Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Presente em 400 cidades ao redor do mundo, projeto musical existe em Curitiba desde 2014 e incentiva uma nova forma de se consumir música ao vivo
O Sofar Sounds Curitiba abre a temporada de 2018 com a edição “A Voz Delas”, que reforça a presença feminina nos palcos trazendo um line-up composto por mulheres. Este é o segundo ano em que o projeto musical realiza uma edição homenageando cantoras, compositoras e instrumentistas. O evento acontece neste domingo (18) e, como de costume, as atrações e o local são secretos, divulgados aos inscritos 48 horas antes.
“Quase 50 mulheres se apresentaram nos quatro anos de Sofar Curitiba e temos observado a inserção feminina crescer em toda a esfera musical. Nossa equipe, por exemplo, é 70% formada por mulheres”, conta a curadora local do Sofar, Aline Valente. Para domingo, Aline adianta que a programação contará com a discotecagem de Estrela Leminski e Luana Angreves, além de oferecer terapias alternativas como reiki e massagem.
Apesar de as vagas desta edição já estarem esgotadas, são promovidos eventos mensais, sempre com inscrições antecipadas. Para abril, a iniciativa prepara um evento especial que marca seu aniversário de quatro anos em Curitiba. “O Sofar se consolidou como uma das maiores plataformas mundiais de música desde sua criação em Londres, em 2009. Hoje, está presente em 400 cidades ao redor do mundo e é um orgulho de representar uma delas”, destaca a curadora.
Os eventos proporcionam uma atmosfera intimista em locais inusitados, incentivando uma nova forma de se consumir música ao vivo. “A intenção é possibilitar experiências sonoras únicas e aproximar o público dos artistas”, afirma Aline. Na edição curitibana, já passaram nomes como Trombone de Frutas, Anacrônica, Janine Mathias, Tuyo e Machete Bomb. As próximas datas e inscrições ficam disponíveis no site www.sofarsounds.com/curitiba.
ÍMPETO estreia no Festival de Teatro de Curitiba 2018 na mostra Fringe Curitiba no dia 01 de abril as 12h no Casa Hoffmann
SINOPSE: A partir de trechos poéticos, o espetáculo procura a verdade por trás das palavras, enquanto no mundo lá fora o que acontece é ação em si, da forma mais visceral e violenta. A peça que se segue é baseada em fragmento real de violência doméstica. Não é apenas um ato de consciência, mas de liberdade e coragem.
FICHA TÉCNICA: Texto: Caroline Amantino Direção: Joel Leitte Com: Caroline Amantino e Liz Martins Produção: Liz Martins Concepção artística: PENUMBRA teatro laboratório Iluminação: Joel Leitte Design gráfico: Muniz Videomaker: Daniel Santoro
DATAS E HORÁRIOS: Dia 01 de abril de 2018 (domingo), 12h Dia 03 de abril de 2018 (terça-feira), 21h Dia 05 de abril de 2018 (quinta-feira), 16h
TEMPO DE DURAÇÃO: 30 minutos
INGRESSOS: R$10 (inteira) e R$5 (meia)
Local: Casa Hoffmann, Rua Claudino Dos Santos, 58, São Francisco, Curitiba Data: De 1 a 5 de abril, das 12h às 16h
Após a temporada de estreia em Curitiba, o espetáculo Hoje é Dia de Rock, escrita por José Vicente e dirigida por Gabriel Villela, retorna ao palco do Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, o mesmo que abrigou a montagem da peça em 1971.
Em nova turnê, a primeira apresentação na casa reuniu, no dia 2 de março, um grande público, marcando o início das comemorações pelos 50 anos do Teatro Ipanema em 2018. O espetáculo e a circulação é uma realização do Teatro de Comédia do Paraná – Governo do Paraná, Secretaria de Estado da Cultura e Centro Cultural Teatro Guaíra, em parceria com a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra – ABABTG.
Cronograma de circulação do espetáculo Hoje é Dia de Rock:
De 2 a 19 de março – quinta a segunda, às 20h Rio de Janeiro – Teatro de Ipanema
Dia 25 de março – 20h Cascavel – Teatro Municipal Sefrin Filho
Dia 28 de Março – 21h Curitiba – Guairinha (Festival de Curitiba)
Dia 7 de abril – 20h Ponta Grossa – Cine Teatro Ópera
Dia 11 de abril – 20h Apucarana – Cine Teatro Fênix
Dia 14 de abril – 20h Londrina – Teatro Ouro Verde
Dia 18 de abril – 20h Toledo – Teatro Municipal de Toledo
Dia 21 de abril – 20h Foz do Iguaçu – Teatro Barracão
De 26 a 29 de abril – quinta a sábado às 20h30 e domingo às 19h Curitiba – Guairinha
ABABTG – Fundada em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra surgiu para fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Para tanto, tem desenvolvido projetos culturais que promovam ações de formação, atualização, divulgação e fomento da dança, em suas diversas linguagens. A formação de público e o apoio à gestão de carreira de seus associados bailarinos, ex-bailarinos e apoiadores do Balé Teatro Guaíra também estão entre os compromissos da ABABTG. Formalizada como uma agremiação artística e cultural de caráter civil e personalidade jurídica e recentemente qualificada como Organização Social, a Associação tem demonstrado uma atividade intensa desde a sua fundação. Entre os seus principais eventos está a Mostra Paranaense de Dança, realizada anualmente em diferentes cidades do Estado para incentivar e valorizar bailarinos e grupos amadores e promover apresentações profissionais a preços populares.
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Na foto, da esquerda para a direita, Bartolomeu, irmão de José Vicente, a atriz Silvia Buarque, o diretor Gabriel Villela, o ator Eriberto Leão, João Luiz Fiani, Secretário de Estado da Cultura do Paraná, o ator Malvino Salvador, a atriz Malu Valle e José Vedova, Diretor do Teatro Ipanema, durante estreia do espetáculo Hoje é Dia de Rock, no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro
Solo de Fabiana Ferreira da Tecer Teatro provoca reflexão sobre o drama dos refugiados.
E se, de repente, você fosse obrigado a fugir do seu país, deixando para trás sua casa, sua família, levando apenas os pertences que consegue carregar? E se você não tivesse para onde ir? E se chegasse a um lugar onde ninguém consegue entender o que você fala, sente? Infelizmente, essa é a realidade de milhões de pessoas no mundo. A cada três segundos uma pessoa passa por situações similares, por causa de conflitos econômicos, políticos e sociais. Vivemos atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas) são 75,6 milhões de pessoas fugindo de guerras, violência ou perseguição. Desse número de imigrantes 22,5 milhões são refugiados.
Pessoas em situações de extrema adversidade como essas que perdem tudo, mas que, mesmo em meio ao caos, seguem lutando para manter a esperança e a dignidade inspiraram a criação do mais novo espetáculo da Tecer Teatro de Curitiba. “KAZA não trata apenas de situações de guerra ou de exílio. É sobre ter que partir, sobre perdas e suas consequências, em como sobreviver a essas experiências. Perder a família, um filho, a terra, a cultura. Ser obrigado a deixar seu país, sua cidade, a língua natal, o emprego, a casa. Sua história, seu passado e tudo o que nos representa. Os planos para o futuro, o sonho e a esperança. Perder o chão, perder o norte. Sobre morrer e renascer. Ou morrer em vida”, conta a diretora Cristine Conde.
O solo interpretado pela atriz Fabiana Ferreira, estreia dia 17 de março (sábado), às 20h, no Espaço Excêntrico (Mauro Zanatta). A temporada segue até dia 08 de abril, sempre aos sábados e domingos, às 20h. Além das apresentações abertas, o projeto prevê 12 apresentações gratuitas, desde que agendadas previamente, voltadas para público de escolas da rede pública, entidades assistenciais, pessoas com necessidades especiais, imigrantes, alunos de artes, entre outros.
Kaza aborda também a questão da incomunicabilidade. “A língua materna é a substância de que é feita a nossa alma”, diz Paulo Leminski, no posfácio de “O Inominável”, de S. Beckett, obra e autor que, entre outros, serviram como referências ao trabalho. A personagem, em uma situação de desespero, movida pelo medo e pelo instinto de sobrevivência, tenta se comunicar, mas não é compreendida, apesar de falar em 11 línguas diferentes, entre elas: português, árabe, corso, alemão, irlandês, holandês, francês, espanhol e até galês. O texto é curto, não apresenta uma narrativa, é composto por palavras soltas, de significado universal e de familiaridade sonora. O som e a palavra ora se manifestam quase como um grito impossível de conter ora como um lamento. Quem assina o trabalho vocal é Edith de Camargo. A trilha, a cargo de Tiago Constante, é executada ao vivo e é companhia no caminho da personagem desde o primeiro dia de ensaio. A forte fisicalidade é uma característica da Tecer e neste trabalho Airton Rodrigues é o responsável pela preparação corporal da atriz.
Assim como os que passam pela experiência de tornar-se de alguma forma refugiado ou exilado, a personagem alimenta o desejo de voltar para casa, sem saber que, na verdade, a ruptura com o passado é permanente. “O nome escolhido para o espetáculo aponta este desejo ampliando seu significado, do micro ao macro universo, KAZA tem relação com a origem, a alma, a essência, o planeta”, conta Fabiana que também é a idealizadora e produtora do projeto.
“Minha personagem é uma sobrevivente, luta pela vida em meio aos mortos, as peças de roupas que compõem o cenário, assinado também pela diretora, representam essas pessoas e suas histórias. São como peles com as quais a personagem tenta se reconstruir. Nossa intenção com este projeto é dar visibilidade para essas pessoas traumatizadas pelo sofrimento e desespero. Afinal, o que sobra, quando perdemos tudo o que amamos? Kaza aponta para o caminho da luta e da transcendência”, finaliza.
Este projeto é uma realização da Tecer Teatro – Arte, Educação e Cultura e foi incentivado pelo Banco do Brasil por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.
Serviço: O quê: Espetáculo Teatral Kaza Quando: 17 de março a 08 de abril (sábados e domingos) Que horas: 20h Onde: Espaço Excêntrico (Mauro Zanatta) Endereço: Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças, Curitiba Telefone: (41) 4127 4702 Quanto: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) Classificação: 14 anos Duração: 50 minutos Realização: Tecer Teatro – Arte, Educação e Cultura
KAZA – Tecer Teatro / fotografia: Elenize Dezgeniski
Com direção de Elias Andreato, a peça reinventa os últimos dias da bailarina Isadora Duncan, no ano de 1927, na França, quando ela conhece um misterioso editor que pretende publicar suas memórias. O encontro traz à tona a mulher por trás do mito
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo teatral ISADORA, uma visão emocionada sobre a vida e a obra da bailarina Isadora Duncan (1877-1927). A montagem marca a estreia da atriz Melissa Vettore como autora, tendo como colaboradores Daniel Dantas e o diretor Elias Andreato. A renovação da dança, os direitos da mulher, a educação infantil e a mercantilização do corpo feminino estão entre os temas do espetáculo. A narrativa é permeada por coreografias, músicas cantadas e projeção de imagens com o objetivo de revelar as memórias e a busca de Isadora Duncan por uma maneira poética de viver, pensar e dançar.
Melissa Vettore, interpreta Isadora Duncan e Sávio Moll vive o papel do editor que quer publicar as memórias da bailarina. Também estão no elenco Roberto Alencar e Patrícia Gasppar, como os irmãos de Isadora. Ao vivo, a pianista Cibele Perusso executa as canções. “Mais do que falar de dança, o espetáculo se refere a uma mudança no entendimento do próprio corpo, da individualidade e do coletivo. Duncan desejou uma mudança urgente no pensar e no sentir que, consequentemente, nos levará a um modo de agir no mundo, novo e verdadeiro, provocando uma revolução social e de valores”, avalia Melissa Vettore. A dramaturgia foi construída a partir da autobiografia, cartas, documentos políticos, documentários e manuscritos de Isadora.
No desenrolar das cenas, Isadora expõe ao editor sua história como bailarina, mulher, mãe, amante, mestra e revolucionária. E os dois discutem sobre o amor, as perdas, as ilusões e lutas políticas, a educação gratuita para as crianças, a servidão no casamento, a liberdade do corpo e da dança, a soberania da arte, o sucesso e a decadência. O personagem do editor foi inspirado no universo do escritor norte-americano Henry Miller (1891-1980), ao mesmo tempo debochado, inteligente e com grande capacidade crítica sobre a sociedade. Por meio desse personagem, revela-se que a Isadora consagrada como artista é diferente da Isadora que regressou a Nice, na França. Atrevido e impetuoso, o editor provoca a bailarina com uma visão pragmática sobre sucesso e fracasso, colocando a plateia frente a frente com as cicatrizes e contradições de uma vida dedicada à arte.
A montagem A direção de movimento é assinada pela bailarina, coreógrafa e diretora Renata Melo, que também realizou as coreografias em colaboração com Melissa Vettore e os outros atores. As músicas são cantadas ao vivo pelo elenco, e a trilha sonora foi especialmente composta por Jonatan Harold para piano e acordeão. Imagens ligadas aos relatos e memórias de Isadora são projetadas sobre o cenário de Marco Lima. A iluminação de Wagner Freire desenha os ambientes onde acontecem os encontros entre Isadora e o editor, assim como as viagens entre os irmãos. Os figurinos são de Marichilene Artisevskis.
Sobre Isadora Duncan (1877-1927) “Sou uma crítica incansável da sociedade moderna, da cultura e da educação. Defensora dos direitos das mulheres, da revolução social e da concretização do espírito poético na vida cotidiana. Meu interesse é expressar uma nova forma de vida”. Assim se auto definiu a bailarina Isadora Duncan. Precursora do que veio a ser conhecido como ‘Dança Moderna’, manteve-se aliada a compositores, poetas, filósofos e idealistas de várias partes do mundo. Ela criou uma maneira totalmente nova de dançar – e é este legado que desejava preservar e proteger a partir da criação de uma nova educação.
Ao longo de sua vida, lutou pelos direitos das mulheres e pela educação de crianças das classes mais pobres. O custo dessas iniciativas a obrigava a excursionar constantemente. Empenhada em construir uma ‘nova visão do corpo’, Isadora partiu dos Estados Unidos, com seus irmãos, para a Europa e União Soviética. A artista afirmava que sua dança era símbolo da nova educação e da liberdade. Quebrou convenções ao dançar descalça e com roupas fluidas, abominando toda técnica repressiva. Para ela, a dança era “o movimento do corpo em harmonia com a natureza”. De espírito inquieto e vocação para questiona e mudar a sociedade, esteve focada na mulher e no feminino. Acreditava na força da educação como meio de transformação social. Foi fiel a seus princípios até o fim de sua vida, mesmo diante de inúmeras dificuldades.
Elias Andreato É um consagrado ator, diretor e autor brasileiro, com uma visão especial sobre o trabalho do ator e da dramaturgia autoral. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta. Seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagens que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde e Artaud são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro.
Melissa Vettore Tem formação em dança e uma trajetória que inclui drama e comédia. Formou-se no Instituto de Arte e Ciência (Indac) e no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho. Completou sua formação em Nova York e Barcelona. Atua na formação de atores ministrando workshops de corpo e interpretação. É produtora de seus próprios projetos no teatro. Atua em novelas, cinema e séries de televisão.
Sávio Moll É um reconhecido ator que pode ser visto, ao mesmo tempo, no teatro, no cinema e na televisão. Integra uma geração de artistas que desenvolve a linguagem teatral a partir do trabalho de pesquisa corporal do ator e do clown. Participou como clown no projeto Doutores da Alegria. Como ator, trabalhou com os maiores diretores nacionais.
Roberto Alencar Ator, bailarino, coreógrafo e desenhista. Em 2010, fundou a Incunábula Companhia, com o objetivo de pesquisar o diálogo entre as artes visuais e a dança contemporânea. Dirigiu vários espetáculos e também foi bailarino e assistente de coreografia de diversas montagens. Fez parte do Núcleo Expedições, na área de dança-teatro, dirigido por Renata Melo e Vivien Buckup.
Patrícia Gasppar Tem formação em dança clássica, dança contemporânea e canto. Cursou a EAD (Escola de Arte Dramática – USP / SP). Já atuou em mais de 30 espetáculos teatrais, além de novelas, seriados e outros programas de televisão. Também é roteirista e foi professora de interpretação no Teatro-Escola Célia Helena, em São Paulo.
Serviço: Teatro: Isadora Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR). Data: 16 a 18 de março de 2018 (sexta a domingo) Horário: sexta e sábado, às 20h; e domingo, às 19h. Ingressos: vendas a partir de 10 de março (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura. Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.) Classificação etária: 12 anos Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
“Lute como uma Garota” completa um ano de enfrentamento urbano e lança edição limitada de esculturas em cerâmica e mini-doc
Peita ganhou mais visibilidade após artistas como Gal Costa, Pitty e Manu D’Ávila ‘vestirem a camisa’
Dia 8 de março de 2018 a Peita completa 1 ano. E que puta ano. 14 dizeres polêmicos ganharam as ruas, carregados no peito por pessoas que acreditam na mensagem que a marca-protesto transmite. Como forma de agradecimento ao engajamento das garotas, garotos e garotes, no dia do seu aniversário será lançado o primeiro mini-doc ‘O que é lutar como uma garota?’, o tumblr ‘Lute Como Uma Garota’ e uma série de quadros confeccionados a mão, que trazem miniaturas de vestidos usados pelas sufragistas e trabalhadoras do começo do século 20, esculpido a mão (também tem mini-peita). No dia 11, a festa de comemoração é um sarau organizado com sua parceira, a banda Mulamba.
“A Peita nasceu nas ruas. Mesmo que a ideia de ter uma marca de camisetas com dizeres polêmicos em all-type já existisse, foi a Marcha das Mulheres que me motivou a criar uma ferramenta de resistência”, explica a designer Karina Gallon. “Organizações feministas batalharam mais de 60 anos pra data ser instituída. Não para ganharmos flores, é um dia de resistência, de fazermos nossas reivindicações pela igualdade entre gênero, raça, opção sexual”, complementa.
O que é lutar como uma garota? Nesse um ano a Peita ganhou um reconhecimento acima do esperado. Diariamente pessoas entram em contato para desabafar, contar como se sentiram usando a Peita em uma reunião de trabalho, encontro de família ou andando pelas ruas. “A galera abre o coração mesmo. Recebemos relatos de estupro e outros tipos de violência física, verbal e moral. Quem usa a Peita confia na gente e sabe que pode contar conosco. Minha vontade é abraçar cada uma e dizer: ‘você não está sozinha’”, conta Gallon. Desse montante de amor, dor e desabafo, surgiu a ideia do documentário.
Os relatos serão captados ao longo de 2018 e mensalmente um trecho será divulgado no formato de mini-doc. A afroempreendedora Aline Castro Farias é a primeira a peitar. Ela é a criadora da marca Fuá Acessórios, que usa materiais recicláveis com tecidos de estampas afro inspirados em personalidades negras, e idealizadora do “Dia de Rainha”, projeto que oferece, além de um dia com atividades e shows, bolsas e necessaires com produtos de beleza e higiene para mulheres em situação de rua. No teaser da sua entrevista, um relato emocionante do que é ser mulher, negra e criar sozinha uma filha adolescente.
Os vídeos tem a direção de Karina Gallon e Leticiah Futata, que também assina a fotografia; a responsável pela entrevista é a psicóloga Lari Tomass; fotografia still por Duda Dalzoto e trilha sonora da Toro Creative Audio.
Como o documentário tem um número limitado de relatos, a Peita também lança no dia 8 de março um Tumblr com os desabafos que recebe através de email ou inbox das redes sociais.
Feministas nascem da argila “Erguendo-nos enquanto subimos”. Esse foi o lema que a “Associação Nacional das Agremiações das Mulheres de Cor” escolheu para si em 1895 e que rege as parcerias da Peita. Depois da Mulamba e do Festival Sonora, agora é a vez da designer Marilzete Basso do Nascimento. Ela está ‘confeccionando’ roupas inspiradas nas sufragistas e operárias do início do século 20 usando argila. “Sigo o mesmo processo de uma costureira: faço os moldes dos vestidos e camisetas, recorto a massa uma por uma e ‘costuro’. Modelo o seio, barriga e quadril como se tivesse alguém dentro, pra dar a sensação de movimento’”, explica.
O processo, pasme, leva mais de 50 horas, entre preparação da massa, modelagem, queima da argila, esmaltagem, mais queima e montagem dos quadros no tamanho 20cmx20cm. “A coleção de vestidos é exclusiva, limitada e numerada. Nenhuma peça é igual a outra: tem mais cheinhas, com menos peito, mais quadril. Teremos em estoque as ‘peitinhas Lute Como Uma Garota’”, alerta Karina.
O perfil “As Mina na História”, famoso nas redes sociais por divulgar as conquistas e lutas de mulheres é parceira nessa empreitada. Serão sorteadas esculturas de cerâmica e camisetas em ambos os perfis no dia 8 de março.
Festa não para No domingo, dia 11 de março, Peita e Mulamba se juntam em um sarau para arrecadar produtos de higiene e beleza para as mulheres em situação de risco . Entre as atrações está a banda “Horrorosas Desprezíveis”; sarau com Mulamba, Imperador Sem Teto, Nely e Resistência; intervenção e performance com a atriz Mariana Barros; discotecagem; tattoos e sorteio de peitas. O evento será no Curitiba Backpackers Hostel a partir das 15h.
Sobre a Peita A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional da Mulher. A marca-protesto tem por objetivo dar ferramentas para mulheres lutarem contra a opressão do machismo, não apenas elevando sua autoestima, mas também promovendo uma transformação social. Assim, a Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres do contexto das manifestações para os dias comuns, seja em camisetas, moletons, bolsas, bottons, ímãs ou adesivos. “Pedale como uma garota”, “Toque como uma garota”, “Nunca olhe pra baixo” e “Depois do não é tudo assédio” são alguns dos dizeres que também ganharam as ruas. Idealizado pela designer curitibana Karina Gallon, o projeto ainda abraça causas sociais com a co-criação de manifestos. Um exemplo é a parceria com o “Criativos pelo Haiti”, que mobiliza voluntários para desenvolver atividades de cunho humanitário no devastado país da América Central, e os dizeres “Você importa pra mim”, também na versão em crioulo haitiano: “Ou enpotan pou mwen”. Comemorando seu primeiro aniversário, a Peita lança uma série mensal de mini docs, a “Lute Como Uma Garota”, que traz relatos de mulheres contando como é, para elas, lutar como uma garota. Futuramente esse material será reunido em um documentário. Por isso, a Peita não é só uma “brusinha”.
Olá, tudo bom? Dia 8 de março a Peita completa um ano. A frase Lute Como Uma Garota nasceu na marcha das mulheres e vamos lançar novidades na semana que vem. Também estamos organizando uma festa com a banda Mulamba no dia 11.
Sábado, dia 10 de março, a Loja das Pulgas promove sua 1ª Feira de Livros, Discos de Vinil, Cd´s e Dvd´s em Curitiba. A loja trabalha em parceria com a Associação do Amigo Animal e as vendas da feira serão revertidas para o trato dos animais resgatados pela associação.
Aproveite os mega descontos desta feira!!! No acervo da loja, mais de 1000 discos de vinil com até 35% em descontos. Três caixas de “3 discos por R$10,00”. Alguns toca-discos. Discos de rock, samba, mpb, música erudita, discos coloridos, compactos. Algumas centenas de cd´s, dvd´s e blu-ray. Milhares de livros de todos os tipos: literatura brasileira, universal, coletâneas, livros técnicos, livros infantis em inglês, revistas e gibis. Aproveite o cesto de livros com preço único. Livros a partir de R$3,00 – pra todo mundo sair carregado de livros da nossa feira!
Vale lembrar que a Loja das Pulgas vende de tudo – e mais barato!!! Pois a loja comercializa as doações da Associação do Amigo Animal – associação sem fins lucrativos que abriga mais de 1000 cachorros resgatados (em Curitiba e região) e os encaminha vacinados, castrados e desverminados para adoção responsável.
Além de livros e discos, a loja tem brechó de roupas, sapatos e acessórios, espaço de móveis usados, espaço de antiguidades, brinquedos, moda e acessórios pet e mais um monte de produtos bacanas! Venha conferir!!!
Serviço: 1ª Feira de Livros, Discos de Vinil, Cd´s e Dvd´s – Loja das Pulgas Data: 10 de março, sábado, das 8h às 16h Local: A Loja da Pulgas fica na Rua Pe Paulo Warkocz, 29, CIC / Orleans, Curitiba – próximo ao viaduto e ao cemitério do Orleans. Página do evento, aqui Informações sobre a feira: (41) 99745-5294 / lojadaspulgascwb@gmail.com Associação do Amigo Animal: www.amigoanimal.org.br Fanpage Loja das Pulgas: aqui Produtos da Loja das Pulgas no MercadoLivre, aqui. Alguns discos da loja, aqui
ACEITAMOS DOAÇÕES DE LIVROS E DISCOS! Doe livros e discos para nossa feira. Iremos buscar em sua casa! E as vendas serão revertidas para os animais da Amigo Animal. Você pode trazer a doação na loja ou solicitar uma coleta em Curitiba e região. Fone para coletas: Junior (41) 99918-7040. Além de livros e discos, aceitamos todo tipo de doação: móveis, roupas, eletrodomésticos, etc. Se tiver algo parado em casa, ligue que vamos buscar!
PARTICIPE DA FEIRA Você também pode levar seus discos e livros para vender na feira! Mas entre em contato previamente através do e-mail: lojadaspulgascwb@gmail.com – por questão de organização.
NOTADO EDITOR: O blogue FATO Agenda tem orgulho dessa parceria com a Loja das Pulgas / Amigo Animal, porque ajudando a loja a vender, também contribuímos um pouquinho com os animais recolhidos pela Amigo Animal!
O show, com interpretações de Renato Braz e Breno Ruiz, é uma homenagem às grandes canções brasileiras
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 8 a 11 de março, o show Noites de Serenata, com os músicos Renato Braz e Breno Ruiz. Com direção de Zé Alexandre, o espetáculo enaltece a canção brasileira a partir do encontro dos músicos no palco. Renato Braz e Breno Ruiz fazem parte do recente movimento na música popular brasileira caracterizado pela criatividade. Trata-se de uma nova geração com formação teórica sólida, convivência com as gerações mais antigas e com acesso a um enorme acervo de músicas disponibilizadas, inclusive, pela Internet. Esse movimento vem promovendo não apenas um estouro da nova música, mas o renascimento de antigos gêneros.
Entre os mais nobres gêneros está a canção brasileira, seja com o tratamento sofisticado em temas do folclore ou por meio de clássicos da música caipira. É um gênero que começa com Villa Lobos e é sustentado pela geração de Heckel Tavares, Joraci Camargo, Valdemar Henrique e encerra-se com Tom Jobim, na pré-bossa nova. Nos últimos anos, esse gênero ressurgiu com a mesma roupagem clássica que o caracterizou. E dois expoentes dessa nova escola são Renato Braz e o pianista, compositor e cantor Breno Ruiz. Do encontro dessa dupla surge o espetáculo Noites de Serenata, que conta com interpretações primorosas a partir de parcerias de Breno Ruiz com Paulo Cesar Pinheiro, Cristina Saraiva, Rafael e Rita Altério e Socorro Lira, além de canções de outros compositores.
Sobre Renato Braz e Breno Ruiz O cantor paulistano Renato Braz é uma das referências obrigatórias no atual cenário da música brasileira. Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, em 2002, sua carreira vem conquistando reconhecimento nacional e internacional. Em 1999, realizou turnê por várias cidades da Alemanha. Em 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, ocorrido em Charleston, nos Estados Unidos. O sucesso da apresentação lhe rendeu convite para retornar em 2007, e também para participar, no mesmo ano, do Summer Solstice, concerto que é realizado anualmente na grande catedral gótica St. John The Divine, em Nova York. Em 2008, fez sua estreia no Japão participando de um concerto no Triphony Hall, em Tóquio.
Breno Ruiz, nascido em Sorocaba (SP), é pianista, cantor e compositor. Aos quatro anos já tocava piano, aos dez animava bailes ao lado de um regional de choro e, a partir dos 15 anos, já compunha com parceiros como Rafael e Rita Alterio, Cristina Saraiva, Sergio Natureza e Paulo Cesar Pinheiro, sendo este último o seu parceiro mais constante. Tem sido gravado por parceiros e intérpretes como Tetê Espíndola, Renato Braz, Maogani, Celso Viáfora, Cristina Saraiva, Rafael Alterio e MPB4, entre outros. Como pianista e arranjador, gravou com o grupo Garimpo e produziu os arranjos para o CD Terra Brasileira, da compositora Cristina Saraiva.
Em maio de 2016, lançou, no Auditório do Ibirapuera o CD MAR ABERTO com Renato Braz, Roberto Leão e Mário Gil, tendo a participação especial de Dori Caymmi, que também atuou na produção musical do álbum. Em novembro de 2016 lançou o disco Cantilenas Brasileiras, resultado da parceria com Paulo Cesar Pinheiro. Foi assim descrito por Luís Nassif: “Breno caminha para ser dos maiores melodistas brasileiros. Com seu faro inigualável, o poeta Paulo César Pinheiro descobriu-o antes dos outros. Juntos, compuseram várias músicas, com temas rurais, revivendo com a linguagem erudita temas folclóricos e a musicalidade do caboclo brasileiro. Paulo César entende o parceiro como se fosse uma reencarnação, alguém que chegou direto dos tempos de Chiquinha Gonzaga para os salões do século 21”.
Serviço: Música: Noites de Serenata com Renato Braz e Breno Ruiz Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR). Data: 08 a 11 de março de 2018 (quinta a domingo). Horário: quinta a sábado, às 20h; e domingo às 19h. Ingressos: vendas a partir de 03 de março (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura. Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.) Classificação etária: Livre Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência no local
A cantora e compositora Janine Mathias leva ao palco do Teatro Sesi Portão, nesta sexta-feira (2), a partir das 20h, toda a sua versatilidade musical, com canções autorais que transitam do rap ao samba e do jazz ao soul. A brasiliense, radicada em Curitiba desde 2009, é dona de uma voz poderosa e vem se destacando no cenário nacional. No show “Eu Quero Mergulhar”, além dos hits “No Flow”, “Posso lhe Dizer” e “Filha da Noite”, a cantora apresenta alguns dos singles lançados ao longo de sua carreira, entre eles, “Quando Encontro o Amor”, “Só Você”, “Me Fez Canção” e “Se Pudesse Voltar no Tempo”. O ingresso é gratuito e pode ser retirado no local com 1h de antecedência.
Serviço Janine Mathias faz show gratuito no Teatro Sesi Portão Data: 02/03, sexta-feira Horário: a partir das 20h Valor: gratuito (retirar ingresso com 1h de antecedência) Classificação indicativa: livre Local: Teatro Sesi Portão Endereço: Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão, Curitiba Contato: (41) 3271-8469 Observação: sujeito a lotação Mais informações: http://www.sesipr.com.br/cultura/ https://www.facebook.com/sesiculturapr/
SESI CULTURA Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2016, mais de 927 mil espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 7,5 mil eventos realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de um forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.
Coletivo curitibano comemora seis anos de ações artísticas em sua sede no bairro rebouças com evento gastronômico
No domingo dia 4 de março, os artistas do espaço cultural Casa Selvática comemoram seis anos de ações artísticas no bairro Rebouças com o evento gastronômico TEM BUBUBU NO BOBOBÓ. Tradicionalmente organizado pelo coletivo, o evento apresenta anualmente um cardápio elaborado pelo artista Gabriel Machado para setenta pessoas com entrada, prato principal e sobremesa nas opções vegetariana e vegana.
TEM BUBUBU NO BOBOBÓ homenageia em seu nome os tempos do teatro de revista, gênero híbrido e genuinamente brasileiro, que revelou nomes como Dercy Gonçalves, Virginia Lane, Oscarito e Grande Otelo.
A Casa Selvática funciona como um cabaré, e apresenta figuras da contracultura curitibana em um ambiente festivo, caloroso e irreverente. Entre as temáticas mais trabalhadas pelo coletivo estão questões relacionadas a gênero e sexualidade e a experiência de novas identidades.
Este ano os artistas integram a Mostra Oficial do Festival de Curitiba com a estreia o espetáculo de rua Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril às 21h, na Praça Rui Barbosa com entrada franca.
Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr. Após a participação no Festival de Curitiba, os artistas circulam pelas regionais apresentando o espetáculo nas ruas da cidadania dos terminais de ônibus da cidade.
No segundo semestre, o coletivo propõe a residência A Reinvenção do Cabaré, com apoio do Prêmio Iberescena de Apoio à Centros Ibero-Americanos de Criação Cênica em Residência, para artistas internacionais iberoamericanos e de outras cidades brasileiras na Casa Selvática. Os quatro artistas selecionados pela convocatória tem a disposição o espaço da Casa Selvática como residência e ateliê de criação durante vinte dias, com o intuito de desenvolver suas pesquisas artísticas dentro do gênero cabaré.
SERVIÇO: TEM BUBUBU NO BOBOBÓ 2018 – 6 ANOS DE CASA SELVÁTICA R$30,00 (Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba) Vendas pelo site www.selvatica.art.br ou pelos telefones (41) 98807-2121 ou (41) 99611-5910 / Fanpage *** A CASA ACEITA CARTÕES DE DÉBITO E CRÉDITO ***
Cardápio Entrada: Tacos recheados com abacate, pimenta rosa e folhas verdes (acompanha maionese defumada e barbecue de abacaxi) Principal: Conchiglione recheado com alcachofras, queijo fresco e amêndoas ou batatas laminadas servidas com ragu de cogumelos, jambu e tucupi Sobremesa: Torta de maçãs flambadas no whisky servida com creme catalão