CURITIBA RECEBE UMA COMÉDIA IRREVERENTE E PROVOCADORA: ESTREIA O ESPETÁCULO “VALENTIN”

Na foto de Walter A. Jaworski, o elenco formado por Carla Rodrigues e Juscelino Zilio que dão vida aos personagens de Valentin, o espetáculo entra em cartaz a partir do dia 21 de novembro no Teatro Barracão EnCena.

Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 21 de novembro, sexta-feira, no Teatro Barracão EnCena.

A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.

Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.

Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.

O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.

Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 17 de novembro no Teatro Barracão EnCena.

A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.

Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.

Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.

O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.

Sinopse
O espetáculo “Valentin” retrata o ambiente de um cabaré na Alemanha dos anos 1920, período turbulento entre guerras, e utiliza o humor como ferramenta para discutir questões sociais e humanas. A partir de textos originais de Karl Valentin, a montagem se desenrola por meio de esquetes e números cômicos que misturam elementos circenses, crítica social e poesia visual.

Ficha Técnica
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Adaptação de texto, Direção e Sonoplastia: Cleide Piasecki | Elenco: Carla Rodrigues e Juscelino Zilio | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Cenário, Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius | Confecção de Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius, Belle Viana e Rod Benedykt | Iluminação: Clever d’Freitas | Operação de Sonoplastia: Jessyca Arbaiter | Camareiros: Belle Viana e Rod Benedykt | Marketing: Ana Paiva | Produção Audiovisual e Mídias: João Quintino | Cartaz e fotos de divulgação: Walter Jaworski

SERVIÇO:
Espetáculo “Valentin”
Temporada dias: 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de novembro, sempre às 20H.
Ingressos: disponíveis para compra antecipada na secretaria do Teatro e Sympla. ( R$60,00 – inteira | R$30,00 – meia | R$25,00 – alunos)
Classificação: 12 anos
Link: https://www.sympla.com.br/evento/valentin/3081622

Sobre o Teatro Barracão EnCena
Com 18 anos de história, o Teatro Barracão EnCena é um dos espaços culturais mais respeitados de Curitiba. Com capacidade para 180 pessoas, o local conta com estrutura completa para espetáculos, estúdios de cursos livres, galeria para exposições, café e localização privilegiada no centro da cidade, a apenas cem metros do Teatro Guaíra.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

COMÉDIA “TEM UM NOME PRA ISSO” REVELA A SOLIDÃO E A SOBRECARGA DA MATERNIDADE NO PALCO

Na foto de Gabriel Rega, o elenco de “Tem Um Nome Pra Isso”.

Em cartaz no Teatro Barracão EnCena de 22 de agosto a 14 de setembro, espetáculo escrito e dirigido por Pagu Leal mistura humor ácido e crítica social para expor as contradições da maternidade e o peso invisível que ainda recai sobre as mulheres.

Até o dia 14 de setembro, o Teatro Barracão EnCena recebe a estreia do espetáculo “Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”, com texto e direção de Pagu Leal. A montagem, realizada em parceria com a Sociedade Poética, apresenta uma comédia de tons ácidos e toques de ternura, revelando as contradições da maternidade contemporânea e o peso invisível que muitas mulheres carregam diariamente. De acordo com a diretora, o espetáculo é mais do que uma comédia, “é uma tentativa de nomear os sentimentos contraditórios da maternidade, do estresse, da fadiga crônica das mulheres e tantas outras mazelas mentais e físicas que vêm embaladas de canções infantis e tons pastéis”, revela.

O enredo gira em torno das mulheres da família Albuquerque e os diferentes modos como cada uma lida com a maternidade — ou com a escolha de não ser mãe. Inês, a matriarca, rompe com a imagem tradicional da avó carinhosa ao manter uma relação fria e distante com as filhas e netos. Luiza, mãe solo de quatro filhos, sobrevive à exaustão da múltipla parentalidade sem qualquer rede de apoio. Sua filha mais velha, Maria, prestes a completar 18 anos, sustenta a rotina da casa como uma verdadeira babá dos irmãos, enquanto sonha com uma vida longe dessa sobrecarga. Já Carolina, irmã de Luiza e mulher sem filhos, enfrenta uma batalha silenciosa: é perseguida ideologicamente no departamento universitário onde leciona Ética.

A peça foi escrita por Pagu Leal em 2017 e é diretamente inspirada nas vivências das criadoras enquanto artistas e mães. A obra parte da experiência pessoal da diretora para expor, com sensibilidade e ironia, a naturalização do cuidado materno como obrigação exclusiva das mulheres – mesmo em contextos de avanço social e tecnológico. “Apesar dos avanços destas discussões, a maternidade continua exatamente o que sempre foi: exaustiva e solitária. Não é apenas uma fase cansativa, mas um desafio de anos, mais extenuante que uma maratona, mas sem medalhas ou remuneração. Apoiada pelo discurso de naturalização dessa função, a sociedade mantém as mulheres caladas, sobrecarregadas e culpadas”, afirma a autora.

Com um texto afiado, personagens complexas e situações cotidianas profundamente identificáveis, “Tem Um Nome Pra Isso” busca nomear o cansaço, a fadiga crônica e os sentimentos contraditórios que atravessam a maternidade, e também a liberdade das mulheres que escolhem não ter filhos.

Pensando na pluralidade da experiência materna e na acessibilidade cultural, a produção conta com duas apresentações de contrapartida especialmente para as mães com crianças de colo ou pequenas (até 5 anos). Nessas sessões, elas terão total liberdade para entrar e sair da sala durante o espetáculo, garantindo conforto e tranquilidade. Enquanto isso, uma equipe de monitores fica à disposição com atividades lúdicas e seguras para os pequenos, permitindo que as mulheres assistam à peça com mais leveza. Nesses dias, a classificação é livre, acolhendo o público infantil de forma responsável e afetiva.

Sinopse:
“Tem um nome pra isso” é uma comédia sensível e mordaz sobre maternidade e suas contradições. A peça acompanha três gerações de mulheres lidando com sobrecarga, silêncios e resistência cotidiana. Inspirada nas vivências das criadoras, revela como o cuidado infantil ainda recai quase exclusivamente sobre as mães. Com humor ácido e momentos de ternura, o espetáculo nomeia o cansaço, a culpa e os afetos que permeiam a maternidade contemporânea, assim como a opção das mulheres por não ter filhos.

SERVIÇO
“Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”
Temporada: de 22 de agosto a 14 de setembro
Dias e horários: sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Estreia: 22/08 (quinta-feira), às 20h – Sessão exclusiva para convidados
Sessões em Libras: 24/08 (domingo), às 20h e 31/08 (domingo), às 20h
Sessões Gratuitas de Contrapartida, classificação Livre: 06/09 (sexta-feira), às 18h e 07/09 (sábado), às 16h 
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160, Curitiba)
Classificação indicativa: 12 anos
Realização: Teatro Barracão EnCena e Sociedade Poética
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | R$ 25 (alunos do Barracão EnCena e acompanhantes) Link:https://www.sympla.com.br/evento/tem-um-nome-pra-isso/3081455 ou diretamente na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA:
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Texto e Direção: Pagu Leal | Elenco: Carla Rodrigues, Heloísa Rodrigues, Léa Albuquerque e Mevelyn Gonçalves | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Assistência de Produção e Figurino: Belle Viana | Iluminação: Nadia Luciani | Sonoplastia e Preparação Vocal: Priscila Esteves | Trilha Sonora Original: Priscila Esteves e Nati Bermúdez | Preparação Corporal: Ane Adade | Cenografia: Ruy Almeida | Cartaz: Lu Stocco | Fotos de Divulgação: Gabriel Rega | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Marketing: Ana Paiva e João Quintino | Participação nas fotos de divulgação: Anthony Freitas da Silva e Maria Luiza Freitas da Silva | Vozes das Crianças: Alicia Beatriz de Oliveira Yan e Theo Silva Pazian

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]