arte Programação Visual: blanc.ag Fotos: Eika Yabusame (E-photos) e Luísa Bonin
Concurso de críticas irá premiar 1° e 2° lugar com R$ 300 e R$ 200 reais respectivamente
Já estão abertas as inscrições para as oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Serão três oportunidades formativas com o intuito de valorizar o processo criativo do audiovisual, direcionando profissionais com mais profundidade do que se passa e ouve na tela. A oficina ministrada pelo crítico e curador Fabio Rodrigues Filho, promoverá um concurso de críticas com premiação para o primeiro e segundo lugar.
A oficina “Uma Conversada Inacabada com Imagens” é apoiada pela Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC – PR) e é destinada somente para residentes do Paraná. E tem o objetivo de estimular novos criadores do estado a falar sobre cinema. A proposta segundo, Filho, é “abordar a crítica como lugar de conversa com os filmes, entre imagens e pessoas, e entre cinema e as coisas do mundo – reconhecendo as partes em diálogo como agentes ativos”.
As oficinas “Produção audiovisual para mídias digitais”, ministrada por Caio Franco, e “Como o som se articula no cinema”, ministrada por Evelyn Santos, são para interessados de todo o Brasil. As três oficinas possuem vagas preferenciais para pessoas negras ou indígenas.
As inscrições são gratuitas e vão até 4 de dezembro. As oficinas têm início no dia 12 de dezembro e fazem parte do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo que acontece de 11 a 20 de dezembro de 2020. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.
A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.
O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Serviço: Realização: Cartografia Filmes Oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Inscrições até o dia 4 de dezembro. Inscreva-se gratuitamente, aqui
Sobre o Festival Griot O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro, com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br
Sobre a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR A AVEC-PR tem sua origem no final da década de 70, com o surgimento em Curitiba do movimento de produção em cinema Super 8, com os festivais nacionais da Escola Técnica, com o núcleo de realizadores da Cinemateca, e finalmente com o movimento Vídeo-Vive, já nos anos 90.
Nessa sua trajetória a AVEC se destacou por ser a principal interlocutora dos produtores de cinema e vídeo paranaenses junto às esferas municipais e estadual na área da cultura.
Conheça a AVEC-PR
Sobre Fabio Rodrigues Filho Atua na crítica, curadoria, pesquisa e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG. Graduou-se na mesma área na UFRB. Membro dos grupos Áfricas nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência (UFMG). Cineclubista, participou do Cineclube Mário Gusmão, Cine Tela Preta e do Cinema em Vizinhança. Compôs a comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtasBh (2019/2020), Diáspora Lab (2018), FIANB (Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil, 2020), entre outros. Atualmente faz parte da equipe de curadoria do IX CachoeiraDoc, festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos.
Sobre Evelyn Santos: É formada em Produção de Áudio e Vídeo, Operação de Som e Direção Cinematográfica. Trabalha há quatro anos com Captação de Som direto, Microfonista e Assistente em diversas produções que já rodaram em vários festivais. Dirigiu seu primeiro curta-metragem ”Dádiva”.
Sobre Caio Franco: Caio Franco é cineasta e fotógrafo. Após se formar em comunicação pela PUC-Rio, trabalhou em produtoras como assistente de produção e assistente de pesquisa até 2015, quando começou a trabalhar no canal Jout Jout Prazer, no youtube. Seu primeiro filme, Antes de Ontem, rodou por diversos festivais no Brasil em 2019.
O reconhecimento à importantes trajetórias de vida intimamente conectadas ao desenvolvimento artístico ou cultural do Paraná é o objetivo do Prêmio Jornada. Nele, serão selecionados artistas, mestras, mestres, grupos e coletivos do território paranaense que tenham prestado relevantes contribuições ao desenvolvimento cultural do Estado a longo prazo.
Cada trajetória contemplada receberá o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). A premiação será dividida em 20 (vinte) diferentes áreas, buscando contemplar o máximo de atuações possíveis: Cultura Tradicional, Cultura de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, Cultura Afro, Cultura LGBTQIA+, Cultura de Refugiados, Migrantes e Apátridas, Cultura Hip Hop, Fanfarras, Bandas Marciais, Dança, Cultura Alimentar, Teatro, Música, Literatura, Artes Visuais, Circo, Audiovisual, Ópera, Arte Educação e Técnicos.
Para a inscrição, os participantes precisam gravar um vídeo de 04 a 10 minutos de duração, contando sua história de atuação no setor cultural do Paraná. Também é necessário encaminhar documentos que comprovem a atuação.
PRÊMIO PRODUTOS ARTESANAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais.
Este prêmio vai selecionar bens culturais de natureza material produzidos por artesãs, artesãos, mestras, mestres, grupos e coletivos do Paraná, pertencentes à comunidades e a povos tradicionais do Estado. Este prêmio tem uma função social de incentivo, promoção e preservação da memória material (cultural e artística) produzida no Paraná, Serão concedidos prêmios em três faixas distintas, R$ 4.000,00 (quatro mil reais), R$ 6.000,00 (seis mil reais) e R$ 8.000,00 (oito mil reais), contemplando seis diferentes áreas: Povos Indígenas, Comunidades Caiçaras, Comunidades Quilombolas, Ciganos, Faxinalenses e Povos de Matriz Africana.
Os produtos artesanais premiados poderão ser integrados aos acervos dos Museus do Governo do Estado, por meio de termo de doação. Inscrições até 23 de novembro.
PRÊMIO ARTES VISUAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais.
O foco deste prêmio será a seleção de obras de artes visuais já produzidas por artistas ou coletivos que pertençam a povos e comunidades tradicionais formadores do Paraná. Este prêmio tem como foco promover e fomentar as artes visuais produzidas no Paraná, com foco especial à produção artística de comunidades e povos tradicionais do Estado.
Serão concedidos prêmios de R$ 10.000,00 cada, e poderão ser inscritas obras nas seguintes categorias de artes visuais: Desenho, Pintura, Escultura, Colagem, Fotografia, Gravura, Videoinstalação, Videoperformance e Videoarte. Todas as obras selecionadas poderão ser incorporadas aos acervos dos Museus do Governo do Estado, por meio de termo de doação. Inscrições até 26 de novembro.
Oficinas, conversas e exposição virtual fazem parte da nova programação. Eventos gratuitos.
Por conta da pandemia do Covid-19 a Feira Estopim, antiga Feira da Baronesa, criada em 2014 pelos artistas Guilherme Jaccon e Luana Navarro, foi temporariamente adiada, mas como a programação da feira é ampla, não se resume exclusivamente à exposição principal e comercialização dos trabalhos, cuja presença física é imprescindível, parte dela, a programação paralela, será realizada, a partir de novembro, dia 17, de forma online.
A nova edição adaptada para a web inclui oficinas, conversas e uma exposição virtual com curadoria e proposição da artista Raquel Stolf. Todos os eventos serão gratuitos.
“As oficinas e conversas mantém as propostas iniciais do projeto adaptando apenas o formato de realização. A inscrição para os eventos acontecerá pelo Sympla, as oficinas serão realizadas pelo ZOOM e as conversas transmitidas no Youtube”, conta Luana Navarro, uma das coordenadoras da Estopim.
De acordo com os organizadores, a expectativa é que a Feira Estopim, que já teve quatro edições independentes realizadas em Curitiba, e a principal exposição “O INESPERADO SÓ TEM NOME DEPOIS QUE ACONTECE” possam ser realizadas com segurança e presencialmente no próximo ano.
“A Feira Estopim sempre priorizou os encontros e trocas presenciais, promover um espaço de conexão e transbordamento é a essência do evento, por isso é uma pena estarmos limitados ao virtual, mas, por outro lado, agora temos a possibilidade de atingir um maior número de pessoas de diferentes regiões do Paraná e do Brasil com as ações”, destaca Guilherme Jaccon, um dos coordenadores e produtores do evento. “O saldo positivo é que estamos aprendendo novas ferramentas de comunicação com o público, vendo novas possibilidades e potências que a internet pode proporcionar para a área cultural”, complementa.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
DIAS 17 E 18 DE NOVEMBRO, ÀS 19H Oficina INTERROGAÇÕES DE GÊNERO, SEXUALIDADE, RAÇA/ETNIA NO MUNDO DAS ARTES IMPRESSAS com o antropólogo e editor Nathanael Araújo. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site: www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: A oficina propõe pensar as relações entre as artes impressas (como livros, livros de artista, fotolivros e demais publicações artísticas impressas) atreladas às dimensões de gênero e sexualidade, raça e etnia no contexto das mudanças culturais, econômicas, políticas e sociais que inegavelmente impactaram as manifestações artísticas. Iremos intercalar teoria e prática experimental, onde a parte expositiva será combinada com análises de materiais artísticos e estímulos para que os participantes indaguem suas produções e identidades de artistas sob esses ângulos.
DIA 25 DE NOVEMBRO, ÀS 19H30 Abertura da Exposição online “com uma pedra atrás da orelha“, com proposição e curadoria de Raquel Stolf. Local: www.instagram.com/alfaiataria_
A abertura inclui a proposição Conversa de ar / pelo telefone e o lançamento/disponibilização do álbum sonoro FALAÇÃO CD MESMO por letras vozes e convidadas.
Obs.: A exposição permanece com acesso ao público até o dia 25 de fevereiro de 2021.
Sobre: A exposição reúne trabalhos (publicações, proposições e peças sonoras, vídeos e textos) dos seguintes artistas: Aline Dias; Ana Lúcia Vilela; anecoica; Anna Stolf; Bethânia Carolina Hardt; Bianca Tomaselli; Carolina Moraes; Claudia Zimmer; Claudio Moreira; Daniela Avelar e Suji Han; Dennis Radünz; Diego Rayck; Djuly Gava; Ernesto Desrio e Adjunto S; Fabio Morais; Fabíola Scaranto; Fran Favero; Gabi Bresola; Helder Martinovsky; Julia Amaral; Kamilla Nunes e Aline Natureza; Laura V. Malmegrin; Letras Vozes; Lívia Aquino; Luana Navarro; Manuela Valls; Marcia Franco; Marcio Pandolfi; Marcos Gorgatti; Mariana Berta; Matheus Abel; Michal Kirschbaum; Pablo Paniagua; Patrícia Galelli; Priscila Costa Oliveira; Rachel Lima e Silva; recibo 33 com ruído, (ed. Raquel Stolf e Traplev); recibo 56 brazil distópico (ed. Fabio Morais e Traplev); Silfarlem Oliveira; Silvana Macêdo, Yara Osman, Adel Alloush e Val Santos; Telma Scherer; Thelmo Cristovam; Tina Merz; Traplev.
DIA 26 DE NOVEMBRO, ÀS 20H Conversa com-entre Raquel Stolf e Amir Brito Cador sobre experiências de coleções públicas: a Coleção Livro de Artista da UFMG e a Sala de Leitura / Sala de Escuta da UDESC. Local: Canal Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
DIAS 01 E 02 DE DEZEMBRO, ÀS 19H Oficina 10,5×10,5 MEU CADERNO QUADRADO com o encadernador, impressor e produtor gráfico Daniel Barbosa. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: Esta oficina de encadernação básica apresentará uma técnica de costura artesanal para cadernos de capa dura e revestimento em papel especial. Iremos fazer um caderno levando em conta o aproveitamento de papel, e para isso usaremos apenas uma folha gráfica (66x96cm). O caderno quadrado terá uma série de acabamentos e com todos os elementos apresentados e produzidos os participantes poderão produzir seus próprios cadernos sem o uso de maquinário específico.
DIA 03 DE DEZEMBRO, ÀS 20H Conversa COMO AS COISAS TOMAM FORMA com Thalita Sejanes, Eliana Borges (Editora Medusa) e Lucas Alameda. Local de realização: Canal do Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras.
Sobre: Bate-papo sobre processos de criação com artistas que criam e trabalham com projetos gráficos.
DIAS 08 E 09 DE DEZEMBRO, ÀS 19H Oficina PULCE – PUBLIQUE LIVROS, CRIE EDITORAS com João Varella, fundador da editora Lote 42 – SP e das livrarias Sala Tatuí e Banca Tatuí. Local: Plataforma Zoom Vagas limitadas Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
Sobre: A atividade busca ensinar o processo de criação de livros, seja por meio de editora ou auto publicação. As aulas partem do conteúdo à distribuição, passando por produção gráfica, divulgação e outros passos importante. Os dois encontros fomentarão um espaço de discussão livre sobre a situação atual do livro enquanto objeto artístico e produto mercadológico.
DIA 10 DE DEZEMBRO, ÀS 20H Conversa “FOTOLIVROS E A BIBLIOTECA DE FOTOGRAFIA DO INSTITUTO MOREIRA SALLES” com o escritor, tradutor, editor e curador Miguel Del Castilho Local: Canal do Youtube da Feira Estopim, aqui Obs.: Com tradução em libras. *Inscrições a partir do dia 09 de novembro no site www.sympla.com.br/feiraestopim
SOBRE OS CRIADORES E COORDENADORES DA FEIRA:
Luana Navarro e Guilherme Jaccon, criadores e coordenadores da Feira Estopim. Foto: Lídia Ueta.
LUANA NAVARRO Artista visual, desenvolve trabalhos com fotografia, vídeo, textos, publicações e performances. Formada em Jornalismo (PUC-PR), com especialização em História da Arte Moderna e Contemporânea (EMBAP) e mestrado em processos artísticos contemporâneos pela UDESC, em Florianópolis. Participou de exposições no Brasil, Espanha, Estados Unidos e México.
GUILHERME JACCON Artista, produtor e educador social. Possui graduação em Artes Visuais Licenciatura e GBA em Gerenciamento de Projetos. Atua na elaboração e produção de projetos culturais, em especial nas áreas de artes visuais, projetos pedagógicos e de formação de público. Como artista-educador atua como palestrista, debatedor e oficineiro nas questões que envolvem os vértices Políticas Públicas, Educação, Cultura e Direitos Humanos.
Este projeto foi realizado com o apoio da Copel por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.
HORROROSAS DESPREZÍVEIS já tem data para o lançamento do 1º EP, dia 26 de novembro, Mil OLhos MiL DenTes estará disponível nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer e iTunes. Você também poderá curtir no clássico Youtube.
Então aproveita e já faz a pré-save através deste link
E para que esse trabalho alcance mais pessoas compartilhe o link e este vídeo nas suas redes!
Agora sim podemos gritar ao mundo: OUÇA HORROROSAS DESPREZÍVEIS!!!
Mano Brown lança série de animações com músicas do disco ‘Boogie Naipe’, confira aqui no Bocada Forte.
Ouça #MulherElétricaem todas as plataformas! Se inscreva no canal (Boogie Naipe no Youtube) e ative o sino de notificação para não perder nenhum lançamento.
Série de vídeos exclusivos sobre o cd Boogie Naipe produzidos por Alexandre de Maio.
FICHA TÉCNICA: PRODUÇÃO: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES LETRA: MANO BROWN / DU BRONKS PROGRAMAÇÃO DE BATERIA / TECLADOS: WILLIAM MAGALHÃES / MANO BROWN RAP: MANO BROWN VOZES: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES MULHER ELÉTRICA é incidental de ELETRIC LADY Interpretado por CON FUNK SHUN MIXAGEM: CACÁ NO ESTUDIO YB, SP | DG NO QUAD STUDIO, NY