CAVERNA

Movimentação subterrânea na bicicletaria cultural (em Curitiba) com evento independente para desestabilizar o que está fixado

Na sexta feira, 23 de novembro a partir das 19h no espaço cultural Bicicletaria Cultural acontece a primeira edição da Caverna, híbrido de arte, festa e performance. O evento é uma iniciativa independente de artistas residentes em Curitiba buscando construir um espaço para que realizadores da cidade possam mostrar seus trabalhos.

Com foco na construção de música eletrônica ao vivo e discotecagem performática, a Caverna apresenta propostas em Live P.A, experimentações, luz, imagem e uma mostra de videoarte para artistas LGBTQI. A convocatória para enviar o material em videoarte está aberta até o domingo, dia 18 de novembro.

A escolha da Bicicletaria Cultural como espaço para a realização da primeira edição da Caverna se deu pela localização central de fácil acesso, próximo a estação Central de ônibus. Os artistas Paola Ramos (PIPOCA) (UK), Camila Vanucci (CWB) e Tiago Rubini (SP) foram convidados para apresentar suas pesquisas em diferentes formatos e propostas.

O evento conta com a realização de FLASH TATTOO  pelo valor de R$100, com a artista visual Fran Helene, de matinhos, e da exposição da publicação CONSERVA das artistas Daniele Cristyne e Anna Carolina Azevedo. Para a divulgação do evento foram impressos flyers em formato de zine com textos das artistas Agnes Ignácio e Maiara Barros.

Serviço:
Caverna
Dia 23 de novembro a partir das 19h
Bicicletaria Cultural  – Rua Presidente Faria, 226, Centro de Curitiba – PR
Entrada: R$5,00
Confira a página do evento, aqui
Mais informações:
Fanpage @caverna
instagram @cavernaunderbrasil

 

CABARET MACCHINA NO PÁTIO DA REITORIA DA UFPR

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, Cabaret Macchina é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua

Após estrear na Mostra Oficial do Festival de Curitiba, com participação especial da cantora Karina Buhr e se apresentar ao lado externo do Museu Municipal de Arte, localizado no bairro Portão, o coletivo Casa Selvática apresenta CABARET MACCHINA no Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná nos dias 5, 6, 26 e 27 de maio, ​ nos sábados às 21h e domingos​ às 17h com entrada gratuita.

Os artistas da Casa Selvática vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso.

A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.

Para mais informações acesse www.selvatica.art.br ou siga nossa fanpage Selvática Ações Artísticas ou nosso perfil no instagram @selvaticaoficial, e acompanhe toda a programação do projeto.

SERVIÇO:
CABARET MACCHINA – UMA PÓS-ÓPERA ANTI-EDIPIANA
Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná
Rua XV de Novembro, 1299 – Centro de Curitiba
​5, 6, 26 e 27 de maio de 2018​
​Sábados às 21h e domingos​ às 17h
ENTRADA FRANCA
PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique,Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;
Fotografias: Mariama Lopes

Links:
site
facebook.com/SelvaticaAcoesArtisticas/
Youtube/Vimeo
www.instagram.com/selvaticaoficial/
https://twitter.com/selvaticx

ATORES, MÚSICOS E DRAG QUEENS CELEBRAM O BREGA EM SHOW MUSICAL

Simone Magalhães. Crédito da foto: Luizo Cavet 

O que torna uma coisa brega? É ser popular? É ser exagerada? Sentimental? Tudo que é popular é brega?

O certo é que a cultura popular e a erudita sempre se alimentaram uma da outra. A gente vê isso na moda, quando, por exemplo, um designer renomado usa tecidos ou estampas que são de gosto popular, isso vira tendência nas revistas e desfiles por uma estação, e pouco tempo depois as mesmas estampas e tecidos estão de novo nos camelôs e shoppings populares. Na música, a gente também vê o tempo todo certos ritmos e estilos sendo reinventados passando do gosto popular pra grupos mais restritos, e depois serem novamente reinventados pela cultura popular. Isso aconteceu com o funk, com o soul, o hip hop, o samba, e com o próprio brega – que também é um estilo musical.

Reunindo 15 artistas em cena, entre atores, músicos e drag queens, Breguenaits propõe uma celebração da cultura brega num show que mistura música, teatro e humor. No repertório, sucessos de Wanessa Camargo, Fafá de Belém, Nelson Ned, Molejo, Sula Miranda, entre vários outros.

“A gente partiu dos artistas com quem tínhamos vontade de trabalhar. Falamos com as pessoas e vimos o que elas tinham vontade de fazer, que músicas elas tinham vontade de interpretar em cena”, conta Luciano Faccini, músico e compositor que surgiu com a proposta e também produz o evento. “A etapa seguinte foi tentar organizar com isso um repertório que passasse por diversos estilos e épocas, com foco na música brasileira e latino-americana, e que fosse engraçado, envolvente, emocionante”, complementa Dalvinha Brandão, que é drag queen e também produtora dessa noite.

Segundo Luciano, o processo de ensaios trouxe várias descobertas. “Todo mundo ficou muito empolgado com a ideia. Cada um carrega consigo uma ideia do é brega, e essa celebração também é uma relação afetiva que estende por coisas como onde cada um nasceu ou cresceu e como era esse ambiente musical”. Ele continua: “A gente foi vendo que, ao mesmo tempo em que tinha uma vontade grande de tocar essas músicas, lá no fundo às vezes tinha uma resistência, uma vergonhinha. Mas a banda foi criando uma sintonia tão forte, e os músicos já se conhecem e tocam junto há tempos, então tudo foi fluindo de um jeito muito tranquilo”.

Sobre o público, eles esperam reunir uma grande diversidade de pessoas. “É o tipo de show que qualquer pessoa pode gostar, tanto faz a idade, profissão, gênero, se é rico, pobre, todo mundo lá no fundo conhece essas músicas de cor e adora cantar junto. E o espaço, o Basement, também é um lugar que recebe as pessoas muito bem”, comenta Luciano. E Dalvinha completa: “Pode convidar o pai, a avó, o colega de trabalho, a professora, a vizinha, que todo mundo vai se divertir, estamos garantindo”.

Para o restante da noite, a dupla garante que ninguém volta pra casa tão cedo. “Uma das várias parcerias felizes que a gente teve foi com os DJs André Cardoso (Gosmma) e o Gui Jaccon, que fazem a Festa das Excluídas e a Laquê 80. Os dois pesquisam muito essas vertentes da música brasileira e vão trazer música pra gente dançar até ficar sem pé”, conta Dalvinha.

Fernanda Fuchs. Fotografia: Luizo Cavet

Serviço:
Breguenaits
DATA/HORA: 13 de abril, às 21h.
LOCAL: Basement. R. Des. Benvindo Valente, 260. São Francisco, Curitiba, PR.
INGRESSOS: R$40 e R$20 reais (meia entrada).
Antecipados: aqui
Página do evento: aqui
Facebook: www.facebook.com/breguenaits/

Etruska Waters. Fotografia: Luizo Cavet

FICHA TÉCNICA
Concepção e Produção: Luciano Faccini e Dalvinha Brandão
Elenco: Jo Mistinguett, André Garcia, Amira Massabki, Luciano Faccini,
Simone Magalhães, Leo Fressato, Etruska Waters, Daniel D’Alessandro,
Juana Profunda, Fernanda Fuchs, Amira Massabki, Acácio Guedes, Melina Mulazzani, Barbie Égua, Patrícia Cipriano, Darlene Lepetit.
Direção de cena: Cândida Monte
Preparação vocal: Roseane Santos
Fotos (Divulgação): Luizo Cavet
Vídeos (Divulgação): Carol Winter

Dalvinha Brandão. Crédito foto: Luizo Cavet

Contato imprensa: Gustavo Bitencourt. E-mail: gustavobits@gmail.com / Tel.: 41 99848 4900.

Luciano Faccini. Crédito foto: Luizo Cavet

ENCONTRO DE “SELVÁTICAS” NA MOSTRA 2018 DO FESTIVAL DE CURITIBA

Foto de Amira Massabki

Artistas da Casa Selvática estreiam espetáculo Cabaret Macchina com participação da cantora e compositora Karina Buhr

Comemorando seis anos de existência, o coletivo curitibano Selvática Ações Artísticas estreia seu mais novo espetáculo, Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril na Praça Rui Barbosa, com entrada franca, integrando a Mostra Oficial do Festival de Curitiba.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr.

Desde o lançamento do seu último álbum, intitulado Selvática (2015), Karina Buhr e os artistas do coletivo tem estreitado laços. Em 2015 a cantora pernambucana radicada em São Paulo lançou na Casa Selvática seu livro Desperdiçando Rima em um evento que contou com performances, sarau e pocket shows dos artistas “selváticos” e convidados.

A Casa Selvática tem sido uma das principais referências do estudo do cabaré como linguagem no Brasil, tendo realizado diversos espetáculos e proposto oficinas anualmente para seu aprofundamento. Cabaret Macchina pretende expandir a pesquisa do grupo, na construção de um espetáculo de teatro a ser realizado em espaço público, uma criação de dramaturgias que relaciona vivências, questões arquitetônicas e históricas da cidade.

Para o diretor Ricardo Nolasco: “O cabaré foi considerado um subgênero pela história oficial do teatro, justamente por seu caráter popular em oposição aos modelos dramáticos europeus.”. Assim, o coletivo tem mergulhado na investigação desse formato através de uma cena híbrida, que mescla elementos das artes cênicas, performáticas e literárias. “Acreditamos no cabaré como o formato ideal para falar sobre questões que nos atingem, de um modo humorado e irônico, o cabaré tem sido a principal forma com que artistas do mundo inteiro tem conseguido fazer seus trabalhos resistirem de forma independente tendo a precariedade e a arte em processo não como limitadores, mas como características importantes do nosso tempo e dos países em questão”, complementa Nolasco.

Para a atriz e dramaturga Leonarda Glück, a obra de Heiner Müller se torna cada vez mais insistente na contemporaneidade. “Nos dias que correm os totalitarismos da alma, do estado e das instituições estão tão presentes e tão fantasiados de livre democracia, que os escritos de Heiner Müller estão mais atuais do que nunca. A sua Alemanha se reergueu depois da queda, mas deixou boa parte do globo ainda derrubada até hoje. Nós conseguimos estabelecer uma conexão direta entre sua obra e o Brasil de 2018, e a levaremos para a arena pública”, dispara.

”Heiner Müller partia da reescrita dos clássicos a fim de reaproximar estes de seus contextos, dialogar com ele e sua obra é para nós necessariamente adaptar mais uma vez, atualizar em nossos contextos, corpos e histórias” finaliza Ricardo.

Karina Buhr por José de Holanda

Cabaret Macchina
3 e 4 de abril às 21h
Festival de Curitiba
Rua da cidadania Matriz – Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
Entrada Franca
Página do evento, aqui

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Francisco Mallmann e Leonarda Glück (a partir da obra de Heiner Müller);
Direção Geral: Ricardo Nolasco;
Direção de Movimento: Gabriel Machado;
Direção Musical e Sonoplastia: Jo Mistinguett;
Figurino: Cali Ossani, Stéfano Belo e Patricia Cipriano;
Iluminação: Semy Monastier e Patricia Saravy;
Maquiagem: Nina Ribas e Stéfano Belo;
Elenco: Amira Massabki, Cali Ossani, Cesar Mathew, Leonarda Glück, Leo Bardo, Matheus Henrique, Nina Ribas, Patricia Cipriano, Patricia Saravy, Semy Monastier, Simone Magalhães, Stéfano Belo e Victor Hugo;
Artista Convidada: Karina Buhr;
Consultoria: Amabilis de Jesus;
Mapeamento Urbano: Renata Cunali;
Direção de Produção: Cacá Bordini;
Assistência de Produção: Bruna Costa;
Imagens: Amira Massabki;
Design Gráfico: Thalita Sejanes;
Captação de Recursos: Meire Abe;
Realização: Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo;

 Links:
Site: www.selvatica.art.br

Facebook:
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HOJE ::: CUTELO ASSASSINO – UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES NO AP DA 13

CUTELO ASSASSINO – Uma Tragédia Grega de Atrocidades

ÚNICA APRESENTAÇÃO

Amygdalota, espartana, esposa do grego Tartarian, quer reconhecimento pelos anos casada. Ela prepara o jantar: um frango é manipulado, cutelado e cozinhado em cena.

Após mais uma tentativa de dominação através da cultura, do sexo e do território de um homem sobre uma mulher, ela vira o jogo.

A linguagem é híbrida, teatro e cinema dialogam. A cena real e a cena cinematográfica, projetada, estão simultaneamente presentes para o público.

Este é voyeur do cotidiano do casal, que discutem a relação. A encenação teatral se utiliza da linguagem cinematográfica na ocupação de uma casa com a multiplicação da cena através do vídeo e do áudio, possibilitando ao público acompanhar a cena presencialmente ou assistir como em um cinema.

A dramaturgia de Leonarda Glück ironiza a tradição grega como pano de fundo para uma tragicomédia mordaz e ácida.
Ambientes se fundem ao acompanhar a última hora desse casamento.

Onde estará a Luz nas Trevas?

Edição AP. DA 13

Criadores desta Edição:
Texto – Leonarda Glück
Encenação e Atuação – Patricia Saravy e Ricardo Nolasco
Som – Jo Mistinguett
Olhos de Câmeras – Guilherme Chalegre, Renata Correa, Lais Melo
Arte do espaço – Patricia Cipriano.
Produção – Victor Hugo
Apoio e Parceria – Selvática Ações Artísticas e Casa Selvática.

Serviço:
Gênero – Tragicomédia
Classificação: 18 anos
Local – Ap. da 13 – Rua Treze de Maio, 1001, apto 01, centro de Curitiba.
Data – 05/12/2017 – terça-feira
Entrada – R$20 / R$10

Agradecimentos aos parceiros – a todxs artistas selváticxs, Leonarda Glück, Fabia Regina, Fábio Kinas, Maikon K, Karina Flor, Jeff Grochovs, Amabilis de Jesus, Gustavo Bittencourt, Luigi D’Angelo, Pedro Mansa, Bistrô da Flor, Cândida Monte, Well Guitti e Bar Ornitorrinco.

Página do evento, aqui