AS MULTI ARTISTAS CURITIBANAS HELEN KALISKI E JO MISTINGUETT LANÇAM O FANZINE ELETRÔNICO MULTIARTE EM FORMATO DE WEBSITE INTITULADO FEIJOADA DA MEIA NOITE

O trabalho é uma reunião de recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de lésbicas, bissexuais e travestigeneres na pandemia no Brasil

Feijoada da Meia Noite é um fanzine eletrônico multiarte em formato de website que cria brechas para difundir arte sapatão. Com trabalhos das artistas Helen Kaliski e Jo Mistinguett, o projeto apresenta obras criadas no período pandêmico e trabalhos inéditos das artistas.

Recortes, colagens, sons, imagens, vídeos, fotografias, textos e até mesmo bastidores do contexto de LBTs na pandemia no Brasil atual – momento em lésbicas, bissexuais e travestigeneres (sigla citada no texto acima), assumidas como tais, produziram arte e ideias.

O lançamento acontece em cinco dias. Na quarta feira, 06 de abril de 2022, o fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’ faz sua estreia na web. O endereço é: www.feijoadameianoite.art. O fanzine também conta com algumas ações inéditas como live performances, vídeos e bate-papo com convidades.

Na sexta, 08 de abril de 2022, Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski @jomistinguett). Live transmissão performática onde as artistas preparam uma refeição e depois entregam marmitas para os espectadores.

No sábado, 09 de abril de 2022, Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e Ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.

No domingo, 10 de abril de 2022, Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett). Uma jam eletrônica sonora onde Jo cria uma narrativa ficcional de seu cotidiano.

Na quarta feira, 13 de abril de 2022, lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site
www.feijoadameianoite.art

Sobre as artistas

Helen Kaliski

Helen Kaliski é sapatão não-binarie. Escritora, performer, produtora, tradutora, professora e artista visual. É formada em Ciências Sociais pela UFPR. Transita por entre a ficção científica e a distopia que vive. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/helenkaliski

Jo Mistinguett

Jo Mistinguett é multiartista sapatão, DJ, sonoplasta, produtora musical, performer e artista visual. Ganhou o Prêmio Aldir Blanc de Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ 2020 no Paraná. Saiba mais sobre a artista: https://linktr.ee/jomistinguett

Serviço:
Lançamento fanzine eletrônico ‘Feijoada da Meia Noite – Açougue de Pequenos Prazeres & Renúncia – A Saga’
www.feijoadameianoite.art

Lançamento: 06 de abril de 2022

08 de abril de 2022 – Live Performance ‘Feijoada da Meia Noite’ com Helen Kaliski e Jo Mistinguett (através do Youtube e das redes sociais das artistas @helenkaliski @jomistinguett)

11 de abril de 2022 – Bate-papo ‘LBTs – Arte, Trabalho e Pandemia’ com a participação de Andreia Lais Cantelli (Professora de História e Metodologia do Ensino. Pesquisadora em Gênero e Diversidade na Educação. Ativista LGBT; Movimento de Travestis e Transexuais e dos Direitos Humanos brasileiros. Fundadora e Ex-presidente do IBTE – Instituto brasileiro Trans de Educação.) e ísis (elu) é sapatão não-binárie, proletárie nas horas vagas, artista em tempo integral. desenha, escreve, traduz, pesquisa, edita y faz-de-um-tudo. toca a editora independente de escritos dissidentes @machorraedicoes.

12 de abril de 2022 – Live Performance Renúncia – A Saga de Jo Mistinguett (no Youtube e rede social da artista @jomistinguett)

13 de abril de 2022 – Lançamento vídeo Açougue de Pequenos Prazeres a partir do conto O Poço de Helen Kaliski através do site www.feijoadameianoite.art

STRIP-TEASE BURLESCO COM MÚSICA AO VIVO CHEGA À PRAINHA DA ITUPAVA COM “CABARET DE BOLSO”

Pioneira do Burlesco brasileiro e Drag Queen pianista integram o elenco do show de variedades que tem estreia nesta sexta-feira (08/04), no recém inaugurado Teatro de Bolso da rua Itupava.

Estreia nesta sexta-feira (08/04) o show de variedades burlesco “Cabaret de Bolso”, iniciativa das burlescas Curitibanas Lídia Café da Manhã e Miss G em parceria com a drag queen Jeruza Miller. A proposta da noite é unir o strip-tease clássico burlesco ao repertório pianístico clássico, jazzístico e popular de Jeruza Miller (Jeferson Ulbrich), musicista de carreira internacional. O resultado é um dos primeiros shows burlescos com música ao vivo da história de Curitiba, com uma seleção musical que passa por Brahms, As Frenéticas e Duke Ellington.

“Cabaret de Bolso” dá início a  programação cabareteira do recém-inaugurado Teatro de Bolso de Curitiba, localizado no interior da galeria Itupava 1299, que abriga o conglomerado de bares e restaurantes conhecido como “prainha da Itupava”. Segundo Lídia Café da Manhã, o ambiente é “ideal para um show da linguagem burlesca, que combina com um público boêmio e disposto a participar integralmente da apresentação com gritos, assobios e aplausos”. O público do espetáculo ainda contará com 10% de desconto em compras feitas após o show no bar Barbarium Pocket, a poucos metros do teatro.

O elenco conta com a pioneira do burlesco brasileiro Miss G, que foi uma das fundadoras do Festival Yes! Nós Temos Burlesco (RJ) e atual diretora das Terças Burlescas do Ginger Bar, além de Lídia café da Manhã, a primeira burlesca brasileira a ter seu trabalho apresentado no festival do Burlesque Hall of Fame (Las Vegas). A programação da noite conta com números inéditos de strip-tease burlesco, duetos cantados e comédia falada. O performer boylesco Monge Safado fica encarregado pela assistência de palco, que em shows burlescos inclui o recolhimento de peças de roupa de forma provocativa.

Programa:
CABARET DE BOLSO
08/04/2022 – Sexta-Feira
Teatro de Bolso Curitiba
Endereço: R. Itupava, 1299 – Hugo Lange, Curitiba – PR
Sessão dupla: 22h e 23h
Ingresso: R$ 30,00
www.sympla.com.br/cabaret-de-bolso__1534421
Duração: 45 minutos

Não recomendado para menores de 18 anos
Apoio: Barbarium Pocket

Conheça as artistas:


Lídia Café da Manhã @vedetematinal
Se você come depois da meia-noite, é a primeira refeição do seu dia! Lídia Café da Manhã é uma vedete matinal e burlesca notívaga entusiasta e entusiasmada pela era de ouro do strip-tease clássico! Explora as corporalidades desvairadas das dançarinas exóticas e já se apresentou em festas, cabarés e festivais em Curitiba, Maringá, São Paulo e Rio de Janeiro, tendo exibido também seu trabalho nos festivais Burlesque Hall of Fame (Las Vegas, EUA), Salvaje: Festival Internacional de Burlesque de Argentina (Rosario, Argentina) e POA Burlesque (Porto Alegre, RS). Criadora e produtora do projeto Cabaré Notívagas e do Cabaret de Bolso.


Miss G  @corpospelaliberdade
Senhoras e senhores, apresento-lhes Miss G (stage name da artista Giorgia Conceição – Curitiba, 1981). Artista burlesca, agitadora cultural, mentora de novos artistas. Ela encabeça vários projetos relacionados ao Burlesco pelo Brasil: foi criadora e dirigente do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco (de 2015 a 2021, no Rio de Janeiro), faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week (Curitiba) e, atualmente, dirige e apresenta a mostra semanal Terça Burlesca, no Ginger Bar. Foi artista homenageada no PoA Burlesque Festival, em 2021. Durante a pandemia, foi porta voz do Burlesco Brasileiro em diversos eventos latino-americanos, como Salvage  (Argentina, 2020), Encuentro Latino de Burlesque (Ciudad de México, 2020). Dedica-se à formação de novos artistas, mirando na ampliação da cena nacional e criação de uma comunidade, formando público e dando condições para a divulgação dessa arte no Brasil. Além disso, já fez participações em eventos, mostras, festivais nacionais e internacionais, até mesmo em séries e novelas, como Ligações Perigosas (Globo, 2016) e Tempo de Amar (Globo, 2017). Já se apresentou em diversas cidades do país, e também em Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha), Viena e Graz (Áustria), Granada (Espanha). Ministra workshops online e presenciais, já tendo passado por instituições como Tanzquartier (Viena), El Apeadero (Granada) e Instituto Itaú Cultural (SP)


Jeruza Miller @jeruza.miller
Jeruza Miller, drag queen pianista, é criadora do projeto PianoDrag. Nascida em Curitiba e criada nos rincões do interior do Paraná, Jeruza Miller é hoje uma musicista de carreira internacional. A proposta de PianoDrag é levar a riqueza e a beleza da música para piano e piano e canto com seu repertório clássico, jazzístico e popular para um público que valoriza cada vez mais a diversidade nas manifestações culturais. A premissa é música de qualidade, independente da expressão de gênero.

TRAVA BRUTA, ESPETÁCULO SOBRE A TRANSEXUALIDADE NO BRASIL DE HOJE, CHEGA A CURITIBA NA 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo sobre a transexualidade estreou em São Paulo e marca os 25 anos de carreira da artista curitibana Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina.

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporada online pelas redes do Centro Cultural São Paulo, o espetáculo TRAVA BRUTA, de Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, chega a Curitiba para duas únicas apresentações no Festival de Teatro, dias 5 e 6 de abril, às 19h30, no Mini Guaíra, com entrada franca.

TRAVA BRUTA é um manifesto que parte da experiência transexual de Glück, artista curitibana hoje residente em São Paulo, para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt.

Leonarda, que hoje mora em São Paulo, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em diversos países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade:  “Me veio uma possível angústia repentina: a de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda, que arrastou por meses a tarefa de terminar o texto.

Já em 2019, a montagem foi premiada pelo Centro Cultural São Paulo, integrando a 6ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos da instituição. Após ter sua estreia suspensa por conta da pandemia, o trabalho foi retomado em 2021 e estreou presencialmente na Sala Jardel Filho. Sobre a pandemia, Glück faz questão de frisar: “A gente entrou no modo catástrofe que meio que está até agora. As pessoas trans ficaram ainda mais vulneráveis do que já eram antes. E elas eram muito. São, no Brasil. Física e psicologicamente.”

O espetáculo chega à capital paranaense na programação do Festival, integrando o Interlocuções, uma das ações do evento, a convite dos curadores Giovana Soar e Celso Curi. A direção da obra, que é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural, produtora que realiza a gestão dos projetos de Leonarda, ficou a cargo de Gustavo Bitencourt, parceiro de Glück há mais de 20 anos. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Quando foi convidado para dirigir o espetáculo, Gustavo Bitencourt ficou com um pouco de medo. “Porque era um texto que falava muito da experiência dela como mulher trans no Brasil. Onde é que eu ia poder contribuir nisso? O que é que eu sei disso? Mas lendo e relendo, e conversando com ela, fui vendo o quanto esse texto também fala de muitas coisas que dizem respeito a todo mundo, e que era importante que a gente olhasse tanto pro que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto pra onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele conta que foram entendendo o texto de Trava Bruta como um jeito de falar de coisas que são reais e concretas e nem por isso menos ficcionais.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram na ideia de ficção, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida faz 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano prescinde de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia de ficção explorada no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”.  Leonarda é enfática: “Chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

O retorno de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro ao Festival marca, também, o retorno dos artistas a cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba. Esta volta marca a trajetória dos realizadores e enfatiza seus impactos culturais na cidade.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA
Dias 5 e 6 de abril às 19h30
No Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros s/n, Centro, Curitiba – PR)
Entrada gratuita e ingressos começam a ser distribuídos às 18h no local.
18 Anos, 70 Minutos.

CAMPO DAS ARTES RECEBE MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA NA MOSTRA PÔR DO SOL

Marcio Juliano e banda. Foto: Leandro Taques.

As apresentações do show (dias 01,02, 08 e 09 de abril) também fazem parte da programação do Festival de Teatro de Curitiba.

Ousadia, contemporaneidade, lirismo e bom humor caracterizam o show Marcio Juliano Outro Samba, próxima atração da Mostra Pôr do Sol, dias 01, 02, 08 e 09 de abril, às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã-PR. O evento marca a abertura oficial do espaço, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, que vem sendo construído desde 2008.

O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. Desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, No Samba” (2016) e “Noël” (2006).

Com caráter teatral e leitura contemporânea deste universo musical, Outro Samba conta com interações e intervenções de projeções mapeadas, com áudios sincronizados. “A ideia é revisitar uma estética muito explorada por esta geração de compositores, a do cinema”, revela Marcio que também dirige o show. A assistência de direção e iluminação é de Nadja Naira (Companhia Brasileira de Teatro). Outro Samba traz ao palco músicos virtuosos: Sérgio Albach (clarone), que assina a direção musical, Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (bateria e percussão). Misturando diferentes linguagens projeta em cena participações especiais como a Orquestra à Base de Sopro e o trombonista Raul de Souza, falecido no ano passado.

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

O show estreou em Curitiba, no final de 2019, ano de lançamento do CD de mesmo nome e, durante a pandemia, em 2021, foi adaptado ao formato digital, virou DVD e circulou virtualmente pelo interior do Paraná. “Participar da Mostra é uma experiência muito feliz, vamos oferecer ao público um espetáculo com uma abordagem diferente, é um show de música ancorado no teatro. Voltar ao presencial, poder ensaiar, preparar o show e o espaço para receber o público é muito emocionante”, comemora Marcio que também é o produtor geral da Mostra Pôr do Sol.

“O Campo das Artes é um espaço muito importante, único no Brasil. O fato dele estar situado no Paraná é uma riqueza para nós. Espero que esta iniciativa privada do Luís Melo sirva de inspiração ao poder público para que, por meio das leis de incentivo, movimente este lugar com muitas atrações e oportunidades artísticas porque o público está sedento de arte. Todos os ingressos da Mostra esgotaram em apenas 8 horas após a distribuição pelo site”, conta.

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022.

Confira a PROGRAMAÇÃO da Mostra que segue até 16 de abril:
1 e 2 de abril – 20h
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h 
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h
O Arquipélago – Súbita Companhia de Teatro  

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL
Local: Canal Campo das Artes no Youtube
www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw
Horário: 20h
Datas: 
19 de abril 
Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)
20 de abril 
Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)
21 de abril 
Aqui – Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

SERVIÇO:
MOSTRA PÔR DO SOL – 11 de março a 16 de abril
Espetáculo: SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
Data: 01, 02, 08 e 09 de abril 
Horário: 20h
Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)
Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383
Email: contato@campodasartes.com.br
Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: www.campodasartes.com.br/
Capacidade: 100 pessoas por apresentação
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: Livre 

Ficha Técnica – Show Marco Juliano Outro Samba
Direção, Pesquisa e Concepção: Marcio Juliano. Direção Musical: Sérgio Albach. Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira. Som: Chico Santarosa. Projeções: Alan Raffo. Animação: Carlon Hard e Rômolo D’hipólito. Figurino: Áldice Lopes. Elenco: Marcio Juliano, Luís Rolim, Lucas Melo e Sérgio Albach. Participação Virtual: Raul de Souza, Uyara Torrente, Érica Silva, Iria Braga, Milena Tupi, Cássia Damasceno e músicos da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Assessoria de Comunicação: Glaucia Domingos. Realização e Produção: Companhia Ilimitada.

Sobre Marcio Juliano 
Marcio Juliano é um artista brasileiro. Natural de Curitiba, começou no teatro e na música aos 15 anos. De lá para cá escreveu, compôs, cantou, atuou, dirigiu, dançou, operou luz, foi contrarregra, produziu. Em 2005, fundou a Cia Ilimitada, produtora cultural onde realiza seus projetos. Como cantor, estreou em 2006, Noël, show cênico musical em homenagem a Noel Rosa, com direção de Marcio Abreu e Direção Musical de Sérgio Albach. O disco Noël veio em 2009, com ele Marcio visitou teatros de 25 cidades brasileiras, em mais de 70 apresentações, que tiveram um público de 50 mil espectadores. Seu trabalho mais recente é o projeto Outro Samba, que faz uma releitura das composições da Época de Ouro e inclui a gravação de CD e também DVD e pode ser conferido no site do artista: http://marciojuliano.com.br/

SAIBA MAIS:
www.campodasartes.com.br/
www.instagram.com/_campodasartes/
Facebook: @campodasartesbrasil

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147
Laura Tezza
lauraproducaoavelola@gmail.com
41 99995 8383
Mídias Digitais
Jamilssa Melo
jamilssa@arvorealta.net
92 98161 1848

ELIFAS ANDREATO

Elifas Andreato faleceu nesta terça-feira (29), em São Paulo, aos 76 anos, devido a complicações decorrente de um infarto. Elifas foi um grande artista brasileiro. Com mais de quarenta anos de atividade como artista plástico, Elifas foi especialmente reconhecido como ilustrador de capas de discos de vinil. Ao todo, são 362 capas produzidas, principalmente nos anos 70, para artistas como Clara Nunes (Nação), Martinho da Vila (A Rosa do Povo), Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Chico Buarque (Ópera do Malandro), Elis Regina, Adoniran, Toquinho e Vinicius (A Arca de Noé). Elifas nasceu no Paraná, em Rolândia, e começou sua produção de capas em 1973, quando criou a do long-play Nervos de Aço, de Paulinho da Viola – uma capa maravilhosa! Elifas tinha trabalho engajado, sempre se posicionou contra a ditadura militar. Em 2011 foi homenageado no Prêmio Vladimir Herzog. Além de engajada, sua obra tem grande beleza, sensibilidade e qualidade artística: reconhecida no mundo inteiro.

PEITA COMPLETA 5 ANOS E COMEMORA COM EVENTO GRATUITO NA RUA PAGU

LUTE COMO UMA GAROTA – Karina Gallon por Karen Luckmann.

A marca-protesto curitibana conhecida pela frase ‘Lute como uma garota.’ festeja seu aniversário com discotecagem, roda de conversa, descontos e mimos.

A marca-protesto Peita completou cinco anos de luta no dia 8 de março e celebra o novo ano que se inicia com um evento gratuito na Rua Pagu, em Curitiba, no sábado, dia 26. Animando a festa das 16h às 22h, as DJs Vane Marques e Carmen Agulham. Também haverá uma roda de conversa sobre o impacto da pandemia na vida das mulheres, uma proposta de escuta ativa e partilha de histórias mediada pela psicóloga corporal, Larissa Tomass. O evento é ao ar livre, seguindo as orientações de prevenção do coronavírus e sujeito a lotação.

“Esse é nosso 5º aniversário. 8 de março é o dia em que tudo faz sentido, marchamos ao lado das nossas. A cada ano criamos mais alianças, conexões, afeto e aprendizagem. Ao ver as pessoas vestindo a mensagem da Peita que mais faz sentido naquele dia, me emociona demais. É a materialização de tudo o que pensamos para a marca, como posicionamento, propósito e a razão de existir”, exalta a idealizadora, Karina Gallon.

A partir das 16h quem comanda o som é a DJ Carmen Agulham com uma mistura de brasilidades contagiantes como samba, axé, carimbó, funk, e ritmos nacionais que envolvem sonoridades da antiga e nova geração.

Às 19h haverá um diálogo com a psicóloga corporal Larissa Tomass sobre como as mulheres passaram por esse momento pandêmico, lidando com a solidão, sobrecarga materna, carga horária de trabalho, desemprego, relacionamentos, a relação com o corpo, envelhecimento, carga mental e muito mais.

Fechando a festa em grande estilo, às 20h, a DJ Vane Marques solta músicas que contém elementos da cultura afro-brasileira, através de graves fortes, tambores, e ritmos, trazendo o afrobeat, 2000’s, funk, POP brasileiro e outros sons que passam por essas vertentes.

Quem prestigiar o evento ganha um cupom de desconto de 25% para adquirir sua peita durante o período da festa. As vendas serão online, através de QR CODE espalhados pela Rua Pagu, e o pedido será enviado posteriormente sem custo para a casa das pessoas. Haverá um mostruário para quem quiser conhecer e provar as peças.

( • ) PROGRAMAÇÃO
16h – DJ Carmem Agulham
19h – Roda de Conversa E aí, mana? Como peitar essa pandemia?, com Larissa Tomass
20h – DJ Vane Marques

( • ) SOBRE A PEITA
A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras. O objetivo da marca-protesto é oferecer ferramentas de enfrentamento contra as opressões, que atravessam pessoas diversas de diferentes formas . A Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres polêmicos do contexto das manifestações para o dia a dia, seja em camisetas, moletons, bolsas, bottons, ímãs, ecobags ou adesivos.

( • ) SERVIÇO
ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS DA PEITA
data: 26 de março, sábado
hora: 16h às 22h
local: Rua Pagu – Rua Alberto Bolliger, 120 – Juvevê, Curitiba
EVENTO GRATUITO.

( • )
peita.me
instagram.com/putapeita
twitter.com/putapeita

Pauta: Cliteriosa Comunicação

“TRAVA BRUTA”, SOLO DE LEONARDA GLÜCK SOBRE A VIVÊNCIA DA SUA TRANSEXUALIDADE NA REALIDADE BRASILEIRA, CHEGA A 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.

“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.

Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.

O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções,  uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.

Sobre os artistas:
Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com

Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

FICHA TÉCNICA
Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
Direção: Gustavo Bitencourt
Direção de produção: Igor Augustho
Trilha original: Jo Mistinguett
Luz: Wagner Antônio
Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Fotografias: Alessandra Haro
Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio
Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte
Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

PASSEIO DE BICICLETA, OUVINDO HISTÓRIAS, FAZ PARTE DA PERFORMANCE PERCURSOS AFETIVOS

Passeio de bicicleta, ouvindo histórias, faz parte da performance PERCURSOS AFETIVOS

Idealizada pelo artista carioca Cadu Cinelli, performance itinerante com bicicletas abre a possibilidade de ressignificar as experiências na cidade.

Uma paixão por bicicletas que virou amor está na raiz da performance itinerante PERCURSOS AFETIVOS de CADU CINELLI. O ator, cicloativista, artista têxtil, contador de histórias e diretor teatral, integrante do grupo do Rio de Janeiro OS TAPETES CONTADORES DE HISTÓRIAS, realiza uma ação com bicicletas em que percorre, com um grupo de ciclistas, seis trajetos na cidade de Curitiba, contando histórias semificcionais ao longo do percurso. As performances são aos sábados, nos meses de março e abril. “Maria Poeta” é primeira, no dia 05 de março, às 19h, com ponto de encontro na Boca Maldita.

O grupo de ciclistas forma, com o artista que os guia, um conjunto que ouve narrativas e paisagens sonoras, contempla árvores, edifícios, monumentos, intervém no espaço ao inserir um objeto, uma palavra, sinalizando um novo olhar sobre as rotas que atravessam o mapa afetivo da cidade.

PERCURSOS AFETIVOS traz não só a possibilidade de tornar a bicicleta agente responsável por transportar o público como também colocá-lo ativamente dentro das ambiências da performance. “A ‘magrela’ torna-se meio e ponto de perspectiva para recepção das histórias. Também ocupa a posição central quando o tema é discutir o papel artístico do veículo e de sua relação com o meio externo. A bicicleta como espaço cultural”, diz Cinelli, doutorando no Programa de Pós- Graduação em Geografia da UFPR na Linha de Pesquisa de Espaço, Produção e Cultura.

RESSIGNIFICAÇÃO
A ressignificação, por meio da ação poética, pode potencializar o olhar do passante ao revisar a paisagem que lhe era habitual. Tanto o público que participa ativamente da performance quanto aquele que está de passagem vê um grupo de ciclistas em relação a algum lugar, interagindo com a cidade.

“Já passei por muitas cidades ao longo da minha vida. Nos lugares em que consegui pedalar, os meus vínculos são mais estreitos, estas cidades são mais minhas”, reconhece Cinelli, que não tem carteira para dirigir carro ou moto e nem pretende tirar porque  há muito veículo desse tipo no mundo. O idealizador de PERCURSOS AFETIVOS já viajou por várias cidades do Brasil e do exterior, ministrando e dando cursos de contação de histórias.

No intuito de estabelecer vínculos com o seu espectador, trazendo o devido teor afetivo, Cinelli pesquisou, observou e fez entrevistas para compor rotas com histórias reais dos prédios, das pessoas que ali vivem ou viveram, das ruas, árvores, flores, de forma que tudo isso fica tramado nos percursos, nas narrativas durante a trajetória.

A performance traz em seu cerne a discussão da utilização do espaço público, o quanto as histórias dos seus habitantes podem pertencer a esses espaços e esses podem pertencer aos seus habitantes.  “Do selim dá para sentir o movimento da cidade, sua pulsação, suas calmarias, suas baladas. Dá pra saber se a cidade é violenta, se é amigável com a magrela, com quem caminha. Dá para fazer amizades com apenas um olhar. Inclusive dá para paquerar, fazendo tocar sineta para chamar a atenção daquele que distraidamente passa ao teu lado…”, dá ideia, brincando, Cinelli.

Serviço:
Apresentações presenciais do PERCURSOS AFETIVOS em Curitiba
– 05/03 às 19h – ponto de encontro: Boca Maldita
– 12/03 às 19h – ponto de encontro: Terminal Guadalupe
– 26/03 às 19h – ponto de encontro: Praça de Bolso de Ciclistas
– 02/04 às 16h30 – ponto de encontro: Parque Bacacheri
– 09/04 às 16h – ponto de encontro: Terminal do Boqueirão
– 16/04, às 19h – ponto de encontro: Escadaria do antigo prédio da UFPR Praça Santos Andrade

*Em caso de chuva o percurso é transferido para o dia seguinte.
*Os ingressos são contribuição consciente e podem ser pagos no dia.

*Para cada dia da apresentação são disponibilizadas quatro bicicletas para empréstimo pelo telefone: +55 21 98352 2492

*Há obrigatoriedade do uso de máscara e apresentação do cartão de vacinação para COVID com no mínimo duas doses;

*São muito bem-vindos outros modais como patinete, skate, patins e rollers

No site você fica sabendo mais sobre a performance e o currículo de Cadu Cinelli:
site: www.percursosafetivos.com
insta: www.instagram.com/percursosafetivos/

Ficha Técnica:
Performer/ idealizador: Cadu Cinelli
Colaborador criativo: Dag Bach
Programador Visual: Cristhian Lucas
Assessoria de Imprensa: Karen Monteiro
Vídeos: Felipe Rhoering
Fotos: Lis Guedes, Doug Oliveira e Renato Mangolin

IRIA BRAGA CELEBRA COM SHOW O FIM DA CAMPANHA DE DOAÇÃO DO PRIMEIRO CD SOLO

Cantora ressignifica álbum durante a pandemia e alcança público de forma afetiva

Após seis meses de campanha nas redes, a cantora e atriz curitibana Iria Braga, anuncia o show virtual que encerra um movimento iniciado por ela no dia 20 de agosto do ano passado. Por impulso, a artista postou um vídeo comunicando a doação do primeiro CD solo. A decisão, que surgiu sem muitas pretensões, acabou se transformando em uma campanha inédita que coleciona muitas histórias. “Eu não pensei em uma estratégia. A iniciativa veio do coração como uma espécie de ação-salvação em meio a pandemia. Eu queria fazer algo que tivesse sentido e fosse amoroso. Queria ressignificar o objeto e a música nesse período que a distância, a saudade e os temores tinham tomado grande proporção. Encontrei na palavra “doação” algo bastante profundo que servia ao propósito”, comenta Iria.

O ineditismo da campanha também trouxe muitos desafios. A primeira dúvida era saber se as pessoas ainda ouviam CD, uma vez que a indústria fonográfica já tinha decretado a morte dessa mídia. As 680 cópias doadas trouxeram a resposta. “Fiquei impressionada com a procura”, relata a artista que antes da iniciativa cogitou jogar todas as cópias no lixo.

O trabalho foi enviado via correio para várias cidades do Brasil e para outros países, como França, Portugal, Polônia, Canadá, Argentina e Holanda. Em Curitiba, os fãs puderam retirar o CD no Sebo Arcádia que fica no centro da cidade.

A artista, que completa 25 anos de trajetória, diz que o diferencial da campanha está em ser feita na primeira pessoa. “É uma relação direta com quem recebeu o CD. Eu respondia as mensagens, dimensionava a logística, escrevia as dedicatórias nos CDS e acompanhava as entregas.  Não foi algo mecânico. Mas isso só foi possível porque a pandemia nos fez parar”, afirma a cantora.

Reconhecida como uma solução de sucesso, a campanha cumpriu seu papel e agora passa a inspirar artistas da música a iniciarem suas campanhas.

HISTÓRIAS
A ação já coleciona histórias emocionantes. Joice mora em Lisboa e viu a campanha da cantora pelo facebook e resolveu presentear a mãe, Maria Catarina. Combinou que ela fosse buscar um presente na Arcádia sem revelar o que era. Maria Catarina adorou a surpresa e até postou fotos no grupo de família. Dias depois Joice entra em contato para pedir mais uma cópia para a mãe que quis continuar o movimento presenteando uma parente que nasceu e mora na Polônia.

Diego escreve para contar que o CD foi seu companheiro na reabilitação da COVID.

Maíra que assistiu ao show do trabalho ao vivo em 2017, conta das emoções que sentiu naquele dia e que o CD revigorou todas esses sentimentos.

Cleiton diz que as músicas do CD, antes ouvidas pelo youtube, foram trilha sonora do seu casamento e que a oportunidade de ter o CD representa um “selo” desse amor.

SOBRE O DISCO
O primeiro solo de Iria Braga apresenta-se ao mundo. O trabalho, segundo a cantora, foi gestado paulatinamente no curso de sua carreira. Iria serviu-se dos shows que produziu como espécies de ateliês criativos de onde retirou parte do repertório para o gravação. Como é o caso de “Peito Vazio”, composição de Cartola e Elton Medeiros que a acompanha desde sua primeira empreitada. “A medida do tempo as próprias músicas é quem escolheram ficar”, brinca Iria. Além da canção já citada, integram o trabalho “Mana” música de domínio público, “Crotalus Terrificus” de Arrigo Barnabé e Paulinho da Viola, uma versão da conhecida ária de Georges Bizet “Habanera”, “Estrela de Sal” de Wagner Barbosa, “Chapéu de Sobra” de Dú Gomide e Estrela Leminski, “Baião do Mato” de Iria e Elizabeth Fadel, e, “Tempo Água” de Indioney Rodrigues, quem também faz o texto de apresentação do disco.

Fruto de uma iniciativa independente e financiado pela própria cantora, o álbum foi gravado em 2013 com o apoio do Estúdio Gramofone + Musical (Curitiba/PR). Os arranjos e direção musical de Oliver Pellet. A formação instrumental além de Oliver na guitarra e violão, conta com Davi Sartori (piano e Rhodes), Denis Mariano (bateria), Sandro Guaraná (baixo fretless), Alexandro Ribeiro (clarinete) e Alonso Figueroa (efeitos e samples).

“Uma voz que se insere na rica tradição musical brasileira.”
(Luiz Claudio Oliveira, Jornal Gazeta do Povo de 24/04/2013)

“Achei a música linda e tristíssima, ótima cantora, com estilo”;
(Nelson Motta sobre Peito Vazio.)

“Que interessante a versão da Iria Braga, hein? AMEI. Muito corajosa ela e tem voz linda”;
(Vânia Bastos sobre Crotalus Terrificus.)

“Estou ouvindo. Lindo trabalho. Linda música, lindos músicos e linda voz. Amei”;
(Jane Duboc sobre o álbum.)

“Bonito demais”;
(Xico Sá sobre o álbum.)

“Adorei esse CD. É um encanto o repertório, os arranjos, os músicos, tudo. Te Parabenizo.”
(Paquito D’Rivera.)

SOBRE IRIA BRAGA
Múltipla. Inquieta. Intensa.
Cantora, atriz e produtora, Iria Braga é filha de muitas influências e experiências que ao longo de vinte e cinco anos de carreira metamorfosearam-se imprimindo uma personalidade única e expressiva no que canta e produz.  A marca registrada da artista é a profusão das emoções à flor da pele aliada a técnica e a performance em cena.

Formada como atriz pelo Colégio Estadual do Paraná e em Licenciatura em Música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Unespar), Iria também integrou inúmeros grupos, bandas e trabalhos musicais, mas o destaque fica para a produção de seus quinze shows solos.  Em 2014, gravou seu primeiro álbum solo. O trabalho rendeu temporadas de shows pelo Brasil e pela América Latina.

Iria experimentou o cinema, trabalhou com diferentes companhias de teatro na cidade de Curitiba e teve sua passagem pela TV. Durante quatro anos e meio (2014-2018) foi apresentadora dos programas “É-Cultura” e “Palco” da emissora TV É-Paraná, tornando-se uma das representante e porta-voz do circuito artístico nos meios de comunicação do estado.

O SHOW
Previsto para dia 23/02, às 21hs, a apresentação virtual será transmitida pelo canal do YouTube da artista diretamente do espaço cultural, Casa Quatros. A produção audiovisual fica por conta de Luigi Castel e Luana Godin.  O figurino é assinado por Juliano Fonseca.

Mesclando o repertório do disco a novas composições, Iria é acompanhada pelos instrumentistas Joel Muller (violão) e Luis Rolim (bateria).

De projetos em solo brasileiro a turnês internacionais, Iria encerra um grande ciclo na carreira proporcionado pelo álbum.  Se reconecta ao seu público e o amplia.

O encerramento abre as portas para IRIDESCENTE. O novo EP tem lançamento previsto em todas as plataformas em março de 2022.

SERVIÇOS SHOW IRIA BRAGA
Gratuito
Data: 23/02
Horário: 21hs
YouTube Iria Braga
LINK: https://www.youtube.com/channel/UCQ9f0eZjMYGs28Y5W3ed2Bg

CONTATOS PARA ENTREVISTA E INFORMAÇÕES:
Tel.(041)9.9843.9543
E-mail: contato@iriabraga.com

“O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO”: ESPETÁCULO CIRCENSE COM ESTREIA EM JANEIRO REVIVE LENDA CURITIBANA

O Tesouro do Pirata Zulmiro. Foto: Lidia Ueta.

A montagem, que traz a lenda do Pirata Zulmiro como pano de fundo, também é uma homenagem ao artista idealizador do projeto, Marcos Gabriel Freitas (Palhaço Fidalgo), que faleceu em agosto de 2020. Ao todo, serão oito apresentações online e gratuitas para toda a família assistir no YouTube entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro

Entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro, de quinta a domingo, sempre às 20h, os curitibanos de todas as idades têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo “O Tesouro do Pirata Zulmiro”, que, por meio de números circenses, parte da lenda que permeia o imaginário da cidade de Curitiba, para contar essa história. As exibições são feitas diretamente no canal do YouTube do diretor e dramaturgo do projeto, Silvestre Neto, o Palhaço Macaxeira youtube.com/SilverNeto.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”, foi idealizado pelo artista Marcos Gabriel Freitas — o Palhaço Fidalgo —, e complementado pelo artista Silvestre Neto. Após o falecimento de Fidalgo em agosto de 2020, a obra foi adaptada pela equipe, que está realizando o espetáculo em homenagem à vida e obra do Palhaço Fidalgo.

A obra foi gravada nas dependências do Circo da Cidade, no Boqueirão, e explora a saga do Pirata Zulmiro, um personagem do folclore curitibano, para conseguir abrir o baú que carrega consigo. Em um universo delirante, Zulmiro precisa passar por provações para descobrir de quais maneiras as riquezas dele podem ser reveladas. Buscando ajuda em uma lona circense, ele e Heraldo, seu fiel escudeiro, desvendam os mistérios do picadeiro de uma forma inusitada. Diversão garantida para toda a família.

Além das oito apresentações, o projeto conta, ainda, com a realização de um bate-papo da equipe com o público para compartilhar o processo de criação e refletir sobre os caminhos da linguagem circense no ambiente audiovisual. A live acontece no dia 27 de janeiro, às 21h, logo após a estreia da peça, também no canal do YouTube.

O espetáculo tem dramaturgia e direção de Silvestre Neto, e o elenco conta com a participação de artistas relevantes do cenário circense curitibano: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko e o próprio Silvestre Neto.

A estreia, inicialmente prevista para acontecer de forma presencial em março de 2020, como parte da programação do Circo da Cidade, precisou ser adiada por conta da pandemia causada pelo coronavírus e, posteriormente, pelo falecimento de Marcos.

O roteirista, diretor e parceiro de criação, Silvestre Neto, comenta que a realização do espetáculo é uma forma de homenagear o amigo. “O Marcos era um buscador. Tinha certeza sobre sua missão e assim o fazia com sua arte, buscando sempre se aprimorar. Era impressionante a sagacidade e o ímpeto dele em procurar compreender suas dificuldades com o único intuito de ser um artista mais completo. Nos ensaios que foram paralisados ele estava mostrando o quanto estava pronto para levar ao máximo essa forma de pensar”, diz. “Para mim e o elenco, todos amigos dele, o espetáculo foi criado de forma muito emocionante, com o coração nas atuações. Faço com a intenção de registrar o legado desse artista impressionante e homem fora do comum”, reforça Silvestre.

Marcos Gabriel Freiras nasceu em 1981, no município de Faxinal, a 300 km de Curitiba. Se mudou para a capital aos 9 anos de idade, para tratar problemas de saúde. Dos 38 anos que viveu, 16 foram dedicados ao teatro e à palhaçaria. Em meados de 2010, criou o bufão Fidalgo Filho de Algo — o Palhaço Fidalgo —, personagem que interpretou em diversos espetáculos locais e nacionais. Sempre com humor e irreverência, abordava temas como religião e política. Marcos faleceu em agosto de 2020, por complicações causadas pela COVID-19. Ele deixou a esposa, Letícia Lopes Freitas, com quem vivia há 13 anos.

O projeto foi aprovado no edital de Difusão e Formação em Circo, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO:
O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Classificação indicativa: Livre
Exibições gratuitas de 27 de janeiro a 06 de fevereiro
Quintas, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Via YouTube youtube.com/SilverNeto
LIVE – Processo de Criação do espetáculo O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Um bate papo sobre o processo criativo do espetáculo, refletindo sobre os caminhos da linguagem circense para o ambiente audiovisual
Dia: 27 de janeiro
Horário: 21h (após a exibição de estreia do espetáculo)
Via Youtube youtube.com/SilverNeto

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silvestre Neto
Elenco: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko, Silvestre Neto
Iluminação: Wagner Correa
Técnico de iluminação (montagem): Well Daum
Cenário e Figurino: Levi Brandão
Costureira: Nair Scheffler
Trilha Sonora: Denis Mariano
Gravação: Paulo Rosa e Lídia Ueta
Edição: Silvestre Neto
Técnico de Som: Karina Scariott
Transmissões das ações: Paulo Rosa
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte (Thays Cristine – (41) 9 9907-9648 – platea.comunicacao@gmail.com)
Design Gráfico: bialopse
Diretor de Produção: Marianinho Produções (Edran Mariano)
Realização: Silvestre Neto
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.