CABARET DE RUA NA PRAÇA RUI BARBOSA

Cabaret Macchina foto de Larissa Brum

Após circular por diversos espaços públicos da cidade, artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina na Praça Rui Barbosa

A partir desta quinta feira, dia 7 de junho, é possível assistir o espetáculo Cabaret Macchina do coletivo curitibano Casa Selvática na Praça Rui Barbosa. A peça retorna às dependências da Rua da Cidadania Matriz, de quinta à sábado às 20h e no domingo às 17h com entrada gratuita.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua.

Os artistas vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso.

Após circular por diferentes espaços públicos da cidade, o Museu Municipal de Arte (MUMA), o Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná, o estacionamento da sede administrativa da Rua da Cidadania da Cidade Industrial e nas dependências do Centro Cultural Boqueirão, os artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina para a Praça Rui Barbosa, espaço onde o espetáculo estreou integrando a Mostra Oficial do Festival de Teatro com participação especial de Karina Buhr.

Cabaret Macchina foto de Mariama Lopes

SERVIÇO:
CABARET MACCHINA – Uma pós-ópera anti-edipiana da Casa Selvática
Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
7,8,9 e 10 de junho (quinta, sexta e sábado às 20h e no domingo às 17h)
Entrada Gratuita
Confira a página do evento, aqui

Cabaret Macchina foto de Humberto Araujo

O LEÃO NO AQUÁRIO DA MINHA NOSSA CIA DE TEATRO RETORNA AO TEUNI

O Leão no Aquário. Foto: Lauro Borges

Espetáculo que integra o Projeto Câmbio, proposta de intercâmbio artístico, com dramaturgia mineira e direção carioca retorna em temporada no TEUNI com entrada gratuita.

Depois de uma temporada de casa cheia em 2017, O Leão no Aquário,  a MINHA NOSSA Cia. de Teatro, volta em cartaz de 17 de maio a 3 de junho, quinta a domingo, sempre às 20h, no TEUNI – Teatro Experimental da Universidade Federal do Paraná, localizado no prédio histórico da instituição. O espetáculo é realizado através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, com distribuição gratuita de ingressos.

Um homem, parado frente a uma parede branca, se pergunta repetidas vezes: o que está acontecendo? A partir deste instante de perplexidade, O Leão no Aquário, escrita pelo mineiro Vinícius Souza, apresenta, via fragmentos, importantes figuras na vida deste homem (mãe, amigo, ex-mulher e filho). A encenação dirigida pelo carioca Diogo Liberano apresenta um jogo em que os cinco atores da MINHA NOSSA se alternam no papel dos cinco personagens. Neste jogo, o espetáculo convida o espectador a também experimentar a possibilidade de se colocar em outra posição.

Nas palavras do diretor: durante o processo, interpretamos a trajetória desse Homem que sai de sua casa natal como uma trajetória por vezes inevitável. Porém, mais do que a aceitarmos facilmente, descobrimos também a importância de aprender a retornar para a nossa casa, cientes de que a nossa casa é tanto o lugar de onde vamos embora como também o espaço que nos gera.

Nesse sentido, mais do que simplesmente apresentar a história desse Homem que parte de sua casa natal (que poderia ser qualquer um), interessou à MINHA NOSSA encontrar e reforçar a força dos elos afetivos, sejam familiares ou entre amigos. É na manutenção dos afetos que a vida contemporânea encontra o alicerce fundamental para sobreviver frente à violência social, política e econômica. Em processo, foi-se descobrindo que aquilo que bate à porta desse Homem, aquilo que instaura nele momentos diversos de perplexidade, são justamente os noticiários que todos os dias atravessam a nossa vida íntima e privada. O Leão no Aquário pergunta: é possível se manter indiferente à vida em sociedade?

Para a MINHA NOSSA Cia. de Teatro, além da intensa troca com os dois artistas convidados, o que esta criação traz à tona é a possibilidade de perguntar ao fazer teatral qual é o seu propósito em relação às pessoas que estarão na sala de espetáculo assistindo à peça. De acordo com os criadores curitibanos, interessa olhar novamente às questões familiares, porém, com mais cuidado, noutra duração, reconhecendo que, antes de serem problemas, os dilemas familiares fazem parte de todo e qualquer ser humano, sendo por isso necessário cuidar deles ao invés de ignorá-los.

O Leão no Aquário integra a segunda etapa do Projeto Câmbio, proposta de intercâmbio artístico visando criar três espetáculos diferentes, nascidos do encontro da companhia curitibana com três diretores-dramaturgos: Dimis Jean Sores (de Curitiba/PR), Diogo Liberano (do Rio de Janeiro/RJ) e Vinicius de Souza (de Belo Horizonte/MG). Em cada uma das criações, as funções dos artistas convidados mudam, alterando o intercâmbio de experiências e gerando a criação de espetáculos com poéticas diversas das já experimentadas pela companhia.

A primeira etapa do Câmbio gerou a criação de Primavera Leste, com dramaturgia de Diogo Liberano e direção de Dimis Jean Sores, tendo estreado em abril de 2016 no Teatro Novelas Curitibanas. A última etapa do projeto ocorre em 2018 tendo dramaturgia de Dimis Jean Sores e direção de Vinícius Souza,  dramaturgo de O Leão no Aquário.

SINOPSE CURTA:
Perplexo, parado em frente a uma parede de sua nova casa, um homem se pergunta o que está acontecendo no mundo.

SERVIÇO:
Local: TEUNI – Teatro Experimental da Universidade Federal do Paraná
Praça Santos Andrade, 50 – Centro – 2º andar do Prédio Histórico da UFPR.
Data: de 17 de maio a 03 de junho de 2018, quinta a domingo, às 20 horas.
Entrada franca – Classificação Indicativa: 14 anos – Duração: 65 minutos.
OS INGRESSOS SERÃO DISTRIBUÍDOS A PARTIR DAS 19 HORAS.
Contato: emaildaminhanossa@gmail.com / (41) 98418- 4463 – Inés Gutiérrez
Confira a página do evento, aqui

Equipe de Criação
Dramaturgia: Vinícius Souza

Direção: Diogo Liberano
Elenco:  Fernanda Perondi, Léo Moita, Moira Albuquerque, Sávio Malheiros e Val Salles
Cenografia e Iluminação:  Erica Mityko e Raul Freitas
Cenotécnico: Sérgio Richter
Sonoplastia: Álvaro Antonio
Figurino: Felipe Custódio e Val Salles
Costureira: Ivete Rizzardi
Fotografia: Lauro Borges
Design Gráfico: Álvaro Antonio
Colaboração Corporal: Bia Figueiredo
Produção: Inés Gutiérrez
Assistência de Produção: Raul Freitas
Assessoria de Imprensa: Victor Hugo
Mídias Sociais: Thainá Cardoso
Incentivo: Grupo Positivo
Captação de Recursos: Sauí Cultural
Realização: Minha Nossa Cia. de Teatro e Girolê Produções Artísticas

CABARET MACCHINA NO PÁTIO DA REITORIA DA UFPR

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, Cabaret Macchina é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua

Após estrear na Mostra Oficial do Festival de Curitiba, com participação especial da cantora Karina Buhr e se apresentar ao lado externo do Museu Municipal de Arte, localizado no bairro Portão, o coletivo Casa Selvática apresenta CABARET MACCHINA no Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná nos dias 5, 6, 26 e 27 de maio, ​ nos sábados às 21h e domingos​ às 17h com entrada gratuita.

Os artistas da Casa Selvática vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso.

A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.

Para mais informações acesse www.selvatica.art.br ou siga nossa fanpage Selvática Ações Artísticas ou nosso perfil no instagram @selvaticaoficial, e acompanhe toda a programação do projeto.

SERVIÇO:
CABARET MACCHINA – UMA PÓS-ÓPERA ANTI-EDIPIANA
Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná
Rua XV de Novembro, 1299 – Centro de Curitiba
​5, 6, 26 e 27 de maio de 2018​
​Sábados às 21h e domingos​ às 17h
ENTRADA FRANCA
PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique,Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;
Fotografias: Mariama Lopes

Links:
site
facebook.com/SelvaticaAcoesArtisticas/
Youtube/Vimeo
www.instagram.com/selvaticaoficial/
https://twitter.com/selvaticx

CABARET MACCHINA NO MUSEU MUNICIPAL DE ARTE

 

Após estrear  CABARET MACCHINA no Festival de Curitiba, artistas da Casa Selvática iniciam circulação do espetáculo pelas regionais de Curitiba

A partir do dia 26 de abril, o coletivo curitibano Casa Selvática inicia a circulação do espetáculo CABARET MACCHINA por frestas, viadutos, vielas e fissuras da cidade de Curitiba. A  curta temporada de 3 apresentações acontece nos dias 26, 27 e 28 de abril sempre às 20h com entrada franca no Museu Municipal de Arte – MUMA (Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão).

Os artistas da Casa Selvática vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso

Serviço:
CABARET MACCHINA – UMA PÓS-ÓPERA ANTI-EDIPIANA
26, 27 e 28 de abril (quinta, sexta e sábado), às 20h
Museu Municipal de Arte – Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão, Curitiba
ENTRADA FRANCA!
Fotografias: cabaret macchina / credito: humberto araujo
Confira a página do evento, aqui

PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

ENCONTRO DE “SELVÁTICAS” NA MOSTRA 2018 DO FESTIVAL DE CURITIBA

Foto de Amira Massabki

Artistas da Casa Selvática estreiam espetáculo Cabaret Macchina com participação da cantora e compositora Karina Buhr

Comemorando seis anos de existência, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas estreia seu mais novo espetáculo, Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril na Praça Rui Barbosa, com entrada franca, integrando a Mostra Oficial do Festival de Curitiba.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr.

Desde o lançamento do seu último álbum, intitulado Selvática (2015), Karina Buhr e os artistas do coletivo tem estreitado laços. Em 2015 a cantora pernambucana radicada em São Paulo lançou na Casa Selvática seu livro Desperdiçando Rima em um evento que contou com performances, sarau e pocket shows dos artistas “selváticos” e convidados.

A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.

Para o diretor Ricardo Nolasco: “O cabaré foi considerado um subgênero pela história oficial do teatro, justamente por seu caráter popular em oposição aos modelos dramáticos europeus.”. Assim, o coletivo tem mergulhado na investigação desse formato através de uma cena híbrida, que mescla elementos das artes cênicas, performáticas e literárias. “Acreditamos no cabaré como o formato ideal para falar sobre questões que nos atingem, de um modo humorado e irônico, o cabaré tem sido a principal forma com que artistas do mundo inteiro tem conseguido fazer seus trabalhos resistirem de forma independente tendo a precariedade e a arte em processo não como limitadores, mas como características importantes do nosso tempo e dos países em questão”, complementa Nolasco.

Para a atriz e dramaturga Leonarda Glück, a obra de Heiner Müller se torna cada vez mais insistente na contemporaneidade. “Nos dias que correm os totalitarismos da alma, do estado e das instituições estão tão presentes e tão fantasiados de livre democracia, que os escritos de Heiner Müller estão mais atuais do que nunca. A sua Alemanha se reergueu depois da queda, mas deixou boa parte do globo ainda derrubada até hoje. Nós conseguimos estabelecer uma conexão direta entre sua obra e o Brasil de 2018, e a levaremos para a arena pública”, dispara.

”Heiner Müller partia da reescrita dos clássicos a fim de reaproximar estes de seus contextos, dialogar com ele e sua obra é para nós necessariamente adaptar mais uma vez, atualizar em nossos contextos, corpos e histórias” finaliza Ricardo.

Karina Buhr por José de Holanda

Cabaret Macchina
3 e 4 de abril às 21h
Festival de Curitiba
Rua da cidadania Matriz – Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
Entrada Franca
Página do evento, aqui

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique, Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;

 Links:
Site: www.selvatica.art.br

Facebook:
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MOVIMENTO ENXAME REALIZA PROJETO PALAVRA DE MULHER EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS-PR

Buscando aproximar o cotidiano do universo literário artistas do Movimento Enxame propõem encontros a partir da escrita de mulheres brasileiras.

No mês de março os artistas do Movimento Enxame apresentam o projeto Palavra de Mulher que consiste em 150 rodas de leituras de obras de escritoras femininas. Realizadas pelos artistas e mediadores Juliane Souto, Alisson Freyer e Lígia Quirino, cada encontro dura cerca de uma hora, em espaços públicos na cidade de São José dos Pinhais-PR.

Subsidiado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE), Palavra de Mulher tem como recorte temático a voz da mulher na literatura no Brasil do século XX e início do XXI, período fundamental para se compreender a relação e os mecanismos de poder e dominação simbólicos entre os sexos, e como se inscrevem na organização social e produção literária do nosso país.

Segundo Alisson Freyer, artista do movimento enxame e um dos idealizadores do projeto, trata-se de reunir um grupo e apresentar uma obra literária por meio da leitura em voz alta e fomentar a discussão da obra produzidas por mulheres. “Buscamos  nos debruçar sobre significativas obras de escritoras brasileiras, pensando também em discussões sobre o papel da mulher na sociedade e valorizar a produção da mulher na literatura” . Finaliza Alisson.

Além dessas ações, o projeto oferece a oficina O Aspecto relacional como constituinte da roda de leitura, para profissionais da área da cultura e educação da cidade de São José dos Pinhais.

Para mais informações acesse a fanpage e o perfil no Instagram @projetopalavrademulher

Quaisquer dúvidas, favor entrar em contato
(41) 99684-9506 – Victor Hugo – Assessor de Imprensa

TEM BUBUBU NO BOBOBÓ

Foto: Mariama Lopes

Coletivo curitibano comemora seis anos de ações artísticas em sua sede no bairro rebouças com evento gastronômico

No domingo dia 4 de março, os artistas do espaço cultural Casa Selvática comemoram seis anos de ações artísticas no bairro Rebouças com o evento gastronômico TEM BUBUBU NO BOBOBÓ. Tradicionalmente organizado pelo coletivo, o evento apresenta anualmente um cardápio elaborado pelo artista Gabriel Machado para setenta pessoas com entrada, prato principal e sobremesa nas opções vegetariana e vegana.

TEM BUBUBU NO BOBOBÓ homenageia em seu nome os tempos do teatro de revista, gênero híbrido e genuinamente brasileiro, que revelou nomes como Dercy Gonçalves, Virginia Lane, Oscarito e Grande Otelo.

A Casa Selvática funciona como um cabaré, e apresenta figuras da contracultura curitibana em um ambiente festivo, caloroso e irreverente. Entre as temáticas mais trabalhadas pelo coletivo estão questões relacionadas a gênero e sexualidade e a experiência de novas identidades.

Este ano os artistas integram a Mostra Oficial do Festival de Curitiba com a estreia o espetáculo de rua Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril às 21h, na Praça Rui Barbosa com entrada franca.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr. Após a participação no Festival de Curitiba, os artistas circulam pelas regionais apresentando o espetáculo nas ruas da cidadania dos terminais de ônibus da cidade.

No segundo semestre, o coletivo propõe a residência A Reinvenção do Cabaré, com apoio do Prêmio Iberescena de Apoio à Centros Ibero-Americanos de Criação Cênica em Residência, para artistas internacionais iberoamericanos e de outras cidades brasileiras na Casa Selvática. Os quatro artistas selecionados pela convocatória tem a disposição o espaço da Casa Selvática como residência e ateliê de criação durante vinte dias, com o intuito de desenvolver suas pesquisas artísticas dentro do gênero cabaré.

SERVIÇO:
TEM BUBUBU NO BOBOBÓ 2018 – 6 ANOS DE CASA SELVÁTICA
R$30,00
(Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba)
Vendas pelo site www.selvatica.art.br ou pelos telefones (41) 98807-2121 ou (41) 99611-5910 / Fanpage
*** A CASA ACEITA CARTÕES DE DÉBITO E CRÉDITO ***

Cardápio
Entrada: Tacos recheados com abacate, pimenta rosa e folhas verdes (acompanha maionese defumada e barbecue de abacaxi)
Principal: Conchiglione recheado com alcachofras, queijo fresco e amêndoas ou batatas laminadas servidas com ragu de cogumelos, jambu e tucupi
Sobremesa: Torta de maçãs flambadas no whisky servida com creme catalão

Confira a página do evento, aqui

HOJE ::: CUTELO ASSASSINO – UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES NO AP DA 13

CUTELO ASSASSINO – Uma Tragédia Grega de Atrocidades

ÚNICA APRESENTAÇÃO

Amygdalota, espartana, esposa do grego Tartarian, quer reconhecimento pelos anos casada. Ela prepara o jantar: um frango é manipulado, cutelado e cozinhado em cena.

Após mais uma tentativa de dominação através da cultura, do sexo e do território de um homem sobre uma mulher, ela vira o jogo.

A linguagem é híbrida, teatro e cinema dialogam. A cena real e a cena cinematográfica, projetada, estão simultaneamente presentes para o público.

Este é voyeur do cotidiano do casal, que discutem a relação. A encenação teatral se utiliza da linguagem cinematográfica na ocupação de uma casa com a multiplicação da cena através do vídeo e do áudio, possibilitando ao público acompanhar a cena presencialmente ou assistir como em um cinema.

A dramaturgia de Leonarda Glück ironiza a tradição grega como pano de fundo para uma tragicomédia mordaz e ácida.
Ambientes se fundem ao acompanhar a última hora desse casamento.

Onde estará a Luz nas Trevas?

Edição AP. DA 13

Criadores desta Edição:
Texto – Leonarda Glück
Encenação e Atuação – Patricia Saravy e Ricardo Nolasco
Som – Jo Mistinguett
Olhos de Câmeras – Guilherme Chalegre, Renata Correa, Lais Melo
Arte do espaço – Patricia Cipriano.
Produção – Victor Hugo
Apoio e Parceria – Selvática Ações Artísticas e Casa Selvática.

Serviço:
Gênero – Tragicomédia
Classificação: 18 anos
Local – Ap. da 13 – Rua Treze de Maio, 1001, apto 01, centro de Curitiba.
Data – 05/12/2017 – terça-feira
Entrada – R$20 / R$10

Agradecimentos aos parceiros – a todxs artistas selváticxs, Leonarda Glück, Fabia Regina, Fábio Kinas, Maikon K, Karina Flor, Jeff Grochovs, Amabilis de Jesus, Gustavo Bittencourt, Luigi D’Angelo, Pedro Mansa, Bistrô da Flor, Cândida Monte, Well Guitti e Bar Ornitorrinco.

Página do evento, aqui

ABERTURA DA AMOSTRA URBANA

Abertura da Amostra Urbana
Cabaré Voltei apresenta: Trombada de Cabarés!
Praça 29 de Março, em Curitiba
7 de Novembro às 19 horas
EVENTO GRATUITO

Traga sua apresentação para o Sarau!

Faça chuva ou faça sol estaremos nas ruas.

“Agora voamos em nossa ave máquina, voamos para fora dos teatros e museus. Poucos de nós sobreviveram. Nos fazemos cidade, Zonas Autônomas Temporárias, buscando brechas,
frestas e interstícios. Aqui em meio a organização da polis, em meio aos arranhacéus insistimos em tentar. Fracassar. Tentar de novo. Fracassar de novo. Fracassar melhor.
É de Curitiba (a capital mais fria do país, a roça iluminada, terra de vampiros e polacas) que lançamos nossa voz. No ano cósmico de mais uma revolução que malogrou.
Para Gilda, com ardor.”

II Manifesto do Cabaré Voltei (2014)
Há 101 anos Zurique apresentava ao mundo um espaço que mudaria a história da arte: O Cabaré Voltaire – local de apresentação e experimentos do movimento Dadá. Apresentamos o Cabaré Voltei – versão brasileira, traduzida, antropófaga, debochada, latinoamericana e contemporânea daquele que foi um dos mais importantes espaços das vanguardas modernas. Assim, conclama artistas indignados experimentais (e que possuam uma vida experimental) das distintas formas que as variedades assumiram no decorrer da história como o vaudeville, a Revista Brasileira, o circo teatro, a ópera bufa, o cabaré político mexicano, o burlesco e a performance art para compartilhar trabalhos processuais e ocupar o espaço público para uma reconstrução do cabaré em Sarau Aberto numa grande trombada de cabarés com as atrações comandadas pelas dãmas indignas das alterosas do Varejão (BH), MOVEDETE EX MACHINA, O Estábulo de Luxo, Coletivo Casa Selvática e a Universidade Livre de Charlatanismo e o seu Cabaré Místico.

Assim como fizeram os nossos antepassados, exortamos todos os artistas de Curitiba (e também os que estejam de passagem pela cidade) para que compareçam com sugestões e contribuições de até 7 minutos, sem se preocupar com essa ou aquela orientação artística, para compor o nosso sarau. Manifestos, performances, shows, números musicais, poemas, antigas canções de cabaré e charlatanismos de todos os tipos reunidos de acordo com o princípio estabelecido pelo cabaré: um número após o outro, com tempo mínimo de intervalo, transparecendo ao mundo que todos somos mentes independentes vivendo por ideias diferentes, e assim propondo ao público e participantes uma variedade de atrações inusitadas em um mesmo dia.

Atrações confirmadas:
– Varejão (Belo Horizonte/MG)
– ULC (Universidade Livre de Charlatanismo) e o Cabaré Místico
– MOVEDETE EX MACHINA (Curitiba/PR e Belo Horizonte/MG)
– Núcleo O Estábulo de Luxo (Curitiba/PR)
– Coletivo Casa Selvática
– Maikon K (Curitiba/PR)
– Juana Profunda (Curitiba/PR)
Etruska Waters e convidadxs (Curitiba/PR)
– Júlia Campos (Curitiba/PR)
– Plácida Domingas (Republica de Curitiba)
– Rubia Romani (Curitiba/PR)
– Melina Mulazani e Luciano Faccini (Curitiba/PR)
– Bruno Lops (Curitiba/PR)
Limerson Morales (Bauru/SP)

“Enquanto o fascismo avançar por todos os lados, enquanto formos controladxs pelas estruturas do biopoder, e antes da injustiça se perpetuar em falhas políticas e sociais: haverá Cabaré!”

TRAGA SUA APRESENTAÇÃO PARA O SARAU
ENTRADA FRANCA”

fonte

PRIMEIRA MOSTRA DE ARTES NA RUA CHEGA EM CURITIBA

AMOSTRA URBANA promove na cidade um conjunto de ações culturais que têm em comum a rua como matéria de invenção artística.

Em sua primeira edição, a AMOSTRA URBANA acontece entre os dias 7 a 19 de novembro, a programação é estruturada com apresentações artísticas; oficinas; palestras e Conversas à Mostra: bate-papo entre artistas e participantes. Realizadas em espaços públicos, essas ações têm o objetivo de promover encontros e trocas, incentivando outras formas de habitar e se relacionar com a cidade.

Com curadoria de Juliana Liconti, Ricardo Nolasco e Renata Cunali, a AMOSTRA URBANA conta com a presença de artistas convidados e artistas selecionados através de convocatória, que teve 141 trabalhos inscritos. Essa segunda etapa foi extremamente importante, por ampliar o olhar da curadoria. 

Entre artistas e coletivos que compõem a programação  da AMOSTRA URBANA estão: ERRO GRUPO, O Estábulo de Luxo, Selvática Ações Artísticas, Moira Albuquerque, Eleonora Fabião, Fernanda Eugênio, Ana Dinger, Henrique Saidel, Marina Viana, Coletivo Cartográfico, Vanilton Lakka e o quandonde intervenções urbanas em arte, Erica Storer, Projeto Corpo Tempo e Movimento, Jordi Tasso, Filhas da Fruta, Estúdio de Arte Rebelde, Minimídias Labnômades e Elilson Nascimento.

A mostra propõe as Conversas à Mostra com o intuito de compartilhar questionamentos que cercam os processos de criação dos participantes da AMOSTRA URBANA. São cinco rodas de conversa sobre temas que atravessam as investigações dos artistas que compõem a programação e que também estão em evidência na criação de ações no/para/com o espaço público.

Para conferir toda a programação da AMOSTRA URBANA acesse  www.amostraurbana.com.br

Moira Bicho / Foto: Lauro Borges

SERVIÇO:
AMOSTRA URBANA
7 A 19 DE NOVEMBRO NOS ESPAÇOS PÚBLICOS DA CIDADE
WWW.AMOSTRAURBANA.COM.BR
@AMOSTRAURBANA