BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

Livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA. Autora: Selma Baptista. Documentário: Jessica Candal. Fotografias: Shigueo Murakami, Lucas Pereira Nery e Alice Pizzaai Goltz. Textos adicionais: Jaques Brand, Renata Carvalho Rodrigues Souza. Curitiba. 2020. Produtora Transpira. 194 p. Preço: DISTRIBUIÇÃO GRATUITA.

Sinopse:
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica. O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo, co-dirigido com Camila Macedo, KBU, Mano Jhow.

Sobre a Autora:
Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: O livro na versão impressa está disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto: BAR MÃE, Rua Treze de Maio, 512, bairro São Francisco. GALERIA SOMA, R. São Francisco, 179, bairro São Francisco. BICICLETARIA CULTURAL, R. Presidente Faria, 226, Centro. COLETIVO SFco179, R. São Francisco, 179, São Francisco. Endereços em Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba / Realização: Transpira. 

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

Sobre o FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo. Esses dois produtos foram o resultado de um longo período de pesquisa e observação da dinâmica social e histórica que compõem o ethos particular da região.

Palco de inúmeras polêmicas, tensões históricas e sociais, o “Baixo”- como foi carinhosamente apelidado pela equipe – demonstrou um rico cenário para avaliar a construção identitária da urbanidade curitibana. Além de fornecer uma ampla gama de fatos históricos, que contribuem para um entendimento do contexto contemporâneo, o bairro funciona como palco para manifestações culturais, políticas e sociais.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba /
Realização: Transpira

LIVRO
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica.

A autora do livro tem um vasto caminho no campo das ciências sociais. Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.

Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural, com foco nos temas: culturas populares, narrativas orais, antropologia da performance, teatro experimental, políticas públicas de cultura e etnografia da ciência.

FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

LANÇAMENTO
Os produtos finais – livro e filme – serão lançados oficialmente em formato on-line, nos canais oficiais do projeto, dia 15 de dezembro às 20 horas. O livro na versão impressa estará disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto e inseridos dentro do Baixo São Francisco, a partir do dia 16 de dezembro. São eles MÃE, bar localizado na Rua Treze de maio, 512, Galeria SOMA com endereço na Rua São Francisco, 179, BICICLETARIA CULTURAL, situada na rua Presidente Faria, 226 e por fim o espaço coletivo SFco179, também endereçado na Rua São Francisco, 179.

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

TRAILER DO FILME

SERVIÇO:
BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA
LANÇAMENTO ON-LINE GRATUITO DO LIVRO/FILME:
15 de dezembro 2020 às 20 horas nos canais oficiais do projeto
www.baixosaofrancisco.com.br
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DO LIVRO IMPRESSO
A partir do dia 16 de dezembro de 2020
BAR MÃE – Rua Treze de Maio, 512 – São Francisco, Curitiba -PR
GALERIA SOMA – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba-PR
BICICLETARIA CULTURAL – Rua Presidente Faria, 226 – Centro, Curitiba – PR
COLETIVO SFco179 – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba – PR

PRÊMIO JORNADA EM RECONHECIMENTO À TRAJETÓRIA

Prêmio Jornada em Reconhecimento à Trajetória

O reconhecimento à importantes trajetórias de vida intimamente conectadas ao desenvolvimento artístico ou cultural do Paraná é o objetivo do Prêmio Jornada. Nele, serão selecionados artistas, mestras, mestres, grupos e coletivos do território paranaense que tenham prestado relevantes contribuições ao desenvolvimento cultural do Estado a longo prazo.

Cada trajetória contemplada receberá o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). A premiação será dividida em 20 (vinte) diferentes áreas, buscando contemplar o máximo de atuações possíveis: Cultura Tradicional, Cultura de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, Cultura Afro, Cultura LGBTQIA+, Cultura de Refugiados, Migrantes e Apátridas, Cultura Hip Hop, Fanfarras, Bandas Marciais, Dança, Cultura Alimentar, Teatro, Música, Literatura, Artes Visuais, Circo, Audiovisual, Ópera, Arte Educação e Técnicos.

Para a inscrição, os participantes precisam gravar um vídeo de 04 a 10 minutos de duração, contando sua história de atuação no setor cultural do Paraná. Também é necessário encaminhar documentos que comprovem a atuação.

Inscrições até 23 de novembro.

Confira os editais, aqui

fonte: Superintendência da Cultura

MANO BROWN LANÇA SÉRIE DE ANIMAÇÕES COM MÚSICAS DO DISCO ‘BOOGIE NAIPE’


Mano Brown lança série de animações com músicas do disco ‘Boogie Naipe’, confira aqui  no Bocada Forte.

Ouça #MulherElétricaem todas as plataformas!
Se inscreva no canal (Boogie Naipe no Youtube) e ative o sino de notificação para não perder nenhum lançamento.

Série de vídeos exclusivos sobre o cd Boogie Naipe produzidos por Alexandre de Maio.

FICHA TÉCNICA:
PRODUÇÃO: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES
LETRA: MANO BROWN / DU BRONKS
PROGRAMAÇÃO DE BATERIA / TECLADOS: WILLIAM MAGALHÃES / MANO BROWN
RAP: MANO BROWN
VOZES: MANO BROWN / WILLIAM MAGALHÃES
MULHER ELÉTRICA é incidental de ELETRIC LADY Interpretado por CON FUNK SHUN
MIXAGEM: CACÁ NO ESTUDIO YB, SP | DG NO QUAD STUDIO, NY

fonte: Boogie Naipe no Youtube.

BRASIS NO PAIOL EM CASA ANUNCIA EDIÇÃO DE OUTUBRO

Monna Brutal. Foto: Rogério Fernandes

Projeto traz apresentações de 10 artistas curitibanas, curitibanos e paulistas nos dias 24 e 25 de outubro, sábado e domingo.

Enquanto a vacina não chega, Brasis no Paiol migra do icônico teatro curitibano para a sala da casa das/dos/des artistas. A segunda edição online do projeto traz 10 shows, distribuídos entre os dias 24 e 25 de outubro. Entre eles estão as rappers paulistas Mel Duarte, uma das idealizadoras do Slam das Minas SP, Monna Brutal e o Kiko Dinucci. De Curitiba, participam as compositoras Rubia Divino, Trio Armorial, Bruna Lucchesi, Hillbilly Rawhide, Wes Ventura, Louie R. e Tapuia Trio. As apresentações serão no canal do Projeto Brasis no Youtube, a partir das 18h, com direito a bate papo com as bandas no chat.

Com a alteração para o formato online, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Uma das exigências do edital é que 70% das pessoas que se apresentem sejam de Curitiba, fomentando o setor cultural regional. A nova versão também aumentou a abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, os shows poderão ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.

A primeira edição do Brasis em Casa, realizada nos dias 26 e 27 de setembro, contou com mais de 2 mil visualizações e as seis horas de shows e discotecagens estão disponíveis no no canal “Projeto Brasis” no Youtube. Ainda tem outros três fins de semana: 21 e 22 novembro, 18 e 19 de dezembro, 23 e 24 de janeiro.

Programação #BrasisEmCasa outubro

24 de outubro, sábado:
18h – Rubia Divino (PR)
18h30 – Trio Armorial (PR)
19h – Kiko Dinucci (SP)
19h30 – Bruna Lucchesi (PR)
20h – Hillbilly Rawhide (PR)

25 de outubro, domingo
18h – Mel Duarte (SP)
18h30 – Wes Ventura (PR)
19h – Monna Brutal (SP)
19h30 – Louie R. (PR)
20h – Tapuia Trio (PR)

Brasis no Paiol
Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol está em sua oitava temporada. Neste ano, com uma mudança no formato e no número de apresentações. Os shows saíram do tradicional Teatro do Paiol e passaram a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021.

Realizado pelos produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da Curitiba, apresentam novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais. Até hoje, já foram mais de 70 shows.

Em 2020, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Ebanx e o apoio da Effex Tecnologia e Criação, Cliteriosa Comunicação e haharadio.

Serviço
Brasis em Casa
24 e 25 outubro, a partir das 18h.
Transmissão canal Projeto Brasis: https://bit.ly/youtubebrasis
Mais informações no evento: aqui 

fonte: Cliteriosa Comunicação No ponto

MACACO PLANETÁRIO – PRIMEIRO LANÇAMENTO / THIAGO ARAUJO


Macaco Planetário, álbum de Thiago Araujo. Uma coletânea de dez anos de composições variadas, uma salada eletrônica de estilos diversos e um compilado de estudos musicais. Vinte e cinco faixas únicas, de funk, hip-hop, dub, drum n bass e sons indefiníveis, com algumas colaborações inesperadas

texto/ fonte: Estupendamente Patético

00:00 – 1. Um Novo Horizonte de Esperança
02:51 – 2. Amostra Funk
06:28 – 3. Molejismo
10:23 – 4. Limitada Malemolência
13:28 – 5. Tema Para Um Filme Engraçado
15:27 – 6. Um Deserto Inteiro pra se Afundar
19:45 – 7. Enfrente Sempre
23:18 – 8. Atrás Nunca
26:19 – 9. Drumba Moog
28:31 – 10. Persistência
31:20 – 11. Fase Cabulosa
35:12 – 12. Batuque Apoteótico
37:14 – 13. Colaboração Marginal
40:06 – 14. Quando Bate Aquela Leseira
41:56 – 15. Lembrando de Você Num Dia de Chuva
43:30 – 16. Sons da Mata Mental
47:38 – 17. Free Jasco
52:02 – 18. Slow Slow Down
54:54 – 19. Herói do Suspense
55:56 – 20. Beat Repeat
57:57 – 21. Trecho de Paisagem 2 – Piano Caos
1:00:45 – 22. Trecho de Paisagem 4 – Ecos do Além
1:03:44 – 23. Trecho de Paisagem 5 – Contatos Aterrorizantes
1:05:42 – 24. O Agitado Mundo da Animação
1:08:12 – 25. Noite Animal

Arte de capa por Carolina Bee Araújo, siga-a no Instagram @carolina.bee.araujo

Facebook – fb.com/thiago.araujo.965580
Instragram – @lsd250
Twitter – @lsd2500
WhatsApp: 041 98888-2449

Está álbum é compartilhando de acordo com as diretrizes do CopyLeft. 
Você é livre para:
Compartilhar – copie e redistribua o material em qualquer meio ou formato Adaptar – remixar, transformar e construir sobre o material para qualquer finalidade, menos comercialmente.
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Semelhança – Se você remixar, transformar ou desenvolver o material, deverá distribuir suas contribuições sob a mesma licença do original.

Considere fazer uma doação de qualquer valor direto para a conta (do Thiago) do Paypal: massademodelartransparente@gmail.com

Se inscreve e fortaleça o canal Estupendamente Patético

ARTISTAS SE REINVENTAM DURANTE PANDEMIA MUNDIAL

Foto: Marcus Cicarello

Não há quem não tenha sido afetado pelas transformações que vêm acontecendo mundialmente por conta do COVID-19. Para alguns setores, a dificuldade é ainda maior. Um dos segmentos mais afetados pelo coronavírus é o de eventos e entretenimento. Artistas de diversas áreas estão tendo que se reinventar de diferentes maneiras para continuar angariando público e também ajudar os mais necessitados.

Artistas famosos têm promovido lives com milhares de espectadores e lançam músicas e clipes que já tinham sido programados em momento pré isolamento social. Mas para artistas locais a realidade é outra. Esses artistas precisam continuar, de alguma forma, produzindo o seu ganha pão.

O formato live também funciona para profissionais com menos seguidores nas redes, e os artistas aceitam couvert via sistemas de pagamento online e depósitos. Professores de música e arte estão focados em desenvolver os melhores métodos de cursos e aulas online. Os profissionais lançam vídeos e músicas em plataformas que pagam por visualizações, downloads e interações. A venda de ingressos antecipados, com desconto, para quando voltar a possibilidade de aglomerações são outra opção para artistas de dança, teatro e circo. Até festa com link exclusivo, cobrando entrada, já se viu nessa quarentena.

A banda ROMA, de Curitiba, formada pelos músicos Arthur Wog, Dáphene Zandoná e Felipe Brasil conta como está passando esse período sem shows, bares e eventos: “Nós estamos fazendo lives semanais, aceitando pagamentos voluntários. Estamos com parcerias com outros perfis no Instagram, que queiram nos entrevistar ou parashow ao vivo. Também continuamos produzindo novas músicas. Acho que o mais importante agora é não ser esquecido”, comenta Arthur.

As artes e a cultura são um alento nesse momento tão difícil. “Vimos pelo mundo todo vídeos de diversas expressões artísticas, e no Brasil a conclusão é que justamente agora é a hora ideal para lançar material novo. As pessoas estão precisando se divertir um pouco nesse momento pesado. Além de gerar conteúdo, incentivar as visualizações no YouTube e que mais pessoas escutem nossas músicas nos streamings”, finaliza Dáphene sobre o lançamento do clipe “Porta Aberta”.

Serviço
O clipe Porta Aberta foi lançado dia 05/05, terça-feira, às 19h00, em uma live no Instagram pelo perfil @roma.music.br e no YouTube pelo canal Kremaria Records

Sobre a Banda
A banda ROMA é um projeto autoral formado pelos músicos Arthur Vog, Dáphene Zandoná e Felipe Brasil. Juntos, cantam músicas sobre amor e todas as suas formas, misturando a batida do rap e hip hop, a melodia do mpb e pop. A formação do trio existe desde 2019, e apesar do pouco tempo de banda, já acumulam experiências muito relevantes no currículo. Entre elas, a participação no festival “Canta Curitiba”, promovido pela prefeitura municipal, onde ficaram entre os 4 finalistas dos mais de 200 inscritos.

CZARINA, O FESTIVAL. #DIÃO

Quem não gosta de um festivalzinho?

Pôr do sol, música ao vivo, cerveja de garrafa, live painting, inauguração do segundo jardim do CZAR BAR, sangria czarina e mucho más. Chegou o Czarina, que seja o primeiro de uma longa dinastia. Vai ser um DIÃO!

Para comemorar os 15 anos da nossa goiabeira que é a atração principal do nosso deck e que já ouviu muitas coisas que queria e não queria resolvemos estender o nosso jardim, fazer uma festa com direito a pôr do sol e trazer algumas atrações inéditas e outras clássicas.

Caeté Pretô, para relembrar os velhos tempos de Czar! Quem não subia na mesa pra cantar balão mágico com ele que atire a primeira pedra.

iskundum, sonzeira fina e nova na área. Vão embalar o Czarzinho com neo soul, rnb e uma vibe jazzy em uma fusão alucinante.

Orange Cab vem em ritmo acelerado depois de uma Laranjada memorável para torar o palco da nossa casinha da bagunça.

Eu, trovador– diretamente de São Paulo a banda vem pra balançar a goiabeira com muito pop nacional, inclusive canções autorais! O trio é composto por músicos renomados da cena e traz um show pra cima 

DJ MOSKA vai passear pelas brasilidades, pelo rnb, hip hop, pop, funk e reggaeton. No hay tempo para parar de bailar!

Pablo Correa, artista curitibano, vai expor suas gravuras e fazer uma live painting lindeza no muro do nosso deck 

Exposição de vasinhos, suculentas, aquarelas (sabrinaha.designio) e livros da BRUTAflor_arte

Ah e já falamos que a festa começa de dia? E que a entrada vai ser GRÁTIS até às 19h com confirmação nesse evento ou nome no mural? E que vai ter pôr do sol? E jardim novo? E muita energia?

Faça reserva ou aniversário com a gente, mais infos por inbox ou direct so Czar!

O primeiro festival do Czar.
Vem que vai ser quente!
Sinta-se em casa ! 🏠❤️

Serviço:
Czarina, o festival. #dião
Datal: 30 de nov, sábado, das 17h até 1 de dez (domingo) às 03h

Local: CZAR BAR, Rua Frederico Cantarelli, 68 – Mercês, Curitiba – PR
Entrada GRÁTIS até às 19h com confirmação na página do evento aqui ou nome no mural