BFACE RETORNA COM ÁLBUM “EGORITMOS”

Trabalho reúne participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki

O flow de Bface se encontra a tons de jazz e folk angolano e samples de Flaming Lips e Itamar Assumpção em “Egoritmos”, novo álbum do beatmaker, produtor, compositor e rapper curitibano lançado pelo seu selo Suite Music. O segundo trabalho solo do artista amplia a sonoridade que ele vem construindo no cenário musical nos últimos 10 anos, mas sem abrir mão de explorar novos BPMs e padrões rítmicos.

Desde o título, o disco escancara sua provocação com os conceitos de algoritmo, ego e ritmo. Indo do micro para o macro e do pessoal para o universal, Bface entrega letras sobre a relação da arte com números, polêmicas da era da internet, crises de identidade, ansiedade, resistência e resiliência diante do racismo e autoritarismo vividos no cotidiano. “Egoritmos” é uma afiada crítica à cultura musical online, que afeta o psicológico dos artistas com seus algoritmos e muda o mundo da arte, traduzindo a relevância e qualidade de uma obra em números.

Pensado inicialmente como um EP, o álbum foi ganhando forma ao longo de dois anos. Se no começo do processo, a ideia era trabalhar com beats e temas pré-selecionados, logo foi ficando claro que era necessário um fluxo mais livre para deixar que as faixas falassem por si só. Assim, além das batidas do próprio Bface, “Egoritmos” conta com uma faixa produzida por EricBeatz e duas por Jxtacincx, além de participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki.

Bface surgiu na explosão do rap underground nacional do início dos anos 2000. Em 2005 iniciou sua jornada artística, aprendendo de forma autodidata a produzir beats e a gravar suas próprias composições. A partir de 2009, passou a compor diversos projetos coletivos que renderam mixtapes e eventos em Curitiba e região. A paixão pelo rap se uniu ao interesse pela história da música e pelas coleções de LPs, fazendo com que a pesquisa de samples e a apreciação de diversos gêneros musicais sejam partes fundamentais e características do seu trabalho.

A partir do single “O Som da Chuva” (2009), surgiram grupos e projetos coletivos culminando no primeiro lançamento de impacto “Bface apresenta: Suite Para Corações Urbanos”, uma coletânea com diversos artistas falando de amor em faixas produzidas pelo artista. De 2014 a 2016 foi um período dedicado à produção de outros artistas até o single “Rec ON”, acompanhado de clipe, projetar Bface para fora da cena local e abrindo caminho para a sequência de “O Infame” e “Práxis”, singles que integraram o álbum de estreia, “Gradientes” (2018). O disco apareceu em algumas listas de álbuns notáveis daquele ano e rendeu participação em vários projetos de sessions, como Sofar Sounds, HAI Studio, Estufa entre outros.

Bface. Crédito foto: Gustavo Salun

Ficha técnica
Todas faixas produzidas por Bface, com exceções Jetpack e Devaneio em Sol produzidas por Jxtacincx e Torrents produzida por EricBeatz
Gravação, Mix e Master: Bface
Direção de Arte e Design: Bface
Foto: Gustavo Salun
Produção Executiva
Amanda Tintori e Bface
Gravadora Suite Music

Ouça “Egoritmos”: www.suite.fanlink.to/egoshit

Acompanhe Bface:
www.soundcloud.com/brunobface
www.twitter.com/BfaBface
www.instagram.com/bfacee

BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

Livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA. Autora: Selma Baptista. Documentário: Jessica Candal. Fotografias: Shigueo Murakami, Lucas Pereira Nery e Alice Pizzaai Goltz. Textos adicionais: Jaques Brand, Renata Carvalho Rodrigues Souza. Curitiba. 2020. Produtora Transpira. 194 p. Preço: DISTRIBUIÇÃO GRATUITA.

Sinopse:
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica. O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo, co-dirigido com Camila Macedo, KBU, Mano Jhow.

Sobre a Autora:
Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: O livro na versão impressa está disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto: BAR MÃE, Rua Treze de Maio, 512, bairro São Francisco. GALERIA SOMA, R. São Francisco, 179, bairro São Francisco. BICICLETARIA CULTURAL, R. Presidente Faria, 226, Centro. COLETIVO SFco179, R. São Francisco, 179, São Francisco. Endereços em Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba / Realização: Transpira. 

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

Sobre o FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

MANO BROWN LANÇA SÉRIE DE ANIMAÇÕES COM MÚSICAS DO DISCO ‘BOOGIE NAIPE’


Mano Brown lança série de animações com músicas do disco ‘Boogie Naipe’, confira aqui  no Bocada Forte.

Ouça #MulherElétricaem todas as plataformas!
Se inscreva no canal (Boogie Naipe no Youtube) e ative o sino de notificação para não perder nenhum lançamento.

Série de vídeos exclusivos sobre o cd Boogie Naipe produzidos por Alexandre de Maio.

FICHA TÉCNICA:
PRODUÇÃO: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES
LETRA: MANO BROWN / DU BRONKS
PROGRAMAÇÃO DE BATERIA / TECLADOS: WILLIAM MAGALHÃES / MANO BROWN
RAP: MANO BROWN
VOZES: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES
MULHER ELÉTRICA é incidental de ELETRIC LADY Interpretado por CON FUNK SHUN
MIXAGEM: CACÁ NO ESTUDIO YB, SP | DG NO QUAD STUDIO, NY

fonte: Boogie Naipe no Youtube.

BRASIS NO PAIOL EM CASA ANUNCIA EDIÇÃO DE OUTUBRO

Monna Brutal. Foto: Rogério Fernandes

Projeto traz apresentações de 10 artistas curitibanas, curitibanos e paulistas nos dias 24 e 25 de outubro, sábado e domingo.

Enquanto a vacina não chega, Brasis no Paiol migra do icônico teatro curitibano para a sala da casa das/dos/des artistas. A segunda edição online do projeto traz 10 shows, distribuídos entre os dias 24 e 25 de outubro. Entre eles estão as rappers paulistas Mel Duarte, uma das idealizadoras do Slam das Minas SP, Monna Brutal e o Kiko Dinucci. De Curitiba, participam as compositoras Rubia Divino, Trio Armorial, Bruna Lucchesi, Hillbilly Rawhide, Wes Ventura, Louie R. e Tapuia Trio. As apresentações serão no canal do Projeto Brasis no Youtube, a partir das 18h, com direito a bate papo com as bandas no chat.

Com a alteração para o formato online, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Uma das exigências do edital é que 70% das pessoas que se apresentem sejam de Curitiba, fomentando o setor cultural regional. A nova versão também aumentou a abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, os shows poderão ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.

A primeira edição do Brasis em Casa, realizada nos dias 26 e 27 de setembro, contou com mais de 2 mil visualizações e as seis horas de shows e discotecagens estão disponíveis no no canal “Projeto Brasis” no Youtube. Ainda tem outros três fins de semana: 21 e 22 novembro, 18 e 19 de dezembro, 23 e 24 de janeiro.

Programação #BrasisEmCasa outubro

24 de outubro, sábado:
18h – Rubia Divino (PR)
18h30 – Trio Armorial (PR)
19h – Kiko Dinucci (SP)
19h30 – Bruna Lucchesi (PR)
20h – Hillbilly Rawhide (PR)

25 de outubro, domingo
18h – Mel Duarte (SP)
18h30 – Wes Ventura (PR)
19h – Monna Brutal (SP)
19h30 – Louie R. (PR)
20h – Tapuia Trio (PR)

Brasis no Paiol
Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol está em sua oitava temporada. Neste ano, com uma mudança no formato e no número de apresentações. Os shows saíram do tradicional Teatro do Paiol e passaram a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021.

Realizado pelos produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da Curitiba, apresentam novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais. Até hoje, já foram mais de 70 shows.

Em 2020, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Ebanx e o apoio da Effex Tecnologia e Criação, Cliteriosa Comunicação e haharadio.

Serviço
Brasis em Casa
24 e 25 outubro, a partir das 18h.
Transmissão canal Projeto Brasis: https://bit.ly/youtubebrasis
Mais informações no evento: aqui 

fonte: Cliteriosa Comunicação No ponto

ARTISTAS SE REINVENTAM DURANTE PANDEMIA MUNDIAL

Foto: Marcus Cicarello

Não há quem não tenha sido afetado pelas transformações que vêm acontecendo mundialmente por conta do COVID-19. Para alguns setores, a dificuldade é ainda maior. Um dos segmentos mais afetados pelo coronavírus é o de eventos e entretenimento. Artistas de diversas áreas estão tendo que se reinventar de diferentes maneiras para continuar angariando público e também ajudar os mais necessitados.

Artistas famosos têm promovido lives com milhares de espectadores e lançam músicas e clipes que já tinham sido programados em momento pré isolamento social. Mas para artistas locais a realidade é outra. Esses artistas precisam continuar, de alguma forma, produzindo o seu ganha pão.

O formato live também funciona para profissionais com menos seguidores nas redes, e os artistas aceitam couvert via sistemas de pagamento online e depósitos. Professores de música e arte estão focados em desenvolver os melhores métodos de cursos e aulas online. Os profissionais lançam vídeos e músicas em plataformas que pagam por visualizações, downloads e interações. A venda de ingressos antecipados, com desconto, para quando voltar a possibilidade de aglomerações são outra opção para artistas de dança, teatro e circo. Até festa com link exclusivo, cobrando entrada, já se viu nessa quarentena.

A banda ROMA, de Curitiba, formada pelos músicos Arthur Wog, Dáphene Zandoná e Felipe Brasil conta como está passando esse período sem shows, bares e eventos: “Nós estamos fazendo lives semanais, aceitando pagamentos voluntários. Estamos com parcerias com outros perfis no Instagram, que queiram nos entrevistar ou parashow ao vivo. Também continuamos produzindo novas músicas. Acho que o mais importante agora é não ser esquecido”, comenta Arthur.

As artes e a cultura são um alento nesse momento tão difícil. “Vimos pelo mundo todo vídeos de diversas expressões artísticas, e no Brasil a conclusão é que justamente agora é a hora ideal para lançar material novo. As pessoas estão precisando se divertir um pouco nesse momento pesado. Além de gerar conteúdo, incentivar as visualizações no YouTube e que mais pessoas escutem nossas músicas nos streamings”, finaliza Dáphene sobre o lançamento do clipe “Porta Aberta”.

Serviço
O clipe Porta Aberta foi lançado dia 05/05, terça-feira, às 19h00, em uma live no Instagram pelo perfil @roma.music.br e no YouTube pelo canal Kremaria Records

Sobre a Banda
A banda ROMA é um projeto autoral formado pelos músicos Arthur Vog, Dáphene Zandoná e Felipe Brasil. Juntos, cantam músicas sobre amor e todas as suas formas, misturando a batida do rap e hip hop, a melodia do mpb e pop. A formação do trio existe desde 2019, e apesar do pouco tempo de banda, já acumulam experiências muito relevantes no currículo. Entre elas, a participação no festival “Canta Curitiba”, promovido pela prefeitura municipal, onde ficaram entre os 4 finalistas dos mais de 200 inscritos.

DOCUMENTÁRIO ‘RPW 20 ANOS’

Sinopse:
O grupo de rap RPW surgiu em 1991. Formado por Rúbia Fraga (MC e Letrista), W-Yo (MC e Letrista) e DJ Paul (DJ e Produtor), revolucionaram o rap nos anos 90 com a criação do estilo Bate-Cabeça, sendo o maior diferencial do grupo e referência para tantos outros que chegariam depois. O fato de um homem e uma mulher dividindo o palco e as rimas tornou o grupo pioneiro na proposta de equidade de gênero.

Em 2001, o grupo decide dar uma pausa nas apresentações e cada integrante seguiu com novos trabalhos: Rúbia fez seus projetos com o “Minas na Rima” e “Hip Hop Mulher”, W-Yo foi também membro fundador e integrou o polêmico grupo Verbo Pesado e DJ Paul como free lancer na banda Pavilhão 9, tocando também no Rock in Rio III. Em 2004, o grupo decide voltar à estrada com uma turnê pelos estados do Sul e Sudeste do país iniciando em Porto Alegre (RS), seguindo para outras cidades, em Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Apresentando shows em vários eventos com segmentos diferenciados como skate, rock, rap, underground, etc. Em 2006 voltam à estúdio e com produções dos djs KL Jay e Cia, gravam o disco “Talento não morre, recicla!” que foi lançado pelo próprio selo do grupo o “Beba Mais Produções”. 

Atualmente é o único grupo dos anos 90 que segue com a formação original e comemorou em 2011 seus 20 anos de contribuição à Cultura Hip Hop, por isso, lançarão o dvd “RPW 20 ANOS”, primeiro do grupo até o final de 2012.

fonte : A Escotilha – “RPW: a incendiária mistura entre sexo, cerveja, skate, rap e hardcore”

MISTURA SONORA DE DOW RAIZ CHEGA AO TEATRO DO PAIOL

Dow Raiz. Foto: Luciano Meirelles – HAI studio

Rapper curitibano é atração de setembro do projeto Brasis no Paiol. 

O rapper curitibano Dow Raiz leva sua mistura de rimas, batidas e influências para o projeto Brasis no Paiol 2019. O artista, que há alguns anos está entre os destaques nacionais, apresenta-se no icônico palco de Curitiba no dia 12 de setembro, quinta-feira, às 20h. Os ingressos, com valores a R$ 10 e R$ 5, estão à venda na Capela Santa Maria e no Teatro do Paiol. 

O show tem como base o repertório do EP “As Profundezas de um Tempo Danger”, que Dow Raiz lançou em abril deste ano. No trabalho, o rap é a linha mestra, com as clássicas batidas boom bap do hip hop, mas passando também pelo jazz, trap, funk e diferentes estilos da música brasileira. O disco marca a fase em que o artista mudou-se de Curitiba para São Paulo e firmou-se como um dos destaques nacionais do rap, com passagens pelo projeto Rap Box e Showlivre.

A carreira do rapper começou em 2007. Após fazer parte dos grupos Inthefinityvoz e Unification, ganhou destaque nacional com o lançamento da faixa “Abrafé de Abraão”, em 2013. No mesmo ano, lançou o álbum “Antibióticos de Rua”. 

No palco, Dow estará acompanhado pelo DJ Morenno Mongelos, Ian Giller na bateria, Allan Giller no baixo, Chico Han na flauta, Gabriel Gaiardo no piano, Du Gomide na guitarra e Will Costa na percussão. 

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2019: 
– 24 de outubro: Plutão já foi Planeta (RN) 
– 21 de novembro: Edgar (SP) 
– 05 de dezembro: Bernardo Bravo (Curitiba) 
– 19 de dezembro: Anelis Assumpção (SP) 

Brasis no Paiol 
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano. 

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara, Hostel O Bosque e Zoloo Videolab. 

Serviço 
Dow Raiz no Brasis no Paiol 
data: 12 de setembro, quinta-feira, 20h 
local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n 
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) 
Página do evento: aqui

Pontos de venda: 
– Capela Santa Maria: R. Conselheiro Laurindo, 273 
Horário bilheteria: terça à sexta, 9h às 12h e 14h às 18h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos). Telefone: (41) 3321-2840. 

– Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n (vendas a partir do dia 20/08, havendo disponibilidade de ingressos) 
Horário bilheteria: Terça à sexta, 14h às 17h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos). Telefone: (41) 3213-1340. 

COM INÍCIO NESTA QUINTA-FEIRA (20), FIMS REÚNE AGENTES DA PRODUÇÃO MUSICAL NACIONAL E INTERNACIONAL EM CURITIBA

crédito foto: Nicolas Salazar

A terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS traz neste ano além da programação diversos shows no ‘Circuito Off’

Entre os dias 20 e 22 de junho, o Portão Cultural, em Curitiba, recebe a terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS. Considerado um dos principais eventos de negócios do setor musical no sul do país, além da programação oficial, a Feira apresenta diversos shows nos espaços culturais da cidade. 

Neste ano, palestras, mesas, debates, rodadas de negócios, showcases e o circuito off, atraem o público e diversos agentes da cadeia produtiva da música nacional e internacional.

Em 2019, as inscrições nos showcases superaram a edição passada. Para o desempate, foi utilizado o critério de distribuição geográfica com foco na região sul.

Entre os selecionados estão, A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba), Janine Mathias (Curitiba), Caburé Canela (Londrina), Dandara Manoela (Santa Catarina), Yangos (Rio Grande do Sul), Modernas Ferramentas Científicas de Exploração (Rio Grande do Sul), MARTTE (São Paulo) e o rapper Sucio Bang (Colômbia).

Neste ano, duas palestras compõem a grade. A diretora de pesquisa do DATA SIM (núcleo de pesquisa da SIM São Paulo), Dani Ribas retrata a importância de dados e informações confiáveis para o desenvolvimento do mercado da música.

O diretor de design estratégico da Rizoma Aceleradora de Projetos Culturais, Iuri Freiberger, traz a discussão sobre o desenvolvimento de novas formas do design para projetos criativos no mercado da música.

Ao todo, seis temáticas englobam as mesas tendo como pano de fundo o contexto da tecnologia. Com destaque para as mesas sobre ‘o papel da pesquisa musical na era da infobesidade’, ‘ dificuldades de se lançar um álbum independente’ e ‘música brasileira no exterior’.

Entre artistas, jornalistas e produtores participam, Lio Soares (Tuyo), Pena Schmidt (Lista das Listas), Fer Isella (Limbo Music / SoL Madrid), Fabi Pereira (Papo de Música / FARO), Tony Ayex (Tenho mais discos que Amigos), Melina Hickson (Porto Musical), David McLoughlin (Brasil Calling), Filip Košťálek (Festival Colours) e outros.

No eixo profissionalizante da FIMS, seis cursos de curta duração trazem diversos especialistas do mercado da música, entre eles, a gerente de marketing da Habro Music, Renata Gomes; os produtores, Alec Haiat e Samuel Galdino do Projeto Suspechos; o produtor musical e proprietário do Grupo UN Music, Barral Lima; os produtores do Centro Europeu/AIMEC, Alonso Figueroa e Danilo Bencke (AIMEC); a brand da agência Talquimy, Tathy Moura e o curador e programador do espaço Agulha (RS), Guilherme Thiesen Netto.

No complexo do Portão Cultural, a Casa da Leitura Wilson Bueno será o espaço dedicado para a troca de ideias entre os profissionais de entidades do Sesi Cultura (PR), DaleGig, Sarau As Mina Tudo (SP), Soundscape, Tenho mais discos que Amigos e Rádio Butiá Brasil.

Além da programação oficial no Portão Cultural, após as atividades, acontecem paralelamente em diversos espaços da cidade, os shows com Lemoskine (PR), Leo Fressato (PR), Fernando Lobo (PR), Thaïs Morell (PR), Janine Mathias (PR), Kia Sajo (SC), Bananeira Brass Band (PR), Cida Airam (PR), Trabalhos Espaciais Manuais (RS) e DJ Manoel Canepa (RS).

Para os interessados em participar de todas as atividades da FIMS, o  credenciamento deve ser feito pela plataforma do Ingresso Nacional (a partir de R$40). Confira a programação detalhada no site oficial: fims.com.br

Serviço:

3ª Feira Internacional do Música do Sul
Onde: Portão Cultural –  Av. Rep. Argentina, 3.432 – Portão, Curitiba
Quando: Entre os dias 20 e 22 de junho de 2019
Site: fims.com.br