Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.
Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.
Serviço: 02/11 (domingo) Das 13h às 20h Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba Entrada gratuita
Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!
Entre os dias 25 de outubro e 9 de novembro, o Passeio Público de Curitiba recebe o projeto “quandonde literária”, que celebra 13 anos de trajetória da plataforma quandonde intervenções urbanas em arte. Serão quatro ações artísticas distintas, cada uma com sua proposta e diálogo próprio com o público, sempre aos sábados e domingos, com entrada gratuita.
As performances — Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas, Procuram-se Mulheres Reescritoras e a inédita Além do Literal — acontecem em contato direto com quem circula pelo espaço urbano. São experiências relacionais e íntimas, feitas uma a uma ou em pequenos grupos, convidando o público a participar ativamente e a ressignificar memórias, narrativas e afetos.
Mostra de repertório e obra inédita De 14h às 16h, acontecem simultaneamente três ações de repertório da quandonde:
Cartas Extraviadas – cartas que não serão entregues, ditadas pelo público e transformadas em um acervo poético coletivo, cruzando memórias íntimas e compartilhadas.
Histórias Reescritas – intervenção um-a-um em que cada pessoa reimagina sua própria trajetória de vida “ao custo de 10 palavras”, criando novas narrativas possíveis.
Procuram-se Mulheres Reescritoras – inspirada em um livro machista dos anos 1960, convida mulheres a reescreverem coletivamente suas páginas, transformando a obra em um gesto crítico e poético sobre gênero e contemporaneidade.
Das 16h às 17h, entra em cena a nova ação Além do Literal, uma experiência multissensorial de contação de histórias. Cada participante, de olhos vendados, é convidado a vivenciar fragmentos de autores e autoras lusófonos como Machado de Assis, Lima Barreto, Júlia Lopes de Almeida, João do Rio e Fernando Pessoa, por meio de estímulos sensoriais que ampliam a fruição literária.
Todas as ações são construídas de forma partilhada, numa relação próxima entre artistas e público, e reforçam o compromisso da quandonde em propor novas formas de convivência, escuta e criação no espaço urbano.
Etapa anterior do projeto Como parte de sua contrapartida social, entre março e maio, o projeto realizou um intercâmbio artístico com estudantes e docentes do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), resultando em uma apresentação pública no dia 24 de maio, na Praça Oswaldo Cruz. Essa experiência abriu caminhos de criação coletiva que agora se desdobram nas novas apresentações no Passeio Público.
Serviço: Apresentações públicas – quandonde literária Local: Passeio Público – Centro, Curitiba Datas: 25/10 a 09/11 (sábados e domingos) ⏰ Horários: 14h às 16h – Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas e Procuram-se Mulheres
Reescritoras
16h às 17h – Além do Literal
Entrada gratuita ⚠️ Reagendamento em caso de chuva
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A cidade de Curitiba recebe, a partir de outubro de 2025, o projeto “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor”, uma iniciativa que une rodas de leitura, jogos de escrita e oficinas de criação literária voltadas ao tema do amor e suas contradições.
Inspirado no famoso meme “É verdade esse bilete”, o projeto propõe aproximar a literatura dos universos dos participantes, passando por referências que vão da poesia contemporânea à música popular — do pop ao sertanejo —, e criando pontes com diferentes públicos, especialmente adolescentes e professores da rede pública.
As oficinas serão conduzidas por Julia Raiz e Ronie Rodrigues, com mediação de leitura de Daniele Rosa, em espaços públicos de Curitiba, como Casas da Leitura, unidades de capacitação de professores e CAPS. Com caráter gratuito e descentralizado, a proposta é compartilhar procedimentos de criação e estimular a leitura em diferentes espaços da cidade.
Serão oferecidas duas edições abertas à comunidade. A primeira será realizada nos dias 11 e 18 de outubro, na Casa da Leitura Hilda Hilst, no bairro Cajuru; e a segunda, nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, na Casa da Leitura Wilson Bueno, no bairro Portão. Ambos os espaços têm fácil acesso, localizados ao lado de terminais de ônibus.
Além dos encontros, o projeto resultará em um e-book coletivo, reunindo os textos produzidos pelos participantes. A publicação digital valoriza a produção autoral e amplia o alcance da experiência, permitindo que as criações circulem para além das oficinas.
Segundo os organizadores, a ideia é “explorar o amor em suas múltiplas dimensões — amizade, encontros, separações, luto — e mostrar como a leitura e a escrita podem ser espaços de escuta, partilha e invenção”.
Estão abertas as inscrições para a primeira turma e não é necessário experiência prévia para participar.
SERVIÇO: O quê: Oficina “É verdade esse bilhete – Jogos de Escrita e Amor” Quando: 11 e 18 de outubro (sábados) Horário: 13h às 17h Onde: Casa da Leitura Hilda Hilst (Rua da Cidadania Cajuru, Curitiba) Endereço: Av. Prefeito Maurício Fruet, 2150 – Cajuru (ao lado do Terminal Capão da Imbuia) Quanto: Gratuito Classificação: 14 anos Inscrições: aqui
Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur. Crédito da foto: Milla Jung.
Peça de dança estreia dia 1 de outubro no Miniauditório do Teatro Guaíra, com entrada gratuita
No dia 1 de outubro de 2025, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba (PR), estreia o novo trabalho da Rumo de Cultura, CHOQUE. A temporada segue até dia 19 de outubro, de quarta a sábado, às 20h e domingo, às 19h – com entrada franca.
Em cena, Carmen Jorge, Elke Siedler e Juliana Adur provam diante do público 3 versões de um circuito particular que, na mistura, monta um coletivo multidirecional de intensidades corporais que vão do riso ao choro, do canto ao gemido, do vulto à nitidez. Desenham no espaço trajetos únicos que, sobrepostos, criam possibilidade de viver pela – e não apesar – da diferença. A peça tem direção e dramaturgia de Fernando de Proença.
O trabalho de dança constrói movidas energéticas que mobilizam estados de corpo a partir do conceito de Walter Benjamin sobre Choque. Anestesiadas, precarizadas e cheias dos estímulos externos/mundo, refletem sobre relações de poder e comando respondendo com alguns desânimos as solicitações mundanas para corpos desestabilizados. Juntas e lentas, vivem em seus corpos a experiência de derretimento, escoramento, tosse – contaminação, escuta, equilíbrio, sacudida e descanso.
Se escondem para mostrar, graves e agudas, mostram o que escondem – hiperbólicas. Provam, de novo, que dançam. Suas histórias mexem com seus corpos e as relações na cena, são mulheres que vivem a devoção à dança na frente da audiência.
A metáfora é pública. A luz, de Beto Bruel e Lucas Amado, não recorta e não separa, não edita e não divide, não sublinha, não salienta – se abre. O público, dentro, experimenta verbos como sentar, olhar, mexer, calar, pensar e, como é público, tossir.
3 diferentes. Uma quer ficar pra cima, outra quer ficar em baixo, uma quer sentir no palco como nunca. Equilibra a cabeça, todo dia, toda hora. Uma hora, equilibra com o dedo do meio. Outra hora, faz a parada de cabeça. Param, pausam, caminham, pulam, tremem, fazem tremer e fazem o teatro – lugar do palco – tremer.
Além da temporada de estreia de CHOQUE, o projeto oferece uma conversa pública intitulada “Clínica do Processo”, com a equipe e Elenize Dezgeniski, psicanalista que acompanha a construção da peça. A mesa acontece no dia 4 de outubro, às 17h30, no Miniauditório, com entrada franca.
No dia 7 de outubro, acontece uma sessão fechada da peça para o público cego, com audiodescrição.
Durante o primeiro semestre, o projeto ofereceu aulas gratuitas com as dançarinas do projeto e um seminário sobre Choque, em Walter Benjamin – com a profa. Dra. Fátima Costa de Lima.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com incentivo da UNINTER e FIAT/Florença. Realização: Rumo de Cultura.
FICHA TÉCNICA: idealização, direção e dramaturgia FERNANDO DE PROENÇA | com CARMEN JORGE, ELKE SIEDLER e JULIANA ADUR | interlocução DIEGO MARCHIORO | luz BETO BRUEL e LUCAS AMADO | roupa AMABILIS DE JESUS | trilha sonora e preparação vocal JULIA KLÜBER | bateria BABI AGE | captação e edição de bateria GUI MIUDO | consultoria de produção musical LEO GUMIERO e RHODEN | seminário “Choque em Walter Benjamin” FÁTIMA COSTA DE LIMA | clínica do processo ELENIZE DEZGENISKI | foto MILLA JUNG | vídeo ALAN RAFFO | identidade visual LUANA NAVARRO | design gráfico ADRIANA ALEGRIA | teaser e estratégia de mídias digitais GABRIELA BERBERT | site JULIA BRASIL | assessoria de imprensa PAULA MELECH – LINHA COMUNICA | audiodescrição – roteiro e narração JOSELBA FONSECA e HELENA DE JORGE PORTELA – consultoria LUCAS ANTONIO | tradução em libras TALITA GRÜNHAGEN – TAÉ LIBRAS | estagiária MARIA EDUARDA RODRIGUES | direção de produção DIEGO MARCHIORO | produção executiva CINDY NAPOLI | realização FERNANDO DE PROENÇA e RUMO DE CULTURA
SERVIÇO: CHOQUE Miniauditório Glauco Flores de Sá Brito – Centro Cultural Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, 70 – centro – Curitiba-PR) de 1 a 19 de outubro de 2025 de quarta a sábado, 20h domingo, 19h ENTRADA FRANCA *retirada de ingresso 1h antes
Na foto de Max Miranda, a atriz Carolina Damião, vive Elisa no espetáculo solo: Não me chame de Mãe, que está na programação do Festival Novos Olhares no Teatro José Maria Santos.
Artista de Maringá apresenta uma adaptação do espetáculo “Não me chame de mãe” no dia 5 de outubro, trazendo à cena os silêncios, urgências e sobrecargas da experiência materna vivida por milhões de mulheres no Brasil.
A atriz, escritora e produtora Carolina Damião, de Maringá, apresenta uma adaptação do monólogo “Não me chame de mãe”, no dia 5 de outubro, durante a primeira edição do Festival Novos Olhares, que acontece entre os dias 3 e 12 de outubro no Teatro José Maria Santos, em Curitiba. . O espetáculo, que estreou em 2024 em Maringá, pelo Prêmio Aniceto Matti, é uma co-criação de Damião com a multiartista Luciana Navarro, e entrará em circulação em 2026 pela Lei Aldir Blanc. Para a Mostra Novos Olhares Carolina preparou uma adaptação da obra, onde “vivo a experiência de me autodirigir para esta montagem adaptada, de encontrar outras nuances da personagem, do ritmo, dos objetos cênicos, da dramaturgia, um exercício desafiador”, comenta a artista.
Nas cenas interpretada por Carolina Damião, acompanhamos uma tentativa de respiro da personagem-título: Elisa, uma mãe solo que busca reaprender a descansar enquanto o pai de sua filha cumpre, pela primeira vez, o horário de convivência estabelecido com a criança. Com pouco tempo livre, Elisa se depara com um universo de escolhas represadas: descansar, resolver pendências, cuidar de si. A cena mergulha com sensibilidade e tensão nas urgências, frustrações e sobrecargas da maternidade, expondo o apagamento social que recai sobre tantas mulheres em situação semelhante.
A participação de Carolina no Festival reforça a proposta do Novos Olhares de abrir espaço para artistas que exploram temáticas urgentes com profundidade e potência cênica. A curadoria do festival – composta por Eduardo Ramos, Mayra Fernandes e Luis Melo – escolheu cenas que dialogam com questões de raça, gênero, território e linguagem, valorizando vozes que ainda buscam visibilidade no circuito profissional. “Quando meu filho nasceu eu pensei que não voltaria mais aos palcos, retornar à Curitiba, onde iniciei minha carreira teatral, para me apresentar interpretando uma mãe solo me emociona”, conta a atriz.
Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná em 2011, Carolina atua há mais de uma década no teatro e na produção cultural. Desde 2020, sua vivência como mãe solo do pequeno Miguel passou a orientar também sua criação artística e literária. Em suas redes e nos palcos, dedica-se à desromantização da maternidade, abordando com contundência temas como a culpabilização materna, a invisibilização das tarefas de cuidado e a ausência de corresponsabilidade da sociedade na criação de crianças. É autora do livro Manual de Sobrevivência na Maternidade, publicado pela Editora Urutau.
Com entrada gratuita, o Festival Novos Olhares oferece tradução em Libras em todas as apresentações e audiodescrição nos dias 4 e 11 de outubro. A cena “Não me chame de mãe” será apresentada no domingo, dia 5 de outubro, às 18h, junto a outras três cenas da programação.
Serviço:
Festival Novos Olhares Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655, São Franciscom, Curitiba) Apresentação de Carolina Damião: 5 de outubro de 2025 (domingo), às 18h Ingressos gratuitos: retirada 1h antes na bilheteria do teatro Instagram: @carolina_damiao_ | @naomechamedemae Programação completa: @apedatreze
FICHA TÉCNICA Adaptação e direção da versão para a mostra*: Carolina Damião | Dramaturgia Original: Carolina Damião e Luciana Navarro | Elenco: Carolina Damião | Sonoplastia e operação de som: Natália Gimenes | Iluminação e operação de luz: Fábia Regina | Preparação Vocal: Ariadine Gomes | Consultoria coreográfica: Ale Delgado | Concepção Cenário e Figurinos: Luciana Navarro | Assistência e produção de figurinos e cenários: Carolina Damião | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Designer: Fernando Souza (Maringaense Cultural) | Storymaker: Giulliana Dias | Fotos: Max Miranda (Fenda) | Produção: Horla Produção e Arte | Vozes: Carolina Damião | *Adaptação do monólogo “Não me chame de mãe”, que estreou em Maringá pelo Prêmio Aniceto Matti, em 2024, com direção artística e cênica de Luciana Navarro, criação e dramaturgia de Carolina Damião e Luciana Navarro.
Na foto de Cibelle Gaidus, Jo Mistinguett e Strangepeo, a dupla se prepara para a experiência musical de Techno Mundo – sessões ao vivo que acontece de 2 a 11 de outubro na Casa Quatro Ventos.
Seis apresentações gratuitas unem música eletrônica brasileira, arte visual em 3D e inteligência artificial na Casa Quatro Ventos.
A casa Quatro Ventos em Curitiba recebe, entre os dias 2 e 11 de outubro, uma experiência sonora e visual inédita com a multiartista Jo Mistinguett. Após o lançamento digital do álbum TECHNO MUNDO, a artista traz agora ao palco o projeto “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo”, com seis apresentações gratuitas. Durante as performances o público vai mergulhar na Música Eletrônica Brasileira (MEB) com uma abordagem tecnológica e sensorial.
A proposta é transformar o álbum lançado em maio de 2024, em uma imersão multimídia que une MEB, visualizações em 3D e Inteligência Artificial. Em cada sessão, o público vai vivenciar performances únicas que misturam som, imagem e tecnologia ao vivo. Durante as apresentações, Jo Mistinguett vai remixar ao vivo as faixas do EP TECHNO MUNDO, cortando, editando, cantando e aplicando efeitos em tempo real. Ao seu lado, Strangepeo, artista visual que vai comandar a criação de imagens 3D e projeções operadas ao vivo, integrando arte digital à performance musical.
Mais do que um espetáculo, “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo” é uma celebração da diversidade, da arte brasileira e da potência tecnológica na criação artística. Para Jo Mistinguett, é através do olhar contemporâneo que o projeto reforça o protagonismo de artistas lgbtqiapn+ e propõe novas formas de expressão e ocupação cultural. “TECHNO MUNDO é a indústria tecnológica, é o ritmar das máquinas no calor tropical. O mundo Brasil, onde a dança vem aos prantos em meio ao eterno ressurgir da fênix”, enfatiza.
Uma das apresentações será gravada e disponibilizada com legendas no canal do YouTube da artista, garantindo acesso gratuito e inclusivo ao conteúdo.
Como parte da iniciativa, o projeto inclui a oficina gratuita “Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D”. Ministrada por Strangepeo, com duração de 4 horas e acesso gratuito, a oficina vai ser realizada no Estúdio Riachuelo, para 30 pessoas, com tradução em Libras, além da concessão de cinco bolsas-auxílio para transporte e alimentação, priorizando mulheres e pessoas lgbtqiapn+.
Sobre TECHNO MUNDO, um EP de MEB (Música Eletrônica Brasileira) com 3 faixas sonoras da multiartista Jo Mistinguett lançado em Maio de 2024 nas plataformas de streaming. Estilos musicais se misturam, renovam e desafiam fronteiras extrapolando limites estéticos-sonoros.
Sobre artistas
Jo Mistinguett é sonoplasta, produtora musical, trilheira, performer, DJ, pesquisadora de novas tecnologias, percepções e experimentações sonoras e artista visual. Colaborou, produziu e participou de diversos projetos artísticos e musicais. Lançou 1 álbum, 7 EPs, 3 singles e 5 remixes, assim como o disco de vinil “Apokalipse Now”. Ganhadora do Prêmio London Burning em 2007, do Prêmio Aldir Blanc – Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ Paraná em 2020 e da Quadrienal de Praga 2023 com o Prêmio “Melhor Trabalho em Equipe”.
Sobre Strangepeo é produtore audiovisual e artista. Começou a trabalhar com fotografia em 2013, e transitou nas áreas de produção de vídeo, música e VJ. Uma persona que nasceu em meio às raves e o estranhamento. Seu projeto consiste em mixar diferentes áreas do audiovisual para criar um mundo fantástico focado em 3D, música e moda, inspirados pela exploração de expressão à partir da perspectiva da cultura Queer e que podem ser colecionados como NFT.
Serviço:
TECHNO MUNDO – sessões ao vivo Dias: 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de outubro de 2025 Horário: 20h Local: Casa Quatro Ventos (Rua da Paz, 51, Centro, Curitiba – PR) Ingresso: Gratuito (lugares limitados)
Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D Data: 08/11/2025 Horário: 14h às 18h Local: Estúdio Riachuelo (Rua Riachuelo, 407) Inscrições gratuitas: @jomistinguett
O lançamento da mostra, uma parceria com o Patuscada, conta com shows gratuitos nos períodos da tarde e noite
Para matar a saudade dos dias de calor e festa do pré-carnaval curitibano, o FotoFolia, coletivo fotográfico independente, abre neste sábado, dia 23, a exposição #3 Cenas do Carnaval de Rua, com registros das saídas de blocos dos dois últimos anos. A mostra acontece no Patuscada, em Curitiba, a partir das 12h e tem entrada gratuita.
“Pessoas foliãs, batuqueiras e ambulantes atuam como agentes de transformação nesse palco que é a rua. Isso demonstra que quando nos unimos, somos capazes de criar momentos únicos. Nesta exposição, as imagens são sinestésicas ao olhar, nos fazem ouvir, sentir, querer dançar e movimentar o corpo, ou apenas sorrir com a graça de quem viveu o pré-carnaval”, comenta a fotógrafa Jacqueline Prado.
O lançamento conta com shows de Jay de Oyá, uma das vozes dos blocos Garibaldis e Sacis e Brasilidades; música caipira, uma tradição do estabelecimento aos sábados; e Silvan Galvão, idealizador do Carimbloco, projeto paulista inspirado nas manifestações culturais amazônicas, em especial o carimbó.
Formado pelas fotógrafas Bianca Rodrigues, DayLuiza, Jacqueline Prado, Valéria Kotacho Lopes e o fotógrafo Melito, desde 2017 o FotoFolia documenta, por meio da fotografia, a efervescência pré-carnavalesca de Curitiba. O coletivo se dedica, entre lentes, folias, cliques, cores e gentes, a manter viva a história e a tradição dos Blocos de Rua, que se multiplicam na cidade a cada nova temporada.
SERVIÇO Exposição FotoFolia – “#3 Cenas do Carnaval de Rua” 23 de agosto, sábado
Local: Patuscada, Av. Jaime Reis, 238 – São Francisco, Curitiba Programação 12h – Abertura exposição com Feijuca do Patuscada 13h – Jay de Oyá, Jonas Lopes e Luiz Rolim 17h – Música Caipira com Oswaldo Rios, Rogério Gulin, Rubens Pires e Pedro Solak 20h – Silvan Galvão Entrada Gratuita fotofolia.com.br | @fotofolia
A 44ª Semana Literária e Feira do Livro @sesc_pr começa hoje, quarta-feira!!! Durante o evento, dezenas de livros serão lançados. Além disso, teremos feira de livros, eventos culturais e muita literatura espalhada pelo estado! E toda a programação é gratuita!
@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia participam da feira do livro de quarta-feira a domingo (13 até 17/agosto), das 10h às 20h, no Museu Oscar Niemeyer, R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba.
Na foto de Lídia Ueta, o groove do MUV embalando a primeira edição do projeto Bairro Black Difusão que celebra a arte negra e a ancestralidade por meio da arte.
Show gratuito reúne música, dança e artes cênicas no dia 27 de julho com participação de 12 artistas convidados embalados pelo groove do MUV.
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, com 25 anos de trajetória autoral, traz a 2ª edição do Bairro Black Difusão, num grande espetáculo cênico musical e interativo dedicado à valorização da cultura negra em Curitiba. O evento acontece no dia 27 de julho de 2025 (domingo), às 18h30, no Guairinha, com entrada gratuita. “A segunda edição do Bairro Black Difusão vem como um grande show para marcar presença, abrir espaço e valorizar artistas negros da cidade em suas múltiplas expressões. Vamos reunir música, dança, performance e ancestralidade em uma grande celebração coletiva”, destaca Kátia Drumond, diretora artística do MUV.
Idealizado por Kátia Drumond e Ricardo Verocai, o MUV propõe nesta edição um espetáculo inédito, com roteiro criado pela dupla e pelo baixista Evangivaldo Santos. O show tem como destaque o repertório do EP “Bairro Black”, lançado em 2024, disponível em todas as plataformas digitais, além de músicas dos cinco álbuns autorais do coletivo. Os arranjos e teclados são de Ricardo Verocai para a formação de Big Band com: Kátia Drumond (vocal) Eduardo Ansay (guitarra), Evangivaldo Santos (baixo), Samir Souza (bateria), Brenda Calbaizer e Kabuto (backing vocals), Abdiel Freire (saxofone), Menandro Souza (trompete), Lauro Ribeiro (trombone) e Luiz Fernando Diogo (percussão).
“Bairro Black” conta com a participação especial de 12 artistas: Geyisa Costa, Flávia Imirene, Ariane Souza, PH Soares, Day Paixão, Pedro Ramires, Alucas Santos, Jacob Cachinga, Gi Kali, Chica da Silva, Inês Drumond e Jurandi Silva, integrando uma performance coletiva e interativa ao lado dos músicos do MUV. “A ideia é reunir potências artísticas da cultura negra de diferentes gerações, vivências e linguagens para compor um show especialmente significativo e divertido para todas as idades, relembrando a força da ancestralidade”, explica Ricardo Verocai, diretor musical do projeto.
O Bairro Black Difusão é fruto da parceria entre o MUV e a vereadora Giorgia Prates – MandatA Preta, única parlamentar negra na Câmara Municipal de Curitiba em 2025. Giorgia destaca a importância do projeto como ferramenta de transformação cultural e social: “É um orgulho apoiar o MUV. Estamos descentralizando recursos, fazendo o dinheiro chegar onde nunca chegou. Celebramos a arte como símbolo da resistência e da diversidade cultural negra em Curitiba. Projetos como este fortalecem nossas raízes e conectam gerações por meio da música, da dança e da oralidade”, afirma.
A realização é da Pomeiro Gestão Cultural, produtora com 10 anos de atuação em Curitiba e São Paulo, com direção de Igor Augustho, que encabeça a produção do Bairro Black desde a criação e lançamento do EP, passando pela temporada de shows de lançamento. Soma-se à equipe a produtora Cindy Napoli, da Rumo de Cultura. As produtoras se destacam em produções artísticas com recorte identitário e estético diverso, e agora dão continuidade à parceria iniciada na primeira edição do projeto em 2024 junto ao MUV.
Trajetória do MUV Criado no Rio de Janeiro em 1999 e radicado em Curitiba desde 2005, o MUV tem como marca a fusão de ritmos de matriz africana e a criação de uma sonoridade autoral que reverbera em palcos nacionais e internacionais. Com cinco álbuns lançados, incluindo participações de nomes como Arthur Verocai, Carlos Dafé e Macau, o grupo está presente em rádios e playlists de diversos países e atua também com projetos de formação e educação artística.
Além de apresentações marcantes em festivais como Curitiba Jazz Festival, Encantadas Jazz e Ilha do Mel Jazz à Gosto, o MUV realizou em 2022 e 2023 o projeto “O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais”, levando arte e identidade negra a espaços educacionais da rede pública.
FICHA TÉCNICA BAIRRO BLACK DIFUSÃO: Direção Musical e arranjos: Ricardo Verocai Direção Artística: Kátia Drumond Assistente de direção musical: Evangivaldo Santos Roteiro: Kátia Drumond, Ricardo Verocai e Evangivaldo Santos Coordenação Técnica de Som e Operador de som: Luigi Castel Coordenação Técnica de Luz e Operador de luz: Lucas Amado Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta) Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Negro Produção Geral: Katia Drumond Direção de Produção: Cindy Napoli e Igor Augustho Assistentes de Produção: Monica Margarido e Rebeca Forbeck Estagiários de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova Registro Audiovisual: Lidia Ueta Realização e Criação: MUV Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural e Rumo de Cultura
SERVIÇO: Bairro Black Difusão – 2ª edição Dia: 27 de julho de 2025 Horário: 18h30 Local: Guairinha (Rua Xv de novembro, 971 – Centro, Curitiba) Entrada Franca – Retirada de ingressos uma hora antes do show Classificação: Livre. Instagram: @muv.brasil