INFLUENCIADO POR GODARD E GARCÍA MÁRQUEZ, ARGENTINO ENZO MAQUEIRA DISCUTE EM LIVRO A DESCONSTRUÇÃO DA MASCULINIDADE E A FORMAÇÃO DO HOMEM

Enzo Maqueira. Foto: Paula Moneta.

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Influenciado por Godard e García Márquez, argentino Enzo Maqueira discute em livro a desconstrução da masculinidade e a formação do homem

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Faça-se você mesmo, do argentino Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977), é uma jornada em busca da literatura que há no real, uma crônica da felicidade perdida. O livro, que foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha (2019), é uma história de memórias, de projetos, mas também de tragédias e de erros. A edição da PONTOEDITA, com intervenção do escritor e cineasta J. P. Cuenca e capa com fotografia do premiado diretor de arte e publicitário carioca Bernardo Cople, marca a estreia de Maqueira no Brasil. Considerado pela crítica argentina uma das vozes mais proeminentes da literatura latino-americana (La Nación, Clarín), Maqueira aborda em sua prosa temas fundamentais como a religião, as drogas e a heteronormatividade, de modo a evidenciar que toda forma de arte é uma enunciação eminentemente política.

Solilóquio de um personagem atormentado pela possibilidade de estar doente e pela necessidade não apenas de ser outra pessoa, mas sobretudo de imaginar como deverá ser (para ele, a felicidade está em transformar-se em artista), Faça-se você mesmo acompanha alguns dias na vida de um homem sem nome e sem convicções que foge de Buenos Aires para a casa dos avós onde passava os verões de sua infância. A casa — um território sagrado no meio da Patagônia desértica — fica em San Benito, um vilarejo fictício, quase mítico, que não é apenas uma encarnação narrativa de Comodoro Rivadavia (cidade em que o autor de fato costumava, assim como seu protagonista, passar as férias de infância na casa dos avós), mas também uma homenagem a Coronel Vallejos de Manuel Puig e Macondo de Gabriel García Márquez.

Nesse lugar cheio de fantasmas do passado, entre as memórias agradáveis de verões ao lado dos avós, agora mortos, e de amigos, agora ausentes, o protagonista ganha consciência de sua covardia a partir de uma sequência de frustrações. A expectativa de futuro o impede de fazer qualquer coisa no presente, de concluir qualquer tarefa, e se traduz em procrastinação e insatisfação contínuas.

A partir de referências aos grandes mestres da Nouvelle Vague e à banda de rock inglesa Queen, o livro extrapola os limites do gênero e ganha contornos cinematográficos à medida que o protagonista se torna, ele mesmo, personagem da própria ficção. Mas a beleza da prosa de Maqueira está na desconfiança dos limites da palavra (na epígrafe que abre o livro, tirada do filme Adeus à linguagem, de Jean-Luc Godard, lemos: “As palavras — não quero voltar a saber delas”) e isso pode causar nos leitores certo nervosismo ou ansiedade por símbolos e interpretações. Pois se a narrativa começa com um tom quase idílico de busca da felicidade perdida na infância, ela vai aos poucos se transformando em outra coisa, ficando mais sombria.

A maior homenagem, porém, é a Fellini, em especial ao filme Oito e meio (há inclusive um capítulo com esse título). Em certo momento, o narrador declara: “Fellini tinha razão: as únicas memórias que valem a pena estão na infância.” Entretanto, se, como em Fellini, o romance de Maqueira de fato tem um ponto de partida autobiográfico, sua prosa não cai na autoficção, pois se abre às exigências da narrativa e propõe uma reflexão profunda sobre como a sociedade criou, mediante múltiplas ficções, uma idealização da obrigação de ser feliz. Essa obrigação (o último bastião do neoliberalismo) é equacionada no discurso vazio da autoajuda que ressoa na ironia fina presente no título (que torce a fórmula americana “do it yourself”) e dá o tom do estilo que a linguagem de Maqueira coloca em cena: um sarcasmo fellinesco que transita entre realidade, sonho ou suprarrealidade.

Essas fronteiras fluidas ganham forma na figura de um vizinho parecido com Freddie Mercury, ídolo de sua infância. A imagem do líder do Queen, que representa uma nova masculinidade, entra em conflito com a imagem do avô, símbolo de um patriarcado falido, e obriga o protagonista a enfrentar seus próprios demônios.

Mas, conforme pergunta J. P. Cuenca em sua intervenção, como seria o solilóquio de um personagem-macho em tempos de queda do capital simbólico do homem branco, intelectual, heteronormativo no mercado das ideias e da cultura? São perguntas como essa que, entre canções do Queen e referências a Truffaut, Godard e Varda, Maqueira elabora narrativamente.

Sobre o projeto gráfico
O projeto gráfico original da PONTOEDITA explora a fronteira entre realidade e ficção presente na narrativa e materializada na fotografia de Bernardo Cople na capa, impressa em papel texturizado feito com fibras de algodão. Como memória ancestral da paisagem narrativa (com a qual mantém uma relação anacrônica — a fotografia é de 2015 e o livro foi lançado na Argentina em 2018), a imagem é um convite a múltiplas interpretações.

O miolo, na medida em que apresenta em frames de um rolo de filme contínuo os rascunhos de roteiros que o personagem jamais executará, resgata graficamente a consciência cinematográfica que Maqueira imprime na narrativa.

O uso da imagem em preto em branco e do amarelo é uma homenagem às capas clássicas da revista francesa Cahiers du Cinéma e à Série Noire, famosa coleção de romances policiais da editora Gallimard criada por Marcel Duhamel em 1945 e da qual a edição da PONTOEDITA faz uma releitura, também, do formato.

“Faça-se você mesmo” é o livro no. 5 da PONTOEDITA.

Sobre o autor
Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977) é um escritor e jornalista argentino. Formou-se em Comunicação Social no Centro de Altos Estudios en Ciencias Exactas e é colaborador do Clarín e das revistas Anfibia, Vice e Viva, além de apresentador do programa Narraciones Extraordinarias na Radio Provincia de Buenos Aires. Considerado uma das vozes mais proeminentes da literatura contemporânea latino-americana, é autor dos livros “istorias de putas (2008), Ruda macho (2010), El impostor (2011), Electrónica (2014) e Rarities (2021). Publicado originalmente em 2018, Faça-se você mesmo foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha, e é a estreia do autor no Brasil.

Sobre a editora
A PONTOEDITA é uma editora independente e de nicho que publica literatura, artes visuais, música, poesia, performance e tradução sempre em edições únicas com tratamento editorial autoral e intervenções exclusivas de artistas dos mais variados campos.

Ficha técnica
Título: Faça-se você mesmo
Autor: Enzo Maqueira
Tradutor: Mauricio Tamboni
Apresentação: J. P. Cuenca
Imagem da capa: Bernardo Cople
Número de páginas: 144
Valor: R$99,90
À venda exclusivamente no site da editora, neste link: https://bit.ly/2XzfdQv

JORNALISTA CURITIBANO LANÇA CURSO ON-LINE DE INTRODUÇÃO À CRÍTICA LITERÁRIA PELA PUCPR

Jornalista curitibano lança curso on-line de introdução à crítica literária pela PUCPR

O curso investigará a crítica como um estudo aprofundado da literatura e como gênero literário.

Como ler um livro em tempos tão velozes e em que toda informação está a um clique de distância? O crítico literário, jornalista e escritor curitibano Jonatan Silva oferece pela PUCPR, no dia 29 de maio, o curso Introdução à Crítica Literária. Totalmente on-line e ao vivo, o curso irá investigar e praticar a Crítica Literária como estudo das literaturas clássica e contemporânea, apresentando um panorama do gênero também como linguagem e desdobramento da própria literatura.

Para Silva, entretanto, o curso vai além da crítica literária em si, buscando, antes de tudo, a construção de uma visão singular sobre Arte e sobre o mundo. “A crítica é um movimento de leitura aprofundada, de mergulho na obra e percepção do outro”, afirma o crítico. “As técnicas que abordarei no encontro são dinâmicas, partem da literatura, mas podem ser aplicadas a qualquer outra área do conhecimento”.

Com grande bagagem no jornalismo cultural, Jonatan Silva enxerga no curso uma oportunidade de rompimento com a visão pragmática da crítica, estreitando os laços da literatura com outras linguagens artísticas e permitindo uma relação mais ampla com o sujeito e o cotidiano. “A literatura, assim como qualquer expressão artística, é um reflexo social, um espelhamento do que – enquanto humanidade – fomos, somos e seremos. Compreender esses elementos na literatura é estar preparado para os desafios mais corriqueiros.”

Se a literatura é um espelho do mundo, a crítica é uma colagem de experiência e vivências dentro e fora do domínio das artes. O curso será um caminho trilhado em conjunto, percorrendo as análises de Terry Eagleton, Umberto Eco, Nuno Ramos, Leonardo Villa-Forte, Ítalo Calvino, Jorge Luis Borges e tantos outros.

Segundo Silva, o crítico literário é um leitor contumaz, alguém capaz de identificar os instrumentos narrativos e relacioná-los com o seu próprio universo. “A boa crítica, e também a leitura de qualidade, nasce da compreensão da obra e da sua possibilidade de ressignificá-la diante de algo exterior a ela”.

Sobre Jonatan Silva
Jonatan Silva é jornalista, crítico literário e escritor. Passou pelas redações da Tribuna do Paraná e Paraná Online. Foi editor da revista Mediação, do Colégio Medianeira. Na mesma instituição, idealizou, produziu e apresentou o podcast MedCast, que tratava de temas que iam da educação à cultura, passando por questões da atualidade e da filosofia. Atua como professor convidado na especialização da Escola de Belas Artes da PUCPR.

Escreve regularmente para os jornais Rascunho e Cândido, e para o portal de cultura Escotilha. Colabora com as editoras Rádio Londres e Olho de Vidro, além de ter textos publicados nas revistas Flaubert e Tinteiro, e no jornal RelevO. Foi um dos selecionados para integrar a coletânea Parem as máquinas, editada pelo selo OffFlip, em 2020. É autor dos livros “O Estado das coisas” (2015) e “Histórias mínimas” (2019).

Sobre o curso
Introdução à Crítica Literária – on-line ao vivo
Data: 29 de maio
Horário: das 8h às 17h30
Carga horária: 8h
Inscrições: https://bit.ly/3e4GMFr

PRODUTORA CULTURAL ISADORA FLORES LANÇA O “LABORATÓRIO GARRA!”, PROJETO QUE OFERECE CURSO PROFISSIONALIZANTE E OFICINAS GRATUITAS PARA JOVENS DA CULTURA

Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. 

A primeira edição do projeto “Laboratório Garra!” acontece entre os meses de fevereiro e março de 2020 de forma online e gratuita. O projeto é um ambiente de formação voltado para pessoas interessadas em produção cultural, sobretudo da área da música. Além de um curso profissionalizante de maior duração com a produtora e idealizadora do projeto Isadora Flores, serão realizadas sete oficinas gratuitas de temas variados com profissionais atuantes da cena cultural: Bina Zanette, Brenda Santos, Carolina Wanderley, Gilmar Kaminski, Helena Sofia, Julie Fank e Luana Angreves.

As inscrições estão acontecendo pela página: www.lnk.bio/garralab, e vão até dia 29 de janeiro para o curso profissionalizante, e para as outras oficinas se estendem até dia 19 de março de acordo com o calendário de Oficinas. 

O curso de maior duração – com carga horária de 21h – dará direito ao registro profissional de “Diretor/a de Produção” emitido pelo SATED-PR (os custos com o Registro serão cobrados pelo SATED/PR). Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. O projeto tem incentivo da Fundação Cultural de Curitiba, através da Lei de Incentivo à Cultura do Município e da Lei Aldir Blanc – Lei Federal de Emergência Cultural (Lei que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública).

O nome do projeto, “Garra!” é um convite para agentes culturais que batalham na cena independente e são profissionais iniciantes, muitas vezes alheios às políticas de incentivo à cultura. O “Laboratório Garra!” também oferece a oportunidade para que mais pessoas tenham acesso a conteúdos de formação e direito a um registro profissional.

INFORMAÇÕES SOBRE AS OFICINAS
As inscrições para o Curso e todas as Oficinas acontecem pelo link: www.lnk.bio/garralab

1. “Curso de Produção” com a produtora Isadora Flores e participação de Gilmar Kaminski e Carolina Wanderley.
MÓDULO I: Leis de Incentivo, preparação de projetos, Mecenato Subsidiado e Lei Municipal de Incentivo de Curitiba)”
04 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
11 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
18 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO II: Profice – Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Paraná”
04 de março de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO III: Lei Federal de Incentivo à Cultura”
18 de março de 2021, das 09h às 12h

2. Oficina: “Aspectos jurídicos básicos da produção cultural” com a advogada e consultora em direitos culturais e propriedade intelectual Carolina Wanderley (São Sebastião Cultura e Propriedade Intelectual)
20 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

3. Oficina: “Sonorização para produtores”, com a Produtora, cantora e compositora Helena Sofia (Estúdio Old Cat) – Dia 27 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

4. Oficina: “Uma festa de verdade! – Produção Cultural como laboratório de Experiências”, com a produtora cultural, criativa e pesquisadora Brenda Santos (Um Baile Bom)
Dia 06 de março de 2021, das 09h às 12h

5. Oficina: “NEM TUDO SÃO LIKES: da superfície à profundidade da comunicação digital”, com a comunicadora, seletora musical e ativista Luana Angreves (Cliteriosa)
Dia 13 de março de 2021, das 09h às 12h

6. Oficina: “Curadoria para projetos de música”, com a produtora e curadora Bina Zanette (Santa Produção)
Dia 13 de março de 2021, das 14h às 17h

7. Oficina: “Gestão administrativa e prestação de contas de projetos culturais”, com o produtor cultural e técnico em contabilidade Gilmar Kaminski (Flutua Produções)
Dia 20 de março de 2021, das 09h às 12h

8. Oficina: “Escrita para quem se (in/e)screve” com a escritora, professora e artista visual Julie Fank (ESC. Escola de Escrita)
Dia 27 de março de 2021, das 09h às 12h

Inscrições: https://lnk.bio/garralab

Ficha Técnica:
Coordenação: Isadora Flores
Coordenação de Produção e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski
Produção Executiva: Vi Gabarda
Ministrantes: Isadora Flores, Bina Zanette, Helena Sofia, Julie Fank, Carolina Wanderley, Brenda Santos, Luana Angreves e Gilmar Kaminski
Videos: Alan Raffo
Design Gráfico: Brenda Santos
Assessoria de Imprensa: Luisa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Isadora Flores I Produtora
Produção: Flutua Produções
Apoio: SATED-PR

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

PUBLIQUE NO JORNAL RELEVO

“Publique no RelevO, impresso mensal de literatura com mais de dez anos de circulação. E a gente remunera (não é aquelas coisas, mas remunera).”

Envie sua contribuição (conto, artigo, resenha, ensaio, poesia) para contato@jornalrelevo.com 

Sobre o jornal
O RelevO é um IMPRESSO mensal de cultura, sobretudo de literatura. É editado, desde setembro de 2010, pelo jornalista Daniel Zanella.
Mateus Ribeirete é o editor-assistente.
Mateus Senna é o revisor.
Marceli Mengarda é a diagramadora e projetista gráfica.
Thaís Alessandra Tavares cuida da parte logística e Felipe Gollnick é responsável pelas mídias sociais.

O periódico não tem fins lucrativos e conta com o serviço público de prestação de contas, na página 2, e um ombudsman na página 5. Atualmente, o espaço é assinado pelo escritor Ricardo Lísias.

O jornal tem distribuição gratuita em mais de cem cidades do Brasil e pode ser ASSINADO por 50 reais ao ano.

fonte

NOAR COMUNICAÇÃO CONTRATA ASSESSOR DE IMPRENSA

NoAR procura!

“Estamos com vaga para assessor de imprensa com experiência, em Curitiba.

Buscamos uma pessoa com bagagem e com muita vontade de aprender e evoluir com o time da NoAR Comunicação.

Atribuições da vaga:
– Atendimento ao cliente – esse é o nosso ponto forte, então disponibilidade é essencial.
– Relacionamento com imprensa nacional e regional – nosso contato é pessoal e próximo aos jornalistas.
– Boa escrita: texto impecável, trazendo dados e com características jornalísticas (lead, sublead) e não publicitárias (apenas vendendo cliente)
– Criatividade
– Pensamento estratégico
– E novamente, ser ótima no relacionamento interpessoal. Nossa equipe é unida e se ajuda em todos os aspectos!

Como será o trabalho:
Fazemos um mês de teste e nesse período irá trabalhar bem perto com a Rafa, sócia da NOAR. É um processo de imersão e treinamento na cultura e estilo de trabalho da agência – atendimento, releases, FUP, relatórios, clipping, mailing, etc. É também o momento que iremos trocar muito, pois valorizamos a sua bagagem profissional. Você já acompanhará e tocará o atendimento de algumas contas. Esse período dando certo, partimos para os próximos passos!

Curtiu e quer trabalhar com a gente? Mande um e-mail contando mais sobre você e sua experiência profissional para: rafaella@noarcomunicacao.com

FUNPAR (UFPR) CONTRATA REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO

Funpar contrata contrata Repórter Cinematográfico. Vaga para trabalhar em Curitiba. Local de trabalho: UFPR TV, no bairro juvevê, em Curitiba. Inscrições de 13 a 19 de fevereiro de 2020.

Atividades: Cinegrafia com câmeras de estúdio. Captação de som direto. Gravação de reportagem de rua. Cinegrafia para reportagens externas, captação de imagens. 

Requisitos:
Formação: Ensino médio completo. Registro profissional de jornalista (DRT) ou (MTB). 

Horário: 25 horas semanais ( das 10h às 15h). 

Remuneração: R$3.631,16. 

Benefícios: VT,  VR ou Alimentação R$630,00, Cesta alimentação: R$140,00. 

Contrato com prazo indeterminado com experiência de 90 dias.  

Inscrições de 13 a 19 de fevereiro de 2020, confira o edital, aqui

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Esta oportunidade é um oferecimento dos nossos patrocinadores, o estúdio KOLB APPS. Uma empresa curitibana que desenvolve aplicativos musicais desde 2011, e atualmente é uma das maiores e mais conceituadas empresas do ramo, com mais de 200 milhões de downloads em todo o mundo.

Como os aplicativos da Kolb Apps você poderá tocar bateria, piano, guitarra, congas, percussão, funk. Experimente! Os aplicativos são gratuitos, são práticos e vem com lições para você aprender a tocar. Entre agora no site, baixe de graça e divirta-se!

KOLB APPS
Site: www.kolbapps.com
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COMO SER ASSISTENTE VIRTUAL

A Assessoria de Imprensa é uma profissão que existe há mais de 100 anos e vem se transformando no decorrer dos anos com o avanço das tecnologias.

Essa profissão é essencial para marcas e empresas que querem alavancar seu negócio, ganhando destaque nas mídias digitais e/ou impressas, sendo essa uma das melhores formas de expandir e ganhar reconhecimento de uma marca.

Dentre os serviços oferecidos pelo Assessor de Imprensa, muitas das atividades podem facilmente ser realizadas de forma 100% remota, como:
– Mapeamento de mídias para divulgar o trabalho do cliente;
– Contato com jornalistas, empresas, agências e imprensa para divulgação do cliente;
– Criação de releases;
– Disparo de mailing;
– Clipping (relatório com tudo que saiu na imprensa sobre o cliente assessorado)
dentre outras atividades.

Se você tem conhecimentos e habilidades nessa área, vem com a gente e vamos juntos criar sua carreira autônoma como assessor de imprensa.

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fonte

LANÇAMENTO DO LIVRO SOBRE O SOM DOS SETENTA

Você é o nosso convidado para o lançamento do livro SOBRE O SOM DOS SETENTA, do jornalista e agitador cultural Aroldo Antonio Glomb Junior, neste dia 13 de setembro, às 19 horas, na Escola Portfólio, em Curitiba!

Esta é a primeira obra do jornalista, amante da boa música, colecionador de discos e organizador, ao lado de sua esposa, da tradicional Feira Vinil Vivo!

Nesta obra, a primeira de uma coleção de 10 edições, Glomb fala sobre 20 discos que ele indicaria para qualquer pessoa do ano de 1970! São discos de rock, jazz, blues, soul e outras surpresas.

O jornalista não ficou preso ao formato “discos de sucesso” e nem mesmo aos estilos musicais mais tranquilos de se escrever – falando até mesmo de música caipira!

A obra tem o apoio da Nova Garagem e da Let’s Rock, que apostaram no projeto ousado!

No dia haverá também uma mini feira de vinil!

A obra Sobre o Som dos Setenta será vendida neste dia pelo valor de R$39, e você poderá comprar a sua edição autografada pelo escritor.

Serviço:
Lançamento do livro Sobre o Som dos Setenta
Data: Sexta, 13 de setembro, das 19h às 22h
Local: Escola Portfolio, Rua Alberto Folloni, 634 A – Juvevê, Curitiba
Página do evento, aqui
Entrada gratuita!

Organização:  Sobre o Som dos SetentaLet’s RockAntigas Novidades do RockEscola PortfolioObleas Originales