LIVRO INFANTIL DESTACA A CONTRIBUIÇÃO INDÍGENA À LÍNGUA PORTUGUESA FALADA NO BRASIL

O lançamento de “Que Pira é Essa?”, com entrada franca, contará com a presença do autor, oficina e preço promocional dos livros.

No dia 26 de agosto, às 10h, no Museu Paranaense, acontece o lançamento do livro infantil “Que Pira é Essa?”, de José Álvaro Carneiro. O evento contará com a presença do autor para autógrafos e oficina de carimbos gigantes, ministrada por Carla Irusta. A entrada é franca e os livros serão vendidos a preço promocional.

Diversos são os termos indígenas que dão nome aos nossos animais, montanhas, rios, cidades… e pessoas! Pirambóia, piracicaba, piracema, pirarucu, Iracema, Inaiê – você sabe o que estas palavras significam? Partindo do vocábulo pira, termo de origem tupi-guarani que significa peixe, o livro infantil “Que Pira é Essa?” convida a conhecer a diversidade dos povos indígenas presentes no Brasil, procurando despertar o interesse pelo tema de forma lúdica.

A partir do encontro da menina Inaiê com um peixe, a obra apresenta informações atuais sobre os povos indígenas do Brasil, com foco na contribuição indígena à língua portuguesa que falamos por aqui. Pira e diversos outros termos estão presentes na nossa língua. O curioso – e triste! – é que muita gente usa essas palavras no dia a dia sem saber o que significam e de onde vieram.

O livro será vendido a preços populares e toda a renda será revertida ao Hospital Pequeno Príncipe. A iniciativa é parte do projeto “Que Pira é Essa?” que, além da publicação, realizou uma série de oficinas com a temática das culturas indígenas, voltadas para os pacientes do internamento da instituição. Viabilizado pela Lei Rouanet, o projeto tem como proponente José Álvaro da Silva Carneiro que é diretor Corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, tendo também longa trajetória como ambientalista, bem como livros publicados com conteúdos voltados principalmente para questões socioambientais.

“O Hospital Pequeno Príncipe atende crianças e adolescentes do Brasil inteiro, incluindo indígenas. Temos um cuidado para que cada um dos nossos pacientes reconheça-se culturalmente durante o período que fica hospitalizado. E o projeto Que Pira É Essa? vem como mais uma ação de identidade para estes pequenos índios, além de estímulo ao reconhecimento e acolhimento da diversidade para as crianças com outras ascendências”, explica o autor e diretor do Complexo Pequeno Príncipe.

Sobre o Hospital Pequeno Príncipe
O Pequeno Príncipe é o maior hospital de alta e média complexidade exclusivamente pediátrico do Brasil. Destina 70% de sua capacidade de atendimento a crianças e adolescentes provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição tem 390 leitos, sendo 62 nas quatro UTIs, oito salas cirúrgicas, cerca de 2 mil colaboradores. Por ano, realiza em média 314 mil atendimentos ambulatoriais, 19 mil cirurgias e mais de 24 mil internações. Com cuidado humanizado e integral, garante condições para que 17 mil familiares acompanhem pacientes atendidos via SUS durante a internação.

Sobre o projeto Que Pira é Essa?
Viabilizado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet, o projeto tem como proponente José Álvaro Carneiro. Os patrocinadores são as empresas Andali Operações Industriais S/A, Nipponflex, Ciapetro, Grupo Comtrafo, Agrícola Horizonte, Metisa, Nórdica, Tratornew S/A, Tintas Vergínia, Aços Continente, Gemu, Grupo Pergoraro e Ravato.

Serviço:
Lançamento do livro infantil “Que Pira é Essa?”, de José Álvaro Carneiro
Dia 26 de agosto, às 10h.
No Museu Paranaense (R. Kellers, 289 – Alto São Francisco, Curitiba)
Entrada Franca
Que Pira é Essa? – valor dos livros
R$10,00 (preço promocional no lançamento)
R$20,00 (preço normal)
*renda revertida para o Hospital Pequeno Príncipe

Mais informações no Facebook do projeto, aqui

2º FESTIVAL INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO DE CURITIBA (FIP)

Festival volta a cidade para diversas ações relacionas ao campo da percussão. Projeto conta com ações formativas gratuitas e shows com entrada a R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada)

Curitiba recebe, a partir do dia 16 de julho, a segunda edição do Festival Internacional de Percussão, o FIP Curitiba.

Ao longo de 7 dias, o público terá acesso a palestras, masterclasses, oficinas e shows ligados à música e ao universo da percussão.  Todas as ações formativas são gratuitas. Os concertos, que acontecem no Teatro Londrina (Memorial de Curitiba), custam R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada).

O 2º FIP Curitiba é uma ação cultural que objetiva levar à cidade, um festival de música singular, absolutamente representativo para o Sul do Brasil, seguindo o formato de importantes festivais de música do mundo. O Festival mescla em suas atividades o ensino, a performance, a pesquisa e a formação de plateia. 

A segunda edição do FIP Curitiba, conta com uma programação composta por  importantes músicos do mundo, a fim de exibir um recorte do panorama mundial da música, através da percussão.

O palco do Teatro Londrina receberá todos os dias, a partir das 19h30, sete concertos com músicos exponenciais: Na primeira noite, o  Festival apresenta o Duo Desvio; no dia 17 de julho, sobe ao palco o projeto Pandeirada Brasileira, trazendo como solistas os músicos Marcos Suzano, Caíto Marcondes e Vina Lacerda. A terceira noite fica a cargo do concerto do duoUM2UO. Dia 19, é a vez do Duo Clavis, formado pelos músicos paranaenses Marcello Casagrande (vibrafone) e Mateus Gonsales (piano); na sexta- feira, 20 de julho, o show fica por conta do Grupo de Percussão da Patagônia (Argentina); dia 21 de Julho é a vez  de integrantes do grupo estadunidense  Hands On`semble, um dos maiores grupos de percussão do mundo, se apresentar no Teatro Londrina. E no dia 22 de julho, 12h00, o último show do Festival é do grupo curitibano Manoa Mano Trio. Os ingressos custam R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia entrada).

Os cursos, palestras e masterclasses acontecem no Conservatório de Música Popular Brasileira e no Teatro Londrina e são regidos por músicos que integram a programação do FIP e instrumentistas convidados da cidade. A entrada para as ações formativas é gratuita.

O FIP também promove, a fim de descentralizar suas ações, seis concertos e duas oficinas nas regionais de Curitiba, espalhando música por toda a cidade. Os concertos serão feitos pelo grupo Lapercutório Coletivo, grupo formado por importantes percussionistas curitibanos eas oficinas serão ministradas por Denis Mariano e Carlos Ferraz.

Em sua segunda edição, o Festival Internacional de Percussão de Curitiba, pretende alargar questões sobre a percussão e espalhar a todos os públicos música de qualidade, com acesso popular.

Este Projeto, uma idealização de Vina Lacerda com produção de Design Próprio, é realizado com o Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
2º FIP Curitiba
CONCERTOS:

DUO DESVIO
16/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Formado pelos músicos Leonardo Gorosito e Rafael Alberto, DESVIO desenvolve um trabalho autoral dedicado à música brasileira, mesclando as influências populares ao pensamento erudito. Em parceria com Pedro Durães, músico especializado na
criação e performance musical com recursos eletrônicos, apresentam o formato ” work in progress” da peça encomendada pelo Savassi Festival para o projeto Música Nova, a ser oficialmente estreada em agosto de 2018 em Belo Horizonte.

PANDEIRADA BRASILEIRA
17/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Pandeirada Brasileira coloca em um mesmo palco, os percussionistas Vina Lacerda, Marcos Suzano e
 Caíto Marcondes ao lado de um grupo formado por importantes músicos da cena musical curitibana. O projeto expõe o pandeiro além do choro, na modernidade da música instrumental brasileira, pelo ritmo de seus percussionistas. Passeando  além do choro, também pelo repertório solo dos percussionistas Caito Marcondes e Marcos Suzano e Vina Lacerda, o concerto se dedica a obra “Concerto Pandeiros e Orquestra de Cordas”, de Tim Rescala.  A obra conta com  arranjo para 3 pandeiros e grupo,  formado pelo músicos  André Prodóssimo, violão de 7 cordas, Gabriel Schwartz, sopros, Rodrigo Marques, contrabaixo, Julião Boêmio, cavaquinho e André Ribas, acordeon. 

CONCERTO UM2UO
18/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

UM2UO (Um Duo) é formado por Luís Fernando Diogo, percussionista formado na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e Vinícius Portes, atual graduando do mesmo curso. Amigos na vida e na música há mais de dez anos, entre os festivais, trabalhos acadêmicos e profissionais em que atuam juntos, trazem ao público o repertório de percussão duo e solo através do projeto UM2UO, abrindo espaço à música nova e aos seus ´clássicos`.

DUO CLAVIS
19/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Duo Clavis é formado pelos músicos paranaenses Marcello Casagrande (vibrafone) e Mateus Gonsales (piano).  Com um repertório autoral, arranjos-releituras próprias e trabalho camerístico, caminham com liberdade entre a música popular, a música contemporânea, o jazz e a livre improvisação. A sintonia da parceria musical de alto nível vem recebendo elogios e aplausos do púbico em geral e do meio musical por suas intensas e sensíveis performances. Trabalham no sentido de incentivar a criação e divulgação da música instrumental brasileira e a sua formação instrumental pouco convencional.

ENSEMBLE DE PERCUSIÓN DE FUNDACIÓN CULTURAL PATAGONIA (ARG)
20/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba, PR). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Criado em 1999 por Angel Frette o grupo se dedica a abordar o repertório de música de câmara para percussão com foco nas obras de compositores argentinos. Mantido pela Fundación Cultural Patagonia e sediado no Instituto Universitário Patagónico de Artes, o grupo já realizou concertos com grandes nomes da percussão mundial. Entre suas principais apresentações destacam-se  concertos no Teatro Cólon (Buenos Aires), Festival de Percussão de Montevideo (Uruguai), PASIC 2010 (EUA), Festival de Cajón Peruano (Peru), Festival de grupos de percussão da Costa Rica, Festival Tamborimba (Colômbia), Tamborimbando (Portugal) além de concertos na Croácia e Espanha. Em 2005 registrou seu primeiro CD com obras de compositores argentinos.  

HANDS ON`SEMBLE – RANDY GLOSS  E AUSTIN WRINKLE (EUA)
21/07, às 19h30 no Teatro Londrina (rua Claudino dos Santos – s/n – Memorial de Curitiba). Ingressos 2,00 (inteira) 1,00 (meia entrada)

Randy e Austin, Califórnia (EUA),fazem um concerto que mistura parte do repertório dos artistas com o trabalho que desenvolvem junto ao Hands On`Semble, grupo fundado pelo renomado percussionista John Bergamo e considerado um dos mais interessantes e inovadores grupos de percussão da atualidade, fundindo diversos instrumentos da percussão mundial em uma abordagem inovadora. 

CONCERTO MANO A MANO TRIO
22/07, às 12h00 – Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba) entrada R2,00 (inteira) R$1,00 (meia entrada)

O grupo de música instrumental brasileira Mano a Mano Trio desenvolve um trabalho que valoriza a música brasileira através de um repertório de obras reconhecidas do cancioneiro popular e das vertentes modernas da música. Formado por Sérgio Albach (clarinete),Glauco Sölter (contrabaixo) e Vina Lacerda (percussão), o grupo apresenta uma formação não usual de sonoridade peculiar, distinguindo-se pelos arranjos elaborados mesclados a improvisação. Com dois CDs lançados o grupo já se apresentou ao lado de importantes artistas nacionais e excursionou em países da América Latina e Europa. 

AÇÕES FORMATIVAS E ATIVIDADES PARALELAS
***Todas as ações são gratuitas

16/07/2018
Workshop Marcos Suzano, às 10h00 no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Caíto Marcondes, às 14h30 no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

17/07/2018
Workshop Duo Desvio,às 10h00, no Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba). Entrada Franca

Concerto com o grupo de percussão Lapercutório Coletivo,às 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Palestra Luciano Candemil, às 17h00, , no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

18/07/2018
Palestra Aglaê Frigeri, 10h,  no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Palestra Jorge Fálcon (ARG/BR), 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Marcello Casagrande, 17h00, no Teatro Londrina (Rua Claudino dos Santos, s/n, Memorial de Curitiba). Entrada Franca

19/07/ 2018
Workshop Angel Frette (ARG) 10h00, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca – CMPB

Mesa Redonda“O choro no CMPB” com Sérgio Albach, Ana Paula Peters e Lucas Mello, 14h30, no Conservatório de Música Popular Brasileira (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Roda de Choro, 17h00, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca – CMPB

20/07/2018
Workshop Ensemble de Percusión de Fundación  Patagônia (ARG), 10h, no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Workshop Hands On`Semble (USA) – Randy Gloss e Austin Wrinkle (USA),14h30,no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca 

21/07/2018
Roda de Pandeiro com Vina Lacerda, 11h,  , no Conservatório de Música Popular Brasileira  (R. Mateus Leme, 66) Entrada Franca

Oficina Coletivo Nós em Traço “Corpo com som”(atividade para crianças)  16h,  Memorial de Curitiba (rua Claudino dos Santos s/n) Entrada Franca

22/07/2018
Concerto Curimba Treme Terra, 11h00, no Memorial de Curitiba (rua Claudino dos Santos s/n) Entrada Franca

Encerramento do Festival – Sarau do Julião Boêmio, 14:30  – Espaço Carmela (Rua Dr. Claudino dos Santos 72)Entrada R$10,00

OS PÁLIDOS

Os Pálidos. Foto: Elenize Dezgeniski

A CiaSenhas de Teatro, dentro das ações do Projeto CiaSenhas ACIONA!, volta em curta temporada no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França, em Curitiba, com o espetáculo Os Pálidos. As apresentações acontecem a partir de 3 de julho, de terça a sábado,  sempre às 20h00. A entrada é Pague Quanto Quiser.

O espetáculo Os Pálidos foi criado a partir de dois polos: a relação com o espectador (já experimentada em outros trabalhos do grupo) e a reflexão sobre estados de inércia, paralisação e anestesia em um ato urgente de pensar o mundo e a cena. 

Os Pálidos tem como ponto de partida dois clássicos de Luis Buñuel: O Anjo Exterminador e O Discreto Chame da Burguesia.

A peça, com texto e direção de Sueli Araujo, acontece em dois ambientes simultaneamente, dividindo a plateia, mas mantendo uma conexão permanente entre os espaços e com “os públicos”. Em cena, ao invés de personagens tradicionais, os atores exploram vozes contraditórias, visões de mundo e formas de pensamento e conduta que tentam forjar uma atitude, construir um gesto que faça a diferença no mundo. Porém, são seres paralisados, medicados e em estado de absoluta suspensão. Em dissonância a este estado das coisas, a cena é revestida com diversos tipos de plantas, investindo na possibilidade de percepção da vida para além da quase morte e apatia das figuras da montagem.

Ao mesmo tempo em que o espetáculo aciona um tipo de humor desestabilizante e estabelece pontos de relação com o espectador, cria espaços de discussão sobre criação de condições de sobrevivência e de formas de estar junto. São situações em que um tipo de micropolítica está sugerida. 

Em Os pálidos, artistas e público, buscam saídas e entradas em um jogo potente de presença. Trabalha com a ideia de que, segundo Eliane Brum: estamos “Esvaziados de ilusões e de formas, aquele que precisa construir um rosto tem medo. Em vez de disputar democraticamente, o que dá trabalho e envolve perdas, prefere o caminho preguiçoso da adesão. E adere àquele que grita, saliva, vocifera, confundindo oportunismo com força, berro com verdade.” É sobre o contexto atual que vivemos e sobre escolhas. 

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e Direção – Sueli Araujo
Atuação: Anne Celli, Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo, Rafa di Lari e Sueli Araujo
Direção de Movimento – Cinthia Kunifas
Cenário e Figurino – Paulo Vinícius
Designer de Som – Ary Giodani
Designer de Luz – Wagner Corrêa
Direção de Produção – Marcia Moraes
Produção Executiva – Edran Mariano
Designer Gráfica – Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa – Fernando de Proença
Fotos – Elenize Dezgeniski

SERVIÇO:
OS PÁLIDOS
de 03 a 07 de julho de 2018
terça a sábado às 20h  no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França (Mal. Floriano Peixoto, 458, centro de Curitiba)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER
Confira a página do evento, aqui

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO A BELA ADORMECIDA

Criada em 1971, “A Bela Adormecida” foi a primeira montagem do Grupo Giramundo. Hoje o espetáculo conta com nova cenografia, bonecos idênticos aos da década de 1970 e trilha sonora original

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a montagem do espetáculo infantil “A Bela Adormecida”, na versão criada pelo Grupo Giramundo em 1971. Esse foi o primeiro trabalho da companhia especializada em teatro de bonecos. Na ocasião, a montagem foi produzida em fundo de quintal como passatempo e brincadeira familiar por Álvaro Apocalypse, sua esposa Tereza Veloso e Maria do Carmo Vivacqua Martins (Madu), aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Os bonecos foram construídos de modo simples, na técnica de bastão, e modelados em “papier collé”. O texto foi adaptado por Álvaro Apocalypse a partir da versão do conto escrita pelo francês Charles Perrault, publicada em 1697. “A Bela Adormecida” é um conto de fadas clássico cuja personagem principal é uma princesa que, após ser enfeitiçada por uma feiticeira má, adormece por muitos anos até ser despertada pelo beijo de amor de um príncipe. Na montagem atual do Giramundo, o espetáculo conta com nova cenografia e os bonecos foram substituídos por réplicas idênticas aos bonecos da remontagem de 1976. A trilha sonora é a original.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-howligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço
Teatro: “A Bela Adormecida” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 16 de junho de 2018 (sábado).
Horário: sábado, às 11h, às 15h e às 17h.
Ingressos:vendas a partir de 09 de junho (sábado).R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com / maria.correa@grupoinforme.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA
www.caixa.gov.br/cultura

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO PEDRO E O LOBO COM O GRUPO GIRAMUNDO

Pedro e o Lobo – Giramundo – Brumadinho – Foto: Hugo Honorato

A montagem mais apresentada na história do Giramundo, um dos maiores grupos de teatro de bonecos do país, foi criada para mostrar às crianças como funciona a estrutura de uma orquestra, de acordo com a versão original do russo Sergei Prokofiev

A CAIXA Cultural traz a Curitiba a versão para bonecos do espetáculo infantil “Pedro e o Lobo”. A montagem reforça, com imagens, a ideia central da versão musical original criada por pelo russo Sergei Prokofiev, em 1936: compartilhar com as crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus principais timbres e grupos de instrumentos. A história infantil conta, por meio da música, a aventura de Pedro, um menino que vive com o avô e se envolve em situações difíceis com um lobo, o passarinho Sascha, o gato Ivan, a pata Sônia e um grupo de caçadores.

Para esse espetáculo, o Grupo Giramundo optou pela marionete a fio e sua ampla gama de movimentos e possibilidades de expressão. Os cenários foram substituídos por desenhos em um quadro negro, as vozes dos personagens surgem ao vivo e o plano do palco é o do chão, mesmo nível dos pequenos espectadores. Pedro e o Lobo é o espetáculo mais apresentado na história do Giramundo, fundado em 1970.

Palestra: Processo de Montagem Teatral
No dia 9 de junho, após a segunda sessão da peça Pedro e o Lobo”, os diretores do Grupo Giramundo, Beatriz Apocalypse e Ulisses Tavares, farão uma palestra na qual vão abordar o processo de montagem de um espetáculo de acordo com a metodologia do grupo. Temas como adaptação, trilha sonora, construção de personagens, desenho, projetos, técnica de manipulação e ensaios serão explicados de modo claro e divertido, utilizando como exemplos os 36 espetáculos montados pelo Giramundo desde a sua fundação até os dias atuais. Dirigida a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos, a palestra será realizada no Teatro da CAIXA, das 18h30 às 20h. As inscrições serão feitas na hora, mediante ordem de chegada, e limitadas à capacidade do teatro que possui 123 lugares.

Mostra Mundo Giramundo
Aberta ao público desde o dia 19 de maio, a “Mostra Mundo Giramundo”, em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, traz uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do Giramundo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas, representadas pela forma escultórica, pela pintura, figurino e acabamento. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens, ou, em outras palavras, aquilo que pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-how ligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e a criação de um espaço de reflexão crítica sobre a o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares. A mostra permanece aberta ao público até o dia 12 de agosto. A visitação às galerias da CAIXA Cultural Curitiba acontece de terça a sábado, das 10h às 20h; e também aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre para todos os públicos.

Serviço:
Teatro: “Pedro e o Lobo” com o Grupo Giramundo
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro, Curitiba (PR).
Data: 09 e 10 de junho de 2018 (sábado e domingo).
Horário: sábado, às 15h e às 17h; e domingo, às 15h.
Ingressos: vendas a partir de 02 de junho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Palestra: Processo de Montagem Teatral
Data: 09 de junho de 2018.
Horário: sábado, das 18h30 às 20h.
Local: Teatro da CAIXA
Inscrições: mediante ordem de chegada, limitada à capacidade do espaço.
Classificação: Dirigido a marionetistas, estudantes de artes, estudantes de teatro e interessados no teatro de bonecos.
Vagas: 123

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
fernandezcorreamc@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)
(41) 3544-5641
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OBSCURA FUGA DA MENINA APERTANDO SOBRE O PEITO UM LENÇO DE RENDA

Fotografia: Elenize Dezgeniski

A CiaSenhas de Teatro, dentro das ações do Projeto CiaSenhas ACIONA!, volta em curta temporada no Teatro Novelas Curitibanas, com o espetáculo Obscura fuga da menina apertando em seu peito um lenço de renda. As apresentações acontecem a partir de 25 de maio; de quinta a domingo,  sempre às 20h00. A entrada é Pague Quanto Quiser.

Obscura fuga da menina apertando em seu peito um lenço de renda é o segundo texto do autor argentino Daniel Veronese encenado pela CiaSenhas de Teatro. O espetáculo apresenta ao espectador a ideia de um teatro seco, presente em todas as dimensões da encenação, assinada por Sueli Araujo. O objeto dramático é exposto despudoradamente, permitindo uma variação constante de possibilidades expressivas não convencionais onde a subjetividade entra em contraste com a objetividade da cena teatral.

Em cena um pai e uma mãe se debatem com as incertezas que envolvem o repentino desaparecimento de Martina, sua filha. As recordações e recriminações são os topos das lamentações e desesperos gerados pela ausência da filha. As duvidas aumentam com a chegada de um namorado secreto, uma amiga-namorada e um carteiro.

A busca de um culpado e a ausência de explicação sobre o desaparecimento da personagem provocam situações grotescas onde cada um tenta sobrepor sua justificativa sobre a realidade da perda imanente, expondo a disputa pelo amor e a dificuldade de aceitação da perda. Os personagens oscilam entre o desespero e o patético em universos contraditórios criados para suportar a Perda, representada pela ausência de Martina.

O universo fictício proposto pela obra se estabelece como impossibilidade entre o real e a representação. A narrativa será conduzida por personagens em estados emocionais alterados cuja dilaceração psíquica está relacionada a momentos de grandes perdas e desolação.

No texto Equívoca fuga de Señorita, apretando um pañuelo de encaje sobre su pecho (título original) o autor expande a fronteira entre o lírico e o grotesco, narrativa e drama, personagens e atores. A insinuação entre realidade, mentira e verdade serve como estratégia para impulsionar novas percepções sobre a complexidade do universo proposto em seus textos.

Em Obscura fuga da menina apertando sobre o peito um lenço de renda, a plateia e os atores habitam um espaço de tensão entre real e ficção. É nas alternâncias do público como espectador de uma fábula insolúvel ou cúmplice da percepção da realidade dos afetos que a dimensão universal e contemporânea se estabelece.

Ficha Técnica:
Texto: Daniel Veronese
Direção: Sueli Araujo
Tradução: Isabel Cristina Jasinski
Atores: Ciliane Vendruscolo, Greice Barros, Luiz Bertazzo, Anne Celli  e Rafael di Lari
Preparação Corporal: Cinthia Kunifas
Iluminação: Wagner Corrêa
Figurino: Amabilis de Jesus
Cenário: Paulo Vinícius
Maquiagem: Marcia Moraes
Desenho de Som/Trilha Sonora: Ary Giordani
Direção de Produção: Marcia Moraes
Assistência de Produção: Edran Mariano
Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença
Programação Visual: Adriana Alegria
Fotografia: Elenize Dezgeniski

SERVIÇO:
OBSCURA FUGA DA MENINA APERTANDO SOBRE O PEITO UM LENÇO DE RENDA
de 24/05 a 03/06 – quinta a domingo às 20h no Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222, centro, Curitiba )
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER
Fanpage: www.facebook.com/CiaSenhasDeTeatro/
Confira a página de evento, aqui

CIASENHAS ACIONA!

Ao longo de quatro meses, em diversos espaços de Curitiba, a CiaSenhas de Teatro promove CIASENHAS ACIONA!, projeto composto por diversas ações que contemplam Mostra de Repertório e Ações Formativas.

As ações integrantes do ACIONA! se desenham pelo desejo da companhia em investir na potência reflexiva e política do teatro, agindo esteticamente no mundo contemporâneo.

Para isso, estão programadas a volta de três peças que estão no repertório da CiaSenhas. Homem Piano (em abril), Obscura Fuga da Menina Apertando Sobre o Peito Um Lenço de Renda (em maio) e Os Pálidos (em julho). Os espetáculos selecionados para serem acionados em 2018, têm em comum uma excelente acolhida do público e crítica, são peças que passaram por diversas cidades do Brasil representando Curitiba em diversos circuitos teatrais. Os trabalhos (criados entre 2010 e 2015) representam um valoroso recorte da produção artística da Companhia, sobretudo no que diz respeito à relação do grupo com o público, mantendo-se atuais aos contextos vividos hoje. A entrada para os espetáculos é Pague Quanto Quiser.

Além da Mostra de Repertório, acontece Conexão- Teatro, que consiste em   três mesas redondas abertas a todos os públicos com entrada franca e participação de diversos artistas para pensar o teatro. No mês de abril,  os artistas Luah Guimarãez, Ali Freyer e Patrícia Saravy iniciam a ação,  a fim de  discutir sobre Limites e Transgressões na Atuação. A segunda mesa, que acontece em maio,  tem como tema O Corpo da Voz e da Palavra, com participações de Mônica Montenegro, Cinthia Kunifas e Marcio Mattana. Em junho, se reúnem Cristiane Paoli-Quito, Andrei Mosqueto e Fátima Ortiz para refletir sobre Encenação no Jogo e o Jogo na Encenação. O projeto também oferece oficinas com renomados artistas a fim de instrumentalizar e promover novos agenciamentos afetivos e de trabalho em Curitiba.

Vinculado a este projeto também acontecem  três Oficinas de Formação de Plateia destinadas ao público jovem e adulto estudantes do Ejas, que serão  ministradas por componentes do núcleo de artistas da CiaSenhas, além de bate-papo sobre os espetáculos após as apresentações. Esta é uma prática que o grupo desenvolve com a responsabilidade de quem acredita que é necessário criar mecanismos pedagógicos de aproximação e diálogo com os novos apreciadores da arte e do teatro.

CiaSenhas Aciona! é promover encontros criativos com profissionais renomados do teatro no Brasil, é investir no consequente aprofundamento técnico, poético e reflexivo do grupo e no exercício de reafirmação de suas escolhas. É continuar vivo, em relação, investindo nas políticas do encontro e nas potências do teatro.

SOBRE CIASENHAS DE TEATRO
A CiaSenhas de Teatro de Curitiba, criada em 1999, é um coletivo de artistas que desenvolve trabalho continuado de pesquisa e criação teatral. Desde sua fundação a companhia têm se dedicado à investigação da linguagem cênica com enfoque no trabalho do ator-criador paralelo ao desenvolvimento de dramaturgia original em processos compartilhados de criação. A CiaSenhas procura  disponibilizar seus espetáculos às mais diferentes platéias e promover ações para o fortalecimento estético e político do teatro de grupo. É a partir destes fundamentos que a Companhia, através de seus integrantes, constrói uma trajetória de 19 anos de atividades em diálogo com a cena contemporânea brasileira. Acrescenta-se à realização dos espetáculos, ações que fomentam o encontro e o diálogo entre artistas e público. A Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro, o CiaSenhas ACIONA! e o projeto Gilda são exemplos destas ações. Outro importante foco de atuação da CiaSenhas é o registro de seus processos criativos.

Obscura fuga / foto: Elenize Dezgeniski

SERVIÇO
CIASENHAS ACIONA!

Peças:

HOMEM PIANO – uma instalação para a memória
de 30/04 a 04/05 – de segunda a sexta,  às 18h e às 20h na sede da CiaSenhas (Rua São Francisco, 35)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER

OBSCURA FUGA DA MENINA APERTANDO SOBRE O PEITO UM LENÇO DE RENDA
de 24/05 a 03/06 – quinta a domingo às 20h no Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER

OS PÁLIDOS
de 03 a 07/07 – terça a sábado às 20h  no Centro Cultural SESI  Heitor Stockler de França (Mal. Floriano Peixoto, 458)
Entrada: PAGUE QUANTO QUISER

CIASENHAS ACIONA!
Conexão – Teatro (Mesas Rendodas)
Dia 24/04 (terça) às 19h na sede da CiaSenhas  (Rua São Francisco, 35) Limites e Transgressões na Atuação com Luah Guimarãez, Patricia Saravy e Ali Freyer. Mediação: Luiz Bertazzo e Sueli Araujo. ENTRADA GRATUITA

Dia 12/05 (sábado) às 16h na sede da CiaSenhas (Rua São Francisco, 35) O Corpo da Voz e da Palavra com Mônica Montenegro, Cinthia Kunifas e Marcio Mattana. Mediação: Greice Barros e Sueli Araujo. ENTRADA GRATUITA

Dia 16/06 (sábado) às 16h na sede da CiaSenhas (Rua São Francisco, 35) Encenação no Jogo e o Jogo na Encenação com Cristiane Paoli-Quito, Andrei Mosqueto e Fátima Ortiz. Mediação: Anne Celli e Sueli Araujo. ENTRADA GRATUITA

MÚSICA, PAIXÃO E TECNOLOGIA

 

Projeto visa contribuir para a expansão e profissionalização do cenário musical em Curitiba

O Teatro Paiol recebe, nos dias 17 e 18 de abril, o projeto Música, Paixão e Tecnologia, uma série de workshops com quatro músicos com percursos reconhecidos no cenário nacional e internacional. A entrada é franca, mediante inscrição prévia na plataforma Sympla.

Os workshops tem como  proposta o direcionamento musical e de carreira para músicos profissionais, estudantes, músicos amadores, comerciantes e funcionários do segmento. Serão abordados conceitos de estilo musical, linguagem, interpretação, harmonia, improvisação, uso da tecnologia na produção musical, gestão de carreira, dentre outros assuntos.

Para esta edição,  os workshops contarão com os músicos, aclamados internacionalmente, Pepeu Gomes, Edu Ardanuy, Raul Misturada e Edgard Cabral.

Pepeu Gomes compartilhará com o  público seu percurso, em formato de aula show,  instrumentalizando os alunos a partir de sua vasta experiência no meio musical; Edu Ardanuy focará seu workshop teórico acerca de questões  do “Mean Stream”; Edgard Cabral discorrerá sobre sua experiência como músico acompanhante de grandes artistas e sobre sua experiência como produtor de estúdio e Raul Misturada, focará sua fala a partir da relação de música e tecnologia, em uma aula show.

O universo dos artistas é bem maior do que a imprensa consegue veicular ou do que as prateleiras das lojas conseguem expor. Aqueles que vivem da música ou possuem a música como atividade complementar em suas vidas, ficam um tanto confusos sobre quais os caminhos devem trilhar para atingir seus objetivos, assim, a série de workshops pretende instrumentalizar, a partir dos contextos de experiência dos músicos convidados, músicos profissionais, estudantes, amadores e outros membros ligados à cadeia produtiva da música, contribuindo para expansão e profissionalização da área.

Todos os  workshops  serão gravados em vídeo e disponibilizados no Youtube na íntegra em formato de vídeo aula para os interessados. O material terá acesso gratuito.

Música, Paixão e Tecnologia, uma realização de Cactus Raius Arte & Rock’n’Roll e Creation FD,  tem o incentivo do PROFICE, Governo do Paraná, com apoio da Havan e Fundação Cultural de Curitiba.

SOBRE OS MÚSICOS:

Edu Ardanuy: considerado pela crítica especializada um dos melhores guitarristas da atualidade. Integrante e formador da banda de hardrock Dr. Sin, conhecida e respeitada no mundo todo. Paralelo a isto, Ardanuy desenvolve outros projetos ligados à música, sejam eles solo ou com outras bandas. Destaca-se também por sua atuação como compositor, produtor musical e arranjador.

Edgard Cabral: músico, compositor, produtor e arranjador musical. Edgar Cabral é conhecido por sua vasta experiência em gravações em estúdio, sua técnica apurada, além de músico acompanhante de grandes nomes, principalmente no meio gospel, mas também no meio secular: André Valadão, Nívea Soares, David Quinlan, Ana Paula Valadão, Pr. Cirilo “Santa Geração”, Leonardo Gonçalves, Nelson Ned, entre outros.

Raul Misturada – Foto Nadja Kouchi

Raul Misturada: Cantor, compositor, multi instrumentista, arranjador e produtor musical. Esses são os atributos que compõem as várias facetas do pernambucano Raul Misturada, nascido em 1986, na cidade de Recife. Em 2009 lançou seu primeiro disco: Artista Brasileiro, com formação para Orquestra de Câmara. Em 2011, iniciou uma um novo trabalho com o acordeonista Bruno Moritz (SC), fruto dessa parceria nasceu o disco “Capim Limão”, o mesmo conta com a participação de Arismar do Espírito Santo (SP) nas guitarras. Em 2013, lançou em parceria com o Mazin Silva o disco Quântico. Em sua atuação como arranjador e produtor musical já executou mais de vinte trabalhos do jazz ao metal, porém todos trabalhos que buscam experimentar novas possibilidades sonoras. Raul Misturada também ministra workshops e cursos de música e tecnologia musical.

Pepeu Gomes: um dos nomes mais significativos da música brasileira, história viva e revolucionária de nossa música. Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantos, Luiz Galvão e Baby Consuelo, formou o grupo Novos Baianos, respeitado no mundo todo por sua riquíssima produção musical. Também seguiu em carreira solo e continuou destacando-se no cenário musical mundial. Apesar de seu grande reconhecimento como guitarrista, estando entre os melhores do país, Pepeu Gomes é um exímio cantor, produtor musical, arranjador e compositor. Muitas de suas canções também fazem parte da televisão brasileira (novelas, filmes, etc.).

MÚSICA, PAIXÃO E TECNOLOGIA
TEATRO PAIOL (Praça Guido Viaro, s/n, Prado Velho)
EDGARD CABRAL – 17/04 às 16h30
RAUL MISTURADA – 17/04 às 19h00
EDU ARDANUY – 17/04 às 20h30
PEPEU GOMES – 18/04 às 20h00

ENTRADA FRANCA– Inscrições pela plataforma SYMPLA, até o dia do evento: A entrada no evento se dará com a apresentação do comprovante de inscrição. (lotação 200 pessoas por workshop)

LINKS PARA INSCRIÇÃO:
Edgard Cabral – aqui
Raul Misturada – aqui
Edu Ardanuy – aqui
Pepeu Gomes – aqui

Mais informações na página do projeto, aqui

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA O ESPETÁCULO ISADORA

Com direção de Elias Andreato, a peça reinventa os últimos dias da bailarina Isadora Duncan, no ano de 1927, na França, quando ela conhece um misterioso editor que pretende publicar suas memórias. O encontro traz à tona a mulher por trás do mito

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo teatral ISADORA, uma visão emocionada sobre a vida e a obra da bailarina Isadora Duncan (1877-1927). A montagem marca a estreia da atriz Melissa Vettore como autora, tendo como colaboradores Daniel Dantas e o diretor Elias Andreato. A renovação da dança, os direitos da mulher, a educação infantil e a mercantilização do corpo feminino estão entre os temas do espetáculo. A narrativa é permeada por coreografias, músicas cantadas e projeção de imagens com o objetivo de revelar as memórias e a busca de Isadora Duncan por uma maneira poética de viver, pensar e dançar.

Melissa Vettore, interpreta Isadora Duncan e Sávio Moll vive o papel do editor que quer publicar as memórias da bailarina. Também estão no elenco Roberto Alencar e Patrícia Gasppar, como os irmãos de Isadora. Ao vivo, a pianista Cibele Perusso executa as canções. “Mais do que falar de dança, o espetáculo se refere a uma mudança no entendimento do próprio corpo, da individualidade e do coletivo. Duncan desejou uma mudança urgente no pensar e no sentir que, consequentemente, nos levará a um modo de agir no mundo, novo e verdadeiro, provocando uma revolução social e de valores”, avalia Melissa Vettore. A dramaturgia foi construída a partir da autobiografia, cartas, documentos políticos, documentários e manuscritos de Isadora.

No desenrolar das cenas, Isadora expõe ao editor sua história como bailarina, mulher, mãe, amante, mestra e revolucionária. E os dois discutem sobre o amor, as perdas, as ilusões e lutas políticas, a educação gratuita para as crianças, a servidão no casamento, a liberdade do corpo e da dança, a soberania da arte, o sucesso e a decadência. O personagem do editor foi inspirado no universo do escritor norte-americano Henry Miller (1891-1980), ao mesmo tempo debochado, inteligente e com grande capacidade crítica sobre a sociedade. Por meio desse personagem, revela-se que a Isadora consagrada como artista é diferente da Isadora que regressou a Nice, na França. Atrevido e impetuoso, o editor provoca a bailarina com uma visão pragmática sobre sucesso e fracasso, colocando a plateia frente a frente com as cicatrizes e contradições de uma vida dedicada à arte.

A montagem
A direção de movimento é assinada pela bailarina, coreógrafa e diretora Renata Melo, que também realizou as coreografias em colaboração com Melissa Vettore e os outros atores. As músicas são cantadas ao vivo pelo elenco, e a trilha sonora foi especialmente composta por Jonatan Harold para piano e acordeão. Imagens ligadas aos relatos e memórias de Isadora são projetadas sobre o cenário de Marco Lima. A iluminação de Wagner Freire desenha os ambientes onde acontecem os encontros entre Isadora e o editor, assim como as viagens entre os irmãos. Os figurinos são de Marichilene Artisevskis.

Sobre Isadora Duncan (1877-1927)
“Sou uma crítica incansável da sociedade moderna, da cultura e da educação. Defensora dos direitos das mulheres, da revolução social e da concretização do espírito poético na vida cotidiana. Meu interesse é expressar uma nova forma de vida”. Assim se auto definiu a bailarina Isadora Duncan. Precursora do que veio a ser conhecido como ‘Dança Moderna’, manteve-se aliada a compositores, poetas, filósofos e idealistas de várias partes do mundo. Ela criou uma maneira totalmente nova de dançar – e é este legado que desejava preservar e proteger a partir da criação de uma nova educação.

Ao longo de sua vida, lutou pelos direitos das mulheres e pela educação de crianças das classes mais pobres. O custo dessas iniciativas a obrigava a excursionar constantemente. Empenhada em construir uma ‘nova visão do corpo’, Isadora partiu dos Estados Unidos, com seus irmãos, para a Europa e União Soviética. A artista afirmava que sua dança era símbolo da nova educação e da liberdade. Quebrou convenções ao dançar descalça e com roupas fluidas, abominando toda técnica repressiva. Para ela, a dança era “o movimento do corpo em harmonia com a natureza”. De espírito inquieto e vocação para questiona e mudar a sociedade, esteve focada na mulher e no feminino. Acreditava na força da educação como meio de transformação social. Foi fiel a seus princípios até o fim de sua vida, mesmo diante de inúmeras dificuldades.

Elias Andreato
É um consagrado ator, diretor e autor brasileiro, com uma visão especial sobre o trabalho do ator e da dramaturgia autoral. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta. Seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagens que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde e Artaud são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro.

Melissa Vettore
Tem formação em dança e uma trajetória que inclui drama e comédia. Formou-se no Instituto de Arte e Ciência (Indac) e no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho. Completou sua formação em Nova York e Barcelona. Atua na formação de atores ministrando workshops de corpo e interpretação. É produtora de seus próprios projetos no teatro. Atua em novelas, cinema e séries de televisão.

Sávio Moll
É um reconhecido ator que pode ser visto, ao mesmo tempo, no teatro, no cinema e na televisão. Integra uma geração de artistas que desenvolve a linguagem teatral a partir do trabalho de pesquisa corporal do ator e do clown. Participou como clown no projeto Doutores da Alegria. Como ator, trabalhou com os maiores diretores nacionais.

Roberto Alencar
Ator, bailarino, coreógrafo e desenhista. Em 2010, fundou a Incunábula Companhia, com o objetivo de pesquisar o diálogo entre as artes visuais e a dança contemporânea. Dirigiu vários espetáculos e também foi bailarino e assistente de coreografia de diversas montagens. Fez parte do Núcleo Expedições, na área de dança-teatro, dirigido por Renata Melo e Vivien Buckup.

Patrícia Gasppar
Tem formação em dança clássica, dança contemporânea e canto. Cursou a EAD (Escola de Arte Dramática – USP / SP). Já atuou em mais de 30 espetáculos teatrais, além de novelas, seriados e outros programas de televisão. Também é roteirista e foi professora de interpretação no Teatro-Escola Célia Helena, em São Paulo.

LINKS:
https://www.facebook.com/isadoraduncanteatro/

Trailler da peça Isadora:
http://vimeo.com/171467881

Vídeo Com Depoimentos atores:
https://vimeo.com/173010591

Isadora. Foto: Joao Caldas Filho

Serviço:
Teatro: Isadora
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 16 a 18 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta e sábado, às 20h; e domingo, às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 10 de março (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 12 anos Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Confira a página do evento, aqui

MOSTRA NOMOS, DE LAURA MIRANDA

A Mostra Nomos, da artista visual Laura Miranda, que teve sua abertura realizada em dezembro de 2017 no Museu Oscar Niemeyer (MON), tem visitas prorrogadas até 29 de abril de 2018. Com curadoria de Kátia Canton, a exposição segue na sala 8 do MON.

No dia 8 de março, às 18h no Mini Auditório do MON, haverá o lançamento do catálogo da Mostra, com distribuição gratuita ao público. Será realizada, como parte do evento, uma mesa redonda com a participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante. A entrada do evento é franca.

A mostra Nomos apresenta dois projetos recentes da artista, Líquens 2014/2015 e Estrela Canina 2016/2017, realizados na Área de Proteção ambiental do Passaúna, região metropolitana de Curitiba. A exposição, composta por 64 obras entre desenhos e objetos conta também com dois vídeos de performance com a participação da artista Mônica Infante. A escolha do termo Nomos para designar esta exposição refere-se a um caminho numa ampla extensão em torno do espaço urbano. O trabalho é construído por meio de processos que consideram as especificidades do território e resulta do embate entre sujeito e mundo – corpo e lugar.

O Projeto Liquens se iniciou por uma série de experiências durante viagens a Índia, em que foi realizado um mapeamento das comunidades têxteis na península e deserto de Kutch. A itinerância por tantos lugares, o convívio com o trabalho familiar e o contato com as técnicas tradicionais de tingimento tornaram-se uma importante fonte de criação.

A somatória destas significações aponta para percursos a céu aberto em que a percepção do espaço surge na relação com amplitude e velocidade.

Ao escolher um local se decidiu por um riacho, de difícil acesso, em meio à mata, espaço formado por um pequeno vale. Foi a partir da imersão neste meio e da documentação de samambaias e liquens que se desenvolveu um argumento conceitual e uma paisagem cênica para o trabalho, tomando as direções fornecidas pelo sítio.

Na performance as artistas Laura Miranda e Mônica Infante, mergulhadas na água, são contornadas pelo escoamento no córrego dos elementos: leite, índigo e ouro em pó. Forma-se uma tríade com as variações dos corpos, movimentos e velocidades em devir: animal, vegetal e mineral.

Na produção plástica Laura Miranda cria três séries de desenhos sobre papel e corte a laser em camadas sobrepostas, reverberando as cores que tingiram as águas de branco, azul e dourado.

Liquens aborda as relações simbióticas de proteção e nutrição que mantém a sobrevivência das espécies e propõe uma ética, a de olhar a existência desenhada através do outro.

O projeto Estrela Canina parte da referência a cães abandonados nas bordas da represa do Passaúna em situação de extrema vulnerabilidade e, consequentemente, apresentando risco para o equilíbrio do ecossistema.

Dois cães, resgatados pela artista e batizados como Estrela e Nirvana tornaram-se protagonistas do processo de criação que deu origem a produção plástica.

O convívio afetivo no local onde foram abrigados, documentado em fotografia e vídeo com percursos no local; observações do comportamento (respostas de sobrevivência, sociabilidade e relação territorial) e do movimento corporal dos cães; anotações sobre percepções espaciais, sensações corporais e ações caninas formaram a base do processo de criação. 

Além disso, foi realizado, semanalmente, um laboratório de criação de movimento. Das imersões corporais guiadas por práticas somáticas surge a imagem do mito do cão de duas cabeças e cauda em forma de serpente cujo nome é Ortros. Ao ser morto por Hércules, este cão se transforma na estrela Sirius localizada na Constelação Cão Maior.

Cerca de um ano depois o cão Estrela morre em decorrência de disputas por território. A soma destes eventos deu origem ao nome do projeto.

A produção plástica resultante deste processo se divide em séries de desenhos e objetos. Baseados em imagens ampliadas da pele e dos pelos dos cães, os desenhos são posteriormente recortados e entrelaçados. Em outra série contornos ampliados da silhueta materializam sombras negras e espessas. Os objetos produzidos em linho, seda e cristais compõem uma instalação e fazem referência à constelação Cão Maior.

A linguagem da performance é criada a partir da conexão em níveis profundos com a vida animal a partir da ativação de camadas profundas do cérebro humano responsáveis não só pela sobrevivência mas também pela capacidade de engajamento social. Funções essas que compartilhamos com o cérebro dos animais.

Estrela Canina apresenta, a partir de um mergulho no próprio corpo das artistas, um processo expandido de conexão com potências primitivas e um transbordamento em direção à outras formas de vida.

Este projeto foi realizado por meio do Programa de Fomento e Incentivo a Cultura da Secretaria Estadual da Cultura e patrocínio da COPEL.

SOBRE A ARTISTA LAURA MIRANDA:
Laura Miranda é graduada em artes visuais (1978 a 1981) e pós-graduada em História da arte do Século XX (1999), pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em Curitiba. Realizou cursos de extensão (1991), na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, no Rio de janeiro. Também é formada em Experiência Somática (2013 a 2015), prática corporal baseada nas psicologias somáticas, na etologia e na neurociência.

Atua como artista visual e performer desde a década de 1980. Foi professora da Embap de 1998 a 2000. Participou como diretora cultural da Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, de 1987 a 1989. Desde a década de 1990 trabalha como figurinista e cenógrafa. Integrou a Tempo Companhia de Dança dirigida por Rocio Infante nos anos de 1990 e desde 1998 trabalha com a artista da dança Mônica Infante, com realização de projetos e pesquisas na área da Performance.

Criou juntamente com Denise Bandeira e Juliane Fuganti em 2001, o Grão Atelier em Curitiba para promover cursos, palestras e oficinas de criação. Realizou projetos que possibilitam a conexão entre artes visuais e arte têxtil, com visitas a instituições e comunidades na Índia, Japão e Canadá.

Participou de exposições, residências artísticas e eventos culturais no Brasil, Canadá, Espanha, Portugal, Índia e Japão. Atualmente suas pesquisas relacionam corpo e meio ambiente e incluem práticas como a Educação Somática (Técnica Alexander), Experiência Somática (Peter Levine) e Ki Aikidô (arte marcial japonesa).

SERVIÇO:
Exposição “Nomos”, de Laura Miranda
Até 29 de abril de 2018
Museu Oscar Niemeyer (MON) – Sala 8
Lançamento do catálogo da Exposição:
Dia 8 de março, 18h
Com participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante.
Local: Mini auditório do MON.
ENTRADA FRANCA
*Distribuição gratuita do catálogo no dia do lançamento

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba
fone: (41) 3350-4400 / Terça a domingo, das 10h às 18h / 
Retirada de ingressos: até 17h30
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
museuoscarniemeyer.org.br