MUMA RECEBE EXPOSIÇÃO “CAMINHO DA PEDRA”, DO ESCULTOR DEMETRIO ALBUQUERQUE

Caminho da Pedra / Fotografias: Thiago França

Obras narram a relação do artista plástico com o material e as transformações causadas pela ação da natureza

A pedra é utilizada como instrumento desde a origem da humanidade, passando por transformações contínuas tanto na natureza quanto culturalmente. Foi esse o mote que instigou o artista plástico piauiense Demetrio Albuquerque a conceber as obras de “Caminho da Pedra”. A exposição, que já passou por Recife (PE), inaugura em Curitiba no dia 5 de abril, às 18h. Com entrada gratuita e audiodescrição, a exposição segue em cartaz até 3 de junho no MuMA (Museu Municipal de Arte), espaço que integra o Portão Cultural.

“Caminho da Pedra” resulta do trabalho com técnicas da cerâmica pernambucana, pesquisa à qual o escultor se dedicou nos últimos anos. Na exposição, ele evoca o pensamento do cientista escocês James Hutton (1726-1797). Considerado o pai da geologia, Hutton teorizou sobre o mundo mineral afirmando que não poder haver “vestígio do começo e perspectiva do fim”, pois na natureza tudo se transforma. Segundo Demetrio, a intenção é narrar esse gesto artístico primordial sobre a pedra e suas transformações pela natureza.

“A exposição é uma espécie de balanço da minha carreira de escultor. Surgiu a necessidade de fazer algo mais conceitual e, através de pesquisas, comecei a me interessar pela formação dos solos. A ideia foi voltar a algo primitivo, mas unindo a ciência ao mesmo tempo”, comenta o artista. “Caminho da Pedra” expressa essa dinâmica criando um percurso onde cada obra/personagem provoca a memória e a curiosidade, seja pelo aspecto artístico formal ou pela reflexão sobre sua confecção.

A mostra também passa pelo sertão nordestino, cenário no qual se encontram vestígios da ocupação humana dos povos antigos da América Latina, do encontro com colonizadores e, posteriormente, com outros grupos populacionais. A partir dessa miscigenação, surge o trabalho artístico com barro e argila, tema explorado por Demetrio para traçar um paralelo entre a transformação e a sedimentação da pedra em paralelo com o homem que a esculpe.

Obras
A viagem simbólica de “Caminho da Pedra” começa com a movimentação dos minerais desde a rocha bruta até a argila de aluvião, representada pela obra “Ígnea”, onde se vê um rosto humano integrado com a pedra. Em seguida, “Erosão” traz a dissolução da matéria pela água e pelo vento, com uma figura humana nascendo ou se enterrando na pedra. Logo depois, a instalação se funde com pedras espalhadas pelo terreno. Entre elas, a escultura “Pétreo” apresenta uma figura montada numa pedra, recordando a origem da civilização.

O segundo movimento nos leva ao artista, que experimentou as primeiras vivências com a argila na comunidade japonesa de ceramistas de Ashikaga-shi. Nesse ponto, os conjuntos de peças “Emboladas” e “Ciranda” mostram cabeças de figuras populares e situações socioculturais. Continuando diante de grupos alegóricos – que são como projetos para monumentos -, percebe-se a marca de escultores do Recife como Abelardo da Hora, Corbiniano Lins, Brennand e Jobson Figueiredo.

Sobre o artista
Demetrio Albuquerque Silva Filho (Piauí, 1961) é arquiteto e iniciou as atividades como escultor frequentando ateliers de escultores em Recife. Em 1987, ganhou o concurso para o Monumento Tortura Nunca Mais. Seguiu para Curitiba, onde fez o curso de escultura do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, com orientação do escultor Elvo Benito Damo. Ganhou o prêmio João Turim (1991) de aquisição no 1º Salão do Museu João Turim, em Curitiba, com as esculturas “Migrante” e “Andaluz”. Mudou-se para o Japão, onde fez curso de cerâmica (Yakimono) e realizou a exposição “Karada”, em Ashikaga-shi. Voltou para Pernambuco e se estabeleceu em Olinda, passando a produzir esculturas de grande porte em cidades nordestinas. Alguns exemplos são “A Pedra”, “Caboclo de Lança”, “Circuito dos Poetas do Recife”, “Dom Helder” e “Monumento a Augusto dos Anjos”.

Serviço
Exposição Caminho da Pedra
Abertura: 5 de abril, às 18h
Visitação: 6 de abril a 3 de junho
Onde: MuMA (Av. República Argentina, 3.432 – Portão Cultural, Curitiba)
Horários: terça a domingo, das 10h às 19h
Entrada: gratuita
Obras com audiodescrição

ÍMPETO ::: HOJE, TERÇA-FEIRA, ÀS 21H. EM CURITIBA, NA CASA HOFFMANN!

HOJE, terça-feira, às 21h. Em Curitiba, na Casa Hoffmann!

ÍMPETO
SINOPSE:
A partir de trechos poéticos, o espetáculo procura a verdade por trás das palavras, enquanto no mundo lá fora o que acontece é ação em si, da forma mais visceral e violenta. A peça que se segue é baseada em fragmento real de violência doméstica. Não é apenas um ato de consciência, mas de liberdade e coragem.

FICHA TÉCNICA:
Texto: Caroline Amantino
Direção: Joel Leitte
Com: Caroline Amantino e Liz Martins
Produção: Liz Martins
Concepção artística: PENUMBRA teatro laboratório
Iluminação: Joel Leitte
Maquiagem: Juliana Martins
Design gráfico: Muniz
Videomaker: Daniel Santoro
 
TEMPO DE DURAÇÃO:
30 minutos
 
INGRESSOS:
R$10 (inteira) e R$5 (meia)
 

LOCAL: Casa Hoffmann, Rua Claudino Dos Santos, 58, São Francisco, Largo da Ordem, Curitiba

DATAS E HORÁRIOS:
Dia 01 de abril de 2018 (domingo), 12h
Dia 03 de abril de 2018 (terça-feira), 21h
Dia 05 de abril de 2018 (quinta-feira), 16h

Confira a página do evento, aqui

MUSEUS DO ESTADO ABREM COM HORÁRIO ESPECIAL NO FERIADO DE PÁSCOA

As histórias das mulheres a partir do acervo do Museu Paranaense

Quem passar o aniversário de Curitiba e feriado de Páscoa na cidade poderá visitar os espaços da Secretaria de Estado da Cultura em horário especial. O Centro Juvenil de Artes Plásticas fecha quinta e sexta-feira. Já o Museu Oscar Niemeyer fecha somente na sexta-feira.

No Museu Alfredo Andersen (MAA), o público pode conferir as mostras “Oceano entre Terras: convergência e hibridação”, com fotografias de Adam Lipinski e Hermes de la Torre. E a mostra “Mulheres”, que reúne obras e algumas reproduções de mulheres que viveram entre o final do século XIX e o início do século XX, retratadas por Alfredo Andersen, e que faziam parte do convívio social do artista.

Quem for ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) verá a exposição “Movimento – mostra do acervo”, com obras que reproduzem a impressão de deslocamento – movimento, a partir da utilização de variadas técnicas e formas de expressão das artes visuais.

Os visitantes do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) podem contemplar a exposição “Harmonia”, que mescla fotografia com estudos de alquimia, propondo, por meio da representação dos quatro elementos principais (água, fogo, terra e ar), despertar os sentidos dos espectadores e possibilitar diversas interpretações. O público poderá curtir ainda os filmes do CineClube MIS, que este mês exaltam a mulher, seja na direção dos longas ou como protagonistas da trama. São exibidos diariamente (terça a domingo), às 15h, no miniauditório do museu.

Quem passar pelo Museu do Expedicionário (MEXP) pode conhecer a exposição permanente que retrata a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.

Já o Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao seu público as exposições: “Luz – Matéria”, “Intangível”, “Seleta Crômica e Objetos”, “Corpos de Fábrica”, “Nomos”, “Narrativas em Processo: Livros de Artista” e “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”. Esta última é resultado da doação de 3 mil itens feita pelo embaixador Fausto Godoy, uma das coleções asiáticas mais significativas do Brasil e da América do Sul. Na mostra é possível apreciar 200 peças provenientes de mais de 10 países asiáticos.

No Museu Paranaense (MP), o público pode conferir as mostras recentemente inauguradas: “As histórias das mulheres a partir do acervo do Museu Paranaense” e “Arte e Ciência entrelaçadas: Frederico Lange de Morretes”. Além das exposições de longa duração, como “Imigração no Paraná”; “Moedas Romanas”, “Indústrias Paranaenses”, “Gufan – o Paranaense de dois mil anos”, “Ocupação do Território Paranaense”, “Dinheiro e Honraria: o acervo de numismática do Museu Paranaense”, “A cidade e suas ruas: retratos dos personagens de Curitiba”; “O Museu da História do Paraná: Os 140 anos do Museu Paranaense”; entre outras.

Confira o horário de funcionamento dos museus da SEEC:

Serviço:
Museu Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336. (41) 3222-8262. Curitiba-PR.
Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Rua Desembargador Westphalen 16. (41) 3323-5328. Curitiba-PR
Museu da Imagem e do Som do Paraná – Rua Barão do Rio Branco, 395. (41) 3232-9113. Curitiba-PR.
Museu do Expedicionário – Praça do Expedicionário, s/nº. (41) 3362-8231. Curitiba-PR.
Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3350-4400. Curitiba-PR.
Museu Paranaense – Rua Kellers, 289. (41) 3304-3300. Curitiba-PR.

PEITA, CASA NEM, OLHAR DISTRIBUIDORA, PAIDEIA FILMES E STUDIO RIFF UNEM FORÇAS NA LUTA PELA VISIBILIDADE TRANS

Marcas envolvidas no documentário Meu Corpo é Política fazem ação conjunta

Se juntas elas já causam, imagina juntas. Peita, Casa Nem, Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme unem forças para dar visibilidade a luta pelos direitos de cidadania de pessoas trans. No sábado (31), Dia Internacional da Visibilidade Trans a marca-protesto, Peita, dará desconto de R$20 nas camisetas com a frase “Meu Corpo é Político”. A cada 50 peitas vendidas, 10 serão doadas para a Casa Nem, espaço de acolhimento e apoio a transexuais, travestis e transgêneros no Rio de Janeiro. A Olhar Distribuição, Studio Riff e Paideia Filme liberaram o documentário para a realização de sessões através da plataforma Videocamp com o intuito de fomentar o debate sobre o tema. A campanha começa às 23h59 do dia 30 de março e termina às 23h59 do dia 31.

A parceria entre as marcas foi firmada no segundo semestre de 2017 para o lançamento Meu Corpo é Político. O filme aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas. Karina Gallon, idealizadora da Peita, conta que a distribuidora sugeriu a parceria e fez a ponte entre eles. “A Alice Riff disponibilizou a frase para usarmos e, em troca, nós fizemos as camisetas nas cores da bandeira trans para ações de divulgação, além de assumirmos o compromisso de doar 10 peitas para a Casa Nem, a cada 50 que vendermos”, explica. A ação é válida para as camisetas nas cores branca, rosa e azul.

Alice Riff, diretora do Meu Corpo é Político ressalta a importância da parceria para o fortalecimento da marca-protesto, do filme independente e mais ainda, da luta das pessoas trans. “Duas forças se uniram pra que a gente conseguisse chegar em mais pessoas e passasse nossa mensagem. A Peita divulgou o filme e o filme divulgou a marca. E o mais legal é que parceria uniu ainda a Casa Nem. Foi uma ação conjunta super importante para que a mensagem chegasse em mais pessoas”, comenta Alice.

Meu Corpo é Político está disponível para exibição pública através do Videocamp. Entrando na plataforma, é preciso efetuar o cadastro como educador, ONG ou empresa, clicar em ‘Organiza sua Exibição’ e preencher o formulário. Por último, o site pede o número de espectadores (no mínimo cinco pessoas), uma foto e breve relato do que rolou no evento. O objetivo é provocar debates e fomentar o encontro de pessoas engajadas em criar um mundo melhor.

Nome do cupom de desconto é ‘MCEP’.

Link para exibição do filme: aqui

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ENCONTRO DE “SELVÁTICAS” NA MOSTRA 2018 DO FESTIVAL DE CURITIBA

Foto de Amira Massabki

Artistas da Casa Selvática estreiam espetáculo Cabaret Macchina com participação da cantora e compositora Karina Buhr

Comemorando seis anos de existência, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas estreia seu mais novo espetáculo, Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril na Praça Rui Barbosa, com entrada franca, integrando a Mostra Oficial do Festival de Curitiba.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr.

Desde o lançamento do seu último álbum, intitulado Selvática (2015), Karina Buhr e os artistas do coletivo tem estreitado laços. Em 2015 a cantora pernambucana radicada em São Paulo lançou na Casa Selvática seu livro Desperdiçando Rima em um evento que contou com performances, sarau e pocket shows dos artistas “selváticos” e convidados.

A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.

Para o diretor Ricardo Nolasco: “O cabaré foi considerado um subgênero pela história oficial do teatro, justamente por seu caráter popular em oposição aos modelos dramáticos europeus.”. Assim, o coletivo tem mergulhado na investigação desse formato através de uma cena híbrida, que mescla elementos das artes cênicas, performáticas e literárias. “Acreditamos no cabaré como o formato ideal para falar sobre questões que nos atingem, de um modo humorado e irônico, o cabaré tem sido a principal forma com que artistas do mundo inteiro tem conseguido fazer seus trabalhos resistirem de forma independente tendo a precariedade e a arte em processo não como limitadores, mas como características importantes do nosso tempo e dos países em questão”, complementa Nolasco.

Para a atriz e dramaturga Leonarda Glück, a obra de Heiner Müller se torna cada vez mais insistente na contemporaneidade. “Nos dias que correm os totalitarismos da alma, do estado e das instituições estão tão presentes e tão fantasiados de livre democracia, que os escritos de Heiner Müller estão mais atuais do que nunca. A sua Alemanha se reergueu depois da queda, mas deixou boa parte do globo ainda derrubada até hoje. Nós conseguimos estabelecer uma conexão direta entre sua obra e o Brasil de 2018, e a levaremos para a arena pública”, dispara.

”Heiner Müller partia da reescrita dos clássicos a fim de reaproximar estes de seus contextos, dialogar com ele e sua obra é para nós necessariamente adaptar mais uma vez, atualizar em nossos contextos, corpos e histórias” finaliza Ricardo.

Karina Buhr por José de Holanda

Cabaret Macchina
3 e 4 de abril às 21h
Festival de Curitiba
Rua da cidadania Matriz – Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
Entrada Franca
Página do evento, aqui

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique, Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;

 Links:
Site: www.selvatica.art.br

Facebook:
https://www.facebook.com/SelvaticaAcoesArtisticas/
https://www.facebook.com/KarinaBuhrOficial/  

Youtube/Vimeo
https://www.youtube.com/user/selvaticx
 https://www.youtube.com/karinabuhr 

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ESPETÁCULO DA VOZ AO JOVEM PARA FALAR DE AFETOS

“Nosso coração as vezes pesa, é incômodo, maior que o peito. As vezes treme quando não devia e não treme quando devia. Nosso coração é rebelde, indisciplinado, selvagem. As vezes parece, sobretudo, estranho”. Esta é a ideia norteia a encenação de “Love Fair

Voltado para o publico jovem, o espetáculo da Cia Poéticas (do Espírito Santo) trás testemunhos sobre o desejo escritos pelos próprios atores, que contracenam com corações de carne (de verdade) em um cenário de folhas cenas.

O espetáculo será apresentado pela Cia Poéticas da Cena Contemporânea, do Espírito Santo, no Auditório Brasílio Itiberê, as 20h do dia 31 de março em apresentação única. Os ingressos custam R$10,00 a meia, R$20,00 a inteira e R$5,00 a entrada promocional, para quem tem credencial do Festival.

É a terceira vez que a Cia Poéticas participa do FRINGE. Em 2017 trouxe “Alice Uma Quase Ópera Punk-rock Contemporânea” e em 2016 “Navalha na Carne”, “As Criadas”, “Romeu & Julieta” e “Quem tem medo de Plinio Marcos?”.  Neste ano, além de “Love Fair” a companhia também trás para o Festival, a peça infantil “Peter Pan”.

SERVIÇO:
O QUÊ: Espetáculo “Love Fair”
ONDE: Auditório Brasílio Itiberê – R. Mauá, 1100 – Alto da Glória, Curitiba
QUANDO: 31 de março as 20h
QUEM: Cia Poéticas da Cena  Contemporânea (Espírito Santo).
INDICAÇÃO: Livre.
DURAÇÃO: 16 min
QUANTO: R$10,00 a meia / R$20,00 a inteira / R$5,00 promocional
Ingressos disponíveis no site do Festival: aqui
MAIS INFORMAÇÕES: www.ciapoeticas.wixsite.com.br/lovefair

BOOMBOX CONVIDA – SHOW FLORA MATOS CWB

PRIMEIRA EDIÇÃO DO ANO!!!
BOOMBOX CONVIDA

[+] FLORA MATOS
Apresentando trabalhos do novo
Disco Eletrocardiograma

[+] Dj´s
BAB5 – CLEMENTE – DJ MORENNO – SEVYW

A Flora matos é incrível!!! Se liga só:

VALORES
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ANTECIPADO (Sem Filas)

R$ 35,00 (PISTA)
R$ 50,00 (PISTA VIP)
+ Taxa R$ 5,00 Pdvs “Alo Ingressos”
OU
C/ NOME NA LISTA DO EVENTO E LEVANDO UM AGASALHO.
R$ 35,00 (PISTA)
R$ 50,00 (PISTA VIP)
Até 00h após outro valor.

VENDA DE INGRESSOS
www.aloingressos.com.br

RESERVA CAMAROTES
41 99915-5832

Serviço:
Boombox Convida – Show Flora Matos CWB
local: Hermes Bar ( Antigo Music Hall)
Engenheiro Rebouças, 1645, em Curitiba
Data: Sábado, 7 de abril, das 22:00 às 5:00
Apoio: Hard Promo & FotoSans
Censura: 18 Anos.

Confira a página do evento, aqui (aqui tem todos os pontos de venda em Curitiba e São José dos PInhais-PR, confira!)

NEGRITUDE E HIBRIDISMO DO ESPÍRITO SANTO EMPRESTAM PERSONALIDADE À NOVA MONTAGEM DE PETER PAN

O Espírito Santo é um estado de misturas culturais marcantes. Há a forte presença de culturas de raiz, onde as ascendências negra e indígena  contrastam com as origens italiana e alemã.

Os jovens são especialmente marcados por estas misturas e as denunciam no seu semblante, corpo, em seu estilo e características cênicas, marcadas pelas culturas que trazem das periferias.

Desta vez a negritude e o hibridismo do Espírito Santo marcam a montagem de Peter Pan. Além de um Peter Pan e Wendy negros, o Rap onde os piratas se apresentam para o publico é um dos pontos altos, e completa a sonorização ao vivo constituída por narrativas, canções dos Beatles e cantigas populares tradicionais.

A direção é da atriz, encenadora e diretora da Cia Poéticas da Cena Contemporânea Rejane Arruda que, com formação pela Universidade de São Paulo, aposta em recursos como o jogo, a música e as brincadeiras com a plateia. É a terceira vez que a Cia Poéticas da Cena Contemporânea vem ao FRINGE.

SERVIÇO:
O QUÊ: Espetáculo “Peter Pan”
ONDE: TUC – Teatro Universitário de Curitiba – Travessa Nestor de Castro, s/nº Centro de Curitiba
QUANDO: 31 de março as 15h
QUEM: Cia Poéticas da Cena Contemporânea (Espírito Santo).
INDICAÇÃO: Livre.
DURAÇÃO: 50 min
QUANTO: R$10,00 a meia / R$20,00 a inteira / R$5,00 promocional
Ingressos disponíveis no site do Festival, aqui

Mais informações no site da peça: https://ciapoeticas.wixsite.com/peterpan

BAZAR PARA ANGARIAR FUNDOS PARA ONG DE LIBERTAÇÃO ANIMAL

Em Curitiba.

“Bazar de suculentas para juntarmos DinDin para a Anonymous for the Voiceless, uma ONG que luta pelos direitos animais e por sua libertação. As plantinhas foram cultivadas com muito amor por uma ativista do AV, e agora serão vendidas por uma nobre causa. Haverá tmb comidinhas veganas a venda no dia.

Teremos mudinhas a partir de 3,00 R$, mas não teremos maquininha, então as vendas serão feitas com dinheiro apenas.O lucro das vendas será utilizado para cobrir os custos da ações e para investirmos em novos materiais que tornarão as nossas ações mais eficientes.

Se vc gosta de animais, plantinhas suculentas, ou lanches veganos compareça, e nos ajude a seguir lutando pelos animais!”

Serviço:
Sábado dia 7 de Abril, das 10:30 às 17h
Rua: Moysés Marcondes, 778, Juvevê, Curitiba
Fica à menos de 3 quadras do MON
Página do evento, aqui

Para saber mais sobre a ONG Anonymous for the Voiceless:

CIA LAICA DE TEATRO DE CURITIBA

A Cia Laica de Teatro de Curitiba tem como diretrizes estéticas investigar e experimentar técnicas e estéticas da arte da animação (teatro de animação e cinema de animação), a partir do agrupamento de artistas independentes e com experiências variadas em diversas linguagens artísticas, tais como artes visuais, artes cênicas, animação e cinema, para que desse o caráter híbrido dos trabalhos. São um grupo de iniciativa mista, de característica itinerante, que se utiliza de instrumentos acadêmicos e não acadêmicos em seus processos.

Durante este Festival de Teatro de Curitiba a cia estará com duas peças, confira:

VOOU, AMOR LEVE
Drama musical com teatro de formas animadas para crianças de todas as idades, que conta duas histórias de amor entre seres que voam e humanos. Duas abordagens sobre um amor transgressor, que tratam de forma lírica e lúdica temas como a liberdade, o amor e o encantamento.

Serviço:
Dias: 30/03 (Sexta-Feira), 31/03 (Sábado) e 01/04 (Domingo), sempre às 15:00, No Teatro Cena Hum (Rua Senador Xavier da Silva, 166 São Francisco)
Mais informações, aqui

AUTÔMATOS: SELF DA INEXISTÊNCIA
A automatização e a fugacidade das relações humanas são o tema central do espetáculo, que discute a ambiguidade entre a autonomia e automatização numa perspectiva existencial, quando a existência se transforma numa metáfora indecifrável.

Serviço:
07/04 (Sábado) às 20:00 e 08/04 (Domingo) às 16:00 e às 20:00 no TELAB (Rua dos Funcionários, 1756, Cabral, Curitiba)
Mais informações, aqui

Acompanhe a Cia Laica de Teatro de Curitiba:
site
instagram
facebook.com/cialaica/