LANÇAMENTO DA COLEÇÃO ESCREVER O CINEMA E MOSTRA DE FILMES DA CINEMATECA DE CURITIBA

Criada pela produtora audiovisual curitibana O Quadro, o selo para publicações de livros “Edições A Quadro” surge após um período de experiências diversas da produtora e seus colaboradores com a escrita crítica sobre cinema, a pesquisa acadêmica e atividades de ensino audiovisual. O primeiro projeto da editora é a Coleção Escrever o Cinema.

A Coleção Escrever o Cinema expande para a página dos livros o ato de se fazer cinema, trocando a lente pela letra, substituindo o roteiro pela reflexão. Nos volumes da coleção, pesquisadoras e pesquisadores ligados à universidade lançam luz sobre aspectos teóricos, históricos e críticos de diferentes obras da cinematografia mundial, em diálogo com outros campos do conhecimento, mas sempre retornando para os filmes em si.

O projeto visa dar vazão à força e intensidade das pesquisas sobre audiovisual realizadas em Curitiba e no Brasil, colaborando de maneira inovadora no mercado editorial de livros sobre cinema no território nacional.

A produtora, que não se senta à vontade em ser chamada de editora, simplesmente porque se vê realizando apenas mais um desdobramento das suas atividades cinematográficas do que se aprofundando no mercado editorial propriamente, conta com uma rede de distribuição gratuita dos volumes para instituições de ensino e culturais, e com vendas em parceria com livrarias independentes – por enquanto se juntaram à “Itibam Comic Shop” em Curitiba, à “Blooks” e à “Livraria Janela” no Rio de Janeiro, à “Livraria do Belas” em Belo Horizonte, e à “Cirkula” em Porto Alegre.

Serão três os livros lançados este ano: “A Aventura: notas sobre o estilo de Michelangelo Antonioni”, escrito por Juliana Rodrigues Pereira; “Eugène Green e a Hipótese do Cinema Descortinado”, escrito por Pedro Faissol; e a reedição de “Contos Morais e o cinema de Éric Rohmer”, escrito por Alexandre Rafael Garcia.

Outros dois livros da Coleção serão lançados no próximo ano, em 2022: “A representação do milagre no cinema: Iconografia, idolatria e crença”, também de Pedro Faissol; e “Documentário: filmes para salas de cinema com janelas”, escrito por Eduardo Tulio Baggio.

Há ainda o planejamento de lançamento da segunda temporada da Coleção, com outros seis livros de cinema já definidos, para o biênio 2023-2024.

O projeto também conta com um ciclo de palestras e bate-papos gratuitos para a população, realizados com o apoio de instituições ou em eventos. Como os seminários realizados em outubro no festival Olhar de Cinema e na universidade Unespar, as palestras ocorridas na IFPR, UFPR e MIS-PR em novembro e no Centro Juvenil de Artes Plásticas e Colégio Estadual do Paraná em dezembro.

O próximo evento, promovido juntamente com a Aliança Francesa de Curitiba, irá ocorrer nos dias 09 e 10 de dezembro na Cinemateca de Curitiba, e contará respectivamente com a exibição dos filmes “O Filho de Joseph” de Eugène Green e “Conto de Verão” de Éric Rohmer, bate-papo com os autores, mediados por entusiastas, e sessão de dedicatórias dos livros impressos.

Autores
Alexandre Rafael Garcia nasceu em 1985 em Curitiba. É pesquisador, realizador e professor de cinema. Doutorando em História na UFPR, mestre em Multimeios no Instituto de Artes da Unicamp e bacharel em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Fundou e foi sócio da produtora O Quadro de 2010 a 2015. Criador da Coleção Escrever o Cinema e da série Dicionário de Cinema. Hoje trabalha na Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

Juliana Rodrigues Pereira é assessora de comunicação e pesquisadora. Nasceu no Rio de Janeiro e, depois de morar em três regiões diferentes do País, criou raiz em Curitiba. É mestre em História pela UFPR; e bacharel em Jornalismo pela PUC-PR e em Cinema e Audiovisual pela Faculdade de Artes do Paraná.

Pedro Faissol é pesquisador e professor de cinema. Doutor e Mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Bacharel em Comunicação Social (habilitação Cinema) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sócio da produtora Raio Verde de 2013 a 2017. Hoje trabalha como docente no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

SERVIÇO:
Aliança Francesa de Curitiba e Edições A Quadro apresentam: Mostra Coleção Escrever o Cinema
Data: 09.12, quinta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: O Filho de Joseph (2016), de Eugène Green
Oferecimento: Filmicca
Mediação: Pedro Faissol
+ Dedicatória do livro Eugène Green e a hipótese do cinema descortinado, com Pedro Faissol, às 18h30
Data: 10.12, sexta-feira
Horário: 19h00
Exibição do filme: Conto de Verão (19966), de Éric Rohmer
Oferecimento: Institut Français, Ambassade de France Au Brésil e Cinemateca da Embaixada da França
Mediação: Alexandre Rafael Garcia
+ Dedicatória do livro Contos Morais e o Cinema de Éric Rohmer, com Alexandre Rafael Garcia, às 18h30
Local: Cinemateca de Curitiba | R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174
Mais informações: www.instagram.com/aquadroedicoes

A primeira temporada da Coleção Escrever o Cinema é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo das empresas Ademicon e Dextra, e apoio da Aliança Francesa Curitiba, Microcosmo Estúdio de Design e Estúdio Tijucas.

CARLOS DALA STELLA LANÇA NOVO LIVRO E COMPLETA TRILOGIA

Obra brinda o leitor com pequenos ensaios e retratos de escritores, pintores, cantores, músicos, bailarinos, fotógrafos e pessoas comuns

O poeta, artista plástico e contista Carlos Dala Stella acaba de publicar o livro “Retratos: Desenhos de Admiração”. Produzido pela Editora Maralto – que pertence ao grupo Arco Educação – a obra completa o terceiro volume do que o autor chama de Trilogia Inconjunta.

No primeiro volume intitulado A Arte Muda da Fuga, Dala Stella traz poemas e recortes. No segundo, Nas Mãos de Bendita, há contos, desenhos e colagens. Neste terceiro, há um livro de arte que brinda o leitor com pequenos ensaios. Mas que não se enganem os leitores. De Maria Bethânia a Van Gogh, o autor reflete sobre os processos para a criação de muitos retratos, numa antologia pessoal, de admiração. De um talento vasto e admirável, o autor transita com segurança por diferentes técnicas como nanquim, colagem, lápis de cor e muitas outras.

E para mostrar ao público o resultado deste trabalho, Carlos Dala Stella faz o lançamento de Retratos: Desenhos de Admiração e autografa a obra. O evento será no dia 04 de dezembro (sábado), das 11h às 16h, no ateliê do artista, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba-PR.

A entrada é franca e segue os cuidados de prevenção à Covid-19. No local também haverá exposição de alguns originais do autor.

Diversidade
Segundo o artista, os três livros – todos publicados pela Editora Maralto – compõem uma trindade entre gêneros diversos onde o fio condutor, ainda que diagonal, ressalta o diálogo fragmentado nas obras.

Em todos eles existe a mesma notação poética reflexiva, os mesmos vazios e silêncios, a mesma urgência do manuseio da matéria, um sem-sentido que se apresenta quase sempre no formato de espanto. E uma certa gratuidade fluida, onírica às vezes, que raramente se submete à realidade.

Múltiplas expressões
De acordo com Dala Stella, os retratos o permitem exercitar uma linha que de outra forma ele não saberia como exprimir. E a linha, uma única linha, guarda possibilidades incomensuráveis de investigação do humano.

“É uma pena que o desenho, especialmente o desenho de um rosto, tenha se tornado tão obsoleto no período que há décadas chamamos – sem constrangimento algum – de contemporaneidade; como se em outros tempos as pessoas não tivessem sido contemporâneas de si mesmas”, explica o artista.

Para ele, a linha do retrato é ambígua, atenta a si mesma e à parecença, o que está sempre a limitá-la ao jogo que se estabelece a partir do primeiro traço com o retratado. “Embora ele seja tanto o ponto de partida como o ponto de chegada, é no trajeto que o desenho se desgarra e ganha autonomia – sugerindo, quem sabe, um sentido plástico”, complementa.

Uma galeria de afetos partilhados
Em tempos de câmeras e smartphones quase como extensão do corpo humano, retratos parecem exaustivos e até mesmo banais em nossas vidas. Hoje, incontáveis rostos, em espaços os mais diversos, exibem muito de nossa história, em todo o mundo: como nos vemos e queremos ser vistos, em que cenários, quem nos olha e em que situações.

O amplo alcance da tecnologia sugere um esvaziamento da arte de ver e de guardar rostos. Mas há os retratos e os retratos, aqueles registrados instantaneamente, ainda que com graça, e os criados pelo interesse – admiração, contemplação, estranhamento? – de alguém que olha e vê, seja com a máquina, o lápis, o pincel e até mesmo com recortes em papel.

Retratos: Desenhos de Admiração é, sem dúvida, como o título anuncia, uma galeria de afetos. Definido, sempre provisoriamente, pelo desejo de quem o tem em mãos, o livro pode ser tomado ora como uma coletânea de breves perfis, ora como um diário ou livro de artista. Nele, Carlos Dala Stella divide com os leitores a intimidade de suas experiências artísticas e culturais, tendo como eixo seu olhar para escritores, pintores, cantores, músicos, bailarinos, fotógrafos e pessoas comuns, desconhecidas na arena pública, como alguns de seus familiares.

Os personagens escolhidos para compor o livro não são apresentados de maneira comum e previsível. Pouco parece importar ao autor onde e quando nasceram e nem o que fizeram. Os traços, recortes e palavras que fazem a obra revelam, mais do que os retratados, o retratista em sua relação com cada um, que partilhada se oferece como experiência estética.

Por sua natureza, Retratos: Desenhos de Admiração não é um livro para ser cumprido linearmente, da primeira à última página. Naturalmente, o leitor é senhor de sua leitura e nada o impede de começar e terminar.

Porém, os muitos convites feitos por esta obra de difícil e desnecessária classificação são para que nós o visitemos como a uma exposição, vendo de perto e de longe, observando os desenhos e, às vezes, desprezando os textos, e vice-versa, para neles voltar em outro momento, passando rapidamente por uns e nos detendo naqueles que nos unem ao artista pela memória ou gosto comum pelo retratado. É como uma casa com muitos habitantes, que se oferecem, pelos caminhos de Dala Stella, a singulares visitações.

Sobre o autor
Carlos Dala Stella nasceu em Curitiba-PR, em 1961. É poeta, artista plástico e contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde os anos 1980, quando expôs na Itália. Publicou diversos livros e foi finalista do Prêmio Jabuti na categoria Ilustração.

Serviço
O que: Lançamento do livro “Retratos: Desenhos de Admiração” (Editora Maralto, 192 págs., R$ 49,90) e sessão de autógrafos com o autor Carlos Dala Stella
Quando: 04 de dezembro (sábado), das 11h às 16h
Onde: Ateliê do artista [rua Toaldo Túlio, 899, Santa Felicidade, Curitiba-PR, tel. 41-98844-8448]
Quanto: Entrada franca e o local segue os cuidados de prevenção à Covid-19
Catálogo: O catálogo da Editora Maralto poderá ser conferido no Instagram e Facebook @maraltoedicoes

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FESTIVAL PRIMAVERA ENTRE OS DENTES CELEBRA A DIVERSIDADE MUSICAL BRASILEIRA COM SHOWS, OFICINAS E RODAS DE CONVERSA

Érica Silva por Milena Lara.

Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento terá transmissão online

Três dias de shows, oficinas, poesia e rodas de conversa é o que propõe o Festival Primavera Entre os Dentes em sua segunda edição. Realizado pelo Coro Cênico de Curitiba, o evento acontece online, nos dias 27 e 28 de novembro, mas sem deixar de promover uma grande celebração musical da pluralidade e riqueza cultural brasileiras ao longo de todo um final de semana. A programação é gratuita e tem classificação livre.

O Festival Primavera entre os Dentes é um evento de fomento de criação e formação artística que nasceu em 2019 com o intuito de promover o encontro de grupos musicais, bandas e artistas através de apresentações cênico-musicais e shows. Com o objetivo inicial de arrecadar fundos para o espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, o festival acabou permanecendo no calendário do Coro Cênico de Curitiba, atuando como um espaço de trocas de experiência e vivências artísticas.

Para o ano de 2021, o Coro quer promover novamente essa experiência, ampliando o foco na capacitação dos talentos locais através da realização de oficinas artísticas. Além disso, o festival se abre para a comunidade geral com atividades diversas, como rodas de conversa com artistas/produtoras convidadas que fomentam uma reflexão acerca das produções musicais independentes, apresentações de obras autorais, palco aberto e instalações artísticas. Por fim, uma vivência artística-musical, chamada de Percurso Poético, foi construída para o Festival Primavera entre os Dentes pensando a ocupação de espaços com apresentações simultâneas e em repetição.

A ideia é realizar um festival que encoraja, valoriza e possibilita a expressão dos artistas com suas obras e o trabalho essencial da formação de público, dando a infraestrutura necessária, espaço de acolhimento e visibilidade para os trabalhos em um ano em que o setor cultural sofre os efeitos de muitos meses paralisado.

“O Festival Primavera Entre os Dentes é um marco na existência do Coro Cênico de Curitiba. Um projeto que se iniciou com o objetivo de o grupo juntar renda lá em 2019, hoje faz parte da essência do Coro. Em sua primeira versão presencial em 2019, desenvolvemos um festival como mais uma forma de espalhar a arte e amor pelo mundo, além dos nossos espetáculos. No ano de 2020, fizemos um formato online, mas com uma proposta gravada, sem interação ao vivo. Em 2021, queremos receber as pessoas na nossa casa de forma online, pensando em todos os detalhes para que as pessoas continuem seguras e sem aglomeração, mas que possam vivenciar tudo aquilo que gostaríamos de demonstrar presencialmente”, explica Tainara Baságlia, produtora do Coro Cênico de Curitiba e do festival.

O Coro atua intensamente no cenário cultural da capital paranaense há três anos, desenvolvendo espetáculos, oficinas e formação de público. Oferecendo um olhar artístico sobre a sociedade atual, o projeto apresenta canções conhecidas da música popular brasileira sob um prisma múltiplo  de facetas, vozes e potências. A proposta é produzir espetáculos que discutem temáticas de relevância social numa perspectiva de teatralização da música, e trazer à cena uma visão crítica e reflexiva das situações abordadas, transformando e ampliando o acesso do público ao canto-coral em suas mais diversas possibilidades artísticas.

“O Festival Primavera Entre os Dentes Online vem para mostrar que estamos vivos, estamos sobrevivendo à pandemia, e queremos continuar fazendo histórias com todas as pessoas que nunca soltaram nossa mão. Fico orgulhosa com esse grupo, com a equipe de produção desse festival. Estamos preparando tudo com muito amor e carinho tenho certeza que vamos levar a arte e alcançar muitas pessoas de todo o Brasil para prestigiarem o festival. Quando se tem amor e paixão por aquilo que se faz, os frutos vêm de forma espontânea”, completa Tainara.

A abertura acontece no dia 26/11 (sexta-feira) com uma oficina, e no dia 27 (sábado) a programação inclui mais oficinas criativas e uma Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik, além de show com a banda Pitombas do Amor e o Percurso Poético com apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba. No último dia, 28 (domingo), a Roda de Conversa tem duas sessões e recebe Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá às 15h e Donna Bagos e Carol Krauss às 18h; Suel Machado faz show com sua banda e a programação se encerra com o Percurso Poético com integrantes do Coro.

Donna Bagos

Confira a programação completa abaixo:
Serviço:
Festival Primavera Entre os Dentes
27 e 28/11/2021
Horários:
26/11 às 19h30 – oficina online
27/11 às 15h – oficinas online
27/11 das 17h às 21h – programação geral
28/11 das 15h às 21h – programação geral

Programação completa:
26/11 (sexta):
19h30 – Oficina de música

27/11 (sábado):
15h – Oficinas criativas
17h – Roda de Conversa com Érica Silva e Luna Tik
19h – Banda: Pitombas de amor
20h – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

28/11 (domingo):
15h – Roda de Conversa com Juliana Kerexu e Brinsan N’Tchalá
17h – Suel Machado e banda
18H – Roda de Conversa com Donna Bagos e Carol Krauss
20H – Percurso Poético: apresentações artísticas de integrantes do Coro Cênico de Curitiba (Ariane Souza, Baeni, Clauber Ramos, Edson Morais e Paxola)

Onde assistir:
http://corocenicocwb.rds.land/festival-primavera
https://www.youtube.com/c/CoroC%C3%AAnicodeCuritiba

Classificação etária: Livre

EXPOSIÇÃO A ZERO NA ALFAIATARIA

Mostra reúne trabalhos de artistas contemplados pelo Edital do Programa A Zero, voltado para a publicação de artista. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante comprovação de vacinação contra o Covid-19.

Com o avanço da vacinação e a consequente queda do número de casos e de mortes causadas pelo Covid-19, em nosso país, aos poucos as atividades culturais presenciais vêm sendo retomadas. O Projeto A Zero – Programa de Residências Artísticas e Oficinas de Formação, promovido pela Editora Medusa, vinha sendo realizado, desde julho, de forma totalmente online, mas as boas notícias vão permitir que a exposição final do A Zero possa ser vista pessoalmente. A abertura será dia 11 de novembro, às 18h, na Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro), em Curitiba e poderá ser vista até dia 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h). Todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados. A entrada é gratuita, mas o acesso é mediante a apresentação de comprovante de vacina contra o Covid-19.

A exposição é o resultado do Programa que permitiu publicadoras e publicadores, selecionados pelo edital, serem financiados para desenvolverem seus trabalhos. Conforme o Edital, 20 artistas foram selecionados e financiados pelo Programa. Porém, o número de inscritos superou todas as expectativas, chegando a 227 portfólios muito bons. Assim, o programa se organizou e selecionou mais 20 artistas que participaram como ouvintes, os quais, participaram de publicações coletivas, também financiadas pelo programa, com propostas criadas em conjunto com Juliana Crispe (curadora, pesquisadora, arte-educadora e artista visual) e Amir Brito Cadôr (artista, professor, editor e curador), mediadores das residências artísticas. A exposição reúne os trabalhos dos artistas selecionados, dos ouvintes e de artistas convidados que desenvolveram trabalhos especialmente para o Programa.

“Há nestes trabalhos uma resistente cumplicidade histórica, com revelações contidas em uma dobra, imagem, costura ou palavra. Trazem operações desencadeadoras de paródias, condensações, intertextualidades, citações, intratextualidades… São trabalhos que resistem para derrotar a linguagem do funcionamento, aquela que garante a administração tacanha dos bens simbólicos”, escreve Ricardo Corona, em texto de curadoria.

Os trabalhos também estarão reunidos na Caixa A Zero, com tiragem direcionada para as Bibliotecas Públicas do Paraná, para os artistas e equipe. Também estará disponível para venda no site da Editora Medusa.

Projeto realizado com o apoio da Havan, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Serviço:
EXPOSIÇÃO AZERO
Abertura: 11/11
Horário: 18h
Visitação presencial até 27 de novembro (de terça a sexta, das 14h às 18h)
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274 – Centro)
Entrada gratuita
Obs.: Será exigido o comprovante de vacinação contra o Covid-19, ao menos uma dose.

Saiba mais:
http://www.azero.art.br/
www.facebook.com/EditoraMedusa
https://www.instagram.com/medusa_editora/
https://editoramedusa.com.br/

Contatos:
Produção
Thereza Oliveira
41 99936 3735
thereza.oliveiras@gmail.com

Curadoria
Ricardo Corona
41 99270 9633
ricardomcorona@gmail.com


CURANDEIRAS detalhe cartaz da artista visual e impressora Silvia da Silva

BANDA CURITIBANA TROY E OS CALVOS LANÇA VIDEOCLIPES E PROMOVE LIVE NO DIA 04/11

Projeto foi gravado em casa, e traz três músicas conhecidas e uma inédita

A banda Troy e Os Calvos realiza durante o mês de novembro de 2021 o lançamento do seu mais recente trabalho, a produção de videoclipes do repertório autoral. Cada músico gravou de sua casa, respeitando os protocolos de segurança neste período de distanciamento social, tendo a sua finalização executada pela Rockout Magic Estúdio.

As canções selecionadas fazem parte do repertório, sendo três já executadas pela banda em shows autorais e eventos culturais de Curitiba, e uma inédita ao público. São elas: Reza para um Querubim, Se Eu Corro, Inimaginável e Inútil Solidão.

Para apresentar o trabalho e conversar com o público, a banda realiza no próximo dia 04 de novembro, às 20h, uma live pelo canal no Youtube. E cada videoclipe será lançado, semanalmente, em todas as redes sociais da banda.

Troy e os Calvos é uma banda de repertório autoral, e faz parte da cena Curitibana há mais de 12 anos, levando a boa música ao público, destacando-se pela qualidade artística e profissionalismo. Formada por Troy Rossilho, que já teve suas canções gravadas por inúmeros artistas, usadas também como trilhas para peças de teatro e cinema, acompanhado da banda os Calvos, com Leo Barros (voz e guitarra), Mauro Castilhos (bateria) e Thiago Menegassi (voz, baixo e direção musical). A diretora de produção da banda é a jornalista e produtora Mariane Antunes.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Serviço:
Live: 04/11 – 20h
Lançamentos dos videoclipes:
11/11, 18/11, 25/11 e 02/12
Facebook e instagram: @troyeoscalvos
Youtube: https://www.youtube.com/user/troyrossilho

JOGOS DE COMPOSIÇÃO E PARCERIAS POÉTICAS DÃO VIDA AO NOVO EP DA ÍMÃ: FURIOSA ABERTA

Segundo trabalho da banda curitibana será lançado na primeira sexta-feira de novembro

No dia 5 de novembro, a ímã lança o EP Furiosa Aberta, com quatro músicas inéditas. O segundo trabalho da banda curitibana é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz, e poderá ser ouvido gratuitamente nas principais plataformas de streaming e no site oficial da grupa: www.imadenovepontas.com

“Como uma banda pode sobreviver ao isolamento? Ainda temos mais perguntas do que respostas. Melhor assim”, pensa Luciano Faccini, que, dentre outras funções, é cantor, compositor e diretor artístico da ímã. Tentando fugir da norma – máxima que guia o processo criativo da banda desde sua fundação -, a grupa apostou nos jogos de composição. “Se por um lado a pandemia forçou o mundo inteiro a reorganizar hábitos, rotinas e modos de sobrevivência, por outro, nós conseguimos reunir esforços para colocar em prática um interesse antigo de explorar processos de composição que pudessem percorrer caminhos diferentes dos tradicionais”, explica o músico.

Três poemas de poetas premiadas foram musicados. “Achamos que seria maravilhoso ter outras artistas navegando nessa experiência com a gente, e aí, muito espontaneamente, chegamos em Julia, Nat e Chico, que, antes do projeto, já tinham uma relação com a banda”, fala Day Battisti, a violoncelista da ímã. Luciano faz parte da Membrana Literária, grupa de escritoras que também abraça as três convidadas especiais do EP, e por isso outras parcerias artísticas já vinham sendo desenhadas ao longo dos anos.

Cada integrante da ímã recebeu o desafio de musicar um trecho de cada poema e posteriormente essa profusão de ideias e intuições deu origem a uma obra original e imaginativa. “Foram muitas e muitas versões diferentes, lotamos muitos drives e HDs com propostas, que foram criadas em pedacinhos de MP3 e Wav ao longo das semanas de trabalho, trazendo detalhes que iam surgindo e sendo testados, aplicados nas canções por cima daquilo que já constava nelas”, diz o percussionista Daniel D’Alessandro. “As reuniões semanais por videochamada serviam para que conversássemos sobre o que tinha sido construído e decidíssemos juntos sobre o que fazer com os arranjos.”

Nenhuma música foi ensaiada antes das gravações, no sentido convencional do termo. “Sem a presencialidade, foi como esculpir algo, junto com outras sete pessoas, cada uma em sua casa, com essencialmente aquilo que tinha à disposição para a captação de cada instrumento”, expõe Daniel. “Foi tipo uma gincana de meses e meses onde muitas vezes tudo parecia uma grande e intransponível loucura e em muitas outras vivemos o maravilhamento dessa possibilidade de composição. Foi e segue sendo um ping pong no abismo das ideias.”

Se no primeiro disco a ímã teve a oportunidade de gravar a totalidade das músicas no Gume Estúdio, de Leonardo Gumiero, com maior uniformidade na escolha de microfones e técnicas de produção musical, desta vez foi preciso recorrer ao “universo das colagens”, nas palavras de Daniel. “Gravações feitas com o celular, com gravadores diferentes, com microfones e placas de som ótimas, outras nem tanto. Tudo isso colabora para deixar o trabalho mais diversificado ainda em termos de timbres, de cores e tipos de luzes empregadas”, completa Luciano.

GRUPO DE TEATRO DINAMARQUÊS FARÁ CURTA TEMPORADA NA TENDA AVE LOLA

O grupo Batida veio ao Brasil para realizar uma residência artística junto à Trupe Ave Lola de Teatro.

Curitiba, 26 de outubro de 2021 – A trupe Ave Lola que está em temporada com seu novo espetáculo “Cão Vadio” de quarta a domingo, às 20h30 até o dia 21 de novembro, no espaço Ave Lola ao Ar Livre, também receberá em seu palco a peça teatral “Solo para Dois” do grupo Batida, da Dinamarca. Inicialmente seriam apenas duas sessões nos dias 30 e 31 de outubro, às 18h30, mas rapidamente a primeira apresentação esgotou-se e para que um público maior fosse alcançado, foram abertas duas sessões extras nos dias 03 e 04 de novembro, no mesmo horário. Para assistir ao espetáculo, as reservas devem ser feitas com antecedência no site da Ave Lola. O espetáculo terá seus ingressos cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente.

Há mais de 30 anos, o Grupo Batida dedica-se a uma profunda pesquisa responsável pelo seu estilo teatral onde atuam atores e músicos em espetáculos voltados para crianças e toda família. Na peça “Solo para Dois”, que será apresentado na tenda da trupe Ave Lola, conta a história de um maestro que recebe de última hora a notícia de que a orquestra não poderá fazer o concerto. Quando o maestro está prestes a começar o concerto sozinho, um último membro da banda aparece. O menos talentoso e desesperançoso músico, que não pensa em nada além de futebol. O espetáculo segue mostrando esse encontro cômico e desastroso entre os dois músicos.

As apresentações fazem parte de um projeto de residência artística entre as duas companhias que farão juntas um espetáculo para crianças. O processo inicia agora durante a estada do Batida no Brasil e continua com a ida da Trupe Ave Lola à Dinamarca para finalizar a montagem. A relação entre o Batida e a Ave Lola já existe há alguns anos e agora, está sendo possível realizarem um projeto juntos. “É uma honra ter um mestre do teatro para crianças como o Søren Ovesen (um dos integrantes do grupo) em nossa primeira experiência de montagem para o público infantil”, conta a diretora da Ave Lola, Ana Rosa Genari Tezza.

Serviço:
Solo para Dois (Grupo Batida – Dinamarca)
Quando: 30 e 31 de outubro e 03 e 04 de novembro, às 18h30.
Reservas pelo link: https://forms.gle/wJLyWWkqHBn4uEmU8
Classificação: Livre para todos os públicos
Ingressos: Sistema Pague o Quanto Vale
Local: Associação Eunice Weaver do Paraná localizada na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri, Curitiba-PR.

FICHA TÉCNICA
Direção: Giacomo Ravicchio
Dramaturgia: Søren Ovesen e Giacomo Ravicchio
Figurinos e cenário: Giacomo Ravicchio e Karen Rasmussen
Compositor: Per Thomsen
Atores: Simon Holm e Søren Ovesen
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

CARTOGRAFIA FILMES OFERECE OFICINAS E ORGANIZA CINECLUBES EM BAIRROS DE CURITIBA

O Circuito Griot propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas de Curitiba

Moradores de quatro bairros de Curitiba recebem o Circuito Griot, projeto que propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas da capital. Na primeira etapa, entre os meses de outubro e dezembro, as atividades ocorrem nos bairros Parolin e Sítio Cercado. De fevereiro a abril de 2022, chega ao Tatuquara e à Vila Leonice.

“Pra gente é muito importante descentralizar os acessos à cultura, tanto no que diz respeito à localidade quanto às pessoas que normalmente, por vários motivos, acessam esses bens. Então, realizar o Circuito nesses territórios, onde já existe um histórico de luta, de resistência negra em Curitiba, é muito importante”, diz Bea Gerolin, da Cartografia Filmes.

A programação consiste em Oficinas de Práticas Audiovisuais e exibições de filmes abertas à comunidade. Na oficina será abordada a linguagem e a produção cinematográfica com o compartilhar de experiências e a sensibilização de olhares das/os participantes aos territórios que habitam.

Cada bairro receberá uma Oficina com oito encontros, de 3h cada, durante dois meses. Ao final do processo, os exercícios serão reunidos em um filme-carta, resultando em quatro curtas produzidos coletivamente por moradores de bairros periféricos de Curitiba.

Já as exibições abertas à comunidade têm como objetivo aproximar a população do formato do cineclube. A proposta é exibir filmes com protagonismo ou realização negra em espaços coletivos dos bairros. As sessões quinzenais contemplam a exibição de dois filmes, um do tipo curta metragem e outro, em formato longa metragem, seguidos de um debate. Antes de todas as sessões, os longas exibidos serão decididos por votação dos próprios participantes das oficinas.

Para Andrei Bueno Carvalho, da Cartografia Filmes, o Circuito Griot é um projeto que busca englobar, de forma ativa em todo o processo, a comunidade onde as oficinas e exibições acontecerão. “Especialmente no fortalecimento da cadeia econômica movimentada por um evento cultural desta natureza a partir dos empreendedores e/ou projetos sociais locais. Tanto na alimentação do lanche das oficinas, na circulação dos anúncios sonoros no bairro como na participação das produtoras locais – que são lideranças consolidadas em seus territórios – como integrantes da equipe técnica do projeto”, diz.

O Circuito Griot é o novo projeto da Cartografia Filmes, produtora vocacionada para o audiovisual identitário negro. Também realiza, em Curitiba, outros projetos de difusão, como o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo, que acontece desde 2018, e a Afrika XX – Mostra de Cinemas Pioneiros do Continente Africano.

O Circuito Griot tem apoio da Aliança Francesa – Curitiba e Incentivo do Ebanx. Realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sobre a Cartografia Filmes
A Cartografia Filmes é uma produtora paranaense vocacionada para o audiovisual negro que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de DIFUSÃO, FORMAÇÃO E PRODUÇÃO do audiovisual, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde as múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência >> Encontre a gente nas redes www.instagram.com/cartografiafilmes/

Sobre o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. Em 2020, por conta da pandemia, foi realizado em formato online. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br

Serviço
Circuito Griot
Onde:
Parolin – Oficinas aos sábados, 23/10 a 11/12, das 09h às 12h. Exibições nos dias 31/10; 06/11; 20/11 e 04/12, às 18h30.

Sítio Cercado – Oficinas aos sábados, de 23/10 a 11/12, das 14h30 às 17h30. Exibições nos dias 30/10; 13/11; 27/11 e 11/12, às 18h30.

Contato
Andrei Bueno Carvalho
Coordenação e Produção Executiva
(41) 9 99608/4165
cartografia.filme@gmail.com

Bella Souza / Direção de Produção
(41) 99602-8894
izacris1@gmail.com

TRUPE AVE LOLA ESTREIA TEMPORADA EM TEATRO AO AR LIVRE

Trupe Ave Lola. Crédito da foto: Elenize Dezgeniski

Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, é o espaço onde a trupe fará três meses de temporada com apresentações em ambiente aberto, no jardim da Associação Eunice Weaver do Paraná.

No próximo dia 13 de setembro, o teatro volta a acontecer para a Trupe Ave Lola de Teatro e seu público. Depois de um ano e meio, a companhia retorna com o espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra” que será apresentado ao ar livre, num parque, localizado no bairro Bacacheri.  Para assistir, o público deverá fazer sua reserva com antecedência no site da trupe. Cada apresentação terá até 50 lugares e as reservas podem ser distribuídas em grupos pequenos de até cinco pessoas. Os assentos serão separados individualmente ou em grupo, conforme as reservas, respeitando os distanciamentos. Serão 20 apresentações, de 13/9/2021 a 3/10/2021, às 14h30 ou às 20h30 em dias variados, sempre na Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri.

Depois de muitas reuniões, planejamentos e estudos, o Teatro Ave Lola reabre as portas adaptado a nossa nova realidade. “A arte é o espaço de afirmação dos valores simbólicos conquistados pela humanidade, logo, em momentos de crise e incertezas, é por meio da arte que resistimos e preservamos a noção de liberdade, de justiça, de solidariedade. É por meio da arte e do universo imaginário que nos é proposto fazermos o exercício de nos projetarmos para além da dor que a realidade histórica nos impõe”, declara Ana Rosa ao contar um pouco de como nasceu a ideia da Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda. Durante três meses a trupe funcionará num espaço alternativo que possibilite um retorno seguro e ao mesmo tempo caloroso. Para retornar aos palcos a trupe Ave Lola realizará a 4ª temporada do espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra”, espetáculo vencedor do Prêmio Gralha Azul em cinco categorias e com turnê na Europa prevista para 2022. Na sequência acontece a estreia do novo espetáculo da trupe, “Cão Vadio”, com apresentações que se estenderão de outubro a novembro.

A programação detalhada, com todas as datas e horários, está disponível no site da cia. Os ingressos serão cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente. Pensando na inclusão dos mais diversos públicos e formação de plateia, a temporada contará com programa em braille e quatro apresentações com tradução simultânea para libras e audiodescrição, além de bate-papos após as sessões. Como ações formativas, a trupe realizou gratuitamente para estudantes de instituições públicas de ensino, cinco masterclasses de diferentes áreas do teatro.

Todas as ações citadas, incluindo as apresentações fazem parte do projeto “Temporada do Espetáculo Teatral: A Pequena Abelha e a Árvore Alta”, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, sendo uma realização da Ave Lola e As Meninas Espaço de Criação e da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Com patrocínio de: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Cozinha Ave Lola
Como de costume, a Ave Lola sempre recebe seu público com afeto e comida. Na Ave Lola ao ar livre não será diferente. Laura Tezza, produtora executiva da trupe, anuncia que haverá um espaço gastronômico com comidinhas de rua. “Queremos que o público sinta como se realmente estivesse na casa Ave Lola e achamos que a cozinha é uma das melhores formas de trazer esse acolhimento”, explica a produtora. O cardápio traz comidas populares e saborosas como, churrasquinho, pastel, algodão doce, caldo de feijão, contando com opções vegetarianas e veganas.

Sinopse do Espetáculo
O espetáculo teatral “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, que dessa vez se aventura na linguagem do melodrama trazendo como referência uma das formas mais populares do teatro brasileiro. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha e Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, além de beber formalmente no universo fantástico proposto na obra de Hayao Miyazaki.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza e Regina Bastos
Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza
Direção musical: Jean Jacques Lemêtre
Assistente de direção: Giovana de Liz
Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Dramaturgia: A Trupe
Conto de inspiração: Jamilssa Melo
Orientação de texto: Edson Bueno
Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Helena Tezza
Intervenções no figurino e cenário: Sandra Hiromoto
Plástica do personagem: Maria Adélia e Trupe
Costureiras: Rose Mary Matias de Oliveira e Larissa Yeda Rodrigues Ruiz
Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann, Anderson Purcotes Quinsler e Paulo Batistela (Nietzsche)
Operadores de luz: Rodrigo Ziolkowski e Alexandre Leonardo Luft
Adereços de cena: Eduardo Santos
Produtoras (es): Dara van Doorn, Carlos Becker e Elza Forte da Silva Carneiro
Produção: Entre Mundos Produções Artísticas
Produção executiva: Laura Tezza
Comunicação e assessoria de imprensa: Larissa de Lima e Jamilssa Melo
Registro fotográfico e videográfico: Larissa de Lima
Fotógrafo: Maringas Maciel
Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter
Tradução para libras: Jonatas Medeiros / Fluindo Libras
Roteiro de Audiodescrição: Brisa Teixeira
Consultor em Audiodescrição: Rafael Braz
Narração Audiodescrição: Raquel Carissimi e Brisa Teixeira
Cozinha Ave Lola: Mattheus Boeck
Manutenção do espaço: Francisco Theodoro

Parceiros de trajetória: Cléber Pereira Borges, Constantino Viaro, Ety Cristina Forte Carneiro, Jaime Lerner, João Tezza Neto, José Álvaro da Silva Carneiro, Lisiane Cardona, Mayling Ling, Moema Zuccherelli, Mônica Rischbieter, Samuel Ferrari Lago, Thamis Barreto, Valéria Bechara.

Agradecimentos: Isadora Hofstaetter, Luciana Patricia de Morais, Elisa Cordeiro Brito, Tania Campos, Ana Paula Marques dos Santos, Ademar da Silva brasileiro, Orgânicos Fruta-Café, Sítio Vale do Tigre, Luismar Antonio Martins Pinto, Lucilda Schemes Pereira e aos colaboradores da Associação Eunice Weaver (AEW).

Apoio: Associação Eunice Weaver do Paraná, Escrisul Consultoria & Contabilidade, Mago Jardineiro, Flora&Cultura, Lavanderia Blanche, Padaria do Alves, Tamanduá Iluminação, Santo Dolce, Celestiale, Sushi Zen, Escola Junshin.

Patrocínio: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).

Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Serviço:
O quê: 4ª Temporada do Espetáculo Teatral “Manaós – uma saga de luz e sombra”.
Onde: Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda (Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri, em Curitiba)
Quando: 13/9/2021 a 3/10/2021
Quanto: Sistema “Pague o quanto vale”
Classificação: Livre
Reservas e programação: http://www.avelola.net.br/
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848