COMÉDIA “TEM UM NOME PRA ISSO” REVELA A SOLIDÃO E A SOBRECARGA DA MATERNIDADE NO PALCO

Na foto de Gabriel Rega, o elenco de “Tem Um Nome Pra Isso”.

Em cartaz no Teatro Barracão EnCena de 22 de agosto a 14 de setembro, espetáculo escrito e dirigido por Pagu Leal mistura humor ácido e crítica social para expor as contradições da maternidade e o peso invisível que ainda recai sobre as mulheres.

Até o dia 14 de setembro, o Teatro Barracão EnCena recebe a estreia do espetáculo “Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”, com texto e direção de Pagu Leal. A montagem, realizada em parceria com a Sociedade Poética, apresenta uma comédia de tons ácidos e toques de ternura, revelando as contradições da maternidade contemporânea e o peso invisível que muitas mulheres carregam diariamente. De acordo com a diretora, o espetáculo é mais do que uma comédia, “é uma tentativa de nomear os sentimentos contraditórios da maternidade, do estresse, da fadiga crônica das mulheres e tantas outras mazelas mentais e físicas que vêm embaladas de canções infantis e tons pastéis”, revela.

O enredo gira em torno das mulheres da família Albuquerque e os diferentes modos como cada uma lida com a maternidade — ou com a escolha de não ser mãe. Inês, a matriarca, rompe com a imagem tradicional da avó carinhosa ao manter uma relação fria e distante com as filhas e netos. Luiza, mãe solo de quatro filhos, sobrevive à exaustão da múltipla parentalidade sem qualquer rede de apoio. Sua filha mais velha, Maria, prestes a completar 18 anos, sustenta a rotina da casa como uma verdadeira babá dos irmãos, enquanto sonha com uma vida longe dessa sobrecarga. Já Carolina, irmã de Luiza e mulher sem filhos, enfrenta uma batalha silenciosa: é perseguida ideologicamente no departamento universitário onde leciona Ética.

A peça foi escrita por Pagu Leal em 2017 e é diretamente inspirada nas vivências das criadoras enquanto artistas e mães. A obra parte da experiência pessoal da diretora para expor, com sensibilidade e ironia, a naturalização do cuidado materno como obrigação exclusiva das mulheres – mesmo em contextos de avanço social e tecnológico. “Apesar dos avanços destas discussões, a maternidade continua exatamente o que sempre foi: exaustiva e solitária. Não é apenas uma fase cansativa, mas um desafio de anos, mais extenuante que uma maratona, mas sem medalhas ou remuneração. Apoiada pelo discurso de naturalização dessa função, a sociedade mantém as mulheres caladas, sobrecarregadas e culpadas”, afirma a autora.

Com um texto afiado, personagens complexas e situações cotidianas profundamente identificáveis, “Tem Um Nome Pra Isso” busca nomear o cansaço, a fadiga crônica e os sentimentos contraditórios que atravessam a maternidade, e também a liberdade das mulheres que escolhem não ter filhos.

Pensando na pluralidade da experiência materna e na acessibilidade cultural, a produção conta com duas apresentações de contrapartida especialmente para as mães com crianças de colo ou pequenas (até 5 anos). Nessas sessões, elas terão total liberdade para entrar e sair da sala durante o espetáculo, garantindo conforto e tranquilidade. Enquanto isso, uma equipe de monitores fica à disposição com atividades lúdicas e seguras para os pequenos, permitindo que as mulheres assistam à peça com mais leveza. Nesses dias, a classificação é livre, acolhendo o público infantil de forma responsável e afetiva.

Sinopse:
“Tem um nome pra isso” é uma comédia sensível e mordaz sobre maternidade e suas contradições. A peça acompanha três gerações de mulheres lidando com sobrecarga, silêncios e resistência cotidiana. Inspirada nas vivências das criadoras, revela como o cuidado infantil ainda recai quase exclusivamente sobre as mães. Com humor ácido e momentos de ternura, o espetáculo nomeia o cansaço, a culpa e os afetos que permeiam a maternidade contemporânea, assim como a opção das mulheres por não ter filhos.

SERVIÇO
“Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”
Temporada: de 22 de agosto a 14 de setembro
Dias e horários: sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Estreia: 22/08 (quinta-feira), às 20h – Sessão exclusiva para convidados
Sessões em Libras: 24/08 (domingo), às 20h e 31/08 (domingo), às 20h
Sessões Gratuitas de Contrapartida, classificação Livre: 06/09 (sexta-feira), às 18h e 07/09 (sábado), às 16h 
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160, Curitiba)
Classificação indicativa: 12 anos
Realização: Teatro Barracão EnCena e Sociedade Poética
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | R$ 25 (alunos do Barracão EnCena e acompanhantes) Link:https://www.sympla.com.br/evento/tem-um-nome-pra-isso/3081455 ou diretamente na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA:
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Texto e Direção: Pagu Leal | Elenco: Carla Rodrigues, Heloísa Rodrigues, Léa Albuquerque e Mevelyn Gonçalves | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Assistência de Produção e Figurino: Belle Viana | Iluminação: Nadia Luciani | Sonoplastia e Preparação Vocal: Priscila Esteves | Trilha Sonora Original: Priscila Esteves e Nati Bermúdez | Preparação Corporal: Ane Adade | Cenografia: Ruy Almeida | Cartaz: Lu Stocco | Fotos de Divulgação: Gabriel Rega | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Marketing: Ana Paiva e João Quintino | Participação nas fotos de divulgação: Anthony Freitas da Silva e Maria Luiza Freitas da Silva | Vozes das Crianças: Alicia Beatriz de Oliveira Yan e Theo Silva Pazian

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

PEÇA CABARÉ HAIKAI É BASEADA NA OBRA DE PAULO LEMINSKI

No ano em que completaria 80 anos, artista curitibano é homenageado em montagem que fica em cartaz no Teatro José Maria Santos

Paulo Leminski foi uma figura multifacetada e fundamental para a arte brasileira, com contribuições marcantes na poesia, na literatura, na música, e até nas artes visuais. Sua obra, que abordou de forma crítica e inovadora o papel da arte na sociedade, é o mote da peça Cabaré Haikai, que estreia no dia 16 de agosto no Teatro José Maria Santos, em Curitiba.

Com direção de Roddrigo Fôrnos, a peça é uma forma de celebrar a vida e obra do artista curitibano, que faria 80 anos em 2024. A montagem aborda, entre outros aspectos, como as suas reflexões e produções questionam a função da arte no contexto sociocultural brasileiro. “Leminski constantemente desafiou a separação entre a alta cultura e a cultura popular. Ele acreditava que a arte deveria ser acessível e refletir a vida cotidiana das pessoas, rompendo com a elitização”, reflete o diretor.

Partindo de obras consagradas de Leminski, como Ensaios e Anseios Crípticos, Gozo Fabuloso, Songbook, Catatau e Toda Poesia, a peça reflexiona sobre a obra de Leminski como poeta e escritor, mas também consagra a sua vertente musical. “O universo musical do artista estará presente de forma marcante e constante ao longo da peça, como forma de ressaltar o seu talento em unir poesia e música”, explica o diretor.

A carreira de Leminski como compositor correu paralelamente e tão intensamente quanto a literária, como afirma Estrela Leminski, que assina a dramaturgia da peça ao lado de Eduardo Ramos e Roddrigo Fôrnos. “Meu pai compôs muito. Suas músicas foram gravadas por artistas como Caetano Veloso e Ney Matogrosso, e ele foi convidado para parcerias por figuras fundamentais do Tropicalismo, da Vanguarda Paulista e da cena curitibana. No entanto, como ele não queria se dedicar a interpretar suas próprias composições, muitas pessoas atribuem suas canções a parcerias. Não tanto focado em instrumentos, mas, sim, nessa ideia da linguagem, das palavras e das ideias melódicas, e isso foi desde sempre”.

No palco, os atores Ane Adade, Michele Bittencourt, Renata Bruel e Kauê Persona se debruçam sobre a obra literária e musical de Leminski, um artista reconhecido por explorar formas alternativas e experimentais, valorizando a liberdade criativa. Ao mesmo tempo, a peça busca mostrar como o poeta utilizava a arte como forma de resistência cultural, expressão da individualidade e ferramenta para desafiar as normas pré-estabelecidas.

Ficha Técnica:
Direção: Roddrigo Fôrnos
Direção musical e arranjos: Rodrigo Henrique
Direção de movimento: Ane Adade
Iluminação: Beto Bruel e Lucas Amado
Cenário: Guenia Lemos
Figurino: Albie Conceição
Dramaturgia: Estrela Leminski, Eduardo Ramos e Roddrigo Fôrnos
Assistente de direção: Eduardo Ramos
Preparação vocal: Elisama Koppe
Designer: Mariana Borges
Técnico de Som: Valderval O. Filho
Estrategista de conteúdo: Agência Vibra
Assessoria de imprensa: Paula Melech
Fotos: Eduardo Ramos
Vídeos: Sopro Audiovisual
Diretor de Produção: Roddrigo Fôrnos
Assistente de Produção: Veronica Dias
Elenco: Ane Adade, Michele Bittencourt, Renata Bruel e Kauê Persona
Músicos: Ana Clavijo, Marcelo Oliveira, Rodrigo Henrique e Vina Lacerda
Realização e produção: Na Carreira Produções Artísticas
Apoio cultural: O Santo Corte / Padaria América / Cantina do Délio / Pizzaria Mercearia Bresser / Apê da 13

Serviço:
Cabaré Haikai
Data: De 16 a 25 de agosto –
Horário: 5ª a sábado às 20h / domingo às 16h e 19h
Local: Teatro José Maria Santos – Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco
Ingressos R$ 60 (inteira + taxas) e R$ 30 (meia-entrada + taxas) à venda, aqui
Classificação indicativa: 10 anos

ESPETÁCULO DE TEATRO-DANÇA PARA O PÚBLICO INFANTIL FALA SOBRE MOMENTOS INESQUECÍVEIS DA INFÂNCIA

Espetáculo A menina; o cachorro; o velho… Foto: Larissa de Lima.

A estreia de “A menina; o cachorro; o velho” arrecadará alimentos para instituições de apoio às crianças e aos idosos

O Obragem Grupo de Teatro estreia seu mais novo espetáculo de teatro-dança para o público infantil, “A menina; o cachorro; o velho..”, no dia 29 de outubro, às 16h, no espaço da cia (Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba). A temporada segue até o dia 13 de novembro e cada ingresso será trocado por um quilo de alimento não perecível e sem origem animal. A arrecadação é destinada às instituições de apoio à criança e/ou idoso. Para fazer a reserva basta acessar aqui

A peça mostra que a solidão pode ser vivenciada por pessoas de todas as idades e inclusive pelos animais. No entanto, nós podemos extrair uma experiência de aprendizado com esse sentimento e, ainda, vivenciar a amizade como uma forma de nos despertar para um mundo novo. Com cenas coreografadas e música executada ao vivo, a personagem Augustina caminha no Tempo e reencontra os amigos Galápagos e Havaí, para nos mostrar a importância dos pequenos instantes da vida, com uma história repleta de vivências de tolerância e amor.

Segundo a dramaturga e diretora Olga Nenevê “diante de tempos tão sombrios, a peça trata de importantes assuntos para crianças e adultos, como o abandono; a morte; e a nossa capacidade de transformação de uma forma tocante”, aponta a diretora.

O espetáculo, com indicação livre, tem duração aproximada de 50 minutos e  integra as ações comemorativas dos 20 anos de atuação contínua do Grupo Obragem de Teatro. “A menina; o cachorro; o velho…” será apresentado para crianças de escolas públicas gratuitamente e para o público espontâneo, com ingresso solidário (1kg de alimento). As reservas para as sessões devem ser feitas com o mínimo de 24h de antecedência. Ainda, no dia 28 de outubro, o Grupo realiza uma apresentação especial na programação de teatro para crianças “Janelas”, realizada pela Ave Lola Trupe de Teatro.

Sobre o Grupo Obragem de Teatro
Dirigido pelos artistas Olga Nenevê e Eduardo Giacomini, o Grupo Obragem LIGA PESSOAS e promove EXPERIÊNCIAS, que estimulam novas visões de mundo. Desde a sua fundação, em 2002, o Grupo Obragem cultiva e fortalece o pensamento artístico, como potente instrumento para o crescimento humano. Com várias produções, com trabalhos para público adulto e infantil, a Obragem já circulou por várias cidades do Brasil e participou de importantes eventos culturais como: Festival Internacional de São José do Rio Preto; Festival Internacional de Londrina – Filo; circulou pela Caixa Cultural SP e BA; SESI/SP e SESI/PR.

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA ESTADUAL DE FOMENTO E INCENTIVO À CULTURA (PROFICE) – SECRETARIA DE ESTADO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E DA CULTURA – GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ, COM INCENTIVO DA COPEL.”

Ficha técnica
Dramaturgia e direção: Olga Nenevê
Elenco: Ane Adade/ Eduardo Giacomini/Guenia Lemos/Patrícia Machado
Trilha musical original e direção musical: Gilson Fukushima
Músico intérprete: Ravi Brasileiro
Cenário: Guenia Lemos
Iluminação: Wagner Corrêa
Figurino: Eduardo Giacomini
Maquiagem: Marcelino de Mirandha
Designer gráfico: Alessandra Nenevê
Assessoria de comunicação: Jamilssa Melo e Larissa Lima
Produção executiva: Grupo Obragem de Teatro
Assistente de produção: Ariel Pascke
Captação de recursos: Caroline Roehrig
Empreendedora: Olga Nenevê

Serviço:
O quê: “A menina; o velho; o cachorro; …” – peça de dança e imagens para crianças
Quando: 29/10 a 13/11 – sábados e domingos 16h – sextas-feiras 19h
SESSÕES:
– SESSÃO 1: 29/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 2: 04/11/2022 (SEXTA-FEIRA), ÀS 19H.
– SESSÃO 3: 05/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 4: 06/11/2022 (DOMINGO), ÀS 16H.
– SESSÃO 5: 11/11/2022 (SEXTA-FEIRA), ÀS 19H.
– SESSÃO 6: 12/11/2022 (SÁBADO), ÀS 16H.
– SESSÃO 7: 13/11/2022 (DOMINGO), ÀS 16H
Onde: Espaço Obragem – criação e compartilhamento artístico
Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba
Quanto: 1Kg de alimento não perecível e sem origem animal
Classificação: Livre
Reservas: aqui
Contato para falar sobre reserva: (41) 99652-5491
Contato de imprensa: Jamilssa Melo l (41) 9 9902-1070

GRUPO OBRAGEM DE TEATRO OFERECE OFICINAS GRATUITAS DE DANÇA PARA O PÚBLICO EM GERAL

Ane Adade e Patrícia Machado

As oficinas serão ministradas pelas bailarinas e coreógrafas Ane Adade e Patrícia Machado

O Grupo Obragem de Teatro está com inscrições abertas para oficinas gratuitas de dança com as bailarinas e coreógrafas Ane Adade, que acontecerá do dia 30 de agosto ao dia 1º de setembro, das 18h às 22h, e Patrícia Machado de 15 a 17 de setembro, no mesmo horário. As duas oficinas serão realizadas no Espaço Obragem, localizado na Alameda Júlia da Costa, 204, bairro São Francisco, em Curitiba. O público interessado tem até o dia 29 de agosto para se inscrever gratuitamente, acessando https://linktr.ee/grupoobragemdeteatro

Ane Adade que já trabalhou com coreógrafos com Luis Fernando Bongiovanni, Gustavo Ramirez (Espanha) e Olga Roriz (Portugal), irá ministrar a oficina “Dança: processos de criação”, onde irá compartilhar metodologia de processos de criação, além disso, Comportamentos, sentidos e estados afetivos serão ativados a fim de comunicar novas presenças e experiências, desestabilizando os conceitos formais de criação em dança. Segundo a coreógrafa, o público de sua oficina, pode esperar “brincar a sério!  Criar espaços para o imaginário criativo. Ativar repertórios corporais através do jogo, da improvisação e da investigação do gesto, dos sentidos e dos afetos. Experimentar a presença”, enfatiza Ane Adade.

Patrícia Machado irá conduzir a oficina “Poética Ativa”, onde os participantes serão convidados a experimentar a dança como felicidade física e propulsora de paixões individuais e coletivas, tendo o corpo como discurso expressivo e lugar de pulsão criativa. A bailarina e coreógrafa, também atua como performer e artista docente. Fez sua formação em Dança pelo Institut del Teatre de Barcelona. Desde 2016 desenvolve trabalhos coreográficos e performativos que trazem como temas centrais questões relacionadas à imigração e refúgio.

As oficinas são uma ação de contrapartida social prevista pelo projeto “A menina; o cachorro; o velho”, o novo espetáculo de dança e imagens para crianças do Grupo Obragem, com estreia prevista para outubro de 2022.

Esse projeto foi aprovado pelo Programa de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria Estadual da Cultura do Paraná/2019.

SERVIÇO:


Oficina: Dança – processos de criação
Quando? 30 e 31/08 e 01/09, das 18h às 22h
Onde? Espaço Obragem – Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba-PR
Ministrante: Ane Adade
Público-alvo: estudantes; professores; artistas e demais interessados
Duração: 12h
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/oficina-processos-de-criacao-com-ane-adad/1683155
Quanto: Gratuita


Oficina: Poética Ativa
Quando? 15, 16 e 17 de setembro de 2022, das 18h às 22h
Onde? Espaço Obragem – Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba-PR
Ministrante: Patrícia Machado
Público-alvo: estudantes; professores; artistas e demais interessados
Duração: 12h
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/oficina-poetica-ativa-com-patricia-machado/1683157
Quanto: Gratuita

Contato de Assessoria: Jamilssa Melo l 41 99902-1070

ESPETÁCULO TEATRAL “POSES PARA DORMIR”, COM DIREÇÃO DE DIEGO FORTES, TEM TEMPORADA GRATUITA E É ENCENADO NA TORRE DO MON

POSES PARA DORMIR. Créditos da foto: Eika Yabusame

A nova montagem de Diego Fortes d`A Armadilha Cia de Teatro, “Poses para Dormir”, é um texto inédito no Brasil da argentina Lola Arias e estreia dia 6 de setembro às 20h na Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON), a entrada é franca

“Poses para Dormir” fica em cartaz de 06 à 30 de setembro, quinta e sexta às 20h, sábado com sessão dupla às 18h e às 20h, e domingo às 18h, no Espaço Araucária, que fica dentro da Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON), sempre com entrada gratuita, sendo a distribuição dos ingressos feita 1h antes de cada sessão, no próprio MON.

Inédito no Brasil, o texto escrito pela aclamada dramaturga argentina Lola Arias e traduzido e dirigido pelo curitibano Diego Fortes, “Poses para Dormir” se passa em um futuro distópico, em dois apartamentos que ocupam o andar de um prédio em uma cidade sitiada pela guerra. Encenado na Torre do Olho, no Espaço Araucária, a peça é uma instalação onírica em uma espécie de fim do mundo, onde as identidades das personagens Nadia (Guenia Lemos) e seu marido Bruno (Diego Fortes), se confundem com a dos vizinhos Jota (Richard Rebelo) e Tao (Giuly Biancato) em uma série de coincidências absurdas.

“O espetáculo é uma experiência instigante, uma provocação: assistir a uma peça de teatro num lugar que normalmente não convencional, um texto que não é tradicional e que lida com ambiguidades, as coisas não são uma coisa ou outra, elas têm mais de um significado ao mesmo tempo”, afirma Diego Fortes sobre a obra.

Comportamento humano, sonho, morte e identidade são alguns dos temas da peça. A cada cena, os 4 personagens estão diferentes, as situações absurdas geram momentos cômicos de um riso nervoso. Uma experiência onírica e descolada da realidade.

A temporada em Curitiba é curta, apenas 1 mês no MON, e os ingressos podem ser retirados com 1h de antecedência na porta da Torre do Museu, onde normalmente os visitantes saem. Para essa temporada, os espectadores entrarão diretamente na Torre, que dá acesso direto ao Espaço Araucária. O espetáculo tem duração de 60 minutos, comporta 48 espectadores por sessão e não é recomendado para menores de 16 anos.

Com essa obra, Diego Fortes retorna à Curitiba depois de temporada em São Paulo, onde dirigiu “Molière”, estrelada por Matheus Nachtergaele, Renato Borghi e um elenco de 14 músicos e atores, muitos deles de Curitiba. Molière é sucesso de público e crítica e está agora em temporada no Rio de Janeiro.

Serviço:
Poses para Dormir
Texto: Lola Arias
Direção: Diego Fortes
Estreia dia 06 de setembro às 20h
Local: Espaço Araucária – na Torre do Museu Oscar Niemeyer (MON) – Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico.
Entrada franca: Os ingressos começam a ser distribuídos 1h antes do início de cada sessão, na porta da Torre do MON.
Temporada: 06 a 30 de setembro, de quinta a domingo.
Quintas e sextas às 20h
Sábados – sessão dupla – às 18h e às 20h
Domingos às 18h
Lotação: 48 pessoas
Página do evento, aqui

Ficha técnica:
Texto: Lola Arias
Tradução: Diego Fortes
Direção: Diego Fortes
Atores: Giuly Biancato, Guenia Lemos, Richard Rebelo e Diego Fortes
Iluminação: Nadja Naira
Operação de luz: Elisa Ribeiro
Cenário: Guenia Lemos – Prego Torto & Cia
Cenotecnia: Willian Batista – Studio Fabrika
Figurino: Maureen Miranda
Direção de Movimento: Ane Adade
Trilha Original: Fábio Cardoso
Produção Executiva: Ludmila Nascarella
Comunicação e Mídias Sociais: Luísa Bonin – Platea Comunicação e Arte
Design: Blanc.ag Design e Conteúdo
Maquiagem foto: Juliane Lis Siebert
Vídeos: Alan Raffo
Coordenação Financeira: Rubens Neves – Operativ Consultoria
Captação de Recursos: Meire Abe

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”

Realização:
A Armadilha
Parceria:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Incentivo:
Instituto Joanir Zonta – Empresa mantenedora: Condor, EBANX, CEDIP
Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba

Sobre A Armadilha:
A Armadilha, fundada e dirigida por Diego Fortes, atua há 17 anos e é conhecida por apresentar propostas fundamentadas num permanente processo de pesquisa e criação em dramaturgia, e pela por reunir em suas produções teatrais, refinamento conceitual,   compreensão e a acessibilidade de diversos públicos.

Alguns dos trabalhos d´A Armadilha: Bolacha Maria (2008), Jornal da Guerra Contra os Taedos (2009), Duas da Manhã (2012) trouxeram autores até então inéditos no teatro no Brasil e foram muito bem recebidos pelo público e pela crítica.  A Armadilha também tem um trabalho focado na dramaturgia original, os espetáculos Café Andaluz (2005) e Os Leões (2006) foram escritos por Diego Fortes sob pseudônimos. Os Leões chegou a ser considerado pela crítica nacional como o grande destaque do Festival de Teatro de Curitiba em 2007. Foi encenado em São Paulo, a convite do SESC no Projeto Primeiro Sinal, em Salvador, no l Festival Nacional de Teatro da Bahia – 2007 na Mostra Nacional e em Brasília, na Caixa Cultural e abriu o XVI Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga em 2009. Além dos trabalhos próprios, A Armadilha organizou junto com outras companhias as 3 primeiras edições da Mostra Novos Repertórios, evento especial do Festival de Curitiba onde são exibidas peças e leituras de companhias de teatro contemporâneo. Em 2011, organizou a Mostra Outros Lugares – teatro de novos autores, que reúne peças com textos originais e inéditos. Com o objetivo de promover a formação de plateia em teatro, com bastante frequência, promove apresentações com ingressos gratuitos nos espetáculos concebidos e distribuídos com verbas públicas, acreditando ser uma medida necessária e democrática de acesso à cultura. Por isso, a pesquisa artística está direcionada a obras de alta qualidade e reflexão artística, sem perder de vista a comunicação com o público, mesmo que seja a primeira oportunidade deste público de entrar em um teatro.